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sábado, 30 de novembro de 2024

Analisando Discografias - Filipe Ret: Parte 4

                  

LUME – Filipe Ret





















NOTA: 5,3/10


No ano seguinte, Ret lança a continuação dessa nova trilogia, o LUME, seu 5º álbum de estúdio. Após o Imaterial, o rapper começou a se aprofundar ainda mais no Trap, mas, em comparação com seu antecessor, ele seguiu um caminho mais comercial. Inspirado pelo conceito de luz interior, o álbum reflete a busca do artista por autodescoberta e espiritualidade, enquanto conecta a realidade das quebradas ao universo do Rap carioca. A produção contou praticamente com os mesmos nomes, mas eles decidiram mesclar várias vertentes, desde Trap Funk até Drill. Outro destaque é que este foi o primeiro trabalho lançado sob o selo Nadamal, gravadora fundada pelo próprio Ret. Em relação ao repertório, há algumas músicas legais, mas a maioria soa genérica. Quanto às participações, algumas são boas, como MC Cabelinho, Kayuá e Caio Luccas, mas outras são ruins ou péssimas, como no caso de Anitta. Enfim, este trabalho é fraquíssimo e totalmente irregular. 

Melhores Faixas: Good Vibe, A Meu Favor, Konteiner, Melhor Agora, 7 Meiota 
Piores Faixas: Trem Bala, Todo Poder, Tudo Nosso

NUME – Filipe Ret 





















NOTA: 9,2/10


E aí chegamos ao último álbum lançado até o momento por Filipe Ret, o NUME, que encerra a trilogia iniciada com Imaterial. Após o fraquíssimo LUME, este novo projeto reflete um momento de maturidade artística e pessoal, explorando temas filosóficos e espirituais, enquanto equilibra o sagrado e o profano. O conceito do álbum é evidente desde o título, que significa "Força Divina", até a capa, fotografada pelo seu filho de sete anos. A produção ficou a cargo de três beatmakers representativos das diferentes fases de sua carreira: MãoLee, colaborador de longa data; Dallass, um nome mais recente; e Marquinho no Beat, que também contribuiu nas composições. A sonoridade transita do Boom Bap ao Trap, sempre com uma pegada bem melódica. O repertório é maravilhoso, com canções profundamente reflexivas e, claro, tem um pouco de lifestyle. No final, é um baita disco que encerra a trilogia de forma digna. 

Melhores Faixas: Acima De Mim Só Deus, Vida Eterna, Da Onde Eu Venho, Tua Fé 
Vale a Pena Ouvir: Suor e Lágrima, Lenda, Emoções
  

sexta-feira, 29 de novembro de 2024

Analisando Discografias - Filipe Ret: Parte 3

                    

Imaterial – Filipe Ret





















NOTA: 9,6/10


Em 2021, Filipe Ret lança Imaterial, que inicialmente foi um EP, mas acabou se tornando um álbum completo. Após o Audaz, que marcou o início da tentativa do Ret de migrar para o Trap, ele saiu da gravadora Tudubom e encerrou a parceria com Mãolee. A partir daí, iniciou uma fase mais experimental, buscando combinar seu estilo lírico característico com elementos desse subgênero, além de uma estética audiovisual rica. A produção, como sempre, foi diversificada, contando com nomes como Dallass, Pedro Lotto e Nagalli, que criaram beats que transitam entre o Trap melódico e o mais agressivo, resultando em um equilíbrio sonoro. O repertório é simplesmente fantástico, com canções muito legais e com belíssimos arranjos, além das ótimas feats do L7nnon e Marcelo Falcão, do Rappa. No final, é um trabalho maravilhoso, embora tenha causado críticas de alguns fãs mais antigos, que passaram a chamá-lo de "vendido". 

Melhores Faixas: War, F* F* M* 
Vale a Pena Ouvir: Corte Americano, Não Desista Agora

                                              Então é isso, um abraço e flw!!!      

quinta-feira, 28 de novembro de 2024

Analisando Discografias - Filipe Ret: Parte 2

                  

Revel – Filipe Ret





















NOTA: 9,8/10


O tempo se passa, e o Ret lança seu 2º álbum, o Revel, que se tornou a continuação de uma trilogia. Após o sucesso do Vivaz, o rapper ganhou muita relevância, realizando diversos shows. Logo depois, esse novo trabalho chegou com a expectativa de manter a qualidade e explorar novas sonoridades, além de abordar temas como espiritualidade e relacionamentos em um formato acessível, mas ainda seguindo a fórmula dos dois primeiros projetos. A produção foi novamente diversificada, contando com praticamente os mesmos nomes e alguns novos, como Tropkillaz. Todos trouxeram beats mais melódicos e linhas vocais marcantes, mantendo uma abordagem reflexiva. Apesar de seguir o Boom Bap, esse trabalho é bem mais melódico que seu antecessor. O repertório é novamente espetacular, cheio de canções sensacionais que se diferenciam entre reflexivas e até love songs. Enfim, é um trabalho incrível, sendo uma ótima continuação. 

Melhores Faixas: Isso Que É Vida, Chefe do Crime Perfeito, Só Pra Lembrar Você, Invicto
Vale a Pena Ouvir: Taças Pro Ar, Livre & Triste, Glória Pra Nós

Audaz – Filipe Ret 





















NOTA: 9,2/10


Mais um intervalo de três anos se passa, e o Ret lança Audaz, a finalização da trilogia. Após o Revel, ele já era reconhecido no cenário do Rap nacional como uma figura poética e politizada. Apesar de não estar muito ativo naquele período do "ano lírico", ele começou a perceber que uma revolução no cenário estava por vir. A produção manteve-se diversificada e, além de ser lançada pelo selo da Tudubom, contou também com a Som Livre. Entre os beatmakers estavam nomes como MãoLee e o Dallass, que começou a formar uma parceria com Ret. Além disso, o rapper esteve muito presente na produção, que trouxe uma sonoridade marcada pelo Trap, que começava a se tornar tendência graças à Recayd Mob, mas ainda apresentava influências de Boom Bap. O repertório é muito bom, com canções afiadíssimas e uma presença um pouco maior de love songs. No fim, é um baita álbum, embora tenha sido completamente subestimado. 

Melhores Faixas: Faça Você Mesmo, Vivendo Avançado, Louco Pra Voltar, A Libertina 
Vale a Pena Ouvir: Santo Forte, Aquele Menino, Gonê
  

                                                   Então um abraço e flw!!!      

quarta-feira, 27 de novembro de 2024

Analisando Discografias - Filipe Ret: Parte 1

                    

Vivaz – Filipe Ret





















NOTA: 10/10


Três anos se passaram, e Filipe Ret lança o clássico e atemporal disco de estreia, Vivaz. Após seu 1º trabalho em formato mixtape, Numa Margem Distante, o rapper passou por uma fase de amadurecimento artístico, consolidando sua presença na cena do Rap nacional, apesar do pouco sucesso devido à limitada divulgação. Este álbum reflete as influências do estilo de vida urbano e da realidade do Rio de Janeiro, abordando temas como introspecção, crítica social e hedonismo. A produção foi bem diversificada, com IbraBeats, Daniel Shadow e, claro, Mãolee, que mais uma vez marcou presença. Eles trouxeram uma sonoridade melódica e muito contemporânea, com beats totalmente marcantes, afinal, isso aqui é Boom Bap do puro, em uma pegada bem consciente. O repertório é sensacional, parecendo uma coletânea, pois só há canções espetaculares. No fim, é um disco sensacional e um clássico do Rap nacional. 

Melhores Faixas: Reús, Neurótico de Guerra, Dutumob, Libertários Não Morrem 
Vale a Pena Ouvir: Nova Sorte, Estilo Livre, Os Deus Me Chamam

                                              Então é isso, um abraço e flw!!!     

terça-feira, 6 de agosto de 2024

Reviews Antigas IV

   

A Alguns Quilômetros de Lugar Nenhum – CPM 22





















NOTA: 7/10


É um álbum interessante, com bons arranjos e a maioria das músicas são boas. No entanto, o maior problema é que, por ser um álbum independente, algumas músicas deixam a desejar. Mesmo com a inexperiência que tinham, eles conseguiram lançar um bom disco, mostrando que o CPM 22 tinha bastante futuro pela frente.


The Red Hot Chili Peppers – Red Hot Chili Peppers 





















NOTA: 5/10


O álbum de estreia do Red Hot fez com que a banda começasse com o pé esquerdo. A sonoridade, mesmo sendo crua e às vezes tentando ser limpa, mostrou que esse disco é bem sem graça. E, mesmo tendo algumas músicas boas, as outras são bem tediosas e chatas. Ao mesmo tempo, mostrou que a banda não tinha um gênero definido. O fato é que, se eles quisessem um dia sair do underground, teriam que melhorar bastante em futuros álbuns.

Cowboys from Hell – Pantera 





















NOTA: 9,8/10


Esse álbum realmente fez com que o Pantera encontrasse seu estilo perfeito, que é o Groove Metal. Diferente dos discos anteriores, ele é uma verdadeira pedrada do início ao fim e também faz com que as músicas grudem na sua cabeça. Um álbum brilhante!

Infinite - Eminem






















NOTA: 7,1/10


O álbum de estreia do Eminem é bem conceitual e interessante, mas ainda faltava uma produção melhor e que ele encontrasse sua característica perfeita em suas músicas. É uma pena que esse disco flopou na época do seu lançamento e que a mídia não deu importância, deixando assim o Eminem no underground.

Homework – Daft Punk 





















NOTA: 10/10


Sério, que álbum de estreia sensacional! Do começo ao fim, é espetacular, com músicas bem produzidas e bem mixadas. Mesmo não sendo melódico como nos álbuns posteriores, ele cumpre muito bem a sua proposta. Um discaço que consolidou os parisienses.

Boston - Boston 





















NOTA: 10/10


O 1º álbum do Boston é sensacional, maravilhoso e espetacular. Sem contar que todas as músicas têm uma sonoridade perfeita; ele praticamente não tem defeito algum. Não é à toa que esse disco é um clássico!

Numa Margem Distante - Filipe Ret





















NOTA: 8,6/10


Um álbum de estreia sensacional, com letras de crítica absurda e uma parte lírica espetacular do Ret. É uma pena que, infelizmente, esse álbum não bombou e não alavancou o Ret de uma vez. Era provável que o próximo álbum fosse arrasador.

Iron Maiden - Iron Maiden 





















NOTA: 9,6/10


Um álbum de estreia impecável, completamente cru e pesado, com um repertório sensacional. Fica aquela sensação de que as músicas ficam na sua cabeça e a vontade é de reouvir. No entanto, com os lançamentos posteriores, esse disco acabou não sendo muito lembrado, algo que ele não merece, até porque é um clássico.

L.D. 50 - Mudvayne





















NOTA: 9/10


Um álbum de estreia sensacional, com sonoridade pesada e bem agressiva. Mesmo que esse 1º disco do Mudvayne retrate assuntos muito sensíveis como abuso, suicídio e drogas, é bastante pesado! Além disso, sendo um álbum um pouco longo para o gênero Nu Metal, ainda é um baita disco.

Face Value - Phil Collins  





















NOTA: 10/10


Esse álbum de estreia da carreira solo do Phil Collins é algo épico. Mesmo ele estando bastante triste por conta dos problemas pessoais que enfrentava, ainda há muitas faixas com um som progressivo mais voltado para o Pop, e até influências de R&B e Soul. Realmente, um bom disco de estreia.

Então é só e flw!!! 

Analisando Discografias - Imagine Dragons

                  Night Visions – Imagine Dragons NOTA: 1/10 (É... partiu). No ano de 2012, o Imagine Dragons lançava seu álbum de estreia, ...