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sábado, 22 de fevereiro de 2025

Analisando Discografias - Jorge & Mateus: Parte 2

                 

Os Anjos Cantam – Jorge & Mateus





















NOTA: 1/10


Em 2015, Jorge & Mateus lançaram seu 2º álbum de estúdio até então, o Os Anjos Cantam. Após A Hora é Agora – Ao Vivo em Jurerê, a dupla consolidou sua posição como um dos principais nomes do sertanejo universitário. Com sucessos o tempo todo empesteando nossos ouvidos e um público fiel, o retorno com um projeto inédito gerou grande expectativa. O álbum trouxe uma abordagem ainda mais romântica e refinada do estilo que caracterizou a carreira da dupla. A produção, feita por Dudu Borges, destacou-se pela qualidade instrumental e pelos arranjos sofisticados, mantendo a identidade da dupla, embora tudo continuasse previsível. No fim, é um disco sustentado por uma banda de apoio competente, mas sem inovação. O repertório segue aquela linha: músicas completamente ruins, com as mesmas letras cansativas de sempre. No fim, é um disco horroroso que, inexplicavelmente, foi aclamado. É cada coisa, viu. 

Melhores Faixas: .............. 
Piores Faixas: O Que Eu Tava Falando, Maneira Errada, Como Não Me Apaixonar, Logo Eu, Nocaute, 31/12 (repito quem colocou essa música nas notas do insta vai ter azar esse ano), Os Anjos Cantam

Como. Sempre Feito. Nunca (Ao Vivo) – Jorge & Mateus





















NOTA: 1,3/10


No ano seguinte, a dupla lança outro álbum ao vivo, o Como. Sempre Feito. Nunca. (Queria muito entender o porquê desse título). Após Os Anjos Cantam, Jorge & Mateus continuavam no topo, muito por conta do sucesso midiático que haviam conquistado, e mais uma vez um trabalho ao vivo, gravado no ano anterior, foi lançado logo depois. A produção, feita por Neto Schaefer e com direção de Anselmo Troncoso, foi realizada no Espaço das Américas, em São Paulo. Nesse show, teve de tudo: um cenário quase todo composto por LEDs, além de uma grande iluminação. Mas, apesar de toda essa grandiosidade de plástico, a sonoridade continuou sendo a mesma de sempre, com desafinações constantes. O repertório trouxe mais canções ridículas e reinterpretações fraquíssimas. No fim, é outro álbum horrível que não traz qualquer mudança. 

Melhores Faixas: .......... 
Piores Faixas: Ou Some Ou Soma, Pra Sempre Com Você, Paredes, Sosseguei, Problema, Cenário Ideal, Depois Do Jantar, Louca De Saudade

Terra Sem CEP (Ao Vivo) - Jorge & Mateus





















NOTA: 1,3/10


Mais dois anos se passaram, e Jorge & Mateus lançaram mais um trabalho ao vivo, o Terra Sem CEP. Após o Como. Sempre Feito. Nunca., a dupla, depois da turnê de 10 anos de carreira, deu uma pequena pausa e logo retornou lançando vários singles. No final de 2017, partiram para a gravação de mais um álbum ao vivo. A produção, feita por Marlus Marcelus e Heitor Liduário, com direção de Fernando Trevisan, buscou capturar a energia e a interação da dupla com o público (que voltou a ficar irritante de forma firme e forte), proporcionando uma experiência chatíssima, com uma sonoridade que continua sendo a mesma e com várias desafinações evidentes. O repertório é muito ruim, com canções focadas em cornice e bebedeira. Em suma, é outro trabalho péssimo que segue a mesma fórmula ridícula de sempre. 

Melhores Faixas: (......zzzzzzzz......) 
Piores Faixas: Bobinha, Menina Maluquinha (reggaezinho sem vergonha), Anjo Moderno, Coração Calejado (chororô insuportável), Propaganda, Trincadinho

T.E.P., EP 1 – Jorge & Mateus





















NOTA: 1/10


Em 2020, eles lançaram um EP intitulado T.E.P., EP 1, que trazia canções inéditas. Após o Terra Sem CEP, eles encerraram o vínculo com a ÁudioMix devido a divergências artísticas com o proprietário do escritório, Marcos Araújo. Depois de lançarem alguns singles, decidiram lançar este EP. A produção foi feita pela mesma equipe, que trouxe uma sonoridade dividida: os arranjos ficaram sofisticados, e aqueles efeitos de plateia gritando foram adicionados. Até porque a parte final é só de apresentações ao vivo. No geral, o que acontece é que há desafinações o tempo todo, e as letras seguem aquela dor de corno do inferno. O repertório, composto por apenas 5 faixas, é pavoroso, com canções ridículas, tanto as de estúdio quanto as duas últimas, que são ao vivo. No fim, é só um trabalho comercial feito para preparar terreno para o próximo álbum. 

Melhores Faixas (......) 
Piores Faixas: Instantes, Tijolão, Ranking, Tela Preta, Cheirosa

Tudo Em Paz (Ao Vivo) – Jorge & Mateus





















NOTA: 1/10


Em 2021, Jorge & Mateus lançaram mais um álbum ao vivo (que é quase de estúdio), o Tudo Em Paz. Após o lançamento do T.E.P., EP 1, a dupla teve uma pequena baixa por conta da COVID-19, ou seja, nada de shows. Então, eles tiveram que fazer aquelas lives, e, em abril, uma delas bateu 3 milhões de espectadores simultâneos (coitado desse povo que perdeu tempo). Graças a isso, decidiram fazer mais um trabalho ao vivo no modo pandêmico, assim como Gusttavo Lima fez. A produção foi novamente realizada pelos mesmos nomes, e a gravação aconteceu em Pirenópolis, no interior de Goiás, de uma forma totalmente intimista e sem qualquer firula. Só que a única coisa que se salvou foi a banda de apoio, porque há uma falta de equilíbrio rítmico gigantesca na dupla. O repertório é horripilante, e as canções são cheias de sofrência e extremamente tediosas. Em suma, é outro trabalho ruim. O lado bom é que não teve a gritaria das fãs. 

Melhores Faixas: (.............) 
Piores Faixas: Treta, Hit do Ano (não foi já adianto), Troca, Me Ame Mais (a música já era ruim aí vai lá e coloca Marilia Mendonça), O Sol Tá Dando Oi, Vogais e Consoantes, Namora Eu Aí (música 100% ridícula)

Check-In (Ao Vivo) – Jorge & Mateus





















NOTA: 1,4/10


Então, no final do ano passado, a dupla lançou seu último trabalho até o momento, o Check-In. Após o Tudo Em Paz, não houve muitas coisas relevantes que Jorge & Mateus fizeram, além do álbum ao vivo É Simples Assim, que trouxe mais regravações com poucas músicas novas, todas ruins. Depois disso, decidiram dar uma renovada na sonoridade para não caírem no ostracismo. A produção foi feita por Dudu Borges, que voltou a trabalhar com a dupla. Só que, em vez de a gravação ter sido em um lugar específico, ela aconteceu em vários locais, como Campinas, São Paulo, Goiânia, Cajamar e outros. Isso trouxe novamente aquela interação da dupla com o público, além de uma energia totalmente artificial. O repertório é pavoroso, cheio de canções ridículas e com um alto nível de superficialidade nas letras. No final de tudo, esse álbum define bem o quanto essa dupla é horrorosa. 

Melhores Faixas: (................) 
Piores Faixas: Cantada Boba, Dói, Louco Pra Ficar, Haverá Sinais (falando nisso, essa Lauana Prado é péssima), Xonei (música pavorosa e ainda botaram, Henrique & Juliano outra dupla péssima)

                                                         Então é isso e flw!!!    

sexta-feira, 21 de fevereiro de 2025

Analisando Discografias - Jorge & Mateus: Parte 1

                 

Ao Vivo Em Goiânia – Jorge & Mateus





















NOTA: 1/10


(Que comece a tortura!!!) Em 2007, Jorge & Mateus, uma das duplas mais famosas que temos hoje, lançava seu 1º álbum ao vivo, o Ao Vivo em Goiânia. Os amigos Jorge Alves Barcelos e Mateus Pedro Liduário de Oliveira, descendentes de Itumbiara, em Goiás, começaram a se apresentar em 2005 em um churrasco numa fazenda e, após isso, gravaram um CD independente que atraiu a atenção da Universal Music, levando a dupla a assinar com a gravadora. A produção, feita pelo Maestro Pinocchio, com direção de Anselmo Troncoso e Ivan Miyazato, tentou ao máximo deixar essa apresentação deles, gravada em maio daquele ano em Burro Preto (ao nome do lugar, meu deus), no mínimo bem mixada. Só que os arranjos são uma droga, a sonoridade é totalmente manjada nesse Sertanejo Universitário ridículo, e o pior são as desafinações que acontecem o tempo todo. O repertório é horroroso, com uma cassetada de canções ridículas. No fim, esse disco é pavoroso e, infelizmente, fez sucesso comercial. 

Melhores Faixas: (....aí meu ouvido tá sangrando....) 
Piores Faixas: Do Brasil A Argentina (Tô Indo Te Buscar), Chora, Viola / Caminheiro / Ladrão De Mulher / O Campeão / A Vaca Já Foi Pro Brejo, Amor Não É Jogo De Azar, Cavaco Do Pau, Pode Chorar, Castigo (realmente ouvir isso tudo é castigo)

O Mundo É Tão Pequeno (Ao Vivo) – Jorge & Mateus





















NOTA: 1/10


Dois anos se passaram, e eles lançam seu 2º álbum ao vivo, O Mundo É Tão Pequeno. Após o lançamento do Ao Vivo em Goiânia, Jorge & Mateus rapidamente se tornaram nomes proeminentes no cenário do Sertanejo Universitário. Com uma base de fãs crescente e músicas que alcançaram posições de destaque nas paradas, a dupla decidiu gravar um novo projeto ao vivo. A produção foi realizada pelos mesmos nomes, com o show gravado no Oliveira's Place, em Goiânia, onde mantiveram a essência das apresentações ao vivo, destacando a interação com o público deles, que é bem irritante, e a falta de qualidade musical. A grande novidade foi o maior uso da sanfona, que preenche esse toque tradicional com aquela dor de corno em todas as canções. O repertório é horroroso, e as músicas são enjoativas e muito chatas. Enfim, é outro trabalho péssimo, sem nenhuma melhora. 

Melhores Faixas: (...) 
Piores Faixas: O Mundo É Tão Pequeno, Espelho, Se Eu Pedir, Cê Volta, Não Sai Da Minha Vida, Vou Fazer Pirraça, Amor Covarde (é cada título ridículo)

Ao Vivo Sem Cortes – Jorge & Mateus





















NOTA: 1/10


No ano seguinte, eles lançam mais um trabalho ao vivo, o Ao Vivo Sem Cortes, que não trouxe muitas novidades. Após O Mundo É Tão Pequeno, a dupla ficou cada vez mais conhecida, tentando, quem sabe, fazer shows lá fora para, talvez, ter uma carreira internacional. Não preciso nem dizer que flopou, mas, pelo menos, o que eles podiam comemorar era que suas canções estavam sendo executadas o tempo todo nas rádios. Então, decidiram fazer mais um trabalho ao vivo. A produção foi praticamente a mesma, buscando manter a espontaneidade e a interação da dupla com o público, que ficou cada vez mais irritante, até porque o show foi realizado em Goiânia, então parece que a cidade inteira resolveu comparecer e achar que está de boa as inúmeras desafinações e as letras superficiais. O repertório, novamente, é muito ruim e trouxe canções novas, reinterpretações e alguns covers que não ficaram bons. No fim, é um trabalho chatíssimo, que não encanta nem um jumento. 

Melhores Faixas: (........) 
Piores Faixas: Eva / Ilariê / Tindolelê, Traz Ela De Volta Pra Mim, Goiânia Me Espera, Vou Fazer Pirraça, Nova York (coitado do Chrystian & Ralf), Se Eu Pedir, Cê Volta, Mistérios

Aí Já Era – Jorge & Mateus





















NOTA: 1/10


Ainda naquele mesmo ano de 2010, Jorge & Mateus lançam seu 1º álbum de estúdio, o Aí Já Era. Após Ao Vivo Sem Cortes, eles perceberam que precisavam lançar algo fora das apresentações ao vivo. Então, além de terem o desejo de explorar novas sonoridades e apresentar composições inéditas, decidiram investir em um álbum de estúdio que refletisse uma evolução artística dos dois. A produção, feita por Dudu Borges, apresenta uma sonoridade que mescla o Sertanejo tradicional com influências do Pop, só que de forma bem morna. Com isso, os arranjos ficaram mais sofisticados, com destaque para o uso de instrumentos como violões, guitarras e teclados, muito por conta da ótima banda de apoio, porque, de resto, as coisas continuam bem ruins. O repertório é horrível, e as canções tentaram soar encorpadas, mas não deixaram de ser chatíssimas. Enfim, esse disco é bem ruim e sem nenhum tipo de evolução. 

Melhores Faixas: (..........) 
Piores Faixas: Aí Já Era, Volta Pra Minha Vida, Esquece O Medo E Vem, Chove, Chove, Tempo Ao Tempo, Cilada

A Hora É Agora - Ao Vivo Em Jurerê – Jorge & Mateus





















NOTA: 1,2/10


Dois anos se passaram, e a dupla retorna lançando mais um álbum ao vivo, A Hora É Agora - Ao Vivo em Jurerê. Após o Aí Já Era, Jorge & Mateus encerraram seu vínculo com a Universal Music e assinaram com a Som Livre. A dupla decidiu registrar um novo projeto ao vivo que refletisse a maturidade artística alcançada e a conexão com o público. A escolha de Jurerê, uma praia localizada no norte da Ilha de Santa Catarina, em Florianópolis, como cenário para a gravação proporcionou uma atmosfera intimista. A produção ficou a cargo de Dudu Borges, e a direção ficou com Anselmo Troncoso, responsável por captar a essência das performances e da interação com o público presente. Basicamente, eles mantiveram a identidade Sertaneja da dupla, incorporando elementos contemporâneos para tentar deixar tudo o mais compacto possível. Só que o repertório é bem fraco, e as canções são aquela dor de corno maldita. Em suma, é outro álbum ruim e totalmente descartável. 

Melhores Faixas: .............. 
Piores Faixas: Flor, Enquanto Houver Razões, A Gente Nem Ficou, Cartaz, Prisão Sem Grade, Eu Quero Só Você (isso aqui basicamente é um cover ruim da música Be With You do Akon), Passa Esse Modão

                                                 Então é isso, um abraço e flw!!!          

Review: Celestial do Papangu

                    Celestial – Papangu NOTA: 9,8/10 Recentemente, o Papangu retornou com seu 3º álbum de estúdio, o maravilhoso Celestial. ...