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domingo, 5 de janeiro de 2025

Analisando Discografias - Dead Cross: Parte 2

                   

II – Dead Cross





















NOTA: 5/10


Cinco anos depois, o Dead Cross lança seu 2º álbum e último até o momento, o II (título simples, mas era o que tinha). Após o disco de estreia, que trouxe uma sonoridade Punk Hardcore misturada com elementos de Metal e experimentalismo, este segundo disco foi gestado em meio a desafios pessoais intensos: Crain batalhava contra um câncer enquanto o álbum era produzido, o que trouxe um senso de urgência e agressividade ainda maior ao projeto. A produção foi novamente conduzida por Ross Robinson, que continuou com aquela abordagem crua e visceral, mas com um polimento que destaca melhor os detalhes técnicos da performance da banda. O disco foi gravado de forma orgânica, e a mixagem equilibra a complexidade rítmica, embora apresente certa falta de entonação. O repertório é bem irregular, com algumas canções interessantes e outras que são uma verdadeira confusão. No final, é um trabalho mediano, marcado por vários erros bobos. 

Melhores Faixas: Ants And Dragons, Heart Reformer, Nightclub Canary 
Piores Faixas: Strong And Wrong, Imposter Syndrome, Christian Missile Crisis
 

sábado, 4 de janeiro de 2025

Analisando Discografias - Dead Cross: Parte 1

                   

Dead Cross – Dead Cross





















NOTA: 8,2/10


Em 2017, surgiu outro projeto, o Dead Cross, que lançou seu álbum de estreia autointitulado, com um time de peso. Formada em 2015, esse supergrupo é composto por músicos renomados: Mike Patton, do Faith No More (vocais), Dave Lombardo, do Slayer (bateria), e os conhecidos no cenário Punk, Michael Crain (guitarra) e Justin Pearson (baixo). Inicialmente, o vocalista Gabe Serbian fazia parte do grupo, mas foi substituído por Patton antes da gravação do álbum. O disco foi produzido por Ross Robinson, conhecido por seu trabalho com bandas como Slipknot e Korn. Ele trouxe uma abordagem que privilegiou a energia crua e a espontaneidade da banda, explorando sonoridades agressivas e intensas, combinando elementos de Hardcore Punk e Crossover Thrash. O repertório é muito bom, com canções energéticas que lembram um pouco o Misfits e o Suicidal Tendencies. No fim, é um trabalho bem legal que cumpre sua proposta. 

Melhores Faixas: Divine Filth, Obedience School, The Future Has Been Cancelled 
Vale a Pena Ouvir: Seizure And Desist, Gag Reflex, Bela Lugosi's Dead
 

                                                   Então é isso, um abraço e flw!!!  

Analisando Discografias - Imagine Dragons

                  Night Visions – Imagine Dragons NOTA: 1/10 (É... partiu). No ano de 2012, o Imagine Dragons lançava seu álbum de estreia, ...