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quarta-feira, 25 de dezembro de 2024

Analisando Discografias - Wanderléa: Parte 4

                  

Nova Estação – Wanderléa



















NOTA: 8/10


Mais um tempo se passa, e Wanderléa lança o Nova Estação, que basicamente não trouxe muitas mudanças. Após O Amor Sobreviverá, a cantora enveredou por gêneros mais sofisticados, como a MPB, o Samba e até o Jazz. Este álbum é praticamente repleto novamente de reinterpretações, ou seja, não tem material novo. A produção, feita por Thiago Marques Luiz e Lalo California, decidiu deixar a sonoridade um pouco mais cadenciada, dando destaque a arranjos minimalistas e orgânicos. Priorizando instrumentos acústicos e vocais limpos que valorizam a interpretação emocional da cantora, isso acabou funcionando perfeitamente. O repertório, praticamente repleto de covers, é muito bom, e todos foram bem interpretados. No fim, é um trabalho bem legal que cumpre com seu conceito. 

Melhores Faixas: A Banca do Distinto, Todos Estão Surdos 
Vale a Pena Ouvir: Mil Perdões, Se Tudo Pode Acontecer, Samba da Preguiça, Mais que a paixão

Vida De Artista – Wanderléa 





















NOTA: 8,5/10


Oito anos se passaram, e, após um grande intervalo sem lançar nada, Wanderléa retorna com o Vida de Artista. Após o Nova Estação, neste novo trabalho ela revisita obras de Sueli Costa, compositora renomada por suas contribuições à MPB, colaborando com letristas como Abel Silva e Paulo César Pinheiro. A criança que aparece na capa, obviamente, não é Sueli Costa, mas sim Wanderléa, após vencer um concurso em 1958 (a foto está de ótima qualidade). A produção foi novamente conduzida pelo marido da cantora, que buscou uma sonoridade limpa e sofisticada, com instrumentação que complementa as nuances interpretativas da cantora. O repertório, como já mencionado, é composto de covers das músicas de Sueli, todas bem interpretadas e com arranjos belíssimos. Enfim, é um disco interessante e um dos trabalhos mais belos da Ternurinha. 

Melhores Faixas: Dentro De Mim Mora Um Anjo, Jura Secreta, Vamos Dançar 
Vale a Pena Ouvir: Sabe De Mim, Vida De Artista, Alma

Wanderléa canta Choros – Wanderléa 





















NOTA: 8,7/10


E aí chegamos ao último lançamento até o momento de Wanderléa, lançado no ano passado, intitulado Wanderléa Canta Choros. Após o Vida de Artista, a cantora, que desde a infância foi marcada por ouvir esse gênero (que, apesar do nome, não tem ninguém chorando), revisita algumas dessas canções. Este gênero foi criado a partir da mistura de elementos das danças de salão europeias, da música popular portuguesa e de influências da música africana, sendo um dos primeiros gêneros musicais do Brasil. A produção do álbum é caracterizada por arranjos que respeitam a tradição do Choro, ao mesmo tempo em que incorporam a personalidade da cantora. A participação de músicos renomados, como Hamilton de Holanda no bandolim, enriquece a sonoridade. O repertório é muito bom, com canções que, além de bem interpretadas, são bastante envolventes. Em suma, é um ótimo disco que serve como um bom passatempo. 

Melhores Faixas: Apanhei-te, cavaquinho, O que vier eu traço, Delicado, Brasileirinho 
Vale a Pena Ouvir: Acariciando, Pedacinhos do Céu, Nova ilusão

 

terça-feira, 24 de dezembro de 2024

Analisando Discografias - Wanderléa: Parte 3

                 

Mais Que a Paixão – Wanderléa





















NOTA: 8,3/10


No ano seguinte, Wanderléa lança Mais Que a Paixão, que é basicamente uma espécie de continuação do seu antecessor. Após o Vamos Que Eu Já Vou, um trabalho que mostrava a artista transitando por novos gêneros e buscando amadurecimento. Apesar de ter ficado fora dos holofotes, ela consolidava sua transição de ícone Pop para uma cantora mais versátil. Produzido por Renato Corrêa e lançado pela EMI-Odeon, um dos polos de excelência técnica no Brasil dos anos 1970, o álbum é marcado por um cuidado nos arranjos e instrumentações que equilibram sofisticação e acessibilidade. Com uma sonoridade que trazia uma expansão da psicodelia, com certas influências de Folk, tudo para se enquadrar na MPB. O repertório é interessante, trazendo ótimas canções, algumas até divertidas. No fim, é um trabalho bem legal, apesar de não ter feito qualquer tipo de sucesso. 

Melhores Faixas: Fruto Maduro, Lindo 
Vale a Pena Ouvir: O Canto Da Lira, Antes Que O Mundo Acabe, Pitanga

Wanderléa (1981) – Wanderléa





















NOTA: 1/10


Indo para a década de 80, em 1981, Wanderléa lança mais um disco autointitulado, que era totalmente comercial. Após o Mais Que a Paixão, a cantora tentava distanciar-se da imagem de "Ternurinha", associada aos tempos da Jovem Guarda. Naquele mesmo período, ela havia retornado à gravadora CBS, talvez na tentativa de alcançar o mesmo sucesso que seus amigos Roberto e Erasmo estavam tendo. A produção foi conduzida por Mauro Motta, que decidiu incorporar elementos modernos e sofisticados ao trabalho, enquanto os arranjos ficaram a cargo de Lincoln Olivetti, que deixou toda a sonoridade pasteurizada, mesclando ritmos dançantes com baladas românticas, refletindo as tendências musicais da época. Com isso, o repertório é simplesmente terrível, com canções totalmente sem graça, que fazem todas parecer iguais. Enfim, este trabalho é péssimo e foi um completo fiasco. 

Melhores Faixas: (............) 
Piores Faixas: Receita Médica, Liberdade De Amar, Um Jeito Novo De Amar, Na Hora Da Raiva, Se Você Pensa / Vem Quente Que Eu Estou Fervendo / Pare O Casamento (Incrivel como esse pout pourri destruiu essas músicas)

Wanderléa (1989) – Wanderléa 





















NOTA: 1/10


Depois de um sumiço de oito anos, Wanderléa retorna lançando mais um álbum de estúdio, novamente autointitulado. Após o álbum de 1981 ter sido um fiasco, a cantora tentou, mais uma vez, se adaptar às novas tendências e reconectar-se com o público. Nesse intervalo de tempo, ela enfrentou momentos difíceis, como a morte de seu filho de dois anos, que acabou se afogando na piscina de sua casa. O disco foi lançado pelo selo 3M, com produção de Ed Wilson, que trouxe arranjos que buscavam equilibrar elementos tradicionais da música romântica brasileira com influências contemporâneas dos anos 1980, como o uso de sintetizadores e batidas eletrônicas, mas tudo com uma falta de harmonia total. O repertório, novamente, é horroroso, com canções que são verdadeiras baladas enfadonhas. Em suma, é um trabalho chatíssimo e sem qualquer inovação. 

Melhores Faixas: (.....zzzzzzz....) 
Piores Faixas: Não Tem Mais Jeito, Água Na Boca, Só Por Amor (Jamaicana), Um Momento de Ternura - Pout-Pourri (Fez outro ainda pior), Animais

Te Amo – Wanderléa





















NOTA: 5/10


Em 1992, Wanderléa retorna lançando Te Amo, seu 13º álbum de estúdio, que trouxe poucas mudanças. Após lançar dois discos na década de 80 que foram verdadeiros fracassos, Wandeca acabou ficando mais afastada, passando por um período em que não compunha muito, focando mais em seus shows, até que finalmente decidiu voltar ao estúdio. Produzido por Max Pierre e lançado pela gravadora Som Livre, o álbum contou com arranjos que mesclavam sonoridades contemporâneas da época com influências mais antigas. A sonoridade tinha elementos de Rock de arena, Soft Rock e muito Synth-pop; apesar de confusa, pelo menos não exageraram na sintetização. O repertório, no geral, é dividido entre canções já conhecidas, com nova roupagem, e outras inéditas. No entanto, muitas delas pecam na questão do ritmo, tornando o trabalho irregular. No final de tudo, é um álbum mediano, que repetiu alguns erros de seus antecessores. 

Melhores Faixas: Eu Já Nem Sei, Capela Do Amor / Meu Bem Lolipop, Nossa Canção 
Piores Faixas: Prova De Fogo / Pare O Casamento, Tem Que Ser Assim, Imenso Amor

O Amor Sobreviverá – Wanderléa





















NOTA: 5,3/10


Em 2003, após ficar muito tempo longe dos holofotes, Wanderléa retorna com O Amor Sobreviverá. Após o Te Amo, a cantora enfrentou uma série de problemas, como a morte de seu pai, que a deixou muito abalada, e, pouco tempo depois, em 1996, a perda de seu irmão, vítima da AIDS, que a fez cair em depressão. Essa sequência de acontecimentos abalou-a emocionalmente a ponto de lhe causar um câncer no útero, obrigando-a a fazer uma histerectomia. Após tudo isso, ela voltou totalmente renovada e decidiu retomar sua produção artística com um projeto independente, sem interferências de gravadoras. A produção foi feita pela própria cantora, em parceria com seu marido, o guitarrista Lalo Califórnia. Juntos, eles incorporaram influências de Blues Rock, Folk contemporâneo e, logicamente, MPB. O repertório é interessante, sendo basicamente composto de covers, alguns bons e outros nem tanto. Enfim, apesar de não ter fins lucrativos, é um trabalho mediano. 

Melhores Faixas: Negro Gato, Sentado à beira do caminho, É preciso Saber Viver, O Amor Sobreviverá 
Piores Faixas: Kriola, Back in Bahia, Escandalosa, Capela do Amor
  

                                             Então é isso, um abraço e flw!!!        

segunda-feira, 23 de dezembro de 2024

Analisando Discografias - Wanderléa: Parte 2

                 

Wanderléa (1967) – Wanderléa





















NOTA: 8,8/10


No ano de 1967, foi lançado o 5º álbum de estúdio de Wanderléa, mais um trabalho autointitulado. Antes deste lançamento, Wanderléa já havia alcançado sucesso com canções como Ternura e Pare o Casamento, que a estabeleceram como um ícone juvenil no Brasil. Além disso, sua participação essencial no programa da Jovem Guarda continuava firme e forte, apesar das tretas. A produção seguiu praticamente o mesmo padrão de sempre, mesclando influências do Rock internacional com um toque da Soul music. A sonoridade é refinada, com arranjos bem executados e efeitos de metais. O repertório é interessante, cheio de canções divertidas e todas muito bem interpretadas. No fim, é um disco excelente e certamente um dos melhores de Wandeca. 

Melhores Faixas: Ele É Meu Bem, Vou Lhe Contar, Prova De Fogo, Acho Que Vou Lhe Esquecer 
Vale a Pena Ouvir: Te Amo, Você Tão Só, Menina Só

Prá Ganhar Meu Coração – Wanderléa





















NOTA: 8,4/10


No ano seguinte, Wanderléa lançou o álbum Prá Ganhar Meu Coração, que chegou em um período turbulento. Após seu trabalho anterior, no início daquele ano, como já sabemos, Roberto Carlos deixou de apresentar o programa televisivo da Jovem Guarda. A partir daí, a queda de audiência foi constante, e tudo se encaminhava para o fim. Além disso, a cantora já se sentia desgastada com aquele período. A produção, novamente, buscou equilibrar elementos da Jovem Guarda com influências de Folk, Soul e Funk, resultando em um trabalho coeso e inovador para a época, que já demonstrava o caminho que a Ternurinha seguiria com a chegada dos anos 70. O repertório é muito interessante, trazendo canções diversificadas e com um ritmo bastante animado. Enfim, é um ótimo álbum que encerrou muito bem a fase que tornou a cantora famosa. 

Melhores Faixas: Eu Já Nem Sei, Canção De Enganar Um Coração, Não Lhe Quero Nunca Mais 
Vale a Pena Ouvir: Toque Pra Frente, Quem Muito Fala, Pouco Acerta

Maravilhosa – Wanderléa 





















NOTA: 9,8/10


Quatro anos se passaram, e Wanderléa retornou lançando o Maravilhosa, trazendo várias mudanças. Após o término da Jovem Guarda em 1968, a cantora enfrentou um período de reavaliação artística, ficando longe dos holofotes em uma época em que o cenário musical brasileiro passava por transformações significativas, influenciado pelo Tropicalismo e pelas novas tendências da MPB. Esse hiato permitiu que Wanderléa explorasse novas influências, além de firmar vínculo com a gravadora Polydor. A produção, assinada por Jairo Pires e Mazzola, destaca-se pela fusão de diversos gêneros musicais, incluindo Pop, Soul, Samba e, logicamente, uma forte influência da MPB, com arranjos sofisticados e uma seleção cuidadosa de repertório. Falando nisso, o repertório é simplesmente fantástico, com canções divertidas e quase temáticas. No fim, é um baita disco e um dos grandes clássicos da música brasileira. 

Melhores Faixas: Alegria, Uva De Caminhão, Back In Bahia, Telegrama 
Vale a Pena Ouvir: Mata-Me Depressa, Tempo De Criança, Valsa Antiga

Feito Gente – Wanderléa





















NOTA: 8,2/10


Mais algum tempo se passou, e Wanderléa lançou um novo álbum, o Feito Gente, que trouxe algumas novidades. Após o Maravilhosa, a cantora continuou explorando novas sonoridades e estilos musicais. Durante esse período, ela manteve uma agenda cheia de turnês e renovou seu contrato com a gravadora Polydor. Foi então decidido gravar um novo álbum, desta vez ao vivo. A produção ficou a cargo de Arthur Laranjeira, com direção musical de Rosinha de Valença, renomada violonista e arranjadora, que trouxe sofisticação e diversidade aos arranjos. A sonoridade combina influências psicodélicas, Blues Rock, Samba e, naturalmente, MPB. O repertório é muito interessante, com canções belíssimas e uma energia única por terem sido realizadas ao vivo. Em suma, é um trabalho notável e que vale a pena ser apreciado. 

Melhores Faixas: Carne, Osso E Coração, Lua, Poeira E Solidão 
Vale a Pena Ouvir: Que Falem De Mim, Conversa Mole, Que Besteira, Segredo

Vamos Que Eu Já Vou – Wanderléa 





















NOTA: 9,5/10


Em 1977, foi lançado Vamos Que Eu Já Vou, mais um disco da Wanderléa, desta vez com um tom mais experimental. Após o Feito Gente, a cantora continuou explorando novas sonoridades. Como a tendência da época era a MPB, ela seguiu essa fórmula, mas incorporando diversas influências presentes em seus trabalhos anteriores. A produção ficou a cargo de Egberto Gismonti, renomado músico e compositor brasileiro, que também era namorado dela na época. Ele realizou um trabalho que trouxe uma fusão de diversos gêneros musicais, incluindo Pop, Soul, Baião e muitos elementos progressivos e psicodélicos, algo incomum para uma artista renomada como ela. O repertório é maravilhoso, com canções muito bem encadeadas e repletas de ritmo. No final, é um trabalho sensacional, apesar de ter caído no esquecimento ao longo dos anos. 

Melhores Faixas: Vamos Que Eu Já Vou, Antes Que A Cidade Durma, A Terceira Força, Dança Mineira 
Vale a Pena Ouvir: Poema Para Léa, Calypso (não confunda com aquela porcaria), A Felicidade Bate A Sua Porta
  

                                             Então é isso, um abraço e flw!!!       

domingo, 22 de dezembro de 2024

Analisando Discografias - Wanderléa: Parte 1

                  

Wanderléa (1963) – Wanderléa





















NOTA: 5,8/10


Voltando para 1963, a que seria conhecida como a diva da Jovem Guarda, Wanderléa, lançava seu álbum de estreia, logicamente autointitulado. Antes de iniciar sua carreira, ela já demonstrava interesse pela música, participando de programas de rádio e festivais locais. Sua estreia oficial com este álbum coincidiu com o início do movimento da Jovem Guarda, do qual ela se tornaria uma das principais figuras. O álbum foi lançado pela gravadora CBS, com arranjos e direção musical de Astor Silva. A produção buscou mesclar influências internacionais, como o Rock e o Twist, com ritmos brasileiros, embora tenha pecado bastante na mixagem. O repertório é bem mediano, com algumas canções que Wanderléa interpretou de forma irregular. No fim, é um disco de estreia bem fraquinho, mas isso poderia ser corrigido em lançamentos futuros. 

Melhores Faixas: Dá-Me Felicidade, Quando Setembro Vier, Goody Goody, Meu Maior Desejo 
Piores Faixas: Estudante, Meu Coração Canta, Pescaria Com Twist, Picada Da Pulguinha

Quero Você – Wanderléa e Renato e Seus Blue Caps 





















NOTA: 9/10


No ano seguinte, Wanderléa retorna com seu segundo álbum, intitulado Quero Você, que trouxe algumas novidades. Após o lançamento de seu álbum de estreia, que não foi lá grande coisa, a cantora acabou conhecendo, dentro da gravadora CBS, a dupla Roberto e Erasmo, e, a partir daí, o resto é história. Basicamente, foi o início do trio da Jovem Guarda. A produção foi feita por Evandro Ribeiro, com a colaboração da banda Renato e Seus Blue Caps, que acompanhou Wanderléa nas gravações, proporcionando uma base instrumental sólida e característica do Rock da época. O repertório ficou excelente, com todas as canções bem interpretadas e arranjos de alta qualidade. Em suma, é um baita disco que mostrou uma grande evolução em relação ao seu antecessor. 

Melhores Faixas: Peço Paz, Capela do Amor, Exercito Do Surf, Colibri 
Vale a Pena Ouvir: Meu Bem Lollipop, Me Apeguei Com Meu Santinho, Não

É Tempo Do Amor – Wanderléa 





















NOTA: 8,2/10


Mais um ano se passou, e Wanderléa lança É Tempo do Amor. Sério, coitada dela, até teve que adotar o penteado dos Beatles! Após o Quero Você, Wanderléa consolidou-se como uma das principais figuras da Jovem Guarda. Este novo trabalho reflete essa fase de efervescência cultural e musical, apresentando uma artista em pleno desenvolvimento artístico. A produção, novamente feita por Evandro Ribeiro, seguiu praticamente a mesma linha, com a diferença de que, em algumas faixas, a cantora foi acompanhada pela banda Renato e Seus Blue Caps, enquanto, em outras, o acompanhamento ficou a cargo do The Youngsters. No geral, a sonoridade é uma fusão de Surf Rock com Twist. O repertório, mais uma vez, ficou muito bom, com canções totalmente envolventes e bem interpretadas. No final, é um ótimo disco que cumpre sua proposta. 

Melhores Faixas: Será Você, É Tempo Do Amor, Ternura 
Vale a Pena Ouvir: É Pena, Do Wah Diddy Diddy, Diga Que Você Me Quer

A Ternura De Wanderléa – Wanderléa





















NOTA: 8,6/10


Logo depois, passado mais um ano, é lançado A Ternura de Wanderléa, título que deu origem a um dos apelidos mais conhecidos da cantora. Após os álbuns anteriores alcançarem relativo sucesso, a cantora decidiu amadurecer artisticamente, tentando transitar por diversos estilos musicais e mantendo-se relevante no cenário musical brasileiro, ainda no período da Jovem Guarda. A produção seguiu praticamente a mesma fórmula, buscando mesclar influências internacionais de Rock e Pop, com uma leve aproximação da Soul music, resultando em um trabalho diversificado e representativo da época. O repertório é interessante, cheio de canções que transitam entre momentos introspectivos e outros mais envolventes. Enfim, é um trabalho bastante interessante que indicou os caminhos que a Ternurinha seguiria no futuro. 

Melhores Faixas: Viver Ser Você, Pare O Casamento, Assinado, Seu Bem 
Vale a Pena Ouvir: Devoção, Viver Ser Você, Imenso Amor
  

É isso, então flw!!!     

Review: Celestial do Papangu

                    Celestial – Papangu NOTA: 9,8/10 Recentemente, o Papangu retornou com seu 3º álbum de estúdio, o maravilhoso Celestial. ...