CHAMA MEU NOME – Pedro Sampaio
NOTA: 1/10
Em 2022, o Pedro Sampaio lançava seu álbum de estreia intitulado CHAMA MEU NOME. A trajetória do DJ carioca começou por volta de 2017, quando estourou com singles virais como Vai Menina e Sentadão, além de colaborações estratégicas, construindo uma imagem muito associada à exposição midiática, ao TikTok e ao consumo imediato, período em que firmou contrato com a Warner Music. A produção foi feita por ele junto com Maikinho DJ, KVSH, entre outros, resultando em uma abordagem extremamente polida e acessível, com batidas comprimidas, graves evidentes, BPMs pensados para a dança e estruturas curtas, principalmente voltadas à viralização no TikTok. As bases transitam entre o Funk e o Pop, além de trazer influências de Reggaeton, Piseiro e Dance-Pop, mas tudo isso soa completamente insuportável e repetitivo. O repertório é horroroso, com canções ridículas e participações genéricas. No fim, esse álbum é um completo desastre.
Melhores Faixas: (...................................)
Piores Faixas: DANÇARINA (ressuscitou MC Pedrinho), SURREAL, CHAMA MEU NOME, NO CHÃO NOVINHA (Anitta né), ATENÇÃO (música que é a cara da Luísa Sonza), GALOPA (oh raiva dessa música e ainda vinha coisa pior)
ASTRO – Pedro Sampaio
NOTA: 1/10
Melhores Faixas: (..........QUE TORTURA..........)
Piores Faixas: MINHA VIDA, ESCADA DO PRÉDIO (pobre Marina Sena), BOTA UM FUNK (Anitta e MC Gw presentes nessa bomba atómica), PERVERSA (não me surpreendi com J Balvin presente aqui), FAMA (Luísa Sonza de novo), QUINA DA CAMA, POCPOC (OH MÚSICA INSUPORTAVÉL)
SEQUÊNCIAS #1 – Pedro Sampaio
NOTA: 1/10
No ano passado, foi lançado seu trabalho mais recente, um compilado intitulado SEQUÊNCIAS #1. Após o ASTRO, em vez de seguir a lógica tradicional de um álbum Pop, o Pedro Sampaio formaliza um projeto que já existia paralelamente: as “sequências”, formato muito popular dentro do Funk, especialmente em sets de DJs e na cultura de pista. Com isso, ele larga aquele lado cantor, entupido de auto-tune, dos seus dois álbuns e passa a se portar mais como DJ. A produção, feita inteiramente pelo próprio Pedro Sampaio, aposta em beats curtos, entradas e saídas rápidas de vozes de funkeiros, repetição extrema e foco absoluto no groove. Ele segue por um caminho mais ligado ao Funk automotivo, com algumas influências do Eletrofunk e do Miami Bass, mas tudo soa sem forma e beira ao insuportável. O repertório é péssimo, e as faixas são terríveis e repetitivas. Em suma, é um trabalho horrível e que, assim, reforça a ideia de alguém que entra em uma cultura que não é sua.
Melhores Faixas: (.................................)
Piores Faixas: SEQUÊNCIA LARISSA AGRESSIVA, SEQUÊNCIA REVOLUCIONÁRIA, SEQUÊNCIA CARAMELO
Então é isso, um abraço e flw!!!























