Mostrando postagens com marcador Roberto Carlos. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Roberto Carlos. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 16 de dezembro de 2024

Analisando Discografias - Extra dos EPs do Roberto Carlos

                  

Esse Cara Sou Eu – Roberto Carlos





















NOTA: 1/10


Mas é claro que sua discografia não acabou totalmente, pois, em 2012, ele lança o EP intitulado Essa Cara Sou Eu. Após o último álbum, aconteceram várias coisas com o Rei, como o processo contra Paulo César de Araújo, devido à sua biografia não autorizada, que trazia todos os detalhes de sua carreira, mas que em nenhum momento o desrespeitou. Além disso, ele também lançou um álbum ao lado de alguns cantores Sertanejos, mas, nesse meio tempo, gravou um material inédito. Produzido por Guto Graça Mello em parceria com Dody Sirena, o EP apresenta uma sonoridade intimista, típica de suas baladas românticas. Com arranjos simples, mas sem a refinação que costumava ter. O repertório, que apresenta 4 faixas, é pavoroso, especialmente a faixa-título, que empesteou todos que vivenciaram aquela época. Enfim, assim como seus últimos álbuns de estúdio, esse EP é simplesmente horrível. 

Melhores Faixas: (não tem nada) 
Piores Faixas: Esse Cara Sou Eu, Furdúncio

Roberto Carlos (2017) – Roberto Carlos 




















NOTA: 1/10


Cinco anos se passaram, e, não contente, ele retorna lançando mais um EP autointitulado, que dá para chamá-lo de Roberto Carlos (2017). Após o sucesso de Esse Cara Sou Eu, ainda aconteceram algumas coisas, como processos contra Tiririca e até contra Nicolás Maduro, que utilizou uma das músicas do Rei em sua campanha eleitoral (justo). Mas voltando, esse novo trabalho surge em um momento em que o mercado fonográfico migrou fortemente para o digital, e o cantor precisava renovar seu catálogo. A produção do EP envolveu uma equipe experiente e colaborativa, que desta vez conseguiu deixar os arranjos mais refinados, mas ainda manteve aquela sonoridade chatíssima de sempre, sem qualquer inovação. O repertório é completamente horroroso, com canções vergonhosas, especialmente pela participação da pavorosa Jennifer Lopez. No final de tudo, é mais um trabalho ridículo, que demonstra o motivo pelo qual a carreira de Roberto Carlos decaiu tanto. 

Melhores Faixas: (.....zzzzz.....) 
Piores Faixas: Sereia, Chegaste
  

Analisando Discografias - Roberto Carlos: Parte 16

                 

Roberto Carlos (1996) – Roberto Carlos





















NOTA: 2,3/10


Em 1996, Roberto Carlos lançava mais um disco, marcando o último de sua sequência anual (até que enfim). Após entregar mais um trabalho ruim, este álbum tentou resgatar a essência de um período que unia temas de amor e religiosidade, característico da boa fase que marcou sua discografia dos anos 70, antes de ficar genérico. A produção manteve praticamente a mesma estrutura, trazendo uma equipe técnica robusta e músicos renomados, como Carlos Bala na bateria e Tutuca Borba nos teclados. Os arranjos sofisticados, assinados por Eduardo Lages e Charlie Callelo, buscaram equilibrar elementos orquestrais e instrumentos populares, criando um contraste confuso entre o clássico e o contemporâneo. O repertório, como já sabemos, é fraquíssimo, mas há algumas canções interessantes, ainda que o resultado geral esteja longe de ser excelente. No fim, é mais um trabalho horroroso, e, felizmente, a partir desse ponto o Rei parou de lançar discos anualmente. 

Melhores Faixas: Como É Grande O Meu Amor Por Você, O Terço 
Piores Faixas: Quando Digo Que Te Amo, Mulher de 40 (ele só atira para todos os lados kkkk), Cheirosa, Comandante Do Seu Coração

Roberto Carlos (1998) – Roberto Carlos





















NOTA: 1/10


Dois anos se passaram, e o Rei lança seu 37º álbum de estúdio, que também pode ser considerado um álbum ao vivo (calma que eu explico). Após um intervalo um pouco maior sem lançar algo inédito, ele trouxe basicamente novas canções que transitavam entre o popular, o religioso e o romântico. A produção, comandada por Eduardo Lages, acabou mesclando faixas de estúdio com performances ao vivo, equilibrando arranjos sofisticados e simplicidade instrumental. Isso aconteceu devido ao agravamento do estado de saúde da então esposa do cantor, Maria Rita, o que levou Roberto Carlos a praticamente abandonar as gravações. A gravadora Sony precisou completar o repertório de 10 faixas com seis canções gravadas ao vivo em shows, mas, no geral, o resultado é ruim e enfadonho. No fim, este álbum é bem fraco, e não apenas por conta da confusão na sua finalização. 

Melhores Faixas: (..........) 
Piores Faixas: Meu Menino Jesus, Vê Se Volta Para Mim, De Tanto Amor, Outra Vez

Amor Sem Limite – Roberto Carlos 





















NOTA: 1/10


O tempo passou, e já no início dos anos 2000, era óbvio que o Rei lançaria mais um álbum. Após o trabalho anterior, este novo disco veio em meio a períodos difíceis para o cantor, incluindo a perda de sua esposa, Maria Rita, que influenciou profundamente algumas das composições. Os temas variam entre o amor romântico, a espiritualidade e reflexões sobre a vida, e olha que o conceito é bastante interessante. Produzido por Mauro Motta e com uma grande equipe por trás, trouxeram uma sonoridade refinada, combinando instrumentos acústicos e orquestrações, destacando o tom emotivo e introspectivo. No entanto, tudo é equilibrado com aquela mesma fórmula confusa e comercial que mistura um som modernoso com orquestrações contemporâneas. Refletindo num repertório novamente horroroso, com canções totalmente tediosas e algumas recicladas. Enfim, mesmo com a virada da década, Roberto Carlos continuou entregando álbuns ruins. 

Melhores Faixas: (.........) 
Piores Faixas: O Grude (Um Do Outro), Eu Te Amo Tanto, Amor Sem Limite, Momentos Tão Bonitos, Mulher Pequena

Pra Sempre – Roberto Carlos





















NOTA: 2/10


Três anos se passaram, e Roberto Carlos lança mais um álbum, desta vez sem um monte de material reciclado. Após o lançamento do disco de 2000, Roberto chegou a gravar um Acústico MTV, que foi uma confusão para fazê-lo, e agora apresenta um novo trabalho um pouco mais introspectivo, refletindo o impacto da perda de sua esposa, Maria Rita, falecida em 1999. A produção foi comandada por Guto Graça Mello e Mauro Motta, que criaram arranjos que preservam a sonoridade clássica do artista, misturando baladas orquestradas com elementos modernos de MPB e Pop romântico. Nesse projeto, a ideia foi tentar fundir características das diferentes fases da carreira do cantor. No entanto, como era de se esperar, o repertório é novamente horroroso, com apenas uma canção interessante que lembra os tempos da Jovem Guarda. Em suma, é mais um trabalho chatíssimo e sem nenhum glamour. 

Melhores Faixas: O Cadillac 
Piores Faixas: Como Eu Te Amo, História De Amor, Eu Vou Sempre Amar Você, Acróstico

Roberto Carlos (2005) – Roberto Carlos 





















NOTA: 1/10


Em 2005, é lançado o último álbum de estúdio de Roberto Carlos até o momento, e é bem provável que seja o definitivo. Após o álbum anterior, Roberto revelou que estava sofrendo de transtorno obsessivo-compulsivo, síndrome que o levou a um comportamento excessivamente supersticioso e fez com que ele abandonasse alguns espetáculos. Porém, após sessões de terapia, ele decidiu gravar mais um disco, trazendo aquelas mesmas composições de sempre. Produzido pela mesma dupla do álbum anterior, a sonoridade foi um pouco mais cadenciada, destacando o uso de cordas, piano e violão. No entanto, em determinados momentos, parecia que Roberto tentava seguir tendências e fazer um trabalho com influências do Sertanejo. O repertório, como era de se esperar, é pavoroso, com até uma canção com participação de Chitãozinho e Xororó, mas que não agradou. Enfim, esse trabalho é muito ruim e encerra a discografia do Rei de forma apática. 

Melhores Faixas: (...........) 
Piores Faixas: Arrasta Uma Cadeira, O Baile da Fazenda, Índia, Coração Sertanejo, Promessa
  

  Então é isso, um abraço e flw!!!      

domingo, 15 de dezembro de 2024

Analisando Discografias - Roberto Carlos: Parte 15

                 

Roberto Carlos (1991) – Roberto Carlos





















NOTA: 1,2/10


Indo para o ano seguinte, mais um álbum foi lançado, basicamente trazendo as mesmas coisas de sempre. Após mais um disco ridículo, esse novo trabalho segue a tradição de trazer baladas românticas e mensagens positivas, com um monte dessas frases de autoajuda que você consegue encontrar num parachoque de caminhão. O álbum foi produzido majoritariamente por Mauro Motta e com uma pequena ajuda do Roberto Livi. A sonoridade foi a mesma de sempre, com arranjos refinados e aquela pasteurização que vinha desde a década anterior, ou seja, tudo continuou bastante comercial, só para tentar ter relevância. O repertório é o mais do mesmo, com um monte de canções românticas ou religiosas que são chatíssimas e que não são nem um pouco encantadoras. No fim, é outro trabalho terrível e que já não parecia ser novidade. 

Melhores Faixas: (...) 
Piores Faixas: Diga-me Coisas Bonitas, Todas As Manhãs, Pergunte Pro Meu Coração, Oh, Oh, Oh, Oh,

Roberto Carlos (1992) – Roberto Carlos





















NOTA: 1/10


Mais um ano se passou, e, lógico, mais um disco do Roberto Carlos foi lançado, sendo este a continuação do seu antecessor. Após o álbum de 1991, o Rei queria tentar pelo menos inovar, mantendo a essência romântica que caracterizava sua música, incorporando novas influências e colaborando com renomados compositores e produtores, tudo isso devido ao destaque que teve ao gravar seu nome na Calçada da Fama em Miami, nos Estados Unidos (não é a de Hollywood). A produção, feita em grande parte por Mauro Motta, foi gravada em estúdios de ponta no Brasil e nos Estados Unidos para garantir uma sonoridade refinada e todas aquelas mesmas coisas de sempre. Não inovou em basicamente nada, tudo sendo mais do mesmo. Igualmente ao seu repertório, que novamente é horrível, com canções totalmente sem carisma. Em suma, é mais um disco horroroso e que, mais uma vez, não teve capricho. 

Melhores Faixas: (.............) 
Piores Faixas: Você Mexeu Com A Minha Vida, Mulher Pequena, De Coração, Dito e Feito, Dizem Que Um Homem Não Deve Chorar

Roberto Carlos (1993) – Roberto Carlos 





















NOTA: 3/10


Em 1993, o Rei lança mais um disco (que novidade), que dessa vez tentou equilibrar um pouco mais para não ficar só no romantismo. Após seus últimos trabalhos terem sido verdadeiros desastres, ele continuou com as temáticas românticas e espirituais, mas também trouxe algumas inovações, como uma releitura de sucessos do passado e colaborações com compositores e produtores renomados. A produção, feita por Mauro Motta, contém uma equipe técnica de peso, incluindo Edu de Oliveira na engenharia de som e Rod Fuller na masterização. A produção foi cuidadosamente elaborada para manter o alto padrão sonoro característico do cantor, com arranjos que transitam entre o Pop romântico e o Soft Rock, integrando elementos de música brasileira e latina. O repertório continuou a mesma coisa, bem ruim, só que, pelo menos, tem algumas faixas interessantes. Apesar de ser um disco ruim, ele, pelo menos, foi o que mais tentou ter algo melhor que seus antecessores. 

Melhores Faixas: Nossa Senhora, Coisa Bonita 
Piores Faixas: Hoje é Domingo (verdade Roberto), Obsessão, Mis Amores

Roberto Carlos (1994) – Roberto Carlos





















NOTA: 1/10


No ano seguinte, Roberto Carlos lança mais um trabalho novo, que tentou ser ainda mais dinâmico. Após o seu antecessor, o Rei ganhou alguns prêmios, além de ter superado o número de vendagens de discos dos Beatles na América Latina, tudo isso com ele seguindo essa abordagem romântica e introspectiva, combinando temas de amor, espiritualidade e reflexões pessoais. A produção, feita pelo mesmo produtor de sempre, que continuou a trabalhar com a mesma equipe, conseguiu manter a qualidade sonora refinada. Aqui, a sonoridade ficou mais orquestrada e deixou de lado os momentos mais envolventes que aconteciam nos trabalhos anteriores, mas a falta de ritmo continua. O repertório é meio que igual ao anterior, com músicas românticas e religiosas, só que dessa vez todas bem ruins. Sério, tem música pra TAXISTA que é ridícula. Mas, enfim, é mais um álbum horroroso e que fez o Rei se aprofundar no fundo do poço. 

Melhores Faixas: (.............) 
Piores Faixas: Alô, Quero Lhe Falar Do Meu Amor, Quando A Gente Ama, O Taxista

Roberto Carlos (1995) – Roberto Carlos 





















NOTA: 2,7/10


Mais um ano se passou, e Roberto Carlos lança mais um disco que novamente trazia um material que poderia ser descartado. Após lançar mais um disco horroroso, que misturava romantismo com espiritualidade, Roberto aprofunda essas temáticas com novos arranjos e composições introspectivas, para não dizer que ele não tentou fazer algo diferente. A produção foi aquela mesma de sempre, com uma sonoridade totalmente cadenciada para destacar tanto as cordas quanto os arranjos modernos de teclados e sintetizadores, só que, claro, tudo não deixou de ser orquestrado, ficando aquela confusão de som modernoso com som orquestrado contemporâneo. O repertório novamente é fraquíssimo, contendo um monte de canções ridículas, principalmente uma que foi feita para mulheres que usam óculos (sério, não tinha a menor necessidade), mas ainda tem umas faixas boas. No final de tudo, é outro trabalho ruim e completamente sem ânimo. 

Melhores Faixas: Quando Eu Quero Falar Com Deus, Quase Fui Lhe Procurar 
Piores Faixas: Amigo Não Chore Por Ela, Nunca Te Esqueci, O Charme Dos Seus Óculos
  

            Então é isso e flw!!!     

sábado, 14 de dezembro de 2024

Analisando Discografias - Roberto Carlos: Parte 14

                  

Roberto Carlos (1986) – Roberto Carlos





















NOTA: 2,5/10


Outro ano se passou, e Roberto Carlos lança mais um disco, na esperança de se conectar com seus fãs mais antigos. Após lançar mais um álbum ruim, o cantor, ainda desfrutando de seu status de ícone da música brasileira, continua investindo em arranjos sofisticados e temas que variam entre o amor e reflexões religiosas. A produção, apesar de refinada, conta com arranjos liderados por Lincoln Olivetti e Robson Jorge. A dupla trouxe uma sonoridade que mescla elementos acústicos com sintetizadores e programação eletrônica, sendo este o trabalho de Roberto Carlos que mais se aproxima das tendências lá fora. O repertório, que começa promissor com as duas primeiras faixas, logo se perde em mais do mesmo, com a típica sonoridade pasteurizada, incluindo até mesmo um Samba. No fim, é mais um trabalho ruim, repetindo os mesmos erros dos anteriores. 

Melhores Faixas: Apocalipse, Do Fundo do Meu Coração 
Piores Faixas: Quando Vi Você Passar, Nega, O Nosso Amor, Eu Sem Você

Roberto Carlos (1987) – Roberto Carlos 





















NOTA: 1/10


Outro ano se passou, e mais um disco do Rei é lançado, mais uma vez indo para aquele lado mais romântico. Após mais um lançamento, esse novo trabalho chega em um momento em que Roberto Carlos explorava novas sonoridades dentro de sua base romântica, mantendo seu público cativo enquanto acompanhava tendências de arranjos mais modernos. Produzido por Mauro Motta, o disco apresenta um equilíbrio entre o clássico e o moderno, típico da música brasileira dos anos 80. Os arranjos incluem sintetizadores e instrumentação eletrônica, mas o que mais se aparenta é que a sonoridade está abafada, o que sugere que o disco tenha sido mixado às pressas, só para ser lançado logo. O repertório, novamente, é péssimo, trazendo aqueles pastiches de baladas feitas para pessoas sem confiança. Enfim, é outro álbum terrível que mostra que Roberto Carlos se tornou uma completa memória afetiva para seus fãs mais antigos. 

Melhores Faixas: (...zzzzzz...) 
Piores Faixas: Ingênuo e Sonhador, Menina, Tô Chutando Lata, Coisas do Coração

Roberto Carlos (1988) – Roberto Carlos 





















NOTA: 3/10


Indo para 1988, Roberto Carlos lança mais um álbum de estúdio, e este aqui tentou ser um pouco mais lírico. Após o seu antecessor, este disco surge em um momento de continuidade de seu estilo romântico e com baladas emotivas, só que agora trazendo temas mais diversificados e um pouco mais motivacionais, tentando quem sabe repetir o sucesso que teve no início da década passada. A produção, novamente conduzida por Mauro Motta, conta com a mesma equipe de arranjadores, que complementaram deixando tudo orquestrado, incorporando instrumentos como violinos, violoncelos e sintetizadores. A sonoridade é mais convincente, só que tudo não deixa de ser bastante comercial. O repertório, mais uma vez, é terrível, mas pelo menos tem algumas canções boas, como a que tem a participação do Erasmo. No final de tudo, é outro disco chato e que não trouxe nada de relevante. 

Melhores Faixas: Papo de Esquina, Todo Mundo é Alguém, Se Você Disser Que Não Me Ama 
Piores Faixas: Se Diverte e Já Não Pensa em Mim, Se o Amor Se Vai (Si El Amor Se Va), Volver

Roberto Carlos (1989) – Roberto Carlos





















NOTA: 1/10


Mais um ano se passou, e Roberto Carlos lança mais um álbum, e aqui ele conseguiu piorar tudo o que seu antecessor conseguiu. Após mais um lançamento que não trouxe muitas diferenças, mesmo com Roberto ganhando o Grammy Latino, naquele período ele quis que sua musicalidade se tornasse ainda mais introspectiva e focada em temáticas sociais e românticas. A produção, conduzida por Mauro Motta, trouxe arranjos que seguiam a linha sofisticada, misturando elementos de música Pop, romântica e orquestrações elaboradas, algo que simplesmente não mudava. E como não havia nenhuma renovação, é óbvio que a sonoridade continuava sendo mais do mesmo. Com isso, eu nem preciso dizer que o repertório continuou terrível, com músicas que mais pareciam cópias das canções Sertanejas da época. Enfim, é mais um trabalho péssimo de Roberto, que ficou sem identidade. 

Melhores Faixas: (...) 
Piores Faixas: Amazônia (música bem superficial), O Tempo e o Vento, Pássaro Ferido, Só Você Não Sabe

Roberto Carlos (1990) – Roberto Carlos





















NOTA: 1/10


Mais uma década começava e era óbvio que haveria um lançamento novo de Roberto Carlos, mas que não trazia nenhuma novidade. Após finalizar a década de 80 só com trabalhos ruins, esse novo álbum é mais um fruto da parceria de longa data entre ele e Erasmo Carlos, além de outros compositores renomados. Ele também reflete influências do cenário internacional, com a gravação em estúdios de ponta nos Estados Unidos e no Brasil, lembrando que, naquele tempo, a CBS havia sido comprada pela Sony, então dá para entender essa majoritária. A produção foi coordenada pelo próprio Roberto Carlos, com colaborações de produtores experientes, como Sérgio Lopes, Mauro Motta e Roberto Livi, com aqueles mesmos arranjos de sempre, sem qualquer tipo de inovação. Refletindo em um repertório horroroso, com canções totalmente tediosas e que são tão divertidas quanto ver tinta secando na parede. Enfim, não tem o que falar, é só mais um álbum terrível. 

Melhores Faixas: (......não tem nada...) 
Piores Faixas: Super Herói, Quero Paz, Meu Ciúme, Como as Ondas Voltam para o Mar, Mujer
  

É isso, então flw!!!    

sexta-feira, 13 de dezembro de 2024

Analisando Discografias - Roberto Carlos: Parte 13

                  

Roberto Carlos (1985) – Roberto Carlos





















NOTA: 2,8/10


Aí se passa mais um ano, e com outro disco do Roberto Carlos lançado, seu 25º álbum de estúdio (sério, gente, nem eu tô aguentando mais). Depois de lançar dois trabalhos completamente execráveis. Naquele tempo, o cantor enfrentava um mercado competitivo, cheio de tendências, além de se perceber o seu desânimo, principalmente nos especiais de fim de ano, que já naquela época os convidados não eram mais escolhidos por ele, mas sim pela Globo. A produção feita pelo Mauro Motta, parceiro frequente do Roberto, que decidiu deixar os arranjos sofisticados ficarem mais convincentes, marcados pela presença de orquestras, cordas e metais, ou seja, aquela mesma sonoridade de sempre. O repertório dessa vez tem algumas faixas interessantes, mas, lógico, o que predomina são as baladas tediosas, sem qualquer tipo de grandiosidade. No fim, é só mais um disco ruim, mas que pelo menos tentou ter alguma coesão. 

Melhores Faixas: Verde e Amarelo, Paz na Terra, Contradições 
Piores Faixas: De Coração pra Coração, Pelas Esquinas da Nossa Casa, Símbolo Sexual

                                                    Então um abraço e flw!!!          

quinta-feira, 12 de dezembro de 2024

Analisando Discografias - Roberto Carlos: Parte 12

                  

Roberto Carlos (1983) – Roberto Carlos





















NOTA: 1/10


Indo para 1983, é lançado mais um álbum de estúdio do Roberto Carlos, e assim o romantismo voltou com tudo. Depois de mais um lançamento ridículo, o Rei, que havia se tornado o maior representante da música romântica brasileira, com um estilo já bem estabelecido que atraía públicos amplos e fiéis, principalmente aquelas que futuramente se tornariam tiazonas. A produção fez com que os arranjos ficassem mais refinados, utilizando grandes orquestrações que intensificavam o apelo emocional das músicas, deixando a sonoridade equilibrada entre baladas orquestradas e canções Pop, só que, como sempre, tudo bem arrastado. E o repertório ficou, mais uma vez, pavoroso e cheio de canções românticas insuportáveis. Enfim, é mais um trabalho horroroso e recheado de sofrência. 

Melhores Faixas: (não tem nada passa longe...) 
Piores Faixas: No Mesmo Verão, O Côncavo e o Convexo, Me Disse Adeus, Estou Aqui, Recordações e Mais Nada

Roberto Carlos (1984) – Roberto Carlos 





















NOTA: 1/10


Novamente, outro ano se passou, e o Rei lança mais um álbum, este que podemos dizer ser praticamente a continuação do seu antecessor. Após ter lançado mais um disco chato, Roberto Carlos processou, nesse meio tempo, o jornalista Ruy Castro por uma reportagem que detalhava seus romances na época da Jovem Guarda. Falando em romances, isso continuou sendo o tema principal neste disco. A produção do álbum contou com Eduardo Lages como principal arranjador e maestro, além dos lendários Lincoln Olivetti e Robson Jorge. Mas, mesmo tendo um time de alto nível, nem tudo aqui funciona muito bem, até porque tudo é pasteurizado, com uso de cordas, sintetizadores e afins. Já o repertório, como sempre, é horrível, cheio de canções ridículas, até incluindo uma canção para caminhoneiro (só que este sendo corno). Mas, enfim, é mais um trabalho horrível que demonstrava a tamanha decadência. 

Melhores Faixas: (...) 
Piores Faixas: Eu e Ela, Caminhoneiro, Sabores, Coração
  

                                                   Então um abraço e flw!!!        

quarta-feira, 11 de dezembro de 2024

Analisando Discografias - Roberto Carlos: Parte 11

                    

Roberto Carlos (1982) – Roberto Carlos





















NOTA: 2/10


Aí mais um ano se passou, e outro trabalho do Roberto Carlos é lançado, mais uma vez sem qualquer tipo de mudança. Após o álbum anterior, que, mesmo sendo bem ruim, se tornou o disco com o maior número de vendas de sua discografia, sua colaboração criativa com Erasmo Carlos se manteve, trazendo canções que exploram sentimentos profundos e temas cotidianos, só para não ficar fazendo apenas baladas. A produção fez a mesma coisa de sempre, combinando baladas românticas com ritmos populares. Com aquela sonoridade que reflete as tendências da música brasileira e internacional daquela época, com forte ênfase nos instrumentos de cordas e teclados, tudo isso para continuar fazendo sucesso. O repertório nem preciso dizer que é horroroso e tem apenas uma faixa boa; nem a música com a participação da Maria Bethânia se salva. Em suma, é um álbum horroroso e que não tem qualquer relevância. 

Melhores Faixas: Quantos Momentos Bonitos 
Piores Faixas: Amiga, Fera Ferida, Como é Possível, Fim de Semana

                                                     Então é isso e flw!!!       

terça-feira, 10 de dezembro de 2024

Analisando Discografias - Roberto Carlos: Parte 10

                  

Roberto Carlos (1980) – Roberto Carlos





















NOTA: 1,6/10


No início da década de 1980, Roberto Carlos lançou mais um trabalho sem apresentar qualquer mudança significativa. Após o fraquíssimo lançamento de 1979, o cantor teve um momento marcante no México, onde, em uma visita do Papa João Paulo II, a canção Amigo foi entoada por um coro de crianças em homenagem ao pontífice. Apesar disso, os shows do Rei continuavam lotados, e ele seguia ativo na criação musical. A produção manteve seu padrão habitual, com o uso de orquestras e arranjos ricos. No entanto, a sonoridade, reciclada e sem inovação, comprometeu a qualidade. O repertório, novamente é chatissimo e com todas as canções sendo muito ruins. Em suma, o disco é fraco e completamente inexpressivo, sem deixar qualquer impacto significativo. 

Melhores Faixas: ... 
Piores Faixas: Passatempo, O Gosto de Tudo, Confissão, Amante à Moda Antiga

Roberto Carlos (1981) – Roberto Carlos 





















NOTA: 3/10


Em 1981, Roberto Carlos lançou outro disco, e as coisas até melhoraram um pouco, apesar de quase não haver diferenças significativas. Após o álbum anterior, que trouxe hits como a pavorosa Amante à Moda Antiga, o cantor continuava explorando seu estilo característico de baladas românticas e mensagens positivas. A produção contou com arranjos sofisticados de Eduardo Lages e Jimmy Wisner, marcados por uma instrumentação orquestral que eleva o tom emocional das músicas. A sonoridade, totalmente Pop, não apresenta influências de MPB, Soul ou qualquer outro estilo, uma escolha feita para continuar mantendo o sucesso. Ainda assim, o repertório continou bem ruinzinho, e, embora existam algumas faixas boas, a maioria é genérica. No final, trata-se de mais um trabalho fraquíssimo e sem qualquer inovação. 

Melhores Faixas: Cama e Mesa, Tudo Pára 
Piores Faixas: Doce Loucura, Emoções, As Baleias, Eu Preciso de Você
  

                                                Então é isso, um abraço e flw!!!         

segunda-feira, 9 de dezembro de 2024

Analisando Discografias - Roberto Carlos: Parte 9

                    

Roberto Carlos (1979) – Roberto Carlos





















NOTA: 2/10


Já em 1979, mais um álbum do Rei foi lançado, e aqui as coisas ficaram um pouco mais romantizadas, para não dizer dramatizadas. Após o seu trabalho anterior, o cantor continuou a explorar temas românticos e introspectivos, alinhados à sua transição para uma abordagem que ficou completamente emocional. A produção foi aquela de sempre, com arranjos orquestrados pelo mesmo time de sempre. Os arranjos de cordas e a cuidadosa escolha instrumental reforçam o tom sentimental das canções. Ou seja, tudo aqui continuou extremamente comercial, só que, desta vez, as melodias encaixaram perfeitamente com as letras chatíssimas e inexpressivas de Roberto. Refletindo em um repertório ridículo, com canções que são um verdadeiro tédio. Enfim, este trabalho é fraquíssimo e muito ruim, sendo apenas o começo dessa infeliz decadência. 

Melhores Faixas: Voltei ao Passado 
Piores Faixas: Às Vezes Penso, Abandono, Meu Querido, Meu Velho, Meu Amigo Desabafo

                                                Então é isso, um abraço e flw!!!      

Review: Celestial do Papangu

                    Celestial – Papangu NOTA: 9,8/10 Recentemente, o Papangu retornou com seu 3º álbum de estúdio, o maravilhoso Celestial. ...