sábado, 8 de agosto de 2026

Review: Celestial do Papangu

                   

Celestial – Papangu





















NOTA: 9,8/10


Recentemente, o Papangu retornou com seu 3º álbum de estúdio, o maravilhoso Celestial. Após o Lampião Rei, a banda, depois de fazer uma turnê europeia, decidiu fazer esse projeto de forma analógica, lá em Berlim, criando um álbum conceitual que aborda temas como superstição, proteção espiritual, mau-olhado, destino, humanidade e autoafirmação. A produção feita por Richard Behrens junto com a banda, que seguiram um som quente e extremamente variado. A bateria é muito presente, as linhas de baixo são bem construídas, as guitarras possuem camadas e texturas que deixam o som bem denso, e os teclados do Rodolfo Salgueiro são muito bem utilizados, desde o órgão Hammond, o Minimoog e o Fender Rhodes, entre outros instrumentos. Além de ter vocais ásperos, juntando assim Prog Rock e Jazz-Rock com ritmos nordestinos. O repertório é maravilhoso, e as canções são bem imersivas e técnicas. No fim, é um baita disco e certamente um dos melhores do ano. 

Melhores Faixas: Calado (de Olho), Colosso, Celeste, Afirmação, Taxidermia 
Vale a Pena Ouvir: Bode Expiatório, Iamanakaru
 

                                                                                        É isso, então flw!!!          

Analisando Discografias - Poison

                 

Look What The Cat Dragged In – Poison





















NOTA: 1/10


Em 1986, o Poison lançava seu álbum de estreia, o Look What the Cat Dragged In (OH, CAPA HORROROSA!). Formado em 1983, lá em Mechanicsburg, na Pensilvânia, pelo vocalista Bret Michaels, pelo baixista Bobby Dall e pelo baterista Rikki Rockett, e após vários guitarristas, entrou CC DeVille, já no período em que eles haviam se adentrado naquela cena de Sunset Strip, em Los Angeles. Com eles se tornando mais uma daquelas bandas que surgiram no Metal farofa, onde assinaram com a Enigma Records. A produção feita por Ric Browde, que colocou até que um som pesado e cru, com eles fazendo aquele Glam Metal com pequenos elementos do Power Pop. As guitarras do CC possuem muitos riffs, a bateria tem um certo peso e o baixo serve mais como sustentação para os vocais do Bret, fazendo assim um trabalho bem monótono e previsível. O repertório é terrível, e as canções são ridículas e insuportáveis. Enfim, é um álbum horroroso e que envelheceu mal. 

Melhores Faixas: (.............) 
Piores Faixas: Cry Tough, # 1 Bad Boy, Play Dirty, I Want Action, Talk Dirty To Me

Open Up And Say ...Ahh! – Poison





















NOTA: 1/10


Dois anos se passaram, e foi lançado o 2º álbum do Poison, o Open Up and Say... Ahh!. Após o Look What the Cat Dragged In, a banda sabia que precisava fazer um disco que mostrasse que não seria apenas mais uma sensação passageira da cena de Los Angeles. Com esse trabalho, decidiram abordar temas como festas, desejo, ambição, relacionamentos e a própria vida de uma banda de Rock. A produção feita agora por Tom Werman, colocou uma sonoridade muito mais limpa, poderosa e feita para tocar nas rádios. As guitarras ficaram mais impactantes, contando com uma maior variação de riffs e solos; o baixo ficou bem mais presente, sustentando tudo, assim como a bateria, e os vocais do Bret Michaels continuam melódicos, só que mais seguros. Só que, de novo, tudo soa previsível, fazendo aquele Glam Metal genérico. O repertório é péssimo, e as canções continuam beirando o ridículo. Enfim, assim como o anterior, é um álbum horroroso. 

Melhores Faixas: (..................) 
Piores Faixas: Good Love, Your Mama Don't Dance, Fallen Angel, Love On The Rocks, Every Rose Has Its Thorn

Flesh & Blood – Poison





















NOTA: 1,2/10


Entrando nos anos 90, o Poison lançava mais um álbum novo, o ambicioso Flesh & Blood. Após o Open Up and Say... Ahh!, a banda tinha se tornado um dos principais nomes do Hard Rock farofa e, para esse projeto, decidiu partir para uma atmosfera mais madura. Ainda existem músicas de festa e de atitude, mas temas como passagem do tempo, dificuldades pessoais, perdas, espiritualidade e frustração passaram a ter mais evidência. Produção foi conduzida por Bruce Fairbairn e Mike Fraser, deixando aquele som limpo, só que com uma abordagem mais grandiosa. As guitarras passaram a ter mais riffs tradicionais do Hard Rock, o baixo continuou discreto, a bateria tem mais impacto e os vocais do Bret têm bem mais variação, mas, mesmo colocando elementos do Blues Rock, o álbum continua sendo um trabalho de Glam Metal bem inchado. O repertório é horrível, e as canções são medíocres e genéricas. No geral, é um álbum terrível e sem qualquer imersão. 

Melhores Faixas: (..........) 
Piores Faixas: Don't Give Up An Inch, Valley Of Lost Souls, Life Goes On, Life Loves A Tragedy, Unskinny Bop

Native Tongue – Poison





















NOTA: 1/10


Três anos se passaram, e foi lançado um novo álbum do Poison, o Native Tongue. Após o Flesh & Blood, o cenário musical tinha mudado: o Hard Rock farofa tinha sido chutado pelo Grunge e Rock alternativo, e a banda tinha passado a ser ridicularizada. Para piorar, o guitarrista C.C. DeVille tinha saído da banda por conflitos com Bret Michaels; no seu lugar, entrou Richie Kotzen. E, para esse trabalho, eles decidiram fazer um som mais pesado e que dialogasse com o Hard Rock antigo. A produção feita por Richie Zito, que colocou um som orgânico, mas mantendo uma certa clareza, além de inserir elementos do Blues Rock e do Southern Rock. As guitarras ficaram bem mais encorpadas, com um timbre quente. A cozinha rítmica tentou ficar mais dinâmica, e os vocais do Bret têm mais expressão, mas tudo soa deslocado, com eles completamente perdidos. O repertório é terrível, e as canções são medíocres. No geral, é um álbum péssimo e que não funcionou. 

Melhores Faixas: (.........oh coisa complicada..........) 
Piores Faixas: Ain't That The Truth, Stand, Ride Child Ride, Theatre Of The Soul, Stay Alive, The Scream

Crack A Smile... And More! – Poison





















NOTA: 1/10


Foi apenas em 2000 que o Poison retornou com seu 5º álbum, o Crack a Smile... and More!. Após o fracasso do Native Tongue, o guitarrista Richie Kotzen durou pouco, com ele sendo demitido por ter se relacionado com a noiva do baterista Rikki Rockett. Em seu lugar, entrou Blues Saraceno. Então, a banda gravou esse projeto entre 1994 e 1995, enfrentando problemas como o acidente que Bret Michaels sofreu com sua Ferrari e as limitações impostas pela gravadora Capitol a esse projeto. A produção feita por John Purdell e Duane Baron, que colocaram um som mais pesado e orgânico, com eles voltando a fazer aquele Hard Rock farofa pelo qual ficaram conhecidos. Ou seja, temos guitarras expressivas, a cozinha rítmica sustentando tudo e os vocais do Bret no centro, fazendo um trabalho extremamente mais do mesmo. O repertório é horrível, e as canções são absurdamente fracas e genéricas. Enfim, é um álbum terrível, que não tem nada demais. 

Melhores Faixas: (.................) 
Piores Faixas: Cover Of The Rolling Stone, Tragically Unhip, Shut Up, Make Love, Best Thing You Ever Had, Be The One, Sexual Thing

Hollyweird – Poison





















NOTA: 1/10


Em 2002, o Poison lançava um novo álbum, o Hollyweird, no qual tentaram fazer algo mais direto. Após o Crack a Smile... and More!, a banda saiu das garras da Capitol Records e, com isso, Bret Michaels e sua trupe, agora com o retorno do C.C. DeVille, optaram por fazer um álbum que relembrasse um pouco de suas origens, ou seja, voltando a abordar temas como sexo, festas e fama. A produção ficou por conta de Thom Panunzio, que colocou um som pesado, só que com traços de modernidade; ou seja, há uma junção do Hard Rock farofa com Power Pop. As guitarras possuem riffs sujos, a bateria ficou bem mais comprimida, o baixo é bastante discreto e os vocais do Bret até que conseguem ser bem variados, mas é aquilo: tudo soa completamente superficial e repetitivo. O repertório é péssimo, e as canções são bastante genéricas e sem graça. No fim, é um álbum ridículo de uma banda que tinha se tornado cover de si mesma. 

Melhores Faixas: (.......................) 
Piores Faixas: Stupid, Stoned And Dumb, Hollyweird, Devil Woman, Squeeze Box, Wishful Thinkin'

Poison'd! – Poison





















NOTA: 1/10


Em 2025, o Henrique & Juliano lançam seu mais recente álbum ao vivo, o Manifesto Musical 2. Após o Manifesto Musical 1, a dupla chegou a lançar um álbum ao vivo gravado na Times Square, que foi To Be, que foi um trabalho ao vivo tradicional. E, para essa continuação, eles decidiram fazer algo ainda mais extenso, beirando as 28 faixas, e tudo isso sendo gravado na Fazenda Terra Prometida, lar da dupla. A produção foi, como sempre, feita por Eduardo Pepato, que colocou aquele som limpo e extremamente sofisticado, contando com violões que ficaram mais centrais e sustentados por linhas de baixo definidas, baterias e guitarras comprimidas. Aqui, percebe-se que os vocais da dupla ficaram bem contidos, mas ainda continua tendo aquela gritaria desproporcional, além de algumas desafinações. O repertório é péssimo, e as canções são extremamente vazias e tenebrosas. Em suma, é outro álbum horrível de uma dupla que só faz mais do mesmo. 

Melhores Faixas: (....................................................) 
Piores Faixas: Meia Metade, Logo Logo, Vizinho Chato, Novo Eu, Romântico, Amigo Da Minha Saudade, Vítima Da Vez, Saudade De Quem Eu Sou, Seja Ex, Última Saudade


sexta-feira, 7 de agosto de 2026

Analisando Discografias - Henrique & Juliano

                 

Henrique & Juliano (Ao Vivo) – Henrique & Juliano





















NOTA: 1/10


Em 2012, o Henrique & Juliano lançava seu 1º álbum, obviamente ao vivo e autointitulado. A dupla, formada em 2008 pelos irmãos Ricelly Henrique Tavares Reis (Henrique) e Edson Alves dos Reis Junior (Juliano), na cidade de Palmeirópolis, no Tocantins, começou seus primeiros anos tocando em bares, chegando a lançar um álbum independente um ano antes. Só que, depois de várias apresentações, assinaram com o escritório Workshow, que foi o mesmo que descobriu Zé Neto & Cristiano. A produção ficou a cargo do Maestro Pinocchio, que seguiu aquela abordagem polida e padronizada do Sertanejo universitário daquele período, com a presença de violões de aço, guitarras limpas, baixo bastante presente, bateria acústica e sanfona. Mas o que temos aqui é um trabalho editado em estúdio, com dois caras desafinando e um público de mentira. O repertório é horrível, e as canções são muito ridículas. Enfim, é um trabalho terrível e era apenas o começo. 

Melhores Faixas: (..........................) 
Piores Faixas: Curte Demais, Batimentos, Recaídas, Tô Voltando Pra Farra, Medo De Te Amar, Vem Novinha

Ao Vivo em Palmas – Henrique & Juliano





















NOTA: 1/10


No ano seguinte, o Henrique & Juliano lançava o álbum Ao Vivo Em Palmas, onde realmente eles explodiram. Após o álbum de 2012, a dupla já acumulava um público fiel no Centro-Oeste e no Norte do Brasil, regiões onde faziam uma intensa agenda de shows. Foi nesse contexto que decidiram gravar um novo DVD na própria cidade de Palmas, capital do Tocantins, estado onde construíram grande parte da carreira. Com a gravação acontecendo no Espaço Cultural José Gomes Sobrinho. Produção feita por Eduardo Pepato, colocou aquele som limpo e arranjos mais encorpados. Os instrumentos continuam baseados naquela fórmula genérica do Sertanejo universitário com violões, guitarra, bateria, baixo, acordeon e teclados, mas possuindo uma maior definição. O que não tá definido é novamente as desafinações da dupla que são editadas em estúdio. O repertório novamente é terrível, e as canções são todas ridículas. No geral, é outro álbum péssimo, mas que foi um sucesso. 

Melhores Faixas: (...........) 
Piores Faixas: Vem Novinha, Tá Namorando e Me Querendo, Não Tô Valendo Nada (João Neto & Federico é dificil também), O Mundo Parou, Recaídas, Mistura Louca, Separa Namora, Eu Sou Gordinho

Novas Histórias (Ao Vivo) – Henrique & Juliano





















NOTA: 1/10


Três anos se passaram, e o Henrique & Juliano lançava o álbum Novas Histórias. Após o Ao Vivo em Palmas, a dupla decidiu fazer um projeto grandioso. A gravação foi feita em 2015, lá na Orla do Recife. Esse álbum contou com uma estrutura muito maior, incluindo um palco de LED 360°, centenas de equipamentos de iluminação e um conceito visual mais cinematográfico. A produção ficou a cargo de Eduardo Pepato, com direção de Fernando Trevisan. Eles seguiram aquela abordagem acessível do Sertanejo universitário, com traços do arrocha. Agora, os violões dividem espaço com guitarras de timbre limpo, pianos, sanfonas, teclados, bateria bastante comprimida e linhas de baixo definidas. Mas é aquilo: é mais um trabalho repetitivo, com aquele problema de o Henrique desafinar e o Juliano tentar salvar, enquanto a edição de estúdio corre solta. O repertório é horrível, e as canções são muito medíocres. No geral, é um álbum péssimo e sem graça. 

Melhores Faixas: (...........) 
Piores Faixas: Vida, Colecionando Bobo, Tudo Virou Saudade, Na Hora Da Raiva, Nada Nada, Parece Piada

O Céu Explica Tudo (Ao Vivo) – Henrique & Juliano





















NOTA: 1/10


No ano seguinte, eles voltam o álbum de maior sucesso deles, O Céu Explica Tudo. Após o Novas Histórias, o Henrique & Juliano chegaram a um momento raro dentro do Sertanejo: eram, ao mesmo tempo, líderes de audiência nas plataformas digitais, donos de uma das maiores agendas de shows do país e sendo uma referência. Para esse álbum a gravação foi feita no Citibank Hall (antigo Credicard Hall), em São Paulo contando com palco sofisticado, com elementos orgânicos, um grande lustre central e painéis de LED discretos. Produção foi aquela de sempre, contando com violões no centro e uma banda que sustenta os arranjos que ficaram mais sofisticados, além de contar com vocal feminino de apoio. Só que mais uma vez tudo continua extremamente processado e sem qualquer variação, e como sempre eles continuam alternando entre cantar mal ou gritar. O repertório é horroroso, e as canções são genéricas e insuportáveis. Enfim, é um álbum pavoroso e entediante. 

Melhores Faixas: (......Não explicou nada.....) 
Piores Faixas: Na Boa, Meu Amor, Amor Não É Só Love, O Céu Explica Tudo, Zé Ruela, Mais Amor E Menos Drama, Vidinha de Balada, De Trás Pra Frente, Aquela Pessoa

Menos É Mais (Ao Vivo) – Henrique & Juliano





















NOTA: 1,2/10


Mais um ano se passou, e foi lançado outro álbum ao vivo da dupla, o Menos é Mais. Após O Céu Explica Tudo, eles quiseram fazer um trabalho que fosse mais simples e que relembrasse suas origens. Eles fizeram uma apresentação em sua fazenda, em Luzimangues, no Tocantins, criando uma atmosfera mais íntima. O próprio conceito do projeto vinha justamente dessa ideia: reduzir a grandiosidade visual e deixar a música como principal elemento. A produção foi mais limpa e contou com arranjos orgânicos, com maior destaque para violões, guitarra limpa, piano, sanfona e uma base rítmica bastante discreta. A produção evita grandes explosões instrumentais, o público não beira o insuportável como antes e deixa as melodias e as vozes da dupla no centro, mas, como sempre, tudo é muito arrastado e repetitivo. O repertório é terrível, e as canções são péssimas e cansativas. No geral, é outro trabalho chato e horrível deles. 

Melhores Faixas: (............) 
Piores Faixas: Rua Recaída, Metade da Estrada, Beijadamente Calculado, Granada, Vai Que Bebereis, Quem Pegou, Pegou, Eu e a Saudade, Desbeijar Minha Boca

Manifesto Musical (Ao Vivo) – Henrique & Juliano





















NOTA: 1/10


No ano de 2022, foi lançado o Manifesto Musical 1, que foi um álbum bem mais amplo do Henrique & Juliano. Após o Menos é Mais, a dupla diminuiu o ritmo, muito por conta da paralisação causada pela pandemia de COVID-19. Enquanto diversos artistas recorreram a lives e gravações sem público, a dupla preferiu esperar o retorno dos eventos presenciais para apresentar um novo grande projeto, em um momento em que encerraram seu vínculo com a Som Livre e assinaram com a Virgin. A produção foi aquela de sempre, com eles gravando lá em Palmas, em um estabelecimento minimalista. Com isso, colocaram aquele som mais intimista, com guitarras discretas, sanfona, violões, piano, baixo bastante encorpado e bateria de timbre moderno. Só que, de novo, é muito arrastado, cheio de repetições, e aqui a dupla atinge um patamar de gritaria insuportável. O repertório é péssimo, com canções ridículas e sem criatividade. Enfim, é outro álbum horrível, e ainda tinha mais. 

Melhores Faixas: (....zzzzzzz....) 
Piores Faixas: Vai Derramando, Deixa Eu Sofrer, Terminei Mal Terminado, Chá de Casa Nova, Eu Te Pegaria, Troco Na Troca, Evento Cancelado, Rasteira, A Maior Saudade, Arranhão

Manifesto Musical 2 (Ao Vivo) – Henrique & Juliano





















NOTA: 1/10


Em 2025, o Henrique & Juliano lançam seu mais recente álbum ao vivo, o Manifesto Musical 2. Após o Manifesto Musical 1, a dupla chegou a lançar um álbum ao vivo gravado na Times Square, que foi To Be, que foi um trabalho ao vivo tradicional. E, para essa continuação, eles decidiram fazer algo ainda mais extenso, beirando as 28 faixas, e tudo isso sendo gravado na Fazenda Terra Prometida, lar da dupla. A produção foi, como sempre, feita por Eduardo Pepato, que colocou aquele som limpo e extremamente sofisticado, contando com violões que ficaram mais centrais e sustentados por linhas de baixo definidas, baterias e guitarras comprimidas. Aqui, percebe-se que os vocais da dupla ficaram bem contidos, mas ainda continua tendo aquela gritaria desproporcional, além de algumas desafinações. O repertório é péssimo, e as canções são extremamente vazias e tenebrosas. Em suma, é outro álbum horrível de uma dupla que só faz mais do mesmo. 

Melhores Faixas: (....................................................) 
Piores Faixas: Meia Metade, Logo Logo, Vizinho Chato, Novo Eu, Romântico, Amigo Da Minha Saudade, Vítima Da Vez, Saudade De Quem Eu Sou, Seja Ex, Última Saudade


                                                                               Por hoje é só, então flw!!!      

quinta-feira, 6 de agosto de 2026

Analisando Discografias - Imagine Dragons

                 

Night Visions – Imagine Dragons





















NOTA: 1/10


(É... partiu). No ano de 2012, o Imagine Dragons lançava seu álbum de estreia, o Night Visions. Formado em 2008, na cidade de Las Vegas, pelo vocalista Dan Reynolds, que se juntou aos seus colegas de universidade para montar uma banda, o grupo gravou algumas demos nesse meio-tempo. Só que, com o tempo, esses integrantes saíram, e entraram Wayne Sermon, na guitarra, Ben McKee, no baixo, e Daniel Platzman, na bateria. Depois de vencer alguns concursos locais, eles assinaram com a Interscope Records. A produção, feita por Alex da Kid e Brandon Darner junto com a banda, aposta em um som extremamente acessível, com as guitarras servindo como texturas e sustentando os sintetizadores e as enormes camadas vocais. A cozinha rítmica serve mais para sustentar e deixar os vocais do Dan no centro, resultando em um Pop Rock extremamente plastificado. O repertório é terrível, e as canções beiram o insuportável. No fim, é um álbum horrível e sem a menor coesão. 

Melhores Faixas: (......................) 
Piores Faixas: Every Night, Nothing Left To Say / Rocks, It’s Time, Demons, On Top Of The World, Radioactive

Smoke + Mirrors – Imagine Dragons





















NOTA: 1/10


Três anos se passaram, e o Imagine Dragons lançou seu 2º álbum, o Smoke + Mirrors. Após o Night Visions, depois de uma turnê extremamente desgastante, decidiram escrever um trabalho mais introspectivo. Dan Reynolds passou a abordar temas ligados à ansiedade, à insegurança, à fama, à pressão da indústria musical e aos conflitos internos. A produção, feita agora apenas junto com Alex da Kid, tentou seguir uma sonoridade bem mais cinematográfica, mas, claro, sem deixar de lado aquela clareza sonora. As guitarras passaram a ter mais presença, com riffs constantes, enquanto os sintetizadores e teclados passaram a servir mais como textura. A cozinha rítmica ficou um pouco mais variada, e os vocais do Dan continuam carregados de explosão. Mas, ainda assim, tudo soa extremamente bagunçado e cheio de repetições, querendo vender essa imagem mais alternativa. O repertório é horrível, e as canções são muito genéricas. Enfim, é um álbum horroroso e cansativo. 

Melhores Faixas: (........................) 
Piores Faixas: The Fall, Polaroid, Gold, Shots, Hopeless Opus, Friction, I'm So Sorry

Evolve – Imagine Dragons





















NOTA: 1/10


No ano de 2017, foi lançado mais um álbum novo do Imagine Dragons, o Evolve. Após o Smoke + Mirrors, Dan Reynolds passou por mudanças importantes em sua vida pessoal e enfrentou problemas relacionados à saúde, experiências que acabaram influenciando sua composição. Para esse trabalho, eles decidiram seguir as tendências, fazendo, assim, um álbum com canções mais diretas e estruturas mais enxutas. A produção, feita pela banda, contou com Mattman & Robin, Joel Little e vários outros, que entregaram um som polido e voltado para as rádios, tentando unir Pop Rock com Electropop, além de elementos do Trap e Synth-pop. As guitarras voltaram a ser comprimidas, os sintetizadores ganharam maior presença, a bateria é totalmente eletrônica e os vocais do Dan são cheios de efeitos, resultando em algo previsível. O repertório é péssimo, e as canções são tenebrosas. No final, é um álbum horroroso que, infelizmente, foi um sucesso. 

Melhores Faixas: (.........Complicado.........) 
Piores Faixas: Don't Know Why, Whatever It Takes, Dancing In The Dark, Thunder, Believer, Yesterday

Origins – Imagine Dragons





















NOTA: 1/10


No ano seguinte, eles voltaram lançando outro disco, o também horrível Origins. Após o Evolve, o Imagine Dragons se consolidou como uma das maiores bandas de música Pop do mundo. Nesse projeto, eles quiseram seguir o que havia dado certo, buscando capturar novamente a energia criativa daquele período, mas com mais liberdade para experimentar diferentes estilos. A produção contou com aqueles mesmos nomes, seguindo a mesma sonoridade polida e acessível, com bastante foco na bateria eletrônica e nos sintetizadores, em busca de um grande impacto. Com isso, as guitarras e o baixo servem muito mais como textura, enquanto os vocais do Dan Reynolds têm um uso frequente de camadas, harmonias, distorções e efeitos que ampliam o alcance emocional das músicas. O repertório é novamente terrível, contando com canções ridículas e previsíveis. Enfim, assim como seu álbum irmão, é um trabalho tenebroso. 

Melhores Faixas: (.........................) 
Piores Faixas: Natural, Love, Bad Liar, West Coast, Zero, Digital

Mercury - Acts 1 & 2 – Imagine Dragons





















NOTA: 1/10


Quatro anos se passaram, e o Imagine Dragons lançou o pretensioso Mercury – Acts 1 & 2. Após o Origins, a banda continuava no topo das paradas, só que, nesse meio-tempo, Dan Reynolds enfrentava um período extremamente delicado em sua vida pessoal, passando por mudanças familiares, crises emocionais e o luto pela morte de pessoas próximas. Com isso, decidiram dividir esse álbum em uma parte mais introspectiva e outra mais diversificada. A produção, feita pela banda junto com Rick Rubin, além de contar com nomes como Styalz Fuego, Mattman & Robin, entre outros, seguiu aquele som polido e radiofônico, orientado para o Pop Rock e o Alt-Pop. A cozinha rítmica voltou a ser um pouquinho mais orgânica, as guitarras continuam sendo usadas para sustentar os arranjos, e os vocais do Dan tem gritos imprecisos, mas tudo aqui é arrastado e sem imersão. O repertório é péssimo, e as canções são muito chatas. No geral, é um álbum sem coesão e medíocre. 

Melhores Faixas: (.........) 
Piores Faixas: Giants, Cutthroat, Tied, Waves, My Life, #1, Sharks, Crushed, Dull Knives, Easy Come Go

LOOM – Imagine Dragons





















NOTA: 1/10


Então chegamos a 2024, quando o Imagine Dragons lançou seu 6º álbum, o LOOM. Após o Mercury – Acts 1 & 2, o baterista Daniel Platzman acabou saindo. Em vez de outro projeto longo, eles optaram por um disco curto e direto. Segundo a própria banda, o álbum foi descrito como um novo começo, equilibrando suas características clássicas com uma abordagem mais leve e espontânea (virando quase um sub-Coldplay). Produção, feita por Mattman & Robin, manteve aquele som polido e acessível. Os sintetizadores têm uma presença moderada e convivem com aquelas guitarras extremamente comprimidas, enquanto as linhas de baixo passaram a ter um foco maior no groove, a bateria segue aquela variação e os vocais do Dan voltaram a receber bastante processamento, resultando em mais um trabalho genérico de Pop Rock com Alt-Pop. O repertório é horrível, e as canções são bastante insuportáveis. Em suma, é mais um álbum péssimo e previsível da banda. 

Melhores Faixas: (....zzzzz....) 
Piores Faixas: Don’t Forget Me, Wake Up, God’s Don’t Pray, Eyes Closed

                                                                         Então é isso, um abraço e flw!!!                

Review: Celestial do Papangu

                    Celestial – Papangu NOTA: 9,8/10 Recentemente, o Papangu retornou com seu 3º álbum de estúdio, o maravilhoso Celestial. ...