Mostrando postagens com marcador Metallica. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Metallica. Mostrar todas as postagens

sábado, 24 de agosto de 2024

Analisando Discografias - Yunk Vino, Terreno Baldio e Rage Against The Machine *Extra dos Beatles e Metallica (RA: XX)

          

MIDNIGHT CALLS – Yunk Vino





















NOTA: 6/10


Pouco tempo depois, em dezembro, é lançada a quarta mixtape do Yunk Vino, e sim, ele lançou 3 mixtapes no mesmo ano, coisa que jamais irá acontecer novamente e que não é nem um pouco comum. Mas voltando, após o sucesso das mix dupla de 237, a proposta da vez foi que as canções têm um clima um pouquinho mais longe daquele modo psicodélico, mostrando uma vibe mais sombria e trazendo algumas letras que combinam com esse contexto. Isso mostra o quanto que o Vino, em todos os seus trabalhos, tem ótimas ideias e sendo único em tudo que ele faz. Mais uma vez a equipe de produtores foi a mesma, mesmo que tenha sido bastante dividida a criação das beats e dos flows, e foi algo que deixou tudo bagunçado, por mais que o Vino estivesse focado muito na sua parte lírica. Enquanto que o repertório, por mais que ele tenha um começo muito legal nas 4 primeiras músicas, como na sequência muito boa a Bad Shawty 2, que sua primeira versão encerrou de forma brilhante o repertório de 237 Deluxe e aqui se completou ainda mais com a excelente Pretty Bitch e as ótimas D.D, Baby Bitch, Rádio e 30 dias, que têm uma ótima feat do Sidoka, só que as outras canções são bastante irregulares em seus arranjos no caso Lilás, Maníaca e 2AM. A verdade é que após as 4 primeiras músicas, mostrou que a ordem das faixas ficou muito errada. Enfim, essa última mixtape do Vino no ano de 2020 é muito irregular, mas que isso poderia ser recuperado num futuro novo trabalho.

Meu Amigo Diário, Vol. 1 – M.A.D – Yunk Vino 





















NOTA: 9,2/10


Depois de 3 anos de espera, é lançada a 5ª mixtape e, por enquanto, o último trabalho de Yunk Vino, intitulado Meu Amigo Diário, Vol. 1. Esta mix traz uma abordagem que mostra um amadurecimento pessoal do rapper. A história por trás do nome ser um diário é praticamente uma alusão que Vino tem de que, de alguma forma, a música é como um diário, afinal, todo o trabalho que ele faz é como se fosse um desabafo, tanto que sua parte lírica nesta obra é bastante notória. Uma novidade é que tem outros produtores por trás deste trabalho, como Bvga Beatz, Caio Passos e apenas Nagalli, que voltou a trabalhar com Vino mais uma vez. Todos eles fizeram um trabalho bastante eficiente e sem aquela bagunça que ocorreu na última mix. O repertório desta vez ficou novamente bem ordenado e cheio de faixas maravilhosas, tendo um início muito bom com o hit Diálogo, que mostra o total desabafo do rapper, embora a letra não mostre esse contexto de forma explícita. Logo depois, as outras canções completam ainda mais toda a proposta por trás desta mixtape, sendo todas muito boas, como Animais, Made It!, P.J.L, Jogo Sujo, que conta com a participação de Veigh, agora já consolidado após seu álbum de estreia, e a interessante canção Antes de Ter Esse Show, que tem uma abordagem de lifestyle muito boa. Enfim, funcionou muito bem toda a abordagem por trás deste repertório. Sendo assim, mais um ótimo trabalho de Vino, novamente tendo aqueles flows absurdos e superando muito sua mixtape anterior.

Terreno Baldio – Terreno Baldio 





















NOTA: 10/10


Em 1975, foi lançado o não tão conhecido, porém maravilhoso álbum de estreia do Terreno Baldio. Uma banda que foi formada há 2 anos antes, com o vocalista João Kurk, Mozart Mello na guitarra, João Ascenção no baixo, Roberto Lazzarini no teclado e Joaquim Correia na bateria, criaram juntos uma banda que surfou na grande era do rock progressivo no Brasil e mundialmente nos anos 70. Este disco foi produzido pelo italiano Cesare Benvenutti, que viu um dos shows da banda fazendo covers e viu potencial neles, os chamando para gravar seu primeiro disco. Toda sonoridade apresentada mostra uma grande inspiração em outra banda inglesa de rock progressivo, o Gentle Giant, tanto que não é à toa que eles foram bastante apelidados como a versão brasileira deles. Todas as faixas presentes nesse disco são maravilhosas, bem ordenadas e logicamente parecendo uma coletânea, com letras e arranjos totalmente hipnotizantes como Pássaro Azul, Loucuras de Amor, Água que Corre que tem uma sonoridade bem peculiar e a espetacular Grite, que se tornou meio que um hino da banda (até porque no terreno baldio realmente você pode gritar). Sério, maravilhosas todas as faixas. No final de tudo, é um disco espetacular que envelheceu muito bem e, por mais que não seja reconhecido, é um dos melhores álbuns nacionais de todos os tempos.

Além das Lendas Brasileiras – Terreno Baldio




















NOTA: 9,9/10


Dois anos depois, foi lançado o segundo e infelizmente último álbum da banda, com uma temática bem diferente da apresentada em sua estreia. Lançado após a saída do baixista João Ascenção, que foi substituído por Rodolfo Braga, baixista da banda Joelho de Porco, o que foi uma ótima implementação para a banda. Este disco foi novamente produzido pelo mesmo produtor e, desta vez, foi lançado pelo selo da Continental, enquanto o 1º álbum foi lançado pelo selo da Pirata (e não, ele não foi pirateado). A sonoridade continuou sendo bastante inspirada no Gentle Giant, agora com uma implementação de temas folclóricos nacionais e muito mais elementos de jazz em seus arranjos. O repertório, mais uma vez, é excelente e cheio de canções que, apesar de as letras serem cômicas, são maravilhosas, como Caipora, Curupira, Passaredo (que é um cover bem legal da música de Chico Buarque) e Saci-Pererê, que tem uma história curiosa: a Rede Globo cogitou usar essa música no seriado Sítio do Pica-Pau Amarelo, mas no final foram escolhidas as músicas de Gilberto Gil. Após isso, em 1979, a banda acabou devido à queda do gênero progressivo na grande mídia, embora tenha havido momentos em que a banda voltou a fazer turnês. Até que, em 2017, o vocalista João Kurk veio a falecer. Mas enfim, apesar disso, este álbum é outro clássico e, junto com o primeiro, são duas grandes obras-primas da música brasileira, embora a banda nunca tenha recebido reconhecimento.

Evil Empire – Rage Against The Machine 





















NOTA: 9,7/10


Quatro anos após o seu magnífico álbum de estreia, o Rage Against The Machine retorna com seu 2º álbum trazendo a mesma proposta que tinha dado certo. Lançado após algumas brigas internas que a banda teve, que quase ocasionaram um fim prematuro da banda, eles conseguiram voltar enfim para o estúdio para gravar esse disco, cujo título vem de uma origem de um termo usado no início dos anos 80 pelo presidente Ronald Reagan e por muitos conservadores americanos para descrever a União Soviética. Dessa vez, esse disco foi produzido pelo excelente produtor Brendan O’Brien, que elevou ainda mais a característica da banda de misturar Hip Hop/Rap com Rock. E não só isso, esse álbum em determinados momentos soa mais como um Metal Alternativo. Eu até diria também como Nu Metal, mas por mais que o Rage seja um dos padrinhos do gênero, eles nunca foram de cabeça para aquela onda que já estava bastante popular. O repertório, mais uma vez, é bastante diversificado, com muitas canções maravilhosas, apesar de que Wind Below seja a faixa mais fraca e regular desse disco, as músicas como People of the Sun, o hit Bulls on Parade e Down Rodeo são bastante incríveis pelas letras falando de desigualdade, resistência e a militarização que a sociedade americana estava passando, fora outras canções muito boas como Revolver e Year of tha Boomerang. Sendo assim, mais um disco excelente, cheio de energia e mais uma vez muito pesado.

The Battle Of Los Angeles – Rage Against The Machine 





















NOTA: 9,8/10


Depois de mais um tempo de espera, é lançado o maravilhoso The Battle of Los Angeles, que chega a ser tão explosivo quanto o álbum de estreia. Mais uma vez, veio para quebrar aquela linha política que o governo dos Estados Unidos estava seguindo, principalmente durante o quase período de eleição que se aproximava. O título desse álbum tem a ver com o alarme falso de um ataque aéreo, no qual as forças militares dos Estados Unidos abriram fogo contra o que foi considerado uma invasão japonesa. Por mais que o título possa parecer estar relacionado com os Distúrbios que aconteceram na cidade no ano do lançamento do primeiro álbum do Rage, na verdade tem origem em outro acontecimento. Mais uma vez, a produção continuou sendo a mesma, com Brendan O’Brien, que junto à banda, captou um som ainda mais intenso. Isso se reflete principalmente nos vocais de Zack de La Rocha, que são verdadeiros gritos, e nos maravilhosos riffs de Tom Morello, que são absolutamente memoráveis. O repertório começa de um jeito incrível com as maravilhosas faixas Testify, Guerrilla Radio, Calm Like a Bomb, Mic Check e Sleep Now In The Fire, que são perfeitas em tudo, e também as outras canções como Born As Ghosts e Voice of the Voiceless, que têm um contexto de crítica social muito bem pensada. Mais um repertório perfeito da banda. Em suma, é um disco maravilhoso que seguiu muito bem a fórmula que os discos anteriores apresentaram e que foi o último trabalho com material inédito.

Renegades – Rage Against The Machine 





















NOTA: 9/10


Chegando ao último álbum de estúdio do Rage Against The Machine até o momento (que é o trabalho final da banda), o Renegades, foi lançado numa época que culminou no fim do Rage. Bom, o que aconteceu foi que após o relativo sucesso do disco anterior, várias coisas aconteceram, como quando eles gravaram o clipe de Sleep Now In The Fire, fechando a Bolsa de Valores em Nova Iorque, o constrangedor momento em que o baixista Tim Commerford escalou o set no palco do VMA da MTV após o Rage ter perdido o prêmio de melhor vídeo de rock para o Limp Bizkit, e logo um mês após isso, Zack de La Rocha anunciou que sairia da banda devido a um desgaste que estava tendo com os outros integrantes. No final do ano de 2000, lançaram esse presente de despedida para os fãs. O álbum foi inicialmente produzido por Brendan O’Brien, que colaborou em apenas uma faixa, e logo depois, o restante do trabalho foi produzido por Rick Rubin, que fez uma ótima produção. Dessa vez, o repertório era composto inteiramente de covers, tanto de bandas e artistas dos anos 60 até algumas atuais da época, e, por mais que tenha 2 covers fracos em The Ghost of Tom Joad e In My Eyes, as outras ficaram maravilhosas, como Pistol Grip Pump, Renegades Of Funk e How I Could Just Kill a Man do Cypress Hill. Enfim, após esse lançamento, os outros integrantes da banda criaram o Audioslave junto com Chris Cornell. No fim, o último trabalho do Rage é bastante legal, apesar de ter sido bem diferente dos discos anteriores.

Magical Mystery Tour – The Beatles 





















NOTA: 9,1/10


Falando agora sobre o álbum Magical Mystery Tour, que foi lançado como um EP duplo na Inglaterra e nos Estados Unidos como um LP, pois é mais uma das confusões dos lançamentos da banda nesses dois países. Mas enfim, esse disco chegou após o lançamento do maravilhoso Sgt. Pepper’s e vindo daquele período de experimentação que os Beatles estavam passando. Então o Paul McCartney pensou em criar um filme trazendo aquela vibe psicodélica. Só que isso demorou para acontecer, até porque a banda tinha entrado num retiro de meditação transcendental por Maharishi Mahesh Yogi, e também porque o empresário da banda tinha falecido. Aí foi só um tempo depois que o projeto saiu do papel. E mais uma vez, esse trabalho foi produzido, obviamente, pelo George Martin e não teve nada de inovador, até porque foram usadas as mesmas técnicas utilizadas no seu antecessor e olha que a produção demorou para fazer a mixagem desse disco. Enquanto que o repertório foi dividido em uma primeira metade sendo a trilha sonora do filme, com canções como a faixa-título, Your Mother Should Know e I Am The Walrus (que é outra canção inspirada em uma das experiências de John Lennon com o ácido), enquanto que a segunda metade são os singles que foram lançados naquele ano de 1967, como Hello, Goodbye, Penny Lane e a gloriosa All You Need Is Love, sendo um repertório bem interessante. Sendo assim, mais um disco bem legal e sendo uma trilha sonora boa para um filme tão ruim.

Garage Inc. – Metallica  





















NOTA: 8,9/10


Antes mesmo de surgir aquele lixo do St. Anger e após o lançamento dos irmãos gêmeos Load e Reload, o Metallica decidiu fazer um novo trabalho totalmente diferente. A motivação desse álbum se deve que o Metallica sempre gostou de pegar músicas de outras pessoas e transformá-las no jeito que a banda sempre fez o seu som. Outro motivo foi que eles fizeram esse disco mais para poder reconquistar a confiança dos fãs idiotas que ainda estavam revoltados com a mudança de sonoridade desde o Black Album, enfim, aquela chatice que eu já comentei. A produção desse disco acabou gravando-o em um estúdio caseiro, dando uma pegada mais crua e raiz. Sem contar que a banda pediu para Bob Rock fazer com que o som não ficasse muito polido, sendo bem mais simples e dando uma impressão de que o Metallica era uma banda de garagem. E o repertório foi dividido em duas partes, sendo a primeira parte covers recém-gravados que ficaram tão bons quanto as versões originais, no caso de Die, Die My Darling do Misfits, Whiskey In The Jar e Tuesday’s Gone do Lynyrd Skynyrd, enquanto que a outra parte é uma junção de lados B com o repertório do raro The $5.98 E.P. – Garage Days Re-Revisited. Vale destacar as faixas The Small Hours e So What, e todas as faixas covers foram uma alternância entre Heavy Metal, Hardcore Punk e até música popular. No final, é um trabalho excelente e que foi uma ótima ideia que a banda trouxe, vale muito a pena ouvir este disco.

Então é isso, um abraço e flw!!!

segunda-feira, 12 de agosto de 2024

Analisando Discografias - Metallica (RA: VIX)

   

Ride The Lightning – Metallica





















NOTA: 10/10


Após o Kill ’Em All, o Metallica veio com o Ride The Lightning, que é ainda mais impressionante do que sua estreia, focando muito mais no Thrash Metal e com letras mais profundas. Enquanto no primeiro disco o som era muito mais cru, aqui no segundo eles exigem muito mais da técnica. A maioria das vezes, o som começa de forma acústica e logo vem com uma explosão de guitarras que marca bastante este álbum. O repertório é ainda mais espetacular do que o primeiro, sendo completamente perfeito e muito bem pensado. Não é à toa que ele parece uma coletânea. O segundo álbum brilhou muito mais, e ele é muito mais que uma obra-prima e sim um espetáculo.

Master of Puppets – Metallica 





















NOTA: 10/10


Falar sobre esse álbum não dá para explicar em palavras, o poder que este disco tem é assustador. Embora não seja tão conceitual como foi o Ride The Lightning em termos dos temas abordados, as letras aqui tratam mais de dominação e impotência. A sonoridade desse álbum é algo inacreditável; parece que eles reuniram toda a sonoridade dos dois discos e triplicaram a técnica de forma perfeita neste álbum. James Hetfield e Kirk Hammett protagonizam cada duelo de guitarras espetaculares, e Lars Ulrich manda muito bem dessa vez. Quanto ao Cliff Burton, é simplesmente incrível o que ele faz com seus riffs. Infelizmente, este foi seu ultimo trabalho com Metallica, pois ele acabou morrendo de forma trágica no acidente de ônibus da banda em Estocolmo. Apesar de tudo, esse disco com quase 40 anos de existência, é uma obra-prima e um dos melhores de todos os tempos.

...And Justice For All – Metallica 





















NOTA: 9,8/10


Após o sucesso do Master Of Puppets e o triste fim do Cliff Burton, o Metallica volta com seus 3 membros remanescentes junto com seu novo baixista Jason Newsted que era um fãzasso da banda. Este disco tem aquela sonoridade pesada, raivosa e alucinante. Só que um dos pecados desse disco foi sua produção bem estranha, com algumas músicas com quase o mesmo arranjo e também o som inaudível do baixo do Jason, que também foi uma sacanagem que os membros da banda fizeram com ele, isso e outros tipos de bullying que a banda praticava com o coitado. Mas, num contexto geral, é um baita álbum e ele merece ser tratado como um clássico.

Metallica (Black Album) – Metallica





















NOTA: 10/10


O Black Album é algo incrível e foi uma aposta para ampliar ainda mais o público da banda, e deu muito certo. Deixando de lado o Thrash Metal para ir para o Heavy Metal, sendo mais comercial e melódico, a agressividade em várias músicas é quase igual aos discos anteriores, porém mais reduzida, enquanto que nas poucas baladas que tem, elas são belíssimas. E a produção do Bob Rock deixou a banda em um profissionalismo gigantesco que nunca mais sairia da banda, e é claro que os fãs mais radicais detestaram esse disco de forma tão imbecil, falando que eles se venderam e que a banda morreu, enfim, pura burrice. Deixando isso de lado, esse disco envelheceu muito bem, sendo um disco sensacional e tendo um papel fundamental no Heavy Metal.

Load – Metallica 





















NOTA: 4/10


Então chegamos na fase odiada da banda com seu sexto álbum o Load, com uma pegada mais Hard Rock, dando um som mais groovado, polido e com letras com mais profundidade, abandonando totalmente a fase Thrash Metal. E de cara quando você ouve esse disco tu percebe que o som tá muito mais comercial que o Black Album, só que infelizmente ele é um compilado de músicas ruins e medianas, ele até te ilude que ele vai melhorar lá no final da primeira metade do disco, só que novamente volta aquela chatice. E na época que esse álbum foi lançado os membros estavam muito diferentes os cabelos estavam curtos, com delineador e usando roupas de grife deixando os truezões putos da vida, e esse disco era pra ter sido duplo só que o outro repertório foi deixado pro álbum seguinte.

Reload – Metallica 





















NOTA: 5/10


E falando nele, no ano seguinte o Metallica lançou o Reload sendo a continuação do que um dia seria um álbum duplo, mas a verdade é que eles são dois irmãos gêmeos. E bem esse disco é praticamente a mesma coisa do anterior só que ele é um pouco mais rápido em seus riffs, e assim ele até te anima nas primeiras músicas só que quando vai da metade até o fim ele vira aquela chatice do álbum anterior com a maioria das musicas sendo ruins e medianas. De forma resumida o Load é um álbum ruim e o Reload ele é mais mediano, mas os dois juntos são horríveis.

St. Anger – Metallica 





















NOTA: 1/10


Agora chegamos nele no terrível St. Anger uma verdadeira porcaria em forma de disco. O que tinha de antecedente nessa época era que o James Hetfield tinha se internando numa clínica de reabilitação pra tratar do alcoolismo e também que o Jason Newsted tinha saído/sido demitido da banda e ai o Bob Rock gravou o baixo desse disco, claro que logo depois eles contrataram um novo baixista que foi o Robert Trujillo. Agora falando dessa resenha do demônio ele tem uma sonoridade mais Metal Alternativo e Nu Metal só que ficou muito forçado, a produção é muito confusa, as músicas são terríveis, e muitas vezes pede solo de guitarra do Kirk Hammet mas não acontece e a bateria do Lars (MEU JESUS!) parece que ele tá tocando com um panelão ou até com aqueles latões de tinta. De forma resumida, são 1 hora e 15 minutos de pura tortura que parece que nunca vai acabar.

Death Magnetic – Metallica 





















NOTA: 2,8/10


Cinco anos após o último lançamento, o Metallica chega com o Death Magnetic sendo o primeiro álbum sem o Bob Rock que deixou de ser o produtor depois de um começo muito bom, mas com o tempo virou uma decadência. Quem acabou assumindo a produção foi o Rick Rubin. O disco tem uma sonoridade parecida com o Load e o Reload, porém mais rápido e Thrasheiro, meio que a banda voltou às suas origens. Mas a verdade é que muitas músicas não se conectam com o refrão e tem um tom sem graça e muito chato. E olha que esse álbum conseguiu fazer o fã mais raiz ter ‘‘ejaculação precoce’’, falando que a banda voltou as origens. Enfim, esse álbum não tem uma perspectiva inspiradora sendo bem ruinzinho, mais que algumas coisas apresentadas fossem melhoradas e muito bem arranjadas num futuro novo álbum.

Hardwired... To Self-Destruct – Metallica





















NOTA: 9/10


O álbum sucessor do Death Magnetic mostrou um retorno às origens de forma muito mais consistente e, ainda assim, foi subestimado pelos fãs. O disco duplo teve uma produção impecável do Greg Fidelman e este álbum fez com que a banda repudiasse o sucesso dos anos 90, buscando uma sonoridade agressiva, raivosa e pesada. O repertório do disco é uma sequencia de porrada na sua cara do começo ao fim, e a penúltima música é uma homenagem ao recém-falecido Lemmy Killmister, do Motörhead, que ficou excelente. No entanto, um dos pecados do disco foram os riffs lentos de James e alguns riffs que não são muito profundos. Este disco mostrou novamente a estabilidade pra banda e é um dos melhores discos desde o Black Album e que não merecia o desmerecimento dos fãs mais idiotas.

72 Seasons – Metallica 





















NOTA: 9,2/10


O novo álbum do Metallica que completa exatamente um ano daqui um mês, é magnífico e possui uma qualidade igual ao último álbum. As músicas têm uma mixagem esplêndida e os riffs não apenas lembram os tempos da era Thrash, como no Kill ‘Em All, mas também, logicamente, do Black Album. A velocidade das músicas é extrema e possui uma agressividade muito melhor do que no disco anterior. E não há um elemento que esteja deslocado em seus arranjos; tudo está em seu devido lugar e a parte lírica foi muita inspiradora, com temas mais reflexivos e até violentos. Para mim o único defeito que é bastante perceptível, foi que algumas músicas são muito longas, mas por conta de uma repetição no seus riffs e não sendo objetivo, tornando-se algo desnecessariamente prolongado. Esse último álbum foi excelente, rápido, pesado e mostrando o quanto o Metallica é gigantesco e que não precisa se adequar ao som do momento.

É isso ai então flw!!! 

quinta-feira, 1 de agosto de 2024

Reviews Antigas I

Led Zeppelin IV - Led Zeppelin 





















NOTA: 10/10


Um dos melhores álbuns, não só do rock, mas também da história da música. Com uma excelente linha vocal de Robert Plant e arranjos musicais todos coerentes, nem precisamos dizer que o repertório é sensacional. Simplesmente, um disco que qualquer pessoa no mundo deve escutar.

Rage Against The Machine - Rage Against The Machine 




















NOTA: 10/10


Um excelente disco, com um som pesado e uma mistura perfeita de Rap com Metal. Sem contar que Zack de la Rocha está incrível nos vocais e Tom Morello arrasando na guitarra. É simplesmente um dos maiores discos de rock e metal de todos os tempos.

Tommy - The Who 





















NOTA: 10/10


Um disco brilhante, com um repertório perfeito, muito bem escrito e roteirizado, sendo uma ópera-rock perfeita. É um álbum que conta a história de um homem chamado ''Tommy'', cuja principal característica é ser cego, surdo, mudo e campeão de pinball. Este disco realmente te faz sentir como se você estivesse ouvindo uma história, fazendo você até entrar nela. Um baita disco!

The Dark Side of The Moon - Pink Floyd 





















NOTA: 10/10


Também é um dos melhores álbuns, não só do rock, mas também da história da música. Simplesmente uma obra-prima, do começo ao fim, um espetáculo. O vocal impressionante de Roger Waters e os arranjos maravilhosos das músicas ficam na cabeça.

Straight Outta Compton - N.W.A 





















NOTA: 10/10


Um dos melhores discos de Hip-Hop/Rap da história, uma verdadeira obra-prima. O repertório é ótimo, as letras fazem todo sentido e as batidas são excepcionais. Um disco que qualquer pessoa que gosta de Rap precisa ouvir.

Raimundos - Raimundos 





















NOTA: 8,8/10


É um discaço, e mesmo tendo envelhecido mal por conta do politicamente correto e algumas músicas que deixam a desejar, ele ainda é um disco excelente e marcante para um álbum de estreia.

Paranoid - Black Sabbath 





















NOTA: 10/10



Um álbum 100% sensacional, com o vocal de outro mundo do ''morcegão'' Ozzy Osbourne e a parte instrumental impecável dos outros integrantes, faz com que o repertório deste disco pareça uma coletânea. Este segundo álbum, juntamente com o primeiro, fez com que o Black Sabbath criasse, sem querer, o Heavy Metal, revolucionando o Rock.

Máquina do Tempo - Matuê 





















NOTA: 9,8/10


O Matuê fez um álbum de estreia muito interessante, pois essa junção de música psicodélica com Trap foi algo inovador. Ele conseguiu mudar o cenário do Trap nacional; um álbum espetacular do início ao fim.

Transpiração Contínua Prolongada - Charlie Brown Jr. 





















NOTA: 10/10


Um álbum de estreia espetacular, com uma ótima sonoridade e uma junção muito boa de gêneros como Skate Punk, Reggae, Rap e Ska. Realmente, o Charlie Brown Jr. teve um começo em grande estilo.

Kill 'Em All - Metallica 




















NOTA: 9,2/10


Está aí mais uma banda que fez um excelente álbum de estreia. As músicas desse disco, além de serem rápidas, são uma pedrada atrás da outra. Foi graças a esse álbum que surgiu um novo subgênero, o Thrash Metal, que foi um divisor de águas. O fato é que esse álbum é esplêndido, atemporal e nunca deixará de ser um clássico.

É isso família por hoje é so e flw!!! 

Analisando Discografias - Imagine Dragons

                  Night Visions – Imagine Dragons NOTA: 1/10 (É... partiu). No ano de 2012, o Imagine Dragons lançava seu álbum de estreia, ...