sábado, 26 de setembro de 2026

Review: Álbum Autointitulado do De Staat

                   

DE STAAT – De Staat





















NOTA: 8/10


Na semana passada, o De Staat lançou seu 8º álbum de estúdio autointitulado, que trazia uma proposta diferente. Após o Red / Yellow / Blue, a banda decidiu transformar questões que já apareciam anteriormente em um conceito muito mais abrangente. A temática de poder, manipulação e autoridade não é novidade na obra do grupo, mas aqui ela se torna praticamente o eixo central do álbum. O próprio conceito foi ampliado para uma instalação artística e para um espetáculo ao vivo chamado De Staat Becomes De Staat. A produção, feita pela própria banda, traz uma sonoridade pesada e sufocante que junta tanto Rock alternativo quanto elementos da música industrial e Post-Punk. Os graves são fortes, a bateria é seca, os grooves são repetitivos de propósito e as guitarras aparecem tanto como riffs propriamente ditos quanto como elementos de textura. O repertório ficou muito bom, e as canções passam uma energia de desilusão. No geral, é um ótimo disco e muito dinâmico. 

Melhores Faixas: THE FIRE, THE MATTER 
Vale a Pena Ouvir: THE NOISE, THE UNDERDOG, GLORY, THE BOY
 

                                                                                        É isso, então flw!!!           

Review: Act III do Kasabian

                   

Act III – Kasabian





















NOTA: 3,6/10


Recentemente, o Kasabian retornou com mais um trabalho novo, intitulado ACT III. Após o terrível Happenings, o Sergio Pizzorno decidiu tentar juntar várias características que a banda desenvolveu ao longo da carreira: psicodelia, música eletrônica, Hip-Hop, grooves dançantes e momentos mais atmosféricos. Com esse título tentando colocar uma espécie de fase de renascimento e, ao mesmo tempo, juntando todas as experiências desenvolvidas. A produção feita junto com Mark Ralph segue uma abordagem bem mais acessível, só que sem tirar o peso dessa experimentação, que junta tanto Dance alternativo quanto as estruturas do Indie Rock. Mas o problema é que o uso de sintetizadores parece ser massivo demais, a bateria parece não ter variação e os vocais do Sergio ficaram excessivamente processados. O repertório começa bem, mas depois só vêm canções medíocres. Enfim, é mais um trabalho em que repetem os mesmos erros. 

Melhores Faixas: SOULMATE, NOTHING BETTER THAN THIS, Hippie Sunshine, HYPER//RISING 
Piores Faixas: SILVER APPLE EYES, GLIDE, SUPERPOWERS, THE GURU AND THE CRYPTO TIME MACHINE, SAY YOU (CLOSER) 


Review: Cordas e Ventos do Guilherme Fanti

                   

Cordas e Ventos – Guilherme Fanti





















NOTA: 8/10


Voltando a dois anos atrás, foi lançado o álbum do Guilherme Fanti, intitulado Cordas e Ventos. Não se têm muitas informações sobre ele; o que se sabe é que ele é guitarrista, violinista e professor. Ele já tinha trabalhado em alguns projetos e lançado trabalhos anteriores que serviram como um laboratório de ideias. Para esse trabalho, decidiram fazer um encontro entre o universo das cordas e o dos sopros. A formação desse quinteto é composta por Ariane Rodrigues na flauta, Cris Fayão no clarinete, Felipe Brisola no baixo acústico e Tiago Mecatti na bateria. A produção possui uma sonoridade que privilegia clareza, interação e dinâmica, contendo elementos que lembram Post-Bop, Baião e um quase Samba-Jazz. A flauta e o clarinete são bem delicados, enquanto a guitarra e o resto da instrumentação possuem ritmos harmônicos. O repertório é muito bom, e as canções são todas bem relaxantes. Enfim, é um ótimo disco que foi injustamente ignorado. 

Melhores Faixas: Influência do Jongo, Momento Instante 
Vale a Pena Ouvir: Flor Dália (Dueto), Rever, Cordas e Ventos
 

                                                                                        É isso, então flw!!!           

Review: It's Album Time do Todd Terje

                   

It's Album Time – Todd Terje





















NOTA: 8,7/10


Em 2014, o Todd Terje lançava seu único trabalho de estúdio até então, o It's Album Time. A carreira do DJ norueguês começou por volta de 1999. Ele já havia desenvolvido uma identidade muito própria dentro da música eletrônica, mas sempre com uma abordagem que evitava ficar presa às convenções mais rígidas da pista de dança. Em vez de simplesmente produzir faixas funcionais para clubes, ele trabalhava muito com melodias, arranjos, instrumentos acústicos e referências claras ao Funk e à Disco Music. A produção, feita por ele próprio, é extremamente detalhista, juntando os mundos do Nu-Disco com elementos do Electro-Disco e até um pouco de Synthwave, com os sintetizadores criando elementos atmosféricos e aquele caráter futurista e retrô ao mesmo tempo. A bateria é muito controlada, e os baixos são marcantes. O repertório é ótimo, e as canções são todas bem energéticas. No fim, é um belo álbum; uma pena que ele quase não lance nada. 

Melhores Faixas: Inspector Norse, Delorean Dynamite, Strandbar, Johnny And Mary (participação do Brian Ferry), Preben Goes To Acapulco 
Vale a Pena Ouvir: Leisure Suit Preben, Swing Star (Pt. 2), Swing Star (Pt. 1) 


Review: Álbum Autointitulado do Noel

                  

Noel – Noel





















NOTA: 8/10


No ano de 1988, o Noel Pagan lançava seu álbum de estreia, que trazia seu nome (100% original). O cantor, vindo do Bronx, em Nova York, começou sua carreira naquele ano, ganhando uma chance de gravar um disco pela 4th & B'way Records, uma subsidiária da gravadora Island. Em um período em que a música Pop estava dando bastante atenção para a nascente Dance Music, que tinha surgido pós-era Disco, a produção contou com vários produtores, e eles colocaram uma abordagem limpa e muito envolvente. Os sintetizadores ocupam um espaço importante nos arranjos, criando tanto as bases harmônicas quanto os elementos responsáveis por dar às músicas aquela sensação mais brilhante e eletrônica. As baterias têm uma presença muito controlada, seguindo muito a abordagem do Synth-pop e Freestyle. O repertório é muito legal, e as canções são muito divertidas. Enfim, é um ótimo disco, e é uma pena que, após isso, ele não tenha lançado nada de relevante. 

Melhores Faixas: Silent Morning, Like A Child 
Vale a Pena Ouvir: Change, Fallen Angel, Fire To Ice 

 

Review: Álbum Autointitulado da Aneka

                   

Aneka – Aneka





















NOTA: 4/10


No ano de 1981, uma indivíduo intitulada Aneka lançava seu álbum de estreia autointiulado. A pessoa por trás desse nome, chamada Mary Sandeman, era uma cantora tradicional de música escocesa, até que chegou aquele momento em que todo mundo tinha que tocar nas rádios nos anos 80. Ela adotou esse nome artístico, construiu uma persona Pop bastante marcada, com referências visuais e sonoras orientais utilizadas principalmente como parte da estética do projeto, que acabou interessando à gravadora Hansa. A produção, conduzida por Bobby Heatlie, Foss Paterson e Neil Ross, traz uma sonoridade limpa e extremamente radiofônica. Eles conseguem colocar uma vibe exótica sem tirar os padrões do Pop ocidental, muito pelo uso de sintetizadores cristalinos e de baterias eletrônicas, mas, com o tempo, tudo soa muito repetitivo. O repertório é sem graça, tem canções boas e outras genéricas. Enfim, é um álbum fraquinho, mas, depois do sucesso, ela largou isso aqui. 

Melhores Faixas: Japanese Boy, Little Lady, Come Back To Me
Piores Faixas: Ooh Shooby Doo Doo Lang, Be My Only Karma, Tuwhit Tuwhoo, I Was Free (But You Shot Me Down)
 


sexta-feira, 25 de setembro de 2026

Analisando Discografias - Wyclef Jean

                  

The Carnival – Wyclef Jean Featuring Refugee Allstars





















NOTA: 8,6/10


No ano de 1997, o Wyclef Jean lançava seu 1º álbum solo, intitulado The Carnival. Após o The Score com os Fugees, o rapper não parece interessado em fazer um disco preso a uma única definição do Hip-Hop/Rap. O álbum mistura Rap, Reggae, música Pop e diferentes tradições caribenhas. Essa mistura não funciona apenas como uma coleção de influências colocadas lado a lado. Existe uma tentativa clara de construir uma identidade própria em torno da ideia de carnaval, tanto como celebração quanto como representação de uma cultura extremamente diversa. A produção, feita junto com Salaam Remi, Jerry “Wonda” Duplessis e Pras, trouxe uma abordagem sofisticada, trazendo beats mais amplas. Contando com loops constantes, guitarras variadas, baixos profundos e uso de percussão, deixando algo mais orgânico e conseguindo fazer os flows do Wyclef funcionarem. O repertório é muito bom, e as canções são bem profundas. No fim, é um ótimo disco e merece ser redescoberto. 

Melhores Faixas: We Trying To Stay Alive, Gone Till November, Sang Fezi (ótima feat da Lauryn Hill), Anything Can Happen, Carnival 
Vale a Pena Ouvir: Gunpowder, Year Of The Dragon (Lauryn Hill de novo), Jaspora, Guantanamera

The Ecleftic: 2 Sides II a Book – Wyclef Jean





















NOTA: 5/10


Indo para os anos 2000, Wyclef Jean lançava seu 2º álbum, o fraquíssimo The Ecleftic (2 Sides II A Book). Após o The Carnival, o rapper decidiu trabalhar com duas faces diferentes de sua personalidade artística, colocando lado a lado o lado mais ligado ao Rap e às ruas e outro mais interessado em melodias, experimentação, música Pop, Reggae, melodias caribenhas e diferentes tradições culturais. A produção de Jerry Wonda e Farel Jean foi bem mais constante, deixando uma abordagem bem mais limpa e acessível, com eles variando entre instrumentos reais, programação eletrônica, samples e diferentes texturas. Só que o problema é que tudo soa muito sem imersão e parece uma bagunça, já que uma hora é Rap, depois vai para o Reggae, tudo sem deixar bem amarrado. O repertório é irregular, tendo canções boas e outras sem nenhuma consistência. No fim, é um álbum mediano e, a partir daí, a irregularidade seria bem frequente. 

Melhores Faixas: 911 (Mary J. Blige levou o som para ela), Pullin' Me In, Kenny Rogers - Pharoahe Monch Dub Plate (nem preciso dizer quem tá de feat), Perfect Gentleman, Something About Mary 
Piores Faixas: Da Cypha, However You Want It, Where Fugees At?, Diallo, It Doesn't Matter


                                                                                        É isso, então flw!!!            

Review: The Miseducation Of Lauryn Hill da Lauryn Hill

                  

The Miseducation Of Lauryn Hill – Lauryn Hill





















NOTA: 10/10


Indo para 1998, Lauryn Hill lançava seu 1º e único álbum solo, o The Miseducation of Lauryn Hill. Após o sucesso do The Score com os Fugees, ela tinha passado por algumas experiências, como a pressão da grande mídia e a maternidade, que acaba sendo evidente na própria narrativa artística presente aqui. Já que o conceito “miseducation” funciona como uma espécie de crítica àquilo que a sociedade ensina às pessoas sobre amor, sucesso, relacionamentos e comportamento, mostrando essas lições sendo desmontadas e substituídas por experiências vividas. A produção, feita pela própria rapper, segue uma abordagem orgânica e muito bem detalhada, com uma junção de Neo-Soul, Rap e R&B contemporâneo de forma perfeita, com uma instrumentação quente e com ela variando entre vocais intimistas e flows agressivos. O repertório é simplesmente sensacional e com canções muito imersivas. Enfim, é simplesmente um dos melhores álbuns de todos os tempos.

Melhores Faixas: Doo Wop (That Thing), Ex-Factor, Lost Ones, Can't Take My Eyes Off Of You, To Zion (participação do Carlos Santana), Nothing Even Matters (D’Angelo foi excepcional aqui), Everything Is Everything, I Used To Love Him (Mary J. Blige bem demais)
Vale a Pena Ouvir: Superstar, Forgive Them Father, Tell Him, When It Hurts So Bad

 

Analisando Discografias - Fugees

                  

Blunted On Reality – Fugees (Tranzlator Crew)





















NOTA: 7/10


No ano de 1994, o Fugees lançava seu álbum de estreia, intitulado Blunted on Reality. Formado no início dos anos 1990, na vila de South Orange, em Nova Jersey, por Wyclef Jean, Lauryn Hill e Pras, o grupo antes tinha o nome de Tranzlator Crew. Com eles, gravaram várias demos para gravadoras, conseguindo um contrato com a Ruffhouse, que era uma subsidiária da Columbia Records. A produção, feita por Jean e Pras, junto também com Salaam Remi, Brand X, entre outros, colocou uma sonoridade crua e pesada que juntava os elementos do Boom Bap e do Ragga. Com isso, temos batidas pesadas, contando com baterias secas, baixos profundos e graves sempre presentes. Além, é claro, dos flows de cada um, que conseguem ser bem fluidos, só que dava para ver que ainda havia muitas lacunas que não estavam bem preenchidas. O repertório é legal, tendo canções divertidas e outras esquisitas. Enfim, é um álbum bom, mas ainda mostrava algumas falhas. 

Melhores Faixas: Boof Baf, Nappy Heads, Some Seek Stardom, Refugees On The Mic, Blunted Interlude, Living Like There Ain't No Tomorrow 
Piores Faixas: Temple, How Hard Is It?, Recharge, Giggles

The Score – Fugees





















NOTA: 10/10


Dois anos depois, foi lançado o 2º e último álbum do Fugees, o clássico The Score. Após o Blunted on Reality, eles ganharam uma nova chance e mais recursos da gravadora. O principal salto está justamente na compreensão de que os três integrantes funcionam melhor quando suas diferenças são utilizadas como parte da identidade do grupo. Wyclef traz uma musicalidade muito ligada ao Reggae; Pras possui uma abordagem mais seca; e Lauryn Hill aparece com uma presença vocal e lírica muito mais desenvolvida. A produção, feita pelo trio com a colaboração de nomes como Diamond D, John Forté, entre outros, seguiu uma abordagem mais detalhada, com as batidas ficando mais fluidas, com baterias definidas e os graves com mais impacto, dialogando tanto com Boom Bap, Reggae, Neo-Soul e Jazz Rap. O repertório é simplesmente sensacional, parecendo uma coletânea. No fim, é um baita disco, e é uma pena que, após isso, não tenham lançado mais nada. 

Melhores Faixas: Killing Me Softly, Fu-Gee-La, Ready Or Not, How Many Mics, No Woman, No Cry, The Score 
Vale a Pena Ouvir: The Mask, Zealots, The Beast

 

quinta-feira, 24 de setembro de 2026

Review: O Que Separa Os Homens dos Meninos, Vol. 2 do Sant

                  

O Que Separa Os Homens dos Meninos, Vol. 2 – Sant





















NOTA: 10/10


Depois de dois anos, o Sant volta com o impecável O Que Separa Os Homens dos Meninos, Vol. 2. Após o Convicto, o rapper decidiu revisitar seu EP de 2015, quando ainda era um pupilo do MC Marechal. Só que agora, nesse projeto, mostra-se bem mais amadurecido depois de ter passado por novas experiências, perdas, responsabilidades, relações e pela paternidade. Sendo menos preocupado com o passar do tempo e mais com o lidar com as transformações de sua vida. A produção contou com KL Jay, LP Beatzz e MC Marechal, que colocaram beats que variam entre momentos pesados e sofisticados, contendo assim baterias secas, loops econômicos, texturas orgânicas e linhas de baixo profundas que dialogam bastante com Boom Bap e Jazz Rap, além de uns elementos de Samba e R&B, conseguindo se encaixar bem com o flow cadenciado do Sant. O repertório é espetacular, parecendo uma completa coletânea. No fim, é um baita disco e uma completa obra-prima. 

Melhores Faixas: PERGUNTA SE EU CONSEGUI, O QUE SEPARA OS HOMENS DOS MENINOS 2 (Emicida amassou), MEIO (L7 foi muito bem), CARTAS DE AMOR, CORRE (todo mundo foi bem, nem tem como avaliar), SOBREVIVENTE 
Vale a Pena Ouvir: VIDA REAL (participação da Céu), ÔNUS (Derxan foi bem demais), NOSSA LUTA PARECE INFINITA
  

                                                                                    Então é só e flw!!!    

Review: Humor Negro do Froid

                  

Humor Negro – Froid





















NOTA: 8/10


Alguns dias atrás, o Froid lançou mais um álbum novo, dessa vez, o Humor Negro. Após O Gênio e o Louco e “Entre o Céu e a Terra”, junto com Makalister, o rapper decidiu fazer uma espécie de retorno às características mais sombrias e intimistas do início da carreira, mas sem simplesmente tentar reproduzir os trabalhos antigos, fazendo algo que coloca questões relacionadas à própria mente. A produção, feita por ele próprio junto com Lucas Lobo, trouxe beats mais amplas que dialogam tanto com Boom Bap, Trap, Jazz Rap e até elementos de Dancehall. Com isso, temos baterias secas, loops minimalistas, linhas de baixo profundas e hi-hats discretos, com os flows do Froid tendo ficado mais variados, transitando entre momentos agressivos e mais cadenciados. O repertório é muito bom, e as canções são todas bem reflexivas e carregadas de densidade. No geral, é um álbum legal e que cumpre sua proposta. 

Melhores Faixas: Ressaca Moral, Colômbia, Endrick 
Vale a Pena Ouvir: Humor Negro, Fique Rico ou Moralismo 2 (Major RD foi bem), Algo Lúcido


Review: Fell Asleep In The Sun do After

                  

Fell Asleep In The Sun – After





















NOTA: 9,1/10


Recentemente, o After lançou seu tão aguardado álbum de estreia, o Fell Asleep In The Sun. Após o lançamento de seus EPs, Graham Epstein e Justine Dorsey nos trouxeram um projeto que resgatava a estética musical e cultural dos anos 2000, mas sem parecer uma reprodução artificial daquela época. Com esse 1º projeto deles sendo meio que uma espécie de viagem por ruas de uma cidade, oceanos, multidões, túneis escuros, luz do sol e montanhas cobertas de neve, carregadas de nostalgia. A produção foi diversificada, contando com Alex Craig, Jackson Shanks, Jeff Hazin, entre outros, que colocaram uma sonoridade limpa e detalhada que junta os elementos do Pop Rock, Indietronica e Trip Hop. Com um uso preciso de baterias eletrônicas, sintetizadores, guitarras, teclados, efeitos atmosféricos, e os vocais da Justine são bem intimistas. O repertório é incrível, e as canções são bem variadas e imersivas. No fim, é um baita disco de estreia e muito fluido. 

Melhores Faixas: Promise (When You Go), Take Me to Sunrise, Breathe Your Air, Open Water, Do or Die, Blind, Blow Out the Candle 
Vale a Pena Ouvir: Fitfully, Feel Asleep In The Sun, Snowburn  


Review: Álbum Autointitulado do De Staat

                    DE STAAT – De Staat NOTA: 8/10 Na semana passada, o De Staat lançou seu 8º álbum de estúdio autointitulado, que trazia u...