Taken By Force – Scorpions
NOTA: 1,2/10
Se passou mais um ano para o Scorpions lançar seu 5º álbum, o Taken By Force. Após o Virgin Killer, o baterista Rudy Lenners acabou saindo da banda e, entrando no seu lugar, Herman Rarebell. Além disso, esse projeto ficou marcado pela banda querer consolidar seu lado pesado com melodias. Agora, a questão passa a ser juntar todas essas características dentro de um repertório realmente consistente. Produção do Dieter Dierks, segue uma abordagem que junta tanto Heavy Metal com Hard Rock, tudo em uma sonoridade que consegue ser bem definida. As guitarras estão mais agressivas, a bateria possui mais impacto, o baixo ficou mais constante e os vocais do Klaus Meine aparecem com bastante clareza, mas tudo continua bastante sem graça e faltando algo a mais. O repertório é ruim, tendo canções que são bem chatinhas. No fim, é um disco fraco e sem graça.
Melhores Faixas: (.............................)
Piores Faixas: Born To Touch Your Feelings, Your Light, Steamrock Fever, The Riot Of Your Time
Lovedrive – Scorpions
NOTA: 1/10
Chegando ao final dos anos 70, a banda lança mais um álbum de estúdio, o Lovedrive. Após o Taken By Force, o guitarrista Uli Jon Roth acabou saindo da banda, sendo substituído por Matthias Jabs. Com eles começando a se preocupar com riffs fortes, refrões memoráveis e melodias vocais. O Scorpions ainda consegue fazer músicas atmosféricas e experimentais, mas agora existe uma preocupação muito maior em tornar as estruturas imediatamente reconhecíveis. A produção seguiu um caminho bem mais equilibrado, juntando peso e melodia. As guitarras continuam com aquele caráter orgânico dos anos 70, mas agora existe uma definição maior e uma sensação mais forte de impacto, fora que o ex-membro Michael Schenker aparece aqui. A cozinha rítmica ficou muito mais variada e os vocais do Klaus estão mais seguros, só que ficando muito engessados. O repertório, de novo, é fraco, e as canções são bem previsíveis. Enfim, é outro álbum bastante chato da banda.
Melhores Faixas: (.....................)
Piores Faixas: Lovedrive, Coast To Coast, Loving You Sunday Morning, Always Somewhere
Animal Magnetism – Scorpions
NOTA: 1/10
Entrando nos anos 80, o Scorpions chegava lançando seu 7º álbum, o Animal Magnetism. Após o Lovedrive, a banda sabia que, com a entrada dessa nova década, eles precisavam tocar nas rádios e já tinham essa ambição, principalmente para, quem sabe, entrar no mercado americano, que era a grande meta deles. Com isso, esse novo trabalho tem uma proposta mais sombria, mais sensual e, em vários momentos, mais pesada. A produção seguiu uma abordagem um pouco mais acessível e, ao mesmo tempo, orgânica. As guitarras passam a ter timbres encorpados e riffs mais grandiosos, enquanto a bateria ficou mais firme e o baixo dando corpo aos arranjos. Mas, como sempre, tudo soa recheado de clichês e faltando algo muito mais variado no encadeamento, mesmo que os vocais do Klaus estejam mais variados. O repertório é chatíssimo, tendo canções genéricas e sem imersão. No final, é só mais um trabalho ruim da banda.
Melhores Faixas: (..........)
Piores Faixas: Animal Magnetism, Only A Man, Make It Real, Don't Make No Promises (Your Body Can't Keep), Lady Starlight
Blackout – Scorpions
NOTA: 1,5/10
Melhores Faixas: (............)
Piores Faixas: You Give Me All I Need, Arizona, Now!, Dinamite
Love At First Sting – Scorpions
NOTA: 1,3/10
Se passaram então dois anos para o Scorpions retornar com um álbum novo, o Love at First Sting. Após o Blackout, a banda decidiu fazer um álbum que mantém a força das guitarras e da bateria, porém trabalha ainda mais com melodias, refrões grandes e estruturas extremamente eficientes. O que eles quiseram fazer foi pegar toda a estrutura deles de Hard Rock e transformar em algo mais grandioso e que pudesse ser extremamente eficiente. A produção deixou aquele som pesado, mas agora bem mais orgânico e com estruturas radiofônicas. As guitarras agora possuem timbres definidos, com Rudolf Schenker e Matthias Jabs alternando entre riffs e solos mais melódicos. A bateria se tornou mais encaixada, enquanto o baixo ficou mais profundo e os vocais do Klaus estão mais variados, mas tudo soa extremamente genérico e faltando precisão. O repertório é ruim, tendo canções genéricas e outras medíocres. No fim, é um álbum chato e sem consistência.
Melhores Faixas: (.........................)
Piores Faixas: I'm Leaving You, Coming Home, Rock You Like A Hurricane, Still Loving You
Savage Amusement – Scorpions
NOTA: 1/10
Quatro anos se passaram, e o Scorpions lança seu 10º álbum, o Savage Amusement. Após o sucesso do Love At First Sting, as bandas de Hard Rock dos anos 80 estavam cada vez mais preocupadas com produção grandiosa, refrões enormes, guitarras muito bem trabalhadas e uma sonoridade mais polida. O Scorpions já vinha caminhando nessa direção, mas aqui essa característica fica muito mais evidente. A produção do Dieter Dierks foi para uma abordagem extremamente polida e feita para poder tocar nas rádios, com ele colocando o Hard Rock farofa e AOR dentro da abordagem sonora da banda. As guitarras ficaram muito mais definidas, a bateria ficou mais sustentável, assim como o baixo do Francis Buchholz, e os vocais do Klaus ficaram bem mais claros. Com isso, tudo ficou extremamente plastificado e com uso excessivo de processamentos. O repertório é terrível, e as canções são todas bem esquecíveis. Enfim, é um álbum horrível e sem forma.
Melhores Faixas: (.........................)
Piores Faixas: Walking On The Edge, We Let It Rock...You Let It Roll, Rhythm Of Love, Passion Rules The Game, Believe In Love
Crazy World – Scorpions
NOTA: 1/10
Melhores Faixas: (...........DIFÍCIL............)
Piores Faixas: Lust Or Love, Money And Fame, Tease Me Please Me, Send Me An Angel, Wind Of Change
Face The Heat – Scorpions
NOTA: 1/10
Três anos se passaram para o Scorpions voltar com outro álbum, o Face the Heat. Após o Crazy World, vendo que o começo daquela década viu a indústria deixando de lado o Hard Rock farofa e AOR para dar destaque ao Rock alternativo e Grunge. Fora isso, o Francis Buchholz já não fazia parte da banda, e Ralph Rieckermann assume o baixo. Com isso, eles decidiram fazer um trabalho que não repetisse a fórmula de seus dois últimos lançamentos e que fosse mais seco. A produção, feita por Bruce Fairbairn junto com a banda, foi um pouco mais pesada, só que equilibrando com uma abordagem limpa. As guitarras possuem mais presença, com alternação entre solos melódicos e riffs constantes. O baixo ficou mais encorpado e a bateria muito mais firme, enquanto os vocais do Klaus continuam poderosos, mas tudo continua previsível e muito sem graça. O repertório é horrível, e as canções parecem totalmente recicladas. No final, é outro álbum péssimo e cansativo.
Melhores Faixas: (..............................)
Piores Faixas: Hate To Be Nice, Under The Same Sun, Someone To Touch, Alien Nation, Lonely Nights, Woman
É isso, um abraço e flw!!!



















