sábado, 19 de setembro de 2026

Analisando Discografias - Scorpions: Parte 3

                 

Pure Instinct – Scorpions





















NOTA: 1/10


Mais três anos se passaram para o Scorpions voltar com seu novo disco, o horrível Pure Instinct. Após o Face the Heat, a banda não queria ser deixada de lado pela grande mídia e, para esse disco, decidiu explorar muito mais o lado melódico e sentimental. O álbum é claramente mais contemplativo, com muitas composições lentas ou de andamento moderado, bastante espaço para violões e arranjos mais delicados. A produção, feita junto com Erwin Musper e Keith Olsen, segue uma abordagem limpa e espaçosa. As guitarras ficaram bem mais limpas e contam com riffs bem mais definidos. A cozinha rítmica ficou bastante controlada, e os vocais do Klaus estão muito mais claros do que o comum, deixando tudo excessivamente delicado e comprimido, parecendo tudo muito repetitivo. O repertório é terrível, e as canções são ridículas, com um excesso de baladas que você acha que eles viraram o Air Supply. Enfim, é um álbum tenebroso, e a queda era iminente. 

Melhores Faixas: (......zzz.....) 
Piores Faixas: Wild Child, When You Came Into My Life, Does Anyone Know, You And I, Time Will Call Your Name

Eye II Eye – Scorpions





















NOTA: 1/10


Então chegamos ao ano de 1999, quando o Scorpions lança o tenebroso Eye II Eye. Após o Pure Instinct, o baterista Herman Rarebell praticamente saiu da banda e, com isso, eles decidiram substituí-lo por James Kottak. A banda, sentindo que estava sendo completamente esquecida pelo mainstream, ficou desesperada e começou a entrar de cabeça nas sonoridades que estavam muito presentes no final dos anos 90. Produzido inteiramente por Peter Wolf, o álbum foi extremamente polido e modernizado, com eles dialogando não só com o Pop Rock, como também com o Rock alternativo. Com as guitarras passando a ficar massivamente texturizadas, o baixo é mais discreto, e aqui o uso de bateria eletrônica e sintetizadores ficou muito presente, só que extremamente mal conduzido e parecendo que tudo ficou inacabado. O repertório é horroroso, e as canções beiram o ridículo. No final de tudo, é um álbum terrível e um dos piores de todos os tempos. 

Melhores Faixas: (..............)
Piores Faixas: What U Give U Get Back, Eye To Eye, To Be No. 1, 10 Light Years Away, A Moment In A Million Years, Du Bist So Schmutzig (viraram um Biohazard magrelo)

Unbreakable – Scorpions





















NOTA: 1/10


No ano de 2004, o Scorpions volta lançando seu 15º álbum, intitulado Unbreakable. Após o tenebroso Eye II Eye, o baixista Ralph Rieckermann decidiu sair da banda e, no seu lugar, entrou Paweł Mąciwoda. Com isso, decidiram fazer um trabalho que funciona quase como uma declaração de que eles ainda podiam fazer um disco de Hard Rock tradicional com convicção, trazendo tudo o que eles aprenderam nos últimos anos. Produzido junto com Erwin Musper, o álbum deixou um som encorpado e, ao mesmo tempo, limpo. As guitarras voltaram a ter peso, com riffs fortes e diretos e alguns solos melódicos. O baixo ficou mais presente e a bateria, firme, além, é claro, dos vocais do Klaus Meine, que voltaram a ser bem mais articulados. Mas, mesmo assim, tudo soa como uma repetição de tudo o que eles já fizeram anteriormente, só que sem brilho. O repertório é ruim, tendo canções bastante genéricas. No final, é um álbum péssimo e muito tedioso. 

Melhores Faixas: (..................) 
Piores Faixas: Blood To Hot, Deep And Dark, She Said, New Generation, Maybe I Maybe You

Humanity - Hour I – Scorpions





















NOTA: 1,2/10


Se passaram então três anos para o Scorpions voltar com um novo álbum, o Humanity – Hour I. Após o Unbreakable, eles decidiram fazer um trabalho que procura transformar a modernidade em peso. É um disco mais dramático, mais grandioso e, em alguns momentos, mais sombrio. Também existe uma tentativa clara de recuperar o poder dos grandes refrãos. Só que agora eles são construídos com uma quantidade maior de camadas. Produzido por Desmond Child e James Michael, o álbum colocou uma sonoridade bem mais orgânica e moderna, que junta não só Hard Rock e Heavy Metal, mas também certos elementos do Metal alternativo. As guitarras ficaram carregadas de efeitos, camadas e até reverbs, com os riffs ficando mais encorpados. A cozinha rítmica ficou muito mais grossa, e os vocais do Klaus até que estão bem articulados, mas tudo é muito sem graça e monótono. O repertório é ruim, tendo canções bem cansativas. Enfim, é só mais um trabalho fraco da banda. 

Melhores Faixas: (.............) 
Piores Faixas: We Will Rise Again, Love Will Keep Us Alive, The Future Never Dies, Love Is War, Hour I

Sting In The Tail – Scorpions





















NOTA: 1/10


Entrando na década passada, o Scorpions volta com mais um álbum, o Sting In The Tail. Após o Humanity – Hour I, eles decidiram fazer um trabalho que fosse um retorno às suas raízes. A ideia aqui não era simplesmente fazer um disco moderno de Hard Rock, mas recuperar aquela sensação de espontaneidade, energia e diversão que marcou principalmente a fase clássica. O álbum acabou sendo planejado como o último trabalho de estúdio da banda naquele momento, acompanhado pela decisão de realizar uma grande turnê de despedida. Produzido por Mikael Nord Andersson e Martin Hansen, o álbum apresenta um som bastante contemporâneo, com as guitarras alternando entre riffs precisos e solos menos constantes, o baixo variado e a bateria mais seca. Mas é aquilo: tudo parece praticamente uma repetição do que já fizeram antes, só com uma produção atual. O repertório é ruim, tendo canções que são bem sem graça. No final, é um álbum fraco e bem tedioso. 

Melhores Faixas: (....................) 
Piores Faixas: The Good Die Young, Sly, Slave Me, Rock Zone

Return To Forever – Scorpions





















NOTA: 1/10


Cinco anos se passaram para eles voltarem com seu 18º álbum, o Return To Forever. Após o Sting In The Tail, a banda não encerrou suas atividades, já que a turnê anterior foi um sucesso e, com isso, a banda decidiu olhar para ideias antigas que não haviam sido aproveitadas e reconstruí-las para o presente. O resultado acabou se transformando em um álbum novo, misturando material recuperado com novas composições, sendo que originalmente seria um álbum duplo, mas a Sony acabou rejeitando. A produção do Mikael Nord Andersson e Martin Hansen colocou um certo peso e uma abordagem polida. As guitarras são muito definidas, o baixo ficou mais integrado, a bateria tem bastante presença e a voz do Klaus Meine permanece extremamente bem posicionada na mixagem. Só que tudo soa como se eles estivessem repetindo a mesma fórmula de sempre. O repertório é fraquíssimo, e as canções são ruinzinhas. No fim, é um disco péssimo e sem forma. 

Melhores Faixas: (.....................) 
Piores Faixas: All For One, We Built This House, Gypsy Life, Rollin’ Home, Eye Of The Storm, Rock My Car

Rock Believer – Scorpions





















NOTA: 1/10


Então chegamos ao ano de 2022, quando o Scorpions lançou seu mais recente álbum, o Rock Believer. Após o Return To Forever, a banda trocou de baterista com a demissão de James Kottak e a entrada de Mikkey Dee (ex-Motörhead). Para esse projeto, eles decidiram fazer um trabalho bem mais direto, com menos preocupação em experimentar e mais vontade de fazer um disco pesado e energético. A produção, feita pela banda junto com Hans-Martin Buff, deixou um som bem mais agressivo e robusto. As guitarras ficaram mais sujas, tendo aquela alternância entre riffs fortes e solos definidos. O baixo ficou bem mais participativo, conseguindo preencher os riffs, e a bateria está mais dinâmica, enquanto os vocais do Klaus, mesmo envelhecidos, conseguem funcionar. Só que tudo é muito repetitivo e falta mais ousadia. O repertório é bem chatinho, tendo canções que são bem previsíveis. No final, é outro álbum ruim de uma banda que só vive de seu passado. 

Melhores Faixas: (........................) 
Piores Faixas: Hot And Cold, Peacemaker, When You Know (Where You Come From), Knock 'Em Dead, Shining Of Your Soul

                                                                                    Então é só e flw!!!      

sexta-feira, 18 de setembro de 2026

Analisando Discografias - Scorpions: Parte 2

                 

Taken By Force – Scorpions





















NOTA: 1,2/10


Se passou mais um ano para o Scorpions lançar seu 5º álbum, o Taken By Force. Após o Virgin Killer, o baterista Rudy Lenners acabou saindo da banda e, entrando no seu lugar, Herman Rarebell. Além disso, esse projeto ficou marcado pela banda querer consolidar seu lado pesado com melodias. Agora, a questão passa a ser juntar todas essas características dentro de um repertório realmente consistente. Produção do Dieter Dierks, segue uma abordagem que junta tanto Heavy Metal com Hard Rock, tudo em uma sonoridade que consegue ser bem definida. As guitarras estão mais agressivas, a bateria possui mais impacto, o baixo ficou mais constante e os vocais do Klaus Meine aparecem com bastante clareza, mas tudo continua bastante sem graça e faltando algo a mais. O repertório é ruim, tendo canções que são bem chatinhas. No fim, é um disco fraco e sem graça. 

Melhores Faixas: (.............................) 
Piores Faixas: Born To Touch Your Feelings, Your Light, Steamrock Fever, The Riot Of Your Time

Lovedrive – Scorpions





















NOTA: 1/10


Chegando ao final dos anos 70, a banda lança mais um álbum de estúdio, o Lovedrive. Após o Taken By Force, o guitarrista Uli Jon Roth acabou saindo da banda, sendo substituído por Matthias Jabs. Com eles começando a se preocupar com riffs fortes, refrões memoráveis e melodias vocais. O Scorpions ainda consegue fazer músicas atmosféricas e experimentais, mas agora existe uma preocupação muito maior em tornar as estruturas imediatamente reconhecíveis. A produção seguiu um caminho bem mais equilibrado, juntando peso e melodia. As guitarras continuam com aquele caráter orgânico dos anos 70, mas agora existe uma definição maior e uma sensação mais forte de impacto, fora que o ex-membro Michael Schenker aparece aqui. A cozinha rítmica ficou muito mais variada e os vocais do Klaus estão mais seguros, só que ficando muito engessados. O repertório, de novo, é fraco, e as canções são bem previsíveis. Enfim, é outro álbum bastante chato da banda. 

Melhores Faixas: (.....................) 
Piores Faixas: Lovedrive, Coast To Coast, Loving You Sunday Morning, Always Somewhere

Animal Magnetism – Scorpions





















NOTA: 1/10


Entrando nos anos 80, o Scorpions chegava lançando seu 7º álbum, o Animal Magnetism. Após o Lovedrive, a banda sabia que, com a entrada dessa nova década, eles precisavam tocar nas rádios e já tinham essa ambição, principalmente para, quem sabe, entrar no mercado americano, que era a grande meta deles. Com isso, esse novo trabalho tem uma proposta mais sombria, mais sensual e, em vários momentos, mais pesada. A produção seguiu uma abordagem um pouco mais acessível e, ao mesmo tempo, orgânica. As guitarras passam a ter timbres encorpados e riffs mais grandiosos, enquanto a bateria ficou mais firme e o baixo dando corpo aos arranjos. Mas, como sempre, tudo soa recheado de clichês e faltando algo muito mais variado no encadeamento, mesmo que os vocais do Klaus estejam mais variados. O repertório é chatíssimo, tendo canções genéricas e sem imersão. No final, é só mais um trabalho ruim da banda. 

Melhores Faixas: (..........) 
Piores Faixas: Animal Magnetism, Only A Man, Make It Real, Don't Make No Promises (Your Body Can't Keep), Lady Starlight

Blackout – Scorpions





















NOTA: 1,5/10


No ano de 1982, o Scorpions chega ao topo com seu idolatrado álbum Blackout. Após o Animal Magnetism, Klaus Meine enfrentou sérios problemas vocais durante o processo. Isso poderia ter comprometido completamente o trabalho. Em vez de simplesmente desistir ou substituir o vocalista, a banda continuou trabalhando até encontrar uma maneira de preservar sua participação, em um momento em que a banda estava fazendo um material mais confiante. A produção do Dieter Dierks seguiu uma abordagem mais limpa, só que sem tirar o peso e a agressividade, juntando tanto Hard Rock quanto Heavy Metal. As guitarras agora possuem uma divisão natural e ficam mais agressivas, a cozinha rítmica ficou mais variada e os vocais do Klaus estão mais enérgicos, mas, mesmo com uma ótima produção, tudo soa monótono e faltando bem mais variação. O repertório é ruim, tendo canções que são bem insípidas. No fim, é um álbum fraco e muito superestimado. 

Melhores Faixas: (............) 
Piores Faixas: You Give Me All I Need, Arizona, Now!, Dinamite

Love At First Sting – Scorpions





















NOTA: 1,3/10


Se passaram então dois anos para o Scorpions retornar com um álbum novo, o Love at First Sting. Após o Blackout, a banda decidiu fazer um álbum que mantém a força das guitarras e da bateria, porém trabalha ainda mais com melodias, refrões grandes e estruturas extremamente eficientes. O que eles quiseram fazer foi pegar toda a estrutura deles de Hard Rock e transformar em algo mais grandioso e que pudesse ser extremamente eficiente. A produção deixou aquele som pesado, mas agora bem mais orgânico e com estruturas radiofônicas. As guitarras agora possuem timbres definidos, com Rudolf Schenker e Matthias Jabs alternando entre riffs e solos mais melódicos. A bateria se tornou mais encaixada, enquanto o baixo ficou mais profundo e os vocais do Klaus estão mais variados, mas tudo soa extremamente genérico e faltando precisão. O repertório é ruim, tendo canções genéricas e outras medíocres. No fim, é um álbum chato e sem consistência. 

Melhores Faixas: (.........................) 
Piores Faixas: I'm Leaving You, Coming Home, Rock You Like A Hurricane, Still Loving You

Savage Amusement – Scorpions





















NOTA: 1/10


Quatro anos se passaram, e o Scorpions lança seu 10º álbum, o Savage Amusement. Após o sucesso do Love At First Sting, as bandas de Hard Rock dos anos 80 estavam cada vez mais preocupadas com produção grandiosa, refrões enormes, guitarras muito bem trabalhadas e uma sonoridade mais polida. O Scorpions já vinha caminhando nessa direção, mas aqui essa característica fica muito mais evidente. A produção do Dieter Dierks foi para uma abordagem extremamente polida e feita para poder tocar nas rádios, com ele colocando o Hard Rock farofa e AOR dentro da abordagem sonora da banda. As guitarras ficaram muito mais definidas, a bateria ficou mais sustentável, assim como o baixo do Francis Buchholz, e os vocais do Klaus ficaram bem mais claros. Com isso, tudo ficou extremamente plastificado e com uso excessivo de processamentos. O repertório é terrível, e as canções são todas bem esquecíveis. Enfim, é um álbum horrível e sem forma. 

Melhores Faixas: (.........................) 
Piores Faixas: Walking On The Edge, We Let It Rock...You Let It Roll, Rhythm Of Love, Passion Rules The Game, Believe In Love

Crazy World – Scorpions





















NOTA: 1/10


Indo para 1990, o Scorpions retornou com o álbum Crazy World, que foi mais ambicioso. Após o Savage Amusement, a banda queria recuperar parte do peso e da espontaneidade que tinham caracterizado os grandes discos anteriores. Com isso, eles voltam a explorar aquele peso antigo, mas mantendo a capacidade de criar refrões gigantescos que haviam desenvolvido durante os anos 80. A produção, feita agora por Keith Olsen junto com a banda, deixou um som bem mais pesado, só que sem tirar aquele caráter limpo apresentado antes e tendo um retorno daquele equilíbrio entre Hard Rock e Heavy Metal. As guitarras possuem bastante corpo e distorção, mas estão bem mais definidas. A cozinha rítmica ficou mais sólida, não servindo só como sustentação, e os vocais do Klaus ficaram mais poderosos, mas tudo soa repetitivo e beira o tedioso. O repertório é horrível, e as canções são chatíssimas, principalmente as baladas. No geral, é um álbum terrível e monótono. 

Melhores Faixas: (...........DIFÍCIL............) 
Piores Faixas: Lust Or Love, Money And Fame, Tease Me Please Me, Send Me An Angel, Wind Of Change

Face The Heat – Scorpions





















NOTA: 1/10


Três anos se passaram para o Scorpions voltar com outro álbum, o Face the Heat. Após o Crazy World, vendo que o começo daquela década viu a indústria deixando de lado o Hard Rock farofa e AOR para dar destaque ao Rock alternativo e Grunge. Fora isso, o Francis Buchholz já não fazia parte da banda, e Ralph Rieckermann assume o baixo. Com isso, eles decidiram fazer um trabalho que não repetisse a fórmula de seus dois últimos lançamentos e que fosse mais seco. A produção, feita por Bruce Fairbairn junto com a banda, foi um pouco mais pesada, só que equilibrando com uma abordagem limpa. As guitarras possuem mais presença, com alternação entre solos melódicos e riffs constantes. O baixo ficou mais encorpado e a bateria muito mais firme, enquanto os vocais do Klaus continuam poderosos, mas tudo continua previsível e muito sem graça. O repertório é horrível, e as canções parecem totalmente recicladas. No final, é outro álbum péssimo e cansativo. 

Melhores Faixas: (..............................) 
Piores Faixas: Hate To Be Nice, Under The Same Sun, Someone To Touch, Alien Nation, Lonely Nights, Woman


                                                                                É isso, um abraço e flw!!!                            

quinta-feira, 17 de setembro de 2026

Analisando Discografias - Scorpions: Parte 1

                 

Lonesome Crow – Scorpions





















NOTA: 1/10


Em 1972, o Scorpions lançava seu álbum de estreia intitulado Lonesome Crow, que trazia uma abordagem diferente. Formado em 1965 na cidade de Hannover, na Alemanha, pelos adolescentes Rudolf Schenker (guitarra) e Wolfgang Dziony (bateria), que se reuniam com os amigos de banda para tocar covers de bandas de sucesso da época. Mas, à medida que veio a fase adulta, a banda ficou mais séria e passou por várias mudanças de integrantes até fechar a formação com Klaus Meine (vocais), Michael Schenker (guitarra) e Lothar Heimberg (baixo). A produção, feita pelo Conny Plank e lançada pelo selo da Brain, trouxe um som pesado e orgânico que juntava Hard Rock, Rock progressivo e elementos do Krautrock. As guitarras são variadas, o baixo e a bateria servem como sustento e os vocais do Klaus têm expressão, mas é tudo muito arrastado e cansativo. O repertório é ruim, tendo canções que são bem chatas. Enfim, é um álbum de estreia bem fraquinho. 

Melhores Faixas: (..........................) 
Piores Faixas: Action, Inheritance, It All Depends

Fly To The Rainbow – Scorpions





















NOTA: 1/10


Dois anos se passaram para o Scorpions lançar seu 2º álbum, o Fly To The Rainbow. Após o Lonesome Crow, o guitarrista Michael Schenker acabou recebendo uma proposta de outro grupo e acabou saindo da banda. Além disso, Lothar Heimberg e Wolfgang Dziony acabaram saindo, e a banda acabou sendo reconstruída com Ulrich Roth para a guitarra, Francis Buchholz para o baixo e Jürgen Rosenthal para a bateria. Fora isso, eles assinaram com a gravadora RCA e, com isso, passaram a tentar fazer um som mais pesado. A produção do Frank Bornemann trouxe um som orgânico e mais controlado, colocando bem mais influência do Hard Rock. As guitarras possuem uma característica mais aberta e psicodélica, e os solos ficaram mais sustentáveis, além dos vocais do Klaus, que ficaram mais energéticos. Mas tudo soa bem previsível e faltando algo mais variado. O repertório é péssimo, e as canções são bem esquecíveis. No fim, é outro álbum ruim e que não tem nada demais. 

Melhores Faixas: (.........................) 
Piores Faixas: Fly To The Rainbow, This Is My Song, Drifting Sun, Speedy's Coming

In Trance – Scorpions





















NOTA: 1/10


Mais um ano se passou para o Scorpions lançar seu 3º álbum de estúdio, o In Trance. Após o Fly To The Rainbow, eles passaram a trabalhar com composições mais enxutas, riffs mais marcantes e uma relação muito mais equilibrada entre peso, melodia e atmosfera. Com isso, eles começaram a largar aquelas influências progressivas e da música psicodélica para poder fazer um som que seguia a vibe do Hard Rock mainstream, que passou a dominar a identidade da banda. A produção, feita agora por Dieter Dierks, seguiu um som mais organizado e definido. As guitarras são o centro absoluto da produção. Rudolf Schenker mantém uma base rítmica firme, enquanto Uli Roth ocupa o espaço dos solos e das linhas mais atmosféricas. A cozinha rítmica ficou mais presente e os vocais do Klaus são mais energéticos, mas, no geral, tudo continua bastante monótono. O repertório é chatinho, tendo canções bastante medíocres. Enfim, é outro álbum muito fraco da banda. 

Melhores Faixas: (............................................) 
Piores Faixas: Living And Dying, Robot Man, Night Lights, Longing For Fire

Virgin Killer – Scorpions





















NOTA: 1/10


Se passou outro ano, e foi lançado o polêmico 4º álbum da banda, o Virgin Killer. Após o In Trance, o Scorpions decidiu pegar toda a evolução que tiveram e ir para um lado do Hard Rock pesado, sem abandonar completamente a personalidade experimental trazida principalmente por Uli Jon Roth, além de aproveitar que tinham aval de quem sabia entrar no mercado americano. Fora isso, essa capa originalmente era outra, que não foi escolhida pela banda, e sim pelos executivos da gravadora, que colocaram uma garota nua de dez anos (por favor, não vá atrás disso). A produção do Dieter Dierks seguiu um som bem mais agressivo e até mais cru. As guitarras ficaram muito mais constantes, alternando entre riffs cortantes e solos bluesísticos. Além da cozinha rítmica e teclados que preenchem espaços, só que tudo é bastante genérico e previsível. O repertório é chatíssimo, tendo canções ruins e pouco variadas. No final, é um álbum terrível e que foi um fiasco comercial. 

Melhores Faixas: (.............) 
Piores Faixas: Backstage Queen, Crying Days, In Your Park, Hell Cat


                                                                         Então é isso, um abraço e flw!!!            

Analisando Discografias - Scorpions: Parte 3

                  Pure Instinct – Scorpions NOTA: 1/10 Mais três anos se passaram para o Scorpions voltar com seu novo disco, o horrível Pur...