domingo, 25 de outubro de 2026

Review: Álbum Autointitulado do Forbidden

                   

Forbidden – Forbidden





















NOTA: 1/10


Depois de dezesseis anos, o Forbidden retornou com um novo álbum autointitulado. Após o Omega Wave, a banda continuou com suas turnês, mas, em 2012, praticamente entrou em hiato, já que o baixista Matt Camacho havia saído. Foi por volta de 2023 que a banda voltou mais uma vez, mas agora sem Steve Smith, Mark Hernandez e, principalmente, o vocalista Russ Anderson. A formação passou a contar com Norman Skinner nos vocais, Chris Kontos (ex-Machine Head) e Jeremy Von Epp. A produção, feita por Zack Ohren, resultou em um som mais complexo, já que eles entraram de cabeça no Technical Thrash Metal e no Metal progressivo. Com isso, temos guitarras com riffs agressivos e passagens mais cadenciadas, a seção rítmica dando sustentação e os vocais do Norman mais alternados, mas tudo soa extremamente genérico. O repertório é terrível, e as canções são completamente entediantes. Em suma, é mais um álbum que não entrega nada. 

Melhores Faixas: (.....................) 
Piores Faixas: Divided By Zero, Sol Grave, Single Point Failure, Flower Of Life, Jisei
 

                                                                                   Então é isso e flw!!!                      

Analisando Discografias - Oasis

                 

(What's The Story) Morning Glory? – Oasis





















NOTA: 10/10


No ano de 1995, o Oasis lançava seu clássico e atemporal 2º álbum, o (What's the Story) Morning Glory?. Após o sensacional Definitely Maybe, o baterista Tony McCarroll acabou sendo demitido da banda, e, em seu lugar, entrou Alan White. Para esse trabalho, decidiram investir em composições mais melódicas, refrões grandiosos e arranjos capazes de alcançar um público muito maior. Vale lembrar também que a rivalidade com o Blur já estava a todo vapor, tanto que houve a dita batalha de singles entre as duas bandas. A produção, feita por Owen Morris junto com o próprio Noel Gallagher, resultou em uma sonoridade mais ampla dentro do Britpop. As guitarras alternam entre acordes abertos, riffs diretos, distorções e texturas acústicas, enquanto o baixo sustenta tudo e a bateria é muito firme. Os vocais do Liam têm bastante daquela aspereza característica. O repertório é maravilhoso, sendo praticamente uma coletânea. No final, é um baita disco e um dos melhores de todos os tempos. 

Melhores Faixas: Don't Look Back In Anger, Wonderwall, Champagne Supernova, Morning Glory, Some Might Say, Hey Now!, Roll With It 
Vale a Pena Ouvir: Hello, Cast No Shadow

Be Here Now – Oasis





















NOTA: 9/10


Dois anos se passaram até o Oasis lançar seu 3º álbum, o injustiçado Be Here Now. Após o (What's the Story) Morning Glory?, a banda estava cercada por uma atmosfera de excesso, marcada pela fama, pelo dinheiro, pelas festas e pela confiança de que praticamente tudo o que produzisse seria recebido como um acontecimento. Mas os conflitos internos começaram a se manifestar, principalmente entre os dois irmãos. Esse trabalho teria o peso da agressividade de antes, só que bem mais carregado. A produção seguiu uma sonoridade bem mais densa. As guitarras aparecem em grandes camadas, frequentemente dobradas e sobrepostas, formando uma parede de som. O baixo e a bateria sustentam o conjunto com uma abordagem relativamente direta. Já os vocais do Liam são bastante frontais, alternando entre momentos de impacto e fraseado incisivo. O repertório é incrível, e as canções são bem energéticas. No final, é um baita disco que envelheceu bem. 

Melhores Faixas: Stand By Me, D'You Know What I Mean?, Hope, I Think, I Know, Be Here Now, Don't Go Away, It's Gettin' Better (Man!!) 
Vale a Pena Ouvir: Magic Pie, My Big Mouth, The Girl In The Dirty Shirt

Standing On The Shoulder Of Giants – Oasis





















NOTA: 8,7/10


Entrando nos anos 2000, a banda volta com um novo disco, o Standing on the Shoulder of Giants. Após o Be Here Now, o Britpop tinha praticamente deixado de ser mainstream, enquanto seu sucessor espiritual, o Post-Britpop, já estava ganhando bastante destaque. Além disso, a banda passou por mudanças com a saída de Paul Arthurs, conhecido como Bonehead, e Paul McGuigan, o Guigsy. Tempos depois, entraram Gem Archer e Andy Bell (que era do Ride), mas eles não participaram das gravações. A produção, feita por Mark "Spike" Stent junto com Noel, seguiu uma sonoridade muito mais encorpada, juntando Britpop com Neopsicodelia. Foram utilizados efeitos eletrônicos, texturas psicodélicas, guitarras processadas e camadas atmosféricas para construir um ambiente mais variado. A cozinha rítmica tem mais firmeza, e os vocais dos dois irmãos conseguem se alternar bem. O repertório é muito bom, e as canções são bem imersivas. Enfim, é um ótimo disco, além de ser muito denso. 

Melhores Faixas: Sunday Morning Call, Go Let It Out, Gas Panic!, Put Yer Money Where Yer Mouth Is 
Vale a Pena Ouvir: Where Did It All Go Wrong?, Roll It Over, Little James

Heathen Chemistry – Oasis





















NOTA: 8,6/10


Passaram-se dois anos até o Oasis retornar com mais um álbum, intitulado Heathen Chemistry. Após o Standing on the Shoulder of Giants, a banda procurou recuperar uma abordagem mais direta, aproximando-se novamente do peso, das melodias acessíveis e dos refrões que haviam definido sua identidade nos anos 90. Além disso, a banda podia lançar seus trabalhos por um selo próprio, a Big Brother, algo que começou a acontecer desde o álbum anterior. A produção, feita pela própria banda, deixou uma sonoridade encorpada, com guitarras elétricas em primeiro plano, baixo firme e bateria que sustenta as composições sem grandes complicações. Já os vocais do Liam apresentam aquele estilo áspero e nasal bem reconhecível, além de momentos em que Noel também canta com seu tom mais contido. O repertório é legalzinho, tendo canções variadas, mas algumas são imprecisas. Enfim, é um álbum bacana, mas o mais fraco deles. 

Melhores Faixas: Stop Crying Your Heart Out, Songbird, Little By Little, Force Of Nature, Born On A Different Cloud 
Piores Faixas: (Probably) All In The Mind, Better Man

Don't Believe The Truth – Oasis





















NOTA: 9/10


Três anos se passaram até o Oasis lançar seu 6º álbum de estúdio, o Don't Believe the Truth. Após o Heathen Chemistry, o baterista Alan White acabou saindo da banda, e, em seu lugar, entrou Zak Starkey. Para esse projeto, eles procuraram conciliar sua identidade clássica com uma sonoridade mais direta, econômica e diversificada. Em vez de tentar superar seus primeiros álbuns por meio de produções gigantescas, a banda investe em arranjos mais enxutos e ritmos variados. A produção, feita em parceria com Dave Sardy, resultou em uma sonoridade mais orgânica, seguindo uma linha muito mais próxima do Rock alternativo tradicional. As guitarras possuem riffs diretos, acordes abertos, passagens acústicas e texturas que remetem ao Rock psicodélico. O baixo ficou mais consistente, a bateria está mais precisa e firme, e os vocais de Liam estão um pouco mais carregados. O repertório é incrível, e as canções são todas bem melódicas. No geral, é um disco sensacional e muito subestimado. 

Melhores Faixas: The Importance Of Being Idle, Lyla, Part Of The Queue, Keep Let There Be Love, The Dream Alive 
Vale a Pena Ouvir: Mucky Fingers, The Meaning Of Soul

Dig Out Your Soul – Oasis





















NOTA: 9,2/10


Então chegamos a 2008, quando o Oasis lançou seu 7º e certamente último álbum, o Dig Out Your Soul. Após o Don't Believe the Truth, a banda quis continuar na mesma linha, mas seguiu por um caminho um pouco diferente. Em vez de apostar principalmente no rock britânico tradicional e nas melodias pop que sempre caracterizaram a banda, o álbum incorpora com mais intensidade elementos de psicodelia, Rock dos anos 60 e música de caráter hipnótico. A produção, feita por Dave Sardy, resultou em um som bem mais pesado e denso. As guitarras do Noel e Gem possuem camadas adicionais, efeitos e texturas que ajudam a construir uma atmosfera mais carregada. O baixo do Andy Bell tem mais densidade, a bateria do Zak é muito presente, e os vocais do Liam estão mais variados e, às vezes, etéreos. O repertório é maravilhoso, e as canções são muito atmosféricas. No final de tudo, é um baita disco, e, após isso, só tivemos a reunião recente. 

Melhores Faixas: Falling Down, The Shock Of The Lightning, I'm Outta Time, Bag It Up, Soldier On, To Be Where There's Life 
Vale a Pena Ouvir: Waiting For The Rapture, (Get Off Your) High Horse Lady, Ain't Got Nothin'

 

sábado, 24 de outubro de 2026

Review: Álbum Autointitulado da Pitty

                   

PITTY – PITTY





















NOTA: 6/10


Recentemente, a Pitty retornou com seu 6º álbum de estreia autointitulado, e as coisas ficaram estranhas. Após o Matriz, a cantora nesse meio tempo enfrentou pandemia, retorno aos palcos e claro, teve mudança de formação. Já que o baixista Guilherme Almeida e ao Paulo Kishimoto teve que assumir o instrumento. Também uma troca de bateristas já que Daniel Weksler saiu (isso antes do fim do casamento dele com a Pitty), aí entrou Jean Dollabella que ficou pouco tempo e entrou a Nicolly Demeneghe. A produção feita como sempre junto com Rafael Ramos, fizeram um equilíbrio entre peso e acessibilidade, ainda seguindo Rock alternativo com elementos da música Pop e Dance alternativo. As guitarras servindo mais como sustento harmônico, o baixo e bateria tem mais presença e elementos eletrônicos são constantes, mesmo que seja pouco variado. O repertório é irregular, tem canções boas e outras esquisitas. No final, é um álbum mediano e sem consistência. 

Melhores Faixas: Sobriedade Seletiva, Álbum De Casamento, Sobremesa, Armadura 
Piores Faixas: Cuidada, Desobediente, Madame, "Amiga,"
 

                                                                                        É isso, então flw!!!              

Analisando Discografias - Art Popular

                 

O Canto Da Razão – Art Popular





















NOTA: 1/10


Em 1993, o Art Popular lançava seu álbum de estreia, intitulado O Canto da Razão. Formado por volta de 1984, na capital paulista, o grupo contava com Leandro Lehart (vocal e cavaquinho), Denilson Pimpolho (tantã), Malli (percussão), Evandro (repique), Tcharlinho (percussão) e Márcio Art (vocal e reco-reco). No começo, eles tocavam em bares, mas pararam no início dos anos 90 e, aproveitando a popularidade do Raça Negra, decidiram tentar lançar um álbum pelo selo Kaskata’s. A produção foi feita pelo próprio grupo, que colocou um som acessível, mesmo com todas as suas limitações, juntando tanto o Pagode romântico quanto o Samba. A percussão é bem constante, trazendo movimento e envolvência, e o uso do banjo e do cavaquinho deixa tudo com uma sonoridade bastante raiz. Porém, tudo é muito genérico, e o grande destaque fica sempre para os vocais do Lehart. O repertório é ruim, com canções bem chatinhas. Enfim, é um álbum fraco, mas que fez sucesso. 

Melhores Faixas: (....................) 
Piores Faixas: Utopia, O Canto Da Razão, Percepção, Doce Viagem

Nova Era – Art Popular





















NOTA: 1/10


Dois anos se passaram até o Art Popular lançar seu 2º álbum de estúdio, o Nova Era. Após O Canto da Razão alcançar muito sucesso, a gravadora EMI ficou interessada e assinou com o grupo. A mudança para uma gravadora de maior porte trouxe a oportunidade de ampliar a produção e alcançar uma audiência mais abrangente. A produção foi conduzida pelo próprio Leandro Lehart, com um som mais limpo e polido, seguindo totalmente a estética do pagode romântico daquele período. O cavaquinho, o banjo, o tantã, o repique e o pandeiro continuam fundamentais para o balanço, mas a presença da bateria em boa parte do repertório amplia a sustentação rítmica e permite variar a intensidade das músicas. Porém, o problema é que tudo soa exatamente como uma cópia do que o Raça Negra estava fazendo. O repertório é muito ruim, com canções bastante constrangedoras. No geral, é outro álbum ruim, e foi aqui que aconteceu a explosão comercial do grupo. 

Melhores Faixas: (.................................) 
Piores Faixas: Botando Pra Quebrar, Dindinha, Iraê, Dar As Mãos, Nova Era

Temporal – Art Popular





















NOTA: 1,2/10


No ano seguinte, o Art Popular retornou com seu 3º álbum, o Temporal, que foi mais diversificado. Após o Nova Era, o grupo alterna momentos de energia e descontração com canções mais sentimentais, dando ao disco uma identidade que não depende exclusivamente das baladas românticas. O próprio título sugere uma dimensão emocional mais instável, embora a proposta geral do trabalho seja mais abrangente do que a de um álbum centrado apenas em desilusões amorosas. A produção seguiu aquela abordagem limpa e mais ampla, colocando o pagode romântico em diálogo com elementos do Adult Contemporary, Forró e da Soul music. O cavaquinho, o banjo, o tantã, o pandeiro e o repique são preservados, mas o grupo procura variar a maneira como esses elementos se relacionam com a melodia e a marcação rítmica. Só que tudo parece extremamente pasteurizado. O repertório é ruim, e as canções são muito ridículas. No final, é um álbum péssimo e irritante. 

Melhores Faixas: (..........................) 
Piores Faixas: Nani, Vermelhão, Um Auê Com Você, Pimpolho, Vestida De Doida

Sambapopbrasil – Art Popular





















NOTA: 1/10


Mais um ano se passou até o grupo lançar um novo trabalho, o Sambapopbrasil. Após o Temporal, o Art Popular manteve sua trajetória ascendente e demonstrou interesse em ampliar a linguagem do pagode com diferentes referências musicais. O próprio título sintetiza a proposta de aproximar o samba de outras linguagens da música popular brasileira e internacional. A produção de Lehart seguiu uma abordagem bem limpa e muito mais variada, juntando o pagode com elementos do Samba-canção, Adult Contemporary, Sertanejo e até da música eletrônica. Só que, claro, os cavaquinhos e a percussão continuam presentes, mas os arranjos procuram abrir espaço para texturas mais modernas, com bases rítmicas organizadas. Porém, tudo é muito irregular, e fica a sensação de que tudo está completamente bagunçado. O repertório é horrível, e as canções são todas muito genéricas. No fim, é outro álbum extremamente esquecível. 

Melhores Faixas: (....zzz....) 
Piores Faixas: Mensagem De Revista, Vestida De Louca (Vestida De Doida), Requebrabum, Bota A Calça, Tomateira

Ao Vivo Sem Abuso – Art Popular





















NOTA: 1,4/10


Então chegamos a 2003, quando o Art Popular lançou aquela que seria sua obra definitiva, o Ao Vivo Sem Abuso. Após o Sambapopbrasil, o grupo continuou lançando alguns trabalhos, mas, no começo dos anos 2000, Leandro Lehart saiu, com Márcio Art assumindo como principal vocalista. Porém, isso não durou muito tempo, já que Lehart voltou. Esse projeto foi realizado ao vivo na casa de espetáculos Broadway, em São Paulo, no dia 12 de junho de 2003, e trouxe composições inéditas. A produção, feita, como sempre, pelo próprio Leandro Lehart, contou com o auxílio do Marcos Sabóia, que conseguiram estabelecer uma abordagem orgânica. O cavaquinho e a percussão sustentam o balanço, enquanto a interação entre as vozes cria uma dimensão coletiva bastante certeira, mesmo que a abordagem continue a mesma de sempre. O repertório é fraquinho, com canções esquecíveis. No fim, é outro álbum chato, e, depois dele, o grupo continuou lançando outros projetos. 

Melhores Faixas: (...........) 
Piores Faixas: Fraldinha, Dança Do Patati, Gandaia, Sincera, Você Em Mim

  

Analisando Discografias - Grupo Menos É Mais

                 

Churrasaquinho Menos É Mais (Ao Vivo) – Grupo Menos É Mais





















NOTA: 8,2/10


No ano de 2020, o Grupo Menos É Mais lançava o álbum ao vivo Churrasquinho Menos É Mais. Formado em 2017, lá em Gama, no Distrito Federal, por Gustavo Goes (repique), Jorge Farias (tantã) e Pietro Silva, que era vocalista, mas acabou saindo, o grupo passou por mudanças em sua formação. Com o tempo, entraram Paulinho Félix (pandeiro), Ramon Alvarenga (surdo) e Duzão Menezes como novo vocalista. Inicialmente, seus primeiros trabalhos eram bem mais puxados para pot-pourris de regravações de clássicos do Pagode, e eles tinham recém-assinado com a Som Livre. A produção foi feita pelo próprio grupo, que seguiu uma sonoridade limpa. O cavaquinho coloca linhas melódicas, a percussão dá movimento e os vocais do Duzão, mesmo com suas limitações, são bem calorosos. O repertório ficou muito bom, com canções que estão bem conectadas e são bem interpretadas. Enfim, é um ótimo álbum que cumpre sua proposta. 

Melhores Faixas: Melhor Eu Ir / Ligando Os Fatos / Sonho de Amor / Deixa Eu Te Querer, Quem / Frenesi / Deixa Alagar 
Vale a Pena Ouvir: Tempo de Aprender / Energia Surreal / Não Pedi Pra Me Apaixonar / Deixa Acontecer, Vai Me Dando Corda

Plano Piloto – Grupo Menos É Mais





















NOTA: 8,5/10


No ano seguinte, foi lançado mais um álbum do Menos É Mais, o Plano Piloto, que apresentou uma mudança. Após o Churrasquinho Menos É Mais, o grupo precisava demonstrar que também poderia construir um repertório próprio, criar refrões memoráveis e desenvolver uma identidade que não dependesse exclusivamente da nostalgia. A mudança não exigia abandonar a tradição do pagode, mas encontrar novas composições capazes de funcionar dentro da linguagem musical que já havia conquistado seus ouvintes. A produção, feita agora por Rafael dos Anjos, seguiu um som limpo e elaborado. O violão e o cavaquinho estabelecem a base harmônica, enquanto o baixo reforça a pulsação e a percussão mantém o movimento característico do gênero. Os vocais do Duzão continuam melódicos e naturais. O repertório é muito legal, e as canções são muito divertidas. Enfim, é um ótimo trabalho que mostrou uma evolução. 

Melhores Faixas: Adorei, Pagando Mal Com Mal, Quase 3 Semanas, Ela é Pagodeira (participação do Xande De Pilares) 
Vale a Pena Ouvir: Jurerê, Plano A Plano B, Drama

Churrasquinho 3 (Ao Vivo) – Grupo Menos É Mais





















NOTA: 5/10


Se passou um tempo, e o Menos É Mais lançava, o Churrasquinho 3, que voltou aquela abordagem minimalista. Após o Plano Piloto, o grupo lançou alguns álbuns ao vivo com uma estrutura maior, mas decidiram voltar as origens do primeiro da até então trilogia Churrasquinho. Só que agora em vez de fazer um trabalho só de Pout-Pourri com clássicos do Pagode, aqui tem composições inéditas e material próprio. A produção feita pelo Dudu Borges e Paulinho Félix, capturou a gravação local e deixaram uma sonoridade intimista que deixa essa abordagem do Pagode romântico sempre no centro. Com isso, temos uma temática quase que um roda de samba, tendo muito uso de cavaquinhos, violões que aumentam a harmonia e a percussão que deixa algo movimentado, mas é aquilo muita coisa soa repetitiva e com tempo fica bem cansativo. O repertório é mediano, tem canções legais e outras que são só genéricas. No final, é um álbum irregular e a partir daí começou uma queda. 

Melhores Faixas: Jejum de Amor / Caixa Postal / Vida Vazia, Oposto, Pra Você / Coisa Linda / O Que Eu Também Não Entendo 
Piores Faixas: Página de Amigos / Inevitável / Flor, Mais Do Mesmo, Coração Partido (Corazón Partío)

Churrasquinho 4 (Ao Vivo) – Grupo Menos É Mais





















NOTA: 3/10


No final de 2025, o Grupo Menos É Mais lançava Churrasquinho 4, que foi um pouco mais variado. Após o Churrasquinho 3, foram revelados os motivos da saída de Jorge Farias, que estava afastado dos palcos desde 2023. O motivo foi que ele quis continuar no ramo, mas como empresário de artistas. Com isso, o grupo continuou como um quarteto e já estava completamente consolidado como um dos principais nomes do pagode moderno. A produção foi relativamente a mesma, só que agora colocando elementos mais abrangentes, como os cavaquinhos, que ficaram mais articulados, a percussão, que sustenta tudo e cria movimento, e os vocais do Duzão, são aquilo de sempre. O problema é que eles tentaram mudar os arranjos de músicas conhecidas, só que tudo fica muito sem forma. O repertório, por mais interessante que seja, tem interpretações decepcionantes e poucas canções decentes. No fim, é um álbum fraco que mostrou que eles se tornaram reféns do mainstream. 

Melhores Faixas: Brinda Aê, Dois Rivais / Aventureiro, Promessas De Vidro 
Piores Faixas: Traumas, Dois Habitantes, Quero Ser Feliz Também / Será / Tempo Perdido, Amor Sem Fim / Ah Moleque, Beija Eu

MOLHO (Ao Vivo) – Grupo Menos É Mais





















NOTA: 2,5/10


Recentemente, o Menos É Mais lançou mais um álbum intitulado MOLHO (que, por sinal, gostaram dessa palavra). Após o Churrasquinho 4, o grupo decidiu reunir algumas faixas que havia lançado anteriormente que se tornaram sucesso, além de incluir algumas inéditas e pot-pourris. A nova etapa do projeto tem uma ligação especial com Belém, no Pará. A gravação audiovisual, realizada no início de junho de 2026, aconteceu no Mercado de São Brás, espaço tradicional da capital paraense. A produção feita por Dudu Borges, Paulinho Félix e do próprio grupo, que mantiveram aquele som caloroso. A grande mudança foi a valorização dos instrumentos orgânicos, já que o cavaquinho fica sempre no centro e a percussão está mais variada, só que tudo fica muito previsível e recheado daqueles mesmos clichês. O repertório, mais uma vez, apesar de promissor, é bem fraco, com várias canções genéricas e mal interpretadas. Em suma, é um álbum ruim e entediante. 

Melhores Faixas: Pela Última Vez, Tarde Demais / Mágica / Oh! Chuva 
Piores Faixas: Champanhe, Saudade Inconveniente, 40 Graus De Amor / A Carta / Fica, P do Pecado (Simone Mendes estragou bem a música)

  

Review: Álbum Autointitulado do Forbidden

                    Forbidden – Forbidden NOTA: 1/10 Depois de dezesseis anos, o Forbidden retornou com um novo álbum autointitulado. Após o...