domingo, 20 de setembro de 2026

Review: ESTILHAÇOS & CICATRIZES - 2º ATO do TOKIODK

                  

ESTILHAÇOS & CICATRIZES - 2º ATO – TOKIODK





















NOTA: 2/10


Recentemente, o TOKIODK lançou ESTILHAÇOS & CICATRIZES - 2º ATO, que foi bem mais intimista. Após o Conspiracy, o rapper tinha encerrado seu vínculo com a HHR Records e assinado com a Warner Music. Essa continuação da futura trilogia traz ele indo para um caminho mais sentimental. Se o primeiro capítulo estava preocupado com a construção do personagem, este segundo momento olha para suas fragilidades, principalmente através do amor, da saudade, da frustração e da dificuldade de abandonar determinadas experiências. A produção contou com LB Único, Manel Beats, Ajaxx, entre outros, que seguiram uma abordagem que coloca elementos do Trap Soul, R&B contemporâneo e um pouco do Boom Bap, com beats limpos e loops minimalistas, mas tudo soa muito simplista, e a variação não funciona bem. O repertório é ruim, tendo canções que são bem sem graça e previsíveis. Em suma, é um álbum que fugiu completamente da proposta anterior. 

Melhores Faixas: ELEVADOR 
Piores Faixas: MEU AMOR É SEU, PRECISO TE ESQUECER (Vulgo FK só ficou no refrão, coitado), GÊNIO INDOMÁVEL
  

                                                                                   Então é isso e flw!!!                

Analisando Discografias - King Diamond: Parte 1

                  

King Diamond – King Diamond





















NOTA: 1,5/10


Voltando para o ano de 1986, King Diamond entrava em sua carreira solo com Fatal Portrait. Após o lançamento do Don't Break The Oath com o Mercyful Fate, como o guitarrista Hank Shermann queria que a banda adotasse um som comercial, Diamond se recusou e decidiu sair. Com isso, ele montou uma banda com Andy LaRocque e Michael Denner nas guitarras, além de Timi Hansen no baixo e Mikkey Dee na bateria. Com isso, esse projeto seria muito mais concentrado em sua personalidade artística, na narrativa de horror e na presença de uma história atravessando o álbum. A produção, feita junto com Rune Höyer e Michael Denner, segue uma abordagem pesada e sombria. As guitarras alternam entre riffs rápidos e agressivos e melodias mais trabalhadas. A cozinha rítmica é bem mais marcada, e os vocais do Diamond são bem narrativos. Só que o repertório é muito sem graça, e as canções são muito arrastadas. Enfim, é um álbum chato e muito monótono. 

Melhores Faixas: (.......................) 
Piores Faixas: Dressed In White, Lurking In The Dark, Charon, Halloween
  

Abigail – King Diamond





















NOTA: 1,5/10


No ano seguinte, King Diamond lançava seu 2º álbum, o aclamadíssimo Abigail. Após o Fatal Portrait, King pega aquelas ideias do Heavy Metal, horror, teatralidade e múltiplas vozes e transforma tudo em uma obra um pouco mais coesa. O álbum acompanha Jonathan La’Fey e Miriam Natias, um jovem casal que chega a uma antiga mansão herdada por Jonathan. A partir daí, a história vai envolvendo a casa, acontecimentos sobrenaturais, uma presença fantasmagórica e a gravidez de Miriam. A produção, feita pelo próprio King Diamond, segue uma abordagem pesada e definida. As guitarras possuem bastante presença, a bateria tem impacto e o baixo ajuda a sustentar a parte grave sem desaparecer completamente na mixagem. Mas tudo soa bastante exagerado e faltando algo mais imersivo. O repertório é muito ruim, tendo canções chatas e monótonas. No fim, é um disco fraquíssimo e também muito superestimado. 

Melhores Faixas: (..............................) 
Piores Faixas: The Family Ghost, The Possession, Omens, A Mansion In Darkness

"Them" – King Diamond





















NOTA: 1/10


Mais um ano se passou para a banda lançar seu 3º álbum, intitulado Them, que foi ainda mais narrativo. Após o Abigail, esse novo trabalho acompanha a história de King, sua avó e sua mãe em uma antiga casa familiar. A presença sobrenatural conhecida como "Them" domina boa parte da narrativa, principalmente através da misteriosa Casa Amon e dos acontecimentos que envolvem a avó. Fora isso, a formação mudou com as entradas de Hal Patino (baixo) e Pete Blakk (guitarra). A produção, feita junto com Roberto Falcão (obviamente não é o jogador), buscou um som grandioso e, ao mesmo tempo, muito pesado. As guitarras possuem presença e definição, enquanto a bateria e o baixo têm impacto suficiente para sustentar os momentos mais agressivos, enquanto os vocais do Diamond continuam bem teatrais, mas é aquilo: tudo soa bastante repetitivo. O repertório é fraquíssimo, tendo canções medíocres. No fim, é um álbum completamente pavoroso. 

Melhores Faixas: (................) 
Piores Faixas: Bye, Bye, Missy, Tea, Mother's Getting Weaker, Welcome Home, A Broken Spell

Conspiracy – King Diamond





















NOTA: 1,3/10


No final dos anos 80, King Diamond lança seu 4º álbum, o também idolatrado Conspiracy. Após o Them, que havia terminado com King sendo levado para um hospital psiquiátrico depois dos acontecimentos envolvendo sua família, esse disco parte justamente das consequências daquele final. Aqui, ele retoma a história depois dos acontecimentos sobrenaturais da casa e passa a explorar uma situação ainda mais perturbadora. A narrativa deixa de depender tanto da descoberta do sobrenatural e começa a trabalhar com conspiração, manipulação, vingança e violência. A produção foi para um caminho ainda mais atmosférico e sombrio. As guitarras ficaram mais alternadas, com presença de riffs fortes e harmonizações, o baixo ficou mais constante e a bateria, agressiva, fora os vocais do Diamond, que são enérgicos, mas, como sempre, tudo sendo muito arrastado. O repertório é muito ruim, com canções chatíssimas. No geral, é um álbum fraco e sem expressão. 

Melhores Faixas: (..........) 
Piores Faixas: The Wedding Dream, Something Weird, Lies, "Amon" Belongs To "Them"


Analisando Discografias - Mercyful Fate

                 

Melissa – Mercyful Fate





















NOTA: 1,5/10


No ano de 1983, o Mercyful Fate lançava seu álbum de estreia, intitulado Melissa. Formado dois anos antes na capital dinamarquesa, Copenhague, por King Diamond nos vocais, Hank Shermann e Michael Denner nas guitarras, Timi Hansen no baixo e Kim Ruzz na bateria, eles traziam uma abordagem interessante, que era a mistura do Heavy Metal com uma atmosfera sombria e elementos de horror. Com eles lançando um EP que chamou bastante atenção, a banda conseguiu assinar com a Roadrunner. A produção, feita por Henrik Lund, foi bastante crua e pesada, com as guitarras tendo riffs pesados, harmonizações e solos no momento certo. O baixo preenche os espaços, e a bateria tem uma certa dinâmica, além, é claro, do vocal do King Diamond, que alterna entre teatralidade e agressividade. Mas, assim, tudo soa muito repetitivo do começo ao fim. O repertório é horroroso, e as canções são bem chatinhas. No fim, é um trabalho de estreia que é bastante fraco. 

Melhores Faixas: (.....................) 
Piores Faixas: At The Sound Of The Demon Bell, Into The Coven, Black Funeral, Satan’s Fall

Don't Break The Oath – Mercyful Fate





















NOTA: 1,5/10


No ano seguinte, o Mercyful Fate retorna com seu também aclamado 2º álbum, o Don't Break The Oath. Após o Melissa, a banda quis seguir a mesma base, mas trabalhar tudo de maneira ainda mais ambiciosa, refinada e coesa. Com eles decidindo aprofundar tudo o que fizeram anteriormente, só que sem precisar escolher entre ser pesado, melódico ou sombrio, conseguindo trabalhar essas características simultaneamente. A produção, feita novamente por Henrik Lund, foi para uma sonoridade bem mais poderosa e definida, seguindo, como sempre, as bases do Heavy Metal. As guitarras possuem timbres agressivos e relativamente secos, o que favorece bastante os riffs e solos. A cozinha rítmica ficou muito mais impactante, e os vocais do King Diamond ficaram mais alternados e encaixados, mas é aquilo: tudo soa bastante previsível e tedioso. O repertório é ruim, tendo canções que são bastante sem graça. No fim, é um álbum chato e muito superestimado. 

Melhores Faixas: (....................) 
Piores Faixas: Desecration Of Souls, Welcome Princess Of Hell, To One Far Away, Night Of The Unborn

In The Shadows – Mercyful Fate





















NOTA: 1/10


Foi apenas em 1993 que o Mercyful Fate decidiu retornar com seu 3º álbum, o In The Shadows. Após o Don't Break The Oath, King Diamond seguiu carreira solo, enquanto Hank Shermann também desenvolveu outros projetos. Durante esse período, a banda ficou afastada, e o retorno aconteceu anos depois. Esse álbum representa justamente a tentativa de recuperar aquela identidade sem simplesmente fingir que o tempo não havia passado. Fora isso, eles trocaram de gravadora, estando agora na Metal Blade, e entrou o baterista Morten Nielsen. A produção, feita pela banda junto com Tim Kimsey, deixou uma sonoridade mais encorpada. As guitarras são baseadas em riffs pesados, harmonizações e solos, mas agora com mais variação. O baixo ficou mais denso e a bateria, com uma maior dinâmica, mas tudo continua muito sem graça e faltando dinâmica. O repertório é ruim, tendo canções bem previsíveis e genéricas. No final, é um álbum horrível e cansativo. 

Melhores Faixas: (.............................) 
Piores Faixas: Shadows, The Bell Witch, The Old Oak, Thirteen Invitations, Is That You, Melissa

Time – Mercyful Fate





















NOTA: 1/10


No ano seguinte, eles retornam com mais um disco intitulado Time, que foi bem mais tematizado. Após o In The Shadows, eles estavam tendo uma preocupação maior com a construção das músicas como conjuntos completos, em vez de simplesmente apresentar uma sequência de riffs e solos. O Mercyful Fate passa a se importar mais com a forma como esses elementos são organizados para criar atmosfera, tensão e dinâmica. A produção foi basicamente a mesma, só que agora deixando uma abordagem mais limpa e definida. As guitarras continuam ocupando uma posição central e possuem definição suficiente para que os riffs e as harmonizações sejam percebidos com clareza. O baixo ficou mais sustentável, a bateria tem mais dinâmica e os vocais do King Diamond estão mais variados, mas tudo continua bastante previsível e sem variação. O repertório é ruim, tendo canções que são bem genéricas. No final, é um álbum terrível e muito tedioso. 

Melhores Faixas: (..............) 
Piores Faixas: Lady In Black, Witches' Dance, Castillo Del Mortes, My Demon, Time

Into The Unknown – Mercyful Fate





















NOTA: 1/10


Se passaram dois anos para a banda voltar lançando um projeto novo, o Into The Unknown. Após o Time, eles tinham trocado de integrantes, com a entrada do baixista Sharlee D'Angelo e do baterista Bjarne T. Holm. Além disso, esse álbum traz um Mercyful Fate com uma sensação de exploração ao longo do disco, como se eles estivessem tentando levar sua sonoridade para ambientes diferentes sem abandonar completamente aquilo que o tornou reconhecível. A produção, feita junto com Brian Slagel, colocou de volta uma sonoridade pesada, só que mais definida. As guitarras ficaram mais presentes e contando com riffs mais graves e muita harmonização. O baixo está mais encorpado e a bateria tem mais variação, enquanto os vocais do King Diamond estão muito mais teatrais, só que tudo é muito arrastado, chegando a beirar o tédio. O repertório é horrível, e as canções são bastante medíocres e sem graça. Enfim, é um álbum muito ruim e esquecível. 

Melhores Faixas: (......zzzz......) 
Piores Faixas: Fifteen Men (And A Bottle Of Rum), Listen To The Bell, Holy Water, The Uninvited Guest

Dead Again – Mercyful Fate





















NOTA: 1/10


Se passaram dois anos para o Mercyful Fate lançar mais um álbum intitulado Dead Again. Após o Into The Unknown, a banda acabou se desfazendo do guitarrista Michael Denner e o substituiu por Mike Wead. Além de manter o Heavy Metal sombrio, os riffs elaborados, as harmonizações de guitarra, as mudanças de andamento e a teatralidade do King Diamond, existe uma sensação maior de maturidade. A produção, feita por Sterling Winfield junto com a banda, seguiu uma abordagem bem mais limpa e com uma maior clareza no som. As guitarras possuem um pouco mais de riffs pesados, harmonizações e solos, mas existe uma abordagem um pouco mais direta em vários momentos. A cozinha rítmica ficou ainda mais sustentável e com poucas variações, deixando bem mais no centro os vocais de Diamond, mas tudo soa ainda mais arrastado e beirando a monotonia. O repertório é horrível, e as canções são insuportáveis. Enfim, é outro álbum terrível da banda. 

Melhores Faixas: (..................) 
Piores Faixas: The Lady Who Cries, Since Forever, Dead Again, The Night, Sucking Your Blood

9 – Mercyful Fate





















NOTA: 1,2/10


Então chegamos a 1999, quando eles lançaram seu 7º e último álbum até então, o 9. Após o Dead Again, o Mercyful Fate já estava completamente estabelecido em sua segunda encarnação. Ao mesmo tempo, existe uma característica importante nesse período: a banda começa a trabalhar com uma sonoridade mais pesada e moderna, sem abandonar completamente os elementos tradicionais. A produção, conduzida por Kol Marshall junto com a banda, seguiu uma abordagem mais pesada e moderna. As guitarras aparecem com bastante corpo, e os riffs têm uma presença mais encorpada, especialmente nas partes mais agressivas. A bateria ficou mais energética e o baixo está bem mais presente, enquanto os vocais do King Diamond estão mais variados. Mas, no geral, tudo é bem repetitivo e fica muito maçante. O repertório é péssimo, e as canções são genéricas e sem imersão. No final, é só mais um álbum chato deles antes de pararem e depois voltarem. 

Melhores Faixas: (..........................) 
Piores Faixas: Kiss The Demon, Insane, Burn In Hell, Buried Alive, Last Rites


sábado, 19 de setembro de 2026

Analisando Discografias - Scorpions: Parte 3

                 

Pure Instinct – Scorpions





















NOTA: 1/10


Mais três anos se passaram para o Scorpions voltar com seu novo disco, o horrível Pure Instinct. Após o Face the Heat, a banda não queria ser deixada de lado pela grande mídia e, para esse disco, decidiu explorar muito mais o lado melódico e sentimental. O álbum é claramente mais contemplativo, com muitas composições lentas ou de andamento moderado, bastante espaço para violões e arranjos mais delicados. A produção, feita junto com Erwin Musper e Keith Olsen, segue uma abordagem limpa e espaçosa. As guitarras ficaram bem mais limpas e contam com riffs bem mais definidos. A cozinha rítmica ficou bastante controlada, e os vocais do Klaus estão muito mais claros do que o comum, deixando tudo excessivamente delicado e comprimido, parecendo tudo muito repetitivo. O repertório é terrível, e as canções são ridículas, com um excesso de baladas que você acha que eles viraram o Air Supply. Enfim, é um álbum tenebroso, e a queda era iminente. 

Melhores Faixas: (......zzz.....) 
Piores Faixas: Wild Child, When You Came Into My Life, Does Anyone Know, You And I, Time Will Call Your Name

Eye II Eye – Scorpions





















NOTA: 1/10


Então chegamos ao ano de 1999, quando o Scorpions lança o tenebroso Eye II Eye. Após o Pure Instinct, o baterista Herman Rarebell praticamente saiu da banda e, com isso, eles decidiram substituí-lo por James Kottak. A banda, sentindo que estava sendo completamente esquecida pelo mainstream, ficou desesperada e começou a entrar de cabeça nas sonoridades que estavam muito presentes no final dos anos 90. Produzido inteiramente por Peter Wolf, o álbum foi extremamente polido e modernizado, com eles dialogando não só com o Pop Rock, como também com o Rock alternativo. Com as guitarras passando a ficar massivamente texturizadas, o baixo é mais discreto, e aqui o uso de bateria eletrônica e sintetizadores ficou muito presente, só que extremamente mal conduzido e parecendo que tudo ficou inacabado. O repertório é horroroso, e as canções beiram o ridículo. No final de tudo, é um álbum terrível e um dos piores de todos os tempos. 

Melhores Faixas: (..............)
Piores Faixas: What U Give U Get Back, Eye To Eye, To Be No. 1, 10 Light Years Away, A Moment In A Million Years, Du Bist So Schmutzig (viraram um Biohazard magrelo)

Unbreakable – Scorpions





















NOTA: 1/10


No ano de 2004, o Scorpions volta lançando seu 15º álbum, intitulado Unbreakable. Após o tenebroso Eye II Eye, o baixista Ralph Rieckermann decidiu sair da banda e, no seu lugar, entrou Paweł Mąciwoda. Com isso, decidiram fazer um trabalho que funciona quase como uma declaração de que eles ainda podiam fazer um disco de Hard Rock tradicional com convicção, trazendo tudo o que eles aprenderam nos últimos anos. Produzido junto com Erwin Musper, o álbum deixou um som encorpado e, ao mesmo tempo, limpo. As guitarras voltaram a ter peso, com riffs fortes e diretos e alguns solos melódicos. O baixo ficou mais presente e a bateria, firme, além, é claro, dos vocais do Klaus Meine, que voltaram a ser bem mais articulados. Mas, mesmo assim, tudo soa como uma repetição de tudo o que eles já fizeram anteriormente, só que sem brilho. O repertório é ruim, tendo canções bastante genéricas. No final, é um álbum péssimo e muito tedioso. 

Melhores Faixas: (..................) 
Piores Faixas: Blood To Hot, Deep And Dark, She Said, New Generation, Maybe I Maybe You

Humanity - Hour I – Scorpions





















NOTA: 1,2/10


Se passaram então três anos para o Scorpions voltar com um novo álbum, o Humanity – Hour I. Após o Unbreakable, eles decidiram fazer um trabalho que procura transformar a modernidade em peso. É um disco mais dramático, mais grandioso e, em alguns momentos, mais sombrio. Também existe uma tentativa clara de recuperar o poder dos grandes refrãos. Só que agora eles são construídos com uma quantidade maior de camadas. Produzido por Desmond Child e James Michael, o álbum colocou uma sonoridade bem mais orgânica e moderna, que junta não só Hard Rock e Heavy Metal, mas também certos elementos do Metal alternativo. As guitarras ficaram carregadas de efeitos, camadas e até reverbs, com os riffs ficando mais encorpados. A cozinha rítmica ficou muito mais grossa, e os vocais do Klaus até que estão bem articulados, mas tudo é muito sem graça e monótono. O repertório é ruim, tendo canções bem cansativas. Enfim, é só mais um trabalho fraco da banda. 

Melhores Faixas: (.............) 
Piores Faixas: We Will Rise Again, Love Will Keep Us Alive, The Future Never Dies, Love Is War, Hour I

Sting In The Tail – Scorpions





















NOTA: 1/10


Entrando na década passada, o Scorpions volta com mais um álbum, o Sting In The Tail. Após o Humanity – Hour I, eles decidiram fazer um trabalho que fosse um retorno às suas raízes. A ideia aqui não era simplesmente fazer um disco moderno de Hard Rock, mas recuperar aquela sensação de espontaneidade, energia e diversão que marcou principalmente a fase clássica. O álbum acabou sendo planejado como o último trabalho de estúdio da banda naquele momento, acompanhado pela decisão de realizar uma grande turnê de despedida. Produzido por Mikael Nord Andersson e Martin Hansen, o álbum apresenta um som bastante contemporâneo, com as guitarras alternando entre riffs precisos e solos menos constantes, o baixo variado e a bateria mais seca. Mas é aquilo: tudo parece praticamente uma repetição do que já fizeram antes, só com uma produção atual. O repertório é ruim, tendo canções que são bem sem graça. No final, é um álbum fraco e bem tedioso. 

Melhores Faixas: (....................) 
Piores Faixas: The Good Die Young, Sly, Slave Me, Rock Zone

Return To Forever – Scorpions





















NOTA: 1/10


Cinco anos se passaram para eles voltarem com seu 18º álbum, o Return To Forever. Após o Sting In The Tail, a banda não encerrou suas atividades, já que a turnê anterior foi um sucesso e, com isso, a banda decidiu olhar para ideias antigas que não haviam sido aproveitadas e reconstruí-las para o presente. O resultado acabou se transformando em um álbum novo, misturando material recuperado com novas composições, sendo que originalmente seria um álbum duplo, mas a Sony acabou rejeitando. A produção do Mikael Nord Andersson e Martin Hansen colocou um certo peso e uma abordagem polida. As guitarras são muito definidas, o baixo ficou mais integrado, a bateria tem bastante presença e a voz do Klaus Meine permanece extremamente bem posicionada na mixagem. Só que tudo soa como se eles estivessem repetindo a mesma fórmula de sempre. O repertório é fraquíssimo, e as canções são ruinzinhas. No fim, é um disco péssimo e sem forma. 

Melhores Faixas: (.....................) 
Piores Faixas: All For One, We Built This House, Gypsy Life, Rollin’ Home, Eye Of The Storm, Rock My Car

Rock Believer – Scorpions





















NOTA: 1/10


Então chegamos ao ano de 2022, quando o Scorpions lançou seu mais recente álbum, o Rock Believer. Após o Return To Forever, a banda trocou de baterista com a demissão de James Kottak e a entrada de Mikkey Dee (ex-Motörhead). Para esse projeto, eles decidiram fazer um trabalho bem mais direto, com menos preocupação em experimentar e mais vontade de fazer um disco pesado e energético. A produção, feita pela banda junto com Hans-Martin Buff, deixou um som bem mais agressivo e robusto. As guitarras ficaram mais sujas, tendo aquela alternância entre riffs fortes e solos definidos. O baixo ficou bem mais participativo, conseguindo preencher os riffs, e a bateria está mais dinâmica, enquanto os vocais do Klaus, mesmo envelhecidos, conseguem funcionar. Só que tudo é muito repetitivo e falta mais ousadia. O repertório é bem chatinho, tendo canções que são bem previsíveis. No final, é outro álbum ruim de uma banda que só vive de seu passado. 

Melhores Faixas: (........................) 
Piores Faixas: Hot And Cold, Peacemaker, When You Know (Where You Come From), Knock 'Em Dead, Shining Of Your Soul

                                                                                    Então é só e flw!!!      

Review: ESTILHAÇOS & CICATRIZES - 2º ATO do TOKIODK

                   ESTILHAÇOS & CICATRIZES - 2º ATO – TOKIODK NOTA: 2/10 Recentemente, o TOKIODK lançou ESTILHAÇOS & CICATRIZES - 2º...