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domingo, 18 de agosto de 2024

Analisando Discografias - The Beatles, Led Zepellin e Charlie Brown Jr. (RA: XIV)

     

Let It Be – The Beatles





















NOTA: 9,2/10


Então chegamos ao ‘‘último álbum dos Beatles’’, o Let It Be, que não chega a ser um álbum controverso, mas sim muito massacrado de forma injusta. Esse disco inicialmente era para se chamar Get Back e também seria a trilha sonora de um documentário deles, da banda voltando a tocar ao vivo, só que isso nunca aconteceu e o nome do álbum acabou mudando. A sonoridade desse álbum além de ser um Rock e Blues, tem os seus traços de Folk e inclui arranjos de cordas e corais na sua mixagem, todos feitos por outro produtor, o Phil Spector, já que George Martin, na época das gravações, estava muito cansado das brigas frequentes que os membros tinham. Tudo isso contribuiu para uma crítica que as pessoas fizeram contra esse disco. Sem contar que o próprio Paul McCartney odiou essa implementação e pediu que fosse retirada. Como não foi atendido, ele acabou anunciando sua saída da banda, revelando também que após o lançamento do álbum anterior, John Lennon também já havia anunciado a sua saída da banda, embora isso não tivesse sido revelado publicamente. Isso não tira o mérito de canções maravilhosas como a faixa-título, Across The Universe e a subestimada One After 909. O que eu posso dizer é que este não foi o último álbum dos Beatles, mas sim o último lançado, pois o último foi Abbey Road. Tudo isso demonstra um álbum muito bom e que não merece a reputação baixa que ganhou.

Past Masters – The Beatles 





















NOTA: 8,5/10


Falando sobre essa coletânea, que é bastante importante, pois reúne primeiras versões de músicas que já estavam em outros discos, algumas que viraram apenas singles e até mesmo algumas canções em versão alemã. Basicamente, é um disco duplo dividido em duas partes: o Disco 1 apresenta um repertório com canções da fase da Beatlemania, enquanto o Disco 2 traz um repertório dos anos de estúdio da banda. E assim, juntando tudo isso, quase todas as músicas são boas, apesar de ter canções fraquíssimas como Slow Down, Old Brown Shoe e Across The Universe em sua versão feita para o World Wildlife Fund (WWF). Muitos fãs também reclamam das versões alemãs das canções I Want to Hold Your Hand e She Loves You, embora elas tenham sido muito bem executadas, foram duramente criticadas. E claro, não dá para esquecer de destacar canções maravilhosas como as primeiras versões de Get Back e a já falada I Want to Hold Your Hand, e também a excepcional canção Hey Jude, que foi escrita por Paul McCartney para confortar o filho de John Lennon, Julian, na época da separação de seus pais e no começo do relacionamento entre o John e a Yoko Ono. Mas enfim, essa coletânea, além de ter uma sonoridade muito fiel, é um disco que tem bastante consistência.

Led Zeppelin II – Led Zeppelin 





















NOTA: 10/10


Após uma estreia brilhante, logo chega o 2º álbum e a sequência do anterior, que é ainda mais sensacional. A sonoridade ainda continua sendo a mesma, mas a produção de Jimmy Page é ainda mais inacreditável de tão boa e atemporal que ela é, isso é claro sem deixar de lado os solos de guitarra que ele faz nesse disco, como em Heartbreaker, que quando chega na metade dessa canção, tudo para e fica só um solo dele, que já estava pronta, só que inicialmente não tinha esse solo e isso só foi inserido na hora da mixagem, e isso mostra um pouco da forma energizante que esse disco tem. E o grande hit desse álbum, Whole Lotta Love, que tem uma vibe psicodélica e maluca, que contém riffs pesados e bastante cru, tudo isso foi possível não só pelo Page, mas também pelo engenheiro de som desse disco, o Eddie Kramer, que graças a ele se tornou um dos maiores clássicos da banda. Também a de se destacar que a canção The Lemon Song foi gravada ao vivo em um estúdio em Hollywood na época da segunda turnê da banda na América do Norte. Sem contar que tem uma canção que é um instrumental de bateria, a Moby Dick, sendo ela esplêndida. E tudo isso mostra um repertório perfeito e mais uma vez muito bem ordenado. Em suma, apenas no segundo álbum o Led Zeppelin conseguiu criar um disco fantástico e um dos melhores de todos os tempos.

Led Zeppelin III – Led Zeppelin





















NOTA: 9,8/10


Logo depois veio o Led Zeppelin III, que é totalmente diferente dos dois primeiros discos, tendo uma mudança de sonoridade muito significativa. Insistindo muito mais no Blues e no Folk, e isso tem um motivo: antes de começarem as gravações desse disco, Jimmy Page e Robert Plant passaram umas férias com suas respectivas famílias em um lugar chamado Bron-Yr-Aur, lá no País de Gales, que por sinal nem tinha luz na casa onde eles se abrigaram. Foi daí que já começaram as ideias para a produção desse álbum, e por sinal, o nome desse lugar deu título para uma das canções desse disco. Falando do repertório, ele tem uma primeira metade que continua sendo o som tradicional da banda, Hard Rock, com adição de Blues sendo mostrado na clássica Immigrant Song e em Since I’ve Been Loving You, enquanto que a outra metade é muito mais acústica, como pode ser mostrado em Tangerine, mas não deixa de ser estranho. Assim, não foi uma tentativa ruim, ficou legal, mas causa uma irregularidade na estrutura do álbum. Um detalhe: a última canção, Hats Off To (Roy) Harper, por mais que pareça estranha, é uma homenagem ao cantor Roy Harper, que era muito conhecido no cenário Folk e que Jimmy Page era bastante fã. Mais uma vez, foi um trabalho muito bem produzido, que mostrou que a banda estava amadurecida. Realmente, um baita disco!

Houses of the Holy – Led Zeppelin 





















NOTA: 9,7/10


Depois de dois anos, o Led Zeppelin retorna com Houses of the Holy, seguindo a mesma fórmula do Led Zeppelin IV, sendo predominado pelo Hard Rock. Esse álbum foi criado num momento em que a banda quis fazer um som mais experimental, e a produção continuou tendo o mesmo foco que o álbum anterior, buscando fazer arranjos mais complexos e memoráveis, e logicamente conseguiram. Como por exemplo, eles experimentaram colocar um Reggae na canção D’yer Mak’er, que ficou espetacular e pode-se dizer que ficou uma faixa pop muito boa. The Rain Song tem uma sonoridade perfeita e a letra combina tanto que ela chega a ser memorável, sendo uma balada incrível. The Song Remains the Same, que inicialmente era pra ter sido apenas um instrumental, só que quando foram mixar, o Robert Plant de última hora achou que a música ficaria ainda mais legal se botasse uma letra nela, então de última hora ele colocou a letra nessa canção e isso melhorou ela ainda mais. Tudo isso mostrou mais uma vez um álbum que tem um repertório muito bem pensado, só que é claro não supera o disco anterior. Apesar de ser um álbum que ficou abaixo dos seus antecessores em alguns aspectos, ele não deixa de ser um trabalho muito bom.

Physical Graffiti – Led Zeppelin 





















NOTA: 10/10


Pouco tempo depois, a banda retorna com um disco duplo que é espetacular do início ao fim, o incrível Physical Graffiti. O trabalho na produção de Jimmy Page é bastante encantador e foi gravado em diversos estúdios, incluindo o famoso Headley Grange. O álbum apresenta uma qualidade sonora excepcional e uma mistura não só de Hard Rock, mas também de Folk e até Rock Progressivo. O repertório dos dois discos é impressionante, o que também faz parecer ser uma coletânea. Desde a maravilhosa canção Kashmir, que tem um arranjo totalmente progressivo, até a incrível In My Time of Dying, que tem 11 minutos de duração e não passa de um improviso. Esta canção é de 1927, composta por um artista Blues chamado Blind Willie Johnson, que originalmente tinha outro nome. Eles adaptaram ainda mais a melodia, o que chega a ser inacreditável. Além disso, há a canção Bron-Yr-Aur, que não é exatamente uma continuação de outra faixa do Led Zeppelin III; ela também acabou sendo mais uma homenagem ao lugar onde Plant e Page se abrigaram e começaram a produzir grande parte daquele álbum. Apesar de o Disco 1 ser muito melhor que o Disco 2 em termos de sonoridade, este último também tem bastante qualidade. Tudo isso mostrou mais uma obra-prima da banda, tornando-se um disco memorável.

Presence – Led Zeppelin 





















NOTA: 9,4/10


Um ano após um incrível último lançamento, foi lançado mais um álbum, só que ele chegou em uma época bastante problemática para a banda. Naquela época, Robert Plant teve um acidente de carro na Grécia em agosto de 1975, que o deixou com uma lesão e o fez começar a usar uma cadeira de rodas, precisando se afastar por um tempo. Mesmo assim, ele conseguiu gravar grande parte de seus vocais, mas a parte criativa do disco ficou com Jimmy Page, que produziu desta vez exigindo uma sonoridade novamente pesada e crua. Todo o álbum foi gravado em apenas 18 dias, o que foi o tempo de gravação mais rápido desde seu álbum de estreia. O repertório mostra que é bastante limitado, mas tem várias canções brilhantes, como Candy Store Rock e Achilles Last Stand, que têm influências de Rockabilly e um som mais progressivo. Mostrando uma enorme diferença em comparação com a subestimada Tea for One, que mesmo sendo melancólica e tendo uma história triste por trás, é uma canção muito bem arranjada. Isso demonstrou que o álbum conseguiu ser muito bem ordenado, apesar de ter sido criticado por ter tido uma mixagem apressada. Apesar disso, é um disco muito legal e que não merecia o desprezo que muitos fãs dão a ele, juntamente com o seu sucessor.

In Through the out Door – Led Zeppelin 





















NOTA: 9,1/10


Falando nele, o Led Zeppelin lança seu último álbum de estúdio ainda tendo uma grande influência que o seu álbum anterior apresentou, só que antes das gravações, Robert Plant passou por mais uma tragédia pessoal com a morte do seu filho de 5 anos. A banda também tinha passado por um exílio fiscal. Então, as gravações, que duraram apenas 1 mês, foram muito mais limitadas comparadas ao disco anterior, mostrando ainda uma tentativa de uma nova sonoridade com uma introdução de Art Rock. E, por incrível que pareça, tem um Samba em uma das canções desse álbum, que é uma canção muito boa, Fool in the Rain. Isso tem origem nas batidas tocadas na Copa do Mundo de 1978. Mas mesmo tendo outra música muito boa, que é All My Love, uma homenagem ao filho falecido de Plant, que tem um solo incrível de John Paul Jones, ele contém canções fraquíssimas e sem convicção, como South Bound Suarez e Carouselambra, que têm riffs mal executados. Após esse lançamento, infelizmente, John Bonham, que era um baterista excelente e um dos pilares da banda, acabou falecendo devido ao seu uso abusivo de álcool. Três meses depois, a banda anunciava a sua separação. Apesar de tudo isso, é um álbum muito legal e, mesmo mostrando suas irregularidades, juntamente com o anterior, são dois discos injustamente subestimados.

CODA – Led Zeppelin  





















NOTA: 8,6/10


Dois anos após o fim da banda, por conta da morte do baterista John Bonham, o Led Zeppelin meio que dá um último presente para seus fãs, lançando uma coletânea com músicas inéditas que não foram incluídas nos álbuns anteriores. O disco basicamente tem uma produção que não fez mudanças significativas nas canções que já tinham sido gravadas e uma mixagem que não foi muito bem aprimorada, faltando polimento. Um exemplo disso é a canção "Poor Tom", que além de estar muito mal mixada, o vocal de Robert Plant é ofuscado pelos instrumentos dos outros membros da banda. E das últimas canções, duas são totalmente genéricas que parecem ser demos que nem quiseram fazer uma versão final. No entanto, o restante das músicas são bastante energéticas e divertidas, como em I Can’t Quit You Baby, Ozone Baby e Wearing and Tearing. Este álbum, do início ao fim, não esconde uma sonoridade mais Rock and Roll e Blues, fugindo do característico Hard Rock que consolidou a banda. Apesar de ter tido uma grande queda em qualidade, é um álbum bastante interessante que encerra bem a história de uma das bandas mais lendárias de todos os tempos.

Preço Curto.... Prazo Longo – Charlie Brown Jr. 





















NOTA: 10/10


Agora chegamos no espetacular Preço Curto... Prazo Longo, que é inacreditável do começo ao fim. Ele tem esse nome devido ao fato de que, na época, os shows do Charlie Brown eram muito rápidos e tinham poucas músicas. Então, resolveram gravar mais músicas para tocar por mais tempo nos shows. E aí, o Chorão teve uma sacada genial: esse álbum era como se fosse um disco caro e duplo, mas com um preço simples. Só para reforçar, esse álbum tem 25 faixas em seu repertório e a sonoridade que eles e a produção buscaram é a mesma do álbum anterior, só inserindo um pouco mais de Reggae, Rap e um pouquinho do meu querido e adorado Nu Metal. É só vocês escutarem Não Deixa o Mar Te Engolir e Confisco que vocês vão entender, e as outras músicas mais famosas como O Preço, Te Levar Daqui (que foi a abertura de Malhação por 7 anos) e a maravilhosa Zóio de Lula. Elas têm mais aquela direção que todo mundo conhece da banda, com Rap, Skate Punk, Reggae e Ska. Por sinal, as vinhetas que esse álbum tem são uma mais memorável que a outra, sem esquecer de alguns beatboxs excelentes que o Champignon solta em algumas canções. E tudo isso mostrou o quanto que o repertório desse disco parece ser uma coletânea de tão bem ordenado que ele foi. No final de tudo, esse álbum acabou mostrando ser um dos melhores da banda e um dos melhores do Rock brasileiro.

3 em 1 hoje então é isso e flw!!! 

domingo, 11 de agosto de 2024

Reviews Antigas VIII

  

Coal Chamber – Coal Chamber





















NOTA: 8,1/10


Sério que álbum de estreia assustador, com músicas cheias de brutalidade e com riffs muito bem feitos, e claro, a produção da Roadrunner como sempre maravilhosa. É claro que todo mundo vai perceber que eles não foram 100% originais, até porque eles imitam demais o Korn nesse disco, e também não é só Nu Metal que você vai escutar nesse álbum, em alguns momentos eles chegam até flertar com o Metal Alternativo, sem sombra de dúvidas é álbum essencial pra quem é fã do gênero.

Rodeo – Travis Scott 





















NOTA: 9/10


Esse álbum é completamente louco, do começo ao fim e com um repertório muito bem organizado e o disco inteiro deixa uma vibe muito agradável e algumas feats foram grandes acertos (tirando o Justin Bieber e o Toro y Moi). E eu posso dizer que a produção se preocupou nos mínimos detalhes fazendo uma obra excepcional, e a voz do Travis se encaixa muito bem em todas músicas, mostrando o canhão que é a voz dele. Realmente um disco bastante importante pra história do Trap Mundial.

Superfuzz Bigmuff – Mudhoney 





















NOTA: 8,7/10


Esse EP é muito bom, porque o som deles, além de ser sujo e distorcido, tem letras que são muito chicletudas e eles fazem várias misturas de gêneros. Esse disco foi lançado em uma época que o Grunge nem era nada, mais quando lançado, ele já começou servir de inspiração para o próprio Nirvana e para outras bandas. Isso mostrou que eles tinham muito potencial, tanto que no ano seguinte relançaram esse EP com os primeiros singles que não estavam presentes no original, mas, no geral, é um disco maravilhoso.

Half Hour of Power – Sum 41





















NOTA: 8/10


Esse EP de estreia é muito divertido e cheio de energia, e com um repertório muito interessante, apesar de alguns arranjos simples. A faixa inicial desse disco tem uma pegada bem parecida com o Metallica, mas logo depois, com as outras faixas, se transforma no Pop-punk e no Punk Rock, consolidando a identidade da banda. Além disso, eles chegam até soar como Hardcore melódico. No final de tudo, o som cru desse disco mostrou que o Sum 41 tinha muita lenha pra queimar.

Boy – U2 





















NOTA: 9/10


O álbum de estreia do U2 é algo fantástico e você sente algo grandioso ao escutá-lo pela primeira vez. A produção desse disco foi muito bem pensada, incorporando uma sonoridade muito bem trabalhada, com o post-punk que carimbou a banda na mídia. E olha que ninguém da banda se entedia direito. No final de contas, é um disco em que a maioria dos refrãos gruda na cabeça, tornando-o um dos melhores discos de estreia de todos os tempos.

Fantastic – Wham! 





















NOTA: 6/10


O álbum de estreia do duo Wham!, composto por Andrew Ridgeley e George Michael (é ele mesmo) diferente do nome do disco, não tem nada de fantástico. Embora contenha algumas boas músicas em seu repertório, a maioria é composta por músicas chatas, sem graça e terríveis. Com arranjos bastante pobres e repetitivos, as influências do rap e de disco são perceptíveis, mas não funciona bem. De qualquer modo, a jovem dupla de 20 anos teria muito a melhorar.

My Own Prison – Creed 





















NOTA: 8,8/10


A estreia do Creed é um arraso! Originalmente, o álbum foi lançado pela própria banda, ou seja, de forma independente. E logo depois foi remixado e relançado pela gravadora Wind-Up Records, que deu um bom trato em sua sonoridade e permitiu que alcançasse um público mais amplo e acessível. A voz do Scott Stapp é muito boa, mas ela soa exatamente igual a voz do Eddie Vedder do Pearl Jam. Isso acabou sendo benefício, pois intensificou o som pós-Grunge da banda, mas também pode causar confusão pra quem escuta. O primeiro disco deles é muito competente e de alta qualidade.

Catch a Fire – Bob Marley & The Wailers 




















NOTA: 10/10


O quinto álbum do Bob Marley & The Wailers precisa ser destacado primeiro, porque não é apenas um clássico; é uma relíquia do Reggae. Tudo nele é incrível, o arranjo, a produção rica em detalhes, o repertório é espetacular e as letras que abordam a injustiça política contra os negros e a pobreza, que são moderníssimas. É um álbum completamente essencial pra quem gosta do gênero e também para quem está começando a conhecer.

Led Zeppelin I – Led Zeppelin




















NOTA: 10/10


A estreia do Led Zeppelin em seu álbum autointitulado é algo encantador e chega a ser muito poderoso, mesmo sendo aquele hard rock conhecido da banda, ele também se aproxima do Folk e do Blues. Nem há necessidade de elogiar a voz do Robert Plant e os riffs distorcidos do Jimmy Page que são espetaculares. Os arranjos deles são bem criativos e o repertório muito bem ordenado, que se tornou uma característica notável na discografia da banda. Isso tudo para um disco que foi gravado em 30 HORAS DE ESTÚDIO! Tudo isso faz com que o álbum de estreia do Led Zeppelin seja um dos maiores de todos os tempos, uma verdadeira obra-prima.

Por hoje é só então flw!!! 

quinta-feira, 1 de agosto de 2024

Reviews Antigas I

Led Zeppelin IV - Led Zeppelin 





















NOTA: 10/10


Um dos melhores álbuns, não só do rock, mas também da história da música. Com uma excelente linha vocal de Robert Plant e arranjos musicais todos coerentes, nem precisamos dizer que o repertório é sensacional. Simplesmente, um disco que qualquer pessoa no mundo deve escutar.

Rage Against The Machine - Rage Against The Machine 




















NOTA: 10/10


Um excelente disco, com um som pesado e uma mistura perfeita de Rap com Metal. Sem contar que Zack de la Rocha está incrível nos vocais e Tom Morello arrasando na guitarra. É simplesmente um dos maiores discos de rock e metal de todos os tempos.

Tommy - The Who 





















NOTA: 10/10


Um disco brilhante, com um repertório perfeito, muito bem escrito e roteirizado, sendo uma ópera-rock perfeita. É um álbum que conta a história de um homem chamado ''Tommy'', cuja principal característica é ser cego, surdo, mudo e campeão de pinball. Este disco realmente te faz sentir como se você estivesse ouvindo uma história, fazendo você até entrar nela. Um baita disco!

The Dark Side of The Moon - Pink Floyd 





















NOTA: 10/10


Também é um dos melhores álbuns, não só do rock, mas também da história da música. Simplesmente uma obra-prima, do começo ao fim, um espetáculo. O vocal impressionante de Roger Waters e os arranjos maravilhosos das músicas ficam na cabeça.

Straight Outta Compton - N.W.A 





















NOTA: 10/10


Um dos melhores discos de Hip-Hop/Rap da história, uma verdadeira obra-prima. O repertório é ótimo, as letras fazem todo sentido e as batidas são excepcionais. Um disco que qualquer pessoa que gosta de Rap precisa ouvir.

Raimundos - Raimundos 





















NOTA: 8,8/10


É um discaço, e mesmo tendo envelhecido mal por conta do politicamente correto e algumas músicas que deixam a desejar, ele ainda é um disco excelente e marcante para um álbum de estreia.

Paranoid - Black Sabbath 





















NOTA: 10/10



Um álbum 100% sensacional, com o vocal de outro mundo do ''morcegão'' Ozzy Osbourne e a parte instrumental impecável dos outros integrantes, faz com que o repertório deste disco pareça uma coletânea. Este segundo álbum, juntamente com o primeiro, fez com que o Black Sabbath criasse, sem querer, o Heavy Metal, revolucionando o Rock.

Máquina do Tempo - Matuê 





















NOTA: 9,8/10


O Matuê fez um álbum de estreia muito interessante, pois essa junção de música psicodélica com Trap foi algo inovador. Ele conseguiu mudar o cenário do Trap nacional; um álbum espetacular do início ao fim.

Transpiração Contínua Prolongada - Charlie Brown Jr. 





















NOTA: 10/10


Um álbum de estreia espetacular, com uma ótima sonoridade e uma junção muito boa de gêneros como Skate Punk, Reggae, Rap e Ska. Realmente, o Charlie Brown Jr. teve um começo em grande estilo.

Kill 'Em All - Metallica 




















NOTA: 9,2/10


Está aí mais uma banda que fez um excelente álbum de estreia. As músicas desse disco, além de serem rápidas, são uma pedrada atrás da outra. Foi graças a esse álbum que surgiu um novo subgênero, o Thrash Metal, que foi um divisor de águas. O fato é que esse álbum é esplêndido, atemporal e nunca deixará de ser um clássico.

É isso família por hoje é so e flw!!! 

Analisando Discografias - Imagine Dragons

                  Night Visions – Imagine Dragons NOTA: 1/10 (É... partiu). No ano de 2012, o Imagine Dragons lançava seu álbum de estreia, ...