quarta-feira, 5 de agosto de 2026

Review: Maverick "Almost Forever" EP do Lil Uzi Vert

                   

Maverick "Almost Forever" EP – Lil Uzi Vert





















NOTA: 7/10


Recentemente, o Lil Uzi Vert lançou, de forma inesperada, o EP Maverick "Almost Forever". Após o horroroso Eternal Atake 2, o rapper acabou saindo da Generation Now e assinando com a Roc Nation. Nesse trabalho, Lil Uzi recupera alguns elementos que marcaram sua fase mais querida: melodias mais emocionais, instrumentais atmosféricos e refrões repetitivos. Além disso, ele lançou esse trabalho no dia do seu aniversário de 31 anos, depois de ter cancelado seu show no Lollapalooza. A produção foi diversificada, contando com ZeeGoinXrazy, Ronny J, Chi Chi e outros produtores, que adotaram uma sonoridade limpa e construíram beats pesados, contando com 808s constantes, hi-hats discretos e sintetizadores espaciais, fazendo um Trap tradicional, mas com certa presença do Rage. O rapper consegue fazer flows variados e entregar vocais emocionais na hora certa. O repertório é muito bom, e as canções são bem divertidas. Enfim, é um ótimo EP e muito sólido. 

Melhores Faixas: Poured, 223 
Vale a Pena Ouvir: Say It Was, Go !
 

                                                                                   Então é isso e flw!!!                     

Analisando Discografias - Lowell

                  

We Loved Her Dearly – Lowell





















NOTA: 1/10


Em 2014, a Lowell lançou seu álbum de estreia, intitulado We Loved Her Dearly. A cantora canadense começou sua carreira em 2012 e, nesse meio-tempo, já começou a fazer algo que se tornou bem recorrente: escrever músicas para outros artistas. Mas, claro, ela queria seguir sua própria carreira musical e, com isso, assinou com a Arts & Crafts. A produção foi feita pela própria cantora junto com Martin Terefe, AuPt, James Bryan, Justin Broad e Paul Herman, que criaram um som bem polido e acessível, combinando sintetizadores brilhantes, batidas programadas, camadas vocais e elementos orgânicos que dialogam com o Alt-Pop e o Synth-pop. Os vocais da cantora são bem suaves e, às vezes, recebem efeitos eletrônicos. Mas, no geral, tudo aqui soa extremamente arrastado, com momentos que mais parecem uma cópia ruim da Lykke Li. O repertório é péssimo, e as canções são entediantes e irritantes. Enfim, é um álbum terrível e sem dinâmica. 

Melhores Faixas: (...................................) 
Piores Faixas: 88, The Sun, Cloud 69, Time I Lower Me Down, The Bells

Lone Wolf – Lowell





















NOTA: 1/10


Em 2018, foi lançado o segundo e último álbum até então da Lowell, o também fraquíssimo Lone Wolf. Após o We Loved Her Dearly, a cantora acabou abandonando parte da estética mais eletrônica e conceitual do começo da carreira para explorar uma abordagem mais íntima. Com isso, ela passou a explorar temas mais pessoais, como isolamento, independência, relacionamentos complicados e a sensação de tentar encontrar seu próprio espaço. A produção foi feita por ela junto com Davey Badiuk, Gus van Go, Howie Beck e vários outros, que adotaram uma abordagem acessível, com elementos muito mais orientados ao Art Pop. Com isso, temos instrumentos acústicos que trazem uma estrutura orientada ao Indie Pop. Mas é aquilo: tudo continua soando como um cover genérico da Lykke Li. O repertório é bem ruim, e as canções são bem chatinhas e medíocres. Enfim, é um álbum terrível e, após isso, ela passou a focar apenas em escrever para outros artistas. 

Melhores Faixas: (.....zzzz......) 
Piores Faixas: Vegas, War Face, Bitter Rivals, Bang Bang, No Talk


Analisando Discografias - Lil Nas X

                  

7 – Lil Nas X





















NOTA: 1/10


Em 2019, o Lil Nas X surgiu ao lançar seu EP intitulado 7, que mexeu com a indústria. O rapper, natural de Atlanta, começou sua carreira em 2015, quando inicialmente tinha uma conta no Facebook em que publicava memes, ainda durante a adolescência. Quando terminou o Ensino Médio, estava trabalhando nesse meio tempo, mas já tinha o sonho de ingressar no rap. Comprando um beat no site BeatStars, do produtor holandês YoungKio, criou o hit que se tornou o primeiro a viralizar no TikTok, assinando posteriormente com a Columbia Records. A produção foi diversificada, contando com Take a Daytrip, Ryan Tedder, Boi-1da e vários outros, que adotaram uma abordagem limpa e acessível. Os beats são suaves, contando com graves impactantes, 808s discretos e melodias chicletes. Temos, assim, um trabalho genérico de trap, com alguns dos flows mais monótonos existentes. O repertório é péssimo, e as canções são bem ridículas. Enfim, é um trabalho terrível e muito confuso. 

Melhores Faixas: (...................................) 
Piores Faixas: Kick It, Rodeo (Cardi B é complicado), C7osure (You Like), Old Town Road (Original e a Remix)

Montero – Lil Nas X





















NOTA: 1/10


Em 2021, o Lil Nas X lançou seu álbum de estreia, o Montero, que foi polêmico do começo ao fim. Após o EP 7, o rapper tornou-se um dos artistas Pop mais comentados de sua geração, tanto pela música quanto pela forma como utilizava as redes sociais e videoclipes provocativos para construir sua imagem pública, algo que o fez se tornar odiado por muitos cristãos. Ao assumir sua sexualidade de maneira aberta, suas músicas passaram a refletir muito mais suas experiências pessoais. A produção foi diversificada, contando com Omer Fedi, Roy Lenzo, Take a Daytrip e até Kanye West, que adotaram uma abordagem acessível, mas transitando entre Pop, Trap, Pop Rock, R&B contemporâneo e Alt-Pop. Com isso, temos 808s distorcidos, graves fortes e uma presença maior de sintetizadores e, mesmo com uma evolução vocal, tudo aqui é muito vazio. O repertório é péssimo, e as canções são muito genéricas. No geral, é um álbum horrível e que não tem nada demais. 

Melhores Faixas: (..............eu só sei que ele vai voltar..............) 
Piores Faixas: Void, One Of Me, Tales Of Dominica, Industry Baby, Montero (Call Me By Your Name, That's What I Want


terça-feira, 4 de agosto de 2026

Analisando Discografias - Mat Zo

                  

Damage Control – Mat Zo





















NOTA: 2/10


No ano de 2013, Mat Zo lançava seu álbum de estreia, o Damage Control, que buscou ser variado. Sua carreira começou por volta de 2006, ainda adolescente, quando tentava dissecar as produções do Daft Punk e do The Chemical Brothers. Mas foi só na década seguinte que começou a lançar singles, aproveitando o auge do House progressivo de festival, caracterizado por estruturas previsíveis, grandes drops e músicas voltadas exclusivamente para as pistas. Com isso, ele assinou com a Astralwerks, ganhando a oportunidade de lançar seu álbum. A produção foi feita por ele próprio, resultando em um som extremamente limpo. Há uma presença constante de sintetizadores cheios de camadas; a bateria é extremamente confusa, já que, uma hora, parece House e, em outra, vira Breakbeat, enquanto os baixos sintetizados são muito simplistas. O repertório é horroroso, e as canções são bem ruins, com algumas exceções. No fim, é um álbum terrível e sem graça. 

Melhores Faixas: Easy (Porter Robinson levou esse som para ele), Only For You (essa Rachel salvou) 
Piores Faixas: Hurricane, EZ, Lucid Dreams, Little Damage (coitado do Chuck D), Caller ID

Self Assemble – Mat Zo





















NOTA: 1/10


Em 2016, foi lançado seu último álbum até então, o Self Assemble, que tentou ser mais detalhado. Após o Damage Control, Mat demonstrava cada vez mais interesse por uma abordagem menos voltada ao EDM tradicional e mais focada na experimentação sonora. Com isso, decidiu construir um disco voltado para a experiência completa de audição, em que cada faixa ocupa uma função específica dentro da sequência. A produção foi bem mais refinada, mas mantendo aquela abordagem limpa. Os sintetizadores possuem timbres quentes que dialogam com batidas mais quebradas, mudanças constantes de compasso e grooves elaborados. Além da presença de reverbs e delays para sustentar os baixos sintetizados, dialogando, assim, com o Electro House e com elementos do Future Garage, Dubstep e até da música ambiente, só que tudo muito arrastado. O repertório é tenebroso, e as canções são bastante genéricas. No fim, é um álbum horrível de um DJ limitado. 

Melhores Faixas: (..........................) 
Piores Faixas: Sinful, The Enemy, Lights Out, Stereo No Aware, Ruffneck Bad Boy (Vip)

                                                                                        É isso, então flw!!!          

Analisando Discografias - Greta Van Fleet

                 

From The Fires – Greta Van Fleet





















NOTA: 1/10


No ano de 2017, o Greta Van Fleet surge para este mundo com seu EP From The Fires. A banda, formada em 2012 na cidade de Frankenmuth, em Michigan, pelos irmãos Josh, Jake e Sam Kiszka, ao lado do baterista Danny Wagner, chamou atenção por resgatar uma sonoridade fortemente inspirada no Hard Rock dos anos 70. Com isso, conseguiu um contrato com a Lava Records, subsidiária da Universal. A produção contou com Marlon Young e Al Sutton, que deixaram uma sonoridade limpa, mas preservando o estilo das bandas setentistas, com guitarras de riffs pesados, além do baixo preenchendo as frequências mais graves. Só que tudo aqui é uma cópia sem paixão do Led Zeppelin, muito por causa da bateria, que segue o estilo de John Bonham, e dos vocais de Josh, que são uma imitação descarada de Robert Plant. O repertório é terrível, e as canções são extremamente medíocres. No geral, é um EP que mostrou o caminho que a banda seguiria dali para frente. 

Melhores Faixas (.............................) 
Piores Faixas: Edge Of Darkness, Black Smoke Rising, Safari Song Highway Tune

Anthem Of The Peaceful Army – Greta Van Fleet





















NOTA: 1/10


No ano seguinte, foi lançado o álbum de estreia do Greta Van Fleet, o terrível Anthem of the Peaceful Army. Após o EP From the Fires, a banda conquistou grande espaço nas rádios de Rock e chamou atenção por ressuscitar uma sonoridade fortemente ligada ao Hard Rock e ao Blues Rock da década de 70. Só que, como já dito, eles também eram alvo de críticas constantes devido às inevitáveis comparações com o Led Zeppelin (justo). A banda então começou a preparar seu álbum na tentativa de fugir um pouco dessas comparações. Produção foi feita por Marlon Young, Al Sutton e Herschel Boone, que mantiveram um som limpo, mas sem abrir mão dos elementos setentistas. Ou seja, as guitarras possuem riffs inspirados no Blues Rock, a cozinha rítmica é extremamente básica e os vocais do Josh são exatamente iguais aos de Robert Plant. O repertório é horrível, e as canções são verdadeiros pastiches sem graça. Enfim, é um álbum péssimo e sem autenticidade. 

Melhores Faixas: (........................................) 
Piores Faixas: Mountain Of The Sun, Age Of Man, When The Curtain Falls, The New Day, You’re The One

The Battle At Garden's Gate – Greta Van Fleet





















NOTA: 1,2/10


Três anos se passaram, e o Greta retorna com seu 2º álbum, o The Battle at Garden's Gate. Após o Anthem of the Peaceful Army, eles começaram a preparar um projeto que respondesse diretamente àquelas comparações. O quarteto decidiu amadurecer sua proposta artística. Só tiveram que enfrentar algumas dificuldades devido à pandemia de COVID-19, que interrompeu apresentações ao vivo e obrigou os integrantes a passarem mais tempo desenvolvendo novas ideias. A produção, feita por Greg Kurstin, partiu para um som mais orgânico e detalhista, incorporando elementos do Hard Rock e do Blues Rock com traços do Rock Progressivo, muito porque as guitarras possuem muito mais solos e riffs definidos, enquanto a cozinha rítmica tenta sustentar os arranjos e os vocais do Josh são aquilo de sempre. Com isso, temos um pastiche de Led Zeppelin com Rush. O repertório novamente é horrível, com canções chatíssimas. Enfim, é um álbum terrível e sem coesão. 

Melhores Faixas: (.......) 
Piores Faixas: Built By Nations, Tears Of Rain, Stardust Chords, My Way, Soon

Starcatcher – Greta Van Fleet





















NOTA: 1/10


Então chegamos a 2023, quando foi lançado o mais recente álbum do Greta Van Fleet, o Starcatcher. Após The Battle at Garden's Gate, a banda decidiu buscar uma abordagem mais crua, baseada na sensação de estarem tocando juntos em uma mesma sala. Conceitualmente, esse projeto trabalha com temas ligados à imaginação, espiritualidade, mitologia, liberdade, mortalidade e à busca pelo desconhecido. A produção, feita por Dave Cobb, resultou em um som bem mais pesado, mas mantendo certa clareza. As guitarras possuem aqueles riffs característicos, só que tentando ter mais expressão; o baixo ficou muito mais melódico e a bateria possui um peso maior. Os vocais do Josh ficaram mais melódicos e, além disso, há uma presença maior de teclados, algo que já existia antes. Mas, no geral, é o mesmo som repetitivo de sempre. O repertório é horrível, e as canções são muito ruins. Em suma, é outro álbum tenebroso de uma banda sem identidade. 

Melhores Faixas: (.............zzzzzz..............) 
Piores Faixas: The Archer, Sacred The Thread, Meeting The Master, Fate Of The Faithful

  

segunda-feira, 3 de agosto de 2026

Analisando Discografias - Apati

                  

Eufori – Apati





















NOTA: 1/10


Em 2009, a banda sueca Apati lançava seu álbum de estreia, Eufori (acho que a capa já entrega o que é). Formada em 2007 na região de Västmanland por Patient C (guitarras, teclados e bateria), Obehag (guitarras e vocais), C9H13N (vocais) e Professor X (guitarras e baixo), eles surgem naquela cena do DSBM (Black Metal Depressivo Suicida), que começava a se aproximar de subgêneros como Post-Rock e Rock Alternativo. A produção, feita pela própria banda, é bastante crua. As guitarras possuem bastante reverberação, criando quase uma parede sonora; a presença de teclados e pianos aparece de forma discreta para ampliar a sensação de isolamento. A bateria, na verdade, é eletrônica, e o complemento é justamente os vocais, que variam entre gritos e recitações, parecendo que você está ouvindo a mesma música em loop, sem qualquer tipo de imersão. O repertório é péssimo, e as canções são bastante medíocres. No fim, é um álbum tenebroso e entediante. 

Melhores Faixas: (.........zzzzzzzzzzz..........) 
Piores Faixas: Blodrött Hav, Likgiltighetens Slutstation, Host, En Gammal Vän, Sömnlösa Nätter

Morgondagen Inställd I Brist På Intresse – Apati





















NOTA: 1,2/10


Então chegamos em 2010, quando lançaram seu 2º e último álbum, o Morgondagen Inställd I Brist På Intresse. Após o Eufori, o Apati decidiu fazer algo além do DSBM tradicional, já que eles exploravam temas como isolamento, autodestruição e vazio emocional. Com isso, eles decidiram seguir para uma sonoridade que, de certo modo, dialogava com Post-Rock, Shoegaze e até Post-Punk. A produção foi, como sempre, bastante crua; as guitarras passaram a ter bastante reverb e efeitos, o baixo é muito sólido e a bateria, que não é eletrônica, conduz a maioria dos arranjos, que contêm samples, pianos e efeitos ambientais, complementando os vocais, que ficaram mais emocionais. Mas, apesar das boas ideias, tudo soa desajeitado e mal executado. O repertório é horrível, e as canções são muito irritantes. Enfim, é um álbum muito sem graça e cansativo, e, após isso, a banda acabou devido ao falecimento do vocalista Obehag, vítima de uma overdose de metadona. 

Melhores Faixas (..........................) 
Piores Faixas: Syndafloden, Total Avsaknad Utav Glädje, Kemisk Kärlek, Ctrl+Z

                                                                                   Então é isso e flw!!!                   

Analisando Discografias - Foster The People

                 

Torches – Foster The People





















NOTA: 1/10


Em 2011, o Foster The People lançava seu álbum de estreia, intitulado Torches, em um período diferente. A banda, formada em 2009 na cidade de Los Angeles por Mark Foster, surgiu enquanto ele trabalhava compondo jingles publicitários na cidade e buscava uma oportunidade na indústria musical. A formação foi completada com Jacob Fink (baixo) e Mark Pontius (bateria). Após uma certa música viralizar em blogs, eles conseguiram assinar com uma gravadora, a Columbia. A produção, feita por Greg Kurstin, Rich Costey e Paul Epworth, além da própria banda, foi bastante polida e acessível, com linhas de baixo muito marcantes, baterias secas, guitarras limpas e uma enorme quantidade de sintetizadores analógicos e digitais. Além dos vocais suaves de Mark Foster, o álbum dialogava com o Dance Alternativo e o Indie Pop, mas de uma forma extremamente genérica. O repertório é péssimo, e as canções são muito chatas. Enfim, é um álbum horroroso e sem fundamento. 

Melhores Faixas: (.................................) 
Piores Faixas: Don't Stop (Color On The Walls), Miss You, Pumped Up Kicks (único hit dos cara), Houdini, I Would Do Anything For You

Supermodel – Foster The People





















NOTA: 1,3/10


Três anos se passaram, e o Foster The People lançava seu 2º álbum, o Supermodel. Após o Torches, Mark Foster decidiu ampliar os horizontes criativos do grupo. Depois de vários meses em turnê pelo mundo. Essa experiência influenciou diretamente a composição das novas músicas. O contato com diferentes culturas, cidades e problemas sociais levou o cantor a escrever letras menos pessoais e mais voltadas para críticas ao consumismo, à alienação, ao culto à imagem e às consequências da globalização. Produção conduzida por Paul Epworth junto com próprio Mark Foster, que foi para uma sonoridade detalhada e sofisticada com eles juntando Indie Pop com elementos psicodélicos. Os sintetizadores são bastante presentes assim como as guitarras que explora timbres limpos e efeitos variados, além de outros instrumentos orgânicos que dialoga com os vocais do Mark, mas tudo soa extremamente monótono. O repertório é péssimo, e as canções são bastante arrastadas. No fim, é um álbum terrível e com um conceito que não funciona. 

Melhores Faixas: (................................) 
Piores Faixas: Coming Of Age, Goats In Trees, Are You What You Want To Be?, Best Friend, Ask Yourself

Sacred Hearts Club – Foster The People





















NOTA: 1/10


Em 2017, eles voltaram com um novo disco, o Sacred Hearts Club, que tentou ser mais comercial. Após o Supermodel, Mark Foster decidiu abandonar parte da proposta mais psicodélica e conceitual do álbum anterior para construir um trabalho mais variado, que reunisse diferentes influências musicais desenvolvidas ao longo dos anos. A produção foi diversificada e contou com Josh Abraham, Rob Cohen, Lars Stalfors e vários outros, que foram para uma sonoridade extremamente polida e pasteurizada, contando com guitarras discretas, um baixo com groove bastante evidente, baterias que alternam entre batidas eletrônicas e performances acústicas, além de entupirem de sintetizadores, complementados por um vocal mais alternado do Mark, tudo isso em um caldeirão que dialoga com Electropop, Indie Pop e Alt-Pop, mas extremamente sem graça. O repertório é péssimo, e as canções são extremamente genéricas. No geral, é um álbum terrível e sem coesão. 

Melhores Faixas: (.....................É FODA..........................) 
Piores Faixas: I Love My Friends, Orange Dream, Pay The Man, Loyal Like Sid & Nancy, Harden The Paint

Paradise State Of Mind – Foster The People





















NOTA: 1/10


Então chegamos em 2024, quando o Foster The People lançou seu mais recente álbum, o Paradise State Of Mind. Após o Sacred Hearts Club, a banda passou por uma série de mudanças, com a saída do baterista Mark Pontius, além do tecladista Isom Innis se tornar integrante fixo, tentando ocupar o espaço deixado por Pontius e pelo ex-baixista Jacob Fink desde o álbum anterior. Além disso, a banda saiu da Columbia Records e assinou com a Atlantic, decidindo preparar um álbum que resgatasse a vibe dos anos 70 e 80. A produção, feita por Mark Foster junto com Chrome Sparks, Paul Epworth e Isom Innis, colocou aquela abordagem polida de sempre, com toques de sintetizadores brilhantes, guitarras funkeadas e uma cozinha rítmica orientada ao groove, juntando elementos do Synth-pop com Nu-Disco, mas totalmente sem forma. O repertório é péssimo, e as canções são bastante genéricas. No final de tudo, é apenas mais um álbum horrível da banda. 

Melhores Faixas: (................................................) 
Piores Faixas: A Diamond To Be Born, Lost In Space, Paradise State Of Mind, Let Go, Feed Me

 

Review: Maverick "Almost Forever" EP do Lil Uzi Vert

                    Maverick "Almost Forever" EP – Lil Uzi Vert NOTA: 7/10 Recentemente, o Lil Uzi Vert lançou, de forma inesperad...