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domingo, 15 de fevereiro de 2026

Review: Álbum final autointitulado do Megadeth

                  

Megadeth – Megadeth





















NOTA: 5/10


Recentemente, foi lançado o que é anunciado como o último álbum do Megadeth, sendo este autointitulado. Após o The Sick, The Dying... And The Dead!, ocorreu a saída do Kiko Loureiro, e entrou em seu lugar Teemu Mäntysaari; nesse meio-tempo, eles estavam focados na última turnê quando, de repente, Dave Mustaine anunciou que já estava preparando um novo álbum, mas que este seria o último, pois estava sofrendo de contratura de Dupuytren, o que vinha prejudicando sua capacidade de tocar guitarra. A produção, feita por ele junto com Chris Rakestraw, procurou equilibrar a energia acelerada e a complexidade técnica pelas quais a banda ficou conhecida, com uma cozinha rítmica mais potente e guitarras que trazem aquele lado cortante; o problema é que tudo soa muito previsível, e os riffs ficam com aquele gostinho de que poderiam ser muito mais. O repertório até começa bem, mas depois decai, com canções genéricas. No fim, é um disco mediano e uma despedida bem abaixo. 

Melhores Faixas: Tipping Point, The Last Note, I Don’t Care 
Piores Faixas: Hey, God?!, Obey The Call, Made To Kill
  

quarta-feira, 16 de abril de 2025

Analisando Discografias - Megadeth: Parte 3

                 

Th1rt3en – Megadeth





















NOTA: 8,2/10


Em 2011, o Megadeth retorna lançando Th1rt3en, obviamente sendo este o 13º álbum da banda californiana. Após o Endgame, Dave Mustaine parecia revigorado, liderando uma fase criativa sólida. Só que parte desse material já existia antes, sendo resgatada de demos antigas ou sessões inacabadas, o que dá ao álbum uma vibe de "compilação de inéditas finalizadas", mais do que de um projeto totalmente novo. A produção, feita por Johnny K junto com Dave Mustaine, deixou tudo mais limpo e acessível do que nos álbuns anteriores, com ênfase em uma mixagem polida e estruturas de músicas mais diretas. Para alguns fãs, isso tirou um pouco do peso e da agressividade crua tradicional, mas para outros ajudou a tornar o som mais refinado. Só que aqui tudo funciona exatamente o que a banda não conseguiu fazer no Risk, sendo tudo bem encadeado. O repertório é muito legal, com canções pesadas e algumas mais melódicas. Em suma, é um ótimo disco e muito ousado. 

Melhores Faixas: Whose Life (Is It Anyways?), Public Enemy No. 1, Wrecker 
Vale a Pena Ouvir: Sudden Death, Fast Lane, Deadly Nightshade, 13

Super Collider – Megadeth





















NOTA: 7,2/10


Se passaram dois anos, e eles voltam lançando Super Collider, que é bem criticado pelos fãs. Após o Th1rt3en, a banda decidiu, em vez de seguir o caminho mais técnico e Thrash dos clássicos ou até o equilíbrio dos dois últimos álbuns, optar por uma abordagem mais Hard Rock, radiofônica e comercial. Dave Mustaine também lançou o álbum sob seu próprio selo, o Tradecraft Records, distribuído pela Universal. A produção, feita novamente por Johnny K, tem uma sonoridade limpa, com timbres claros e polidos. As guitarras ainda mantêm um certo peso, mas os riffs são bem menos agressivos. Além disso, houve a escolha de deixar os vocais do Mustaine mais à frente na mixagem e de suavizar a bateria e os solos em alguns momentos. Isso funciona bem, mesmo que haja momentos em que o disco fique sem coesão. O repertório é interessante, com ótimas canções, embora algumas sejam bem fraquinhas. No geral, é um disco bom e muito injustiçado. 

Melhores Faixas: Forget To Remember, Burn!, The Blackest Crow, Built For War 
Piores Faixas: Don't Turn Your Back..., Dance In The Rain (participação do David Dramian do Disturbed, estragou bem a música), Beginning Of Sorrow

Dystopia – Megadeth





















NOTA: 9/10


Três anos se passaram, e o Megadeth volta lançando o fantástico Dystopia, que trouxe muitas mudanças. Após o Super Collider, que foi totalmente massacrado pelos fãs e a pressão por um retorno à sonoridade clássica era enorme. Além disso, o baterista Shawn Drover e o guitarrista Chris Broderick acabaram saindo, dando lugar a Chris Adler (do Lamb of God) e Kiko Loureiro (guitarrista brasileiro do Angra). A produção, feita totalmente por Dave Mustaine junto com Chris Rakestraw, deixou tudo mais cristalino e potente, com grande atenção aos detalhes nas guitarras e nas camadas. A bateria do Adler é meticulosa, e os solos do Kiko trazem um sabor melódico e neoclássico inédito na sonoridade do Megadeth. O álbum equilibra peso, clareza e dinamismo, entregando um som moderno sem sacrificar a brutalidade do Thrash Metal. O repertório é maravilhoso, e as canções são agressivas e bem energéticas. No fim, é um baita disco e que certamente vai envelhecer bem. 

Melhores Faixas: Dystopia, Bullet To The Brain, The Threat Is Real, Conquer Or Die! (bela faixa instrumental), Fatal Illusion 
Vale a Pena Ouvir: Post American World, Lying In State

The Sick, The Dying... And The Dead! – Megadeth





















NOTA: 8,4/10


E aí chegamos em 2022, quando foi lançado o último álbum da banda até o momento, o The Sick, The Dying... And The Dead!. Após o Dystopia, o Megadeth passou por um momento turbulento. Em 2019, Dave Mustaine foi diagnosticado com câncer na garganta, o que atrasou as gravações. Pouco depois, o baixista David Ellefson foi demitido após um escândalo sexual online. Mustaine optou por cortar todos os laços com o colega de longa data. As linhas de baixo que Ellefson havia gravado para o álbum foram descartadas e regravadas por Steve Di Giorgio. Além disso, houve a entrada do baterista Dirk Verbeuren. A produção foi praticamente a mesma, mantendo a sonoridade moderna, pesada e detalhista, só que mais orgânica. Destaque para as guitarras do Mustaine e Kiko Loureiro, que dialogam com agressividade e melodia. O repertório é muito bom, e as canções são mais energéticas e cadenciadas. Enfim, é um disco muito legal e que vale a pena ser apreciado. 

Melhores Faixas: Life In Hell, Soldier On!, Célebutante 
Vale a Pena Ouvir: Junkie, We'll Be Back, Killing Time, Mission To Mars

terça-feira, 15 de abril de 2025

Analisando Discografias - Megadeth: Parte 2

                 

Risk – Megadeth





















NOTA: 2,7/10


Finalizando aquela década de 90, o Megadeth lançou outro disco intitulado Risk. Após o Cryptic Writings, a banda começou a flertar cada vez mais com sonoridades acessíveis. A ideia do título veio de uma provocação do então empresário Bud Prager, que teria dito: “Se você quer realmente sucesso, precisa correr riscos.” Dave Mustaine levou a sério. O objetivo era ampliar o alcance da banda, mirando o mainstream, especialmente o público do Rock alternativo e do Hard Rock. A produção, feita por Dann Huff, trouxe uma abordagem polida, com foco em melodias, refrães radiofônicos e arranjos mais contidos. As guitarras perderam a agressividade cortante tradicional, e o novo baterista Jimmy DeGrasso trouxe um estilo mais direto e menos técnico. Só que tudo é muito sem graça, e muitos dos solos e encadeamentos são excessivos. O repertório é muito ruim, tendo poucos momentos interessantes. Enfim, é um trabalho fraquíssimo e que foi um tiro que acertou o alvo errado. 

Melhores Faixas: Breadline, Ecstasy 
Piores Faixas: Prince Of Darkness, I'll Be There, The Doctor Is Calling, Seven

The World Needs A Hero – Megadeth





















NOTA: 8,2/10


Indo para 2001, o Megadeth retorna lançando mais um álbum, o The World Needs a Hero. Após o fiasco do Risk, Dave Mustaine percebeu que teria que voltar às suas origens, numa tentativa de resgatar o peso, a agressividade e a credibilidade que o Megadeth tinha na era de ouro do Thrash Metal. Além disso, Marty Friedman acabou saindo da banda, e entrou Al Pitrelli, que trouxe um estilo mais técnico e menos veloz. A produção foi conduzida por Bill Kennedy e lançada pelo selo da Sanctuary. Ele trouxe uma abordagem mais agressiva, mas ainda assim bem cuidada, com guitarras em destaque e uma bateria sólida, embora sem a complexidade dos anos 90. O fato é que tudo é mais puxado pro Heavy Metal, mas com aquelas influências técnicas do Thrash. O repertório é muito bom, e as canções são um pouco mais densas e com um toque mais agressivo. No fim, é um belo disco e que teve muito mais consistência. 

Melhores Faixas: Dread And The Fugitive Mind, Moto Psycho, Promises 
Vale a Pena Ouvir: Return To Hangar, The World Needs A Hero, 1000 Times Goodbye

The System Has Failed – Megadeth





















NOTA: 8,5/10


Três anos se passaram, e a banda lança mais um trabalho, o The System Has Failed. Após o The World Needs a Hero, no ano de 2002, Dave Mustaine sofreu uma séria lesão no nervo do braço esquerdo, o que o deixou impossibilitado de tocar guitarra por meses, chegando a anunciar o fim da banda. Durante o processo de recuperação, Mustaine começou a compor e gravar material solo. Ou seja, esse seria seu primeiro álbum solo, mas por pressão contratual da gravadora Sanctuary, foi lançado sob o nome Megadeth. A formação contou com a volta do guitarrista Chris Poland e a entrada do baixista Jimmie Lee Sloas e do baterista Vinnie Colaiuta. A produção foi feita por Jeff Balding, que deixou tudo mais direto e focado nos riffs. A sonoridade é limpa, mas com aquela agressividade. Os solos do Chris Poland trazem um pouco daquela vibe do Jazz Fusion. Já o repertório é bem legal, e as canções são bem mais energéticas. No fim, é um ótimo disco, porém subestimado. 

Melhores Faixas: Die Dead Enough, Truth Be Told, Something That I'm Not 
Vale a Pena Ouvir: The Scorpion, Of Mice And Men, Blackmail The Universe

United Abominations – Megadeth





















NOTA: 5,7/10


Mais três anos se passaram, e eles lançam seu 11º álbum de estúdio, o United Abominations. Após o The System Has Failed, Dave Mustaine estava decidido a reconstruir o Megadeth como uma banda estável. Além disso, a banda assinou com a gravadora Roadrunner, depois de problemas com a Capitol e a Sanctuary. A formação foi refeita com o guitarrista Glen Drover, trazendo também o irmão dele, o baterista Shawn Drover, e o baixista James LoMenzo (ex-Black Label Society). A produção foi conduzida pelo próprio Dave Mustaine, com alguns pitacos do Jeff Balding e Andy Sneap, que deixaram tudo moderno e pesado, mas sem sacrificar a agressividade clássica. As guitarras são afiadas, a bateria é robusta e o baixo tem presença marcante. Só que, muitas vezes, percebe-se que há riffs muito repetitivos e uma imersão que fica bem arrastada. O repertório é muito irregular, com canções boas e outras bem sem graça. No fim, é um disco bem mediano e que faltou coesão. 

Melhores Faixas: Play For Blood, Gears Of War, Washington Is Next! 
Piores Faixas: Never Walk Alone... A Call To Arms, Blessed Are The Dead, United Abominations

Endgame – Megadeth





















NOTA: 8/10


Mais um tempinho se passa, e o Megadeth lança mais um trabalho intitulado Endgame. Após o United Abominations, Dave Mustaine estava mais motivado a voltar aos tempos de ouro da banda, estando sóbrio, em forma e com uma nova arma secreta na manga: o guitarrista Chris Broderick, ex-Nevermore. A saída do Glen Drover não foi traumática, e a entrada do Broderick foi um divisor de águas. Em entrevistas da época, Mustaine disse que se sentia até tocando com alguém tão bom quanto Marty Friedman. A produção foi feita por ele junto de Andy Sneap, e eles deixaram o som limpo, afiado e pesado. Conseguiram unir a agressividade crua do Thrash Metal com uma clareza moderna, sem comprometer a intensidade dos riffs, que por sinal são totalmente afiados e se complementam bem com as linhas de baixo do James LoMenzo. O repertório é muito bom, e as canções são totalmente pesadas, com um encadeamento arrasador. Em suma, é um ótimo disco e bem arrasador. 

Melhores Faixas: This Day We Fight!, Head Crusher 
Vale a Pena Ouvir: Dialectic Chaos, How The Story Ends, 44 Minutes
  

 Então é isso e flw!!!          

segunda-feira, 14 de abril de 2025

Analisando Discografias - Megadeth: Parte 1

                 

Peace Sells... But Who's Buying? – Megadeth





















NOTA: 10/10


Entrando no ano de 1986, o Megadeth lançava seu 2º álbum de estúdio, o Peace Sells... But Who's Buying?. Após o Killing Is My Business... and Business Is Good!, a banda tinha um baita potencial criativo, mas enfrentava sérios problemas com abuso de drogas, falta de grana e conflitos internos. Dave Mustaine estava determinado a provar que poderia superar seu antigo grupo (Metallica) e criar um som ainda mais técnico, rápido e afiado. A produção feita por Randy Burns era totalmente crua, e depois, com o envolvimento da Capitol Records e a mixagem sendo repassada para Paul Lani, o som foi refinado, ficando mais denso, com as guitarras de Mustaine e Chris Poland sendo a espinha dorsal do álbum, criando riffs rápidos e pesados, mas também complexos. Tudo isso é típico do Thrash Metal, com um toque progressivo. O repertório é sensacional, e as canções são uma verdadeira porrada. Enfim, é um disco maravilhoso e um clássico do Thrash. 

Melhores Faixas: Peace Sells, Devils Island, My Last Words 
Vale a Pena Ouvir: Wake Up Dead, I Ain't Superstitious

So Far, So Good... So What! – Megadeth





















NOTA: 8,7/10


Dois anos depois, a banda retorna lançando seu 3º álbum, o So Far, So Good... So What!. Após o Peace Sells... But Who's Buying?, o Megadeth, mesmo estando em uma fama crescente, enfrentava conflitos com drogas que estavam fora de controle, especialmente com o guitarrista Chris Poland e o baterista Gar Samuelson. Ambos foram demitidos em 1987, o que forçou Mustaine a reconfigurar a banda às pressas. Para substituí-los, ele contratou Chuck Behler na bateria e Jeff Young na guitarra solo. A produção foi conduzida por Paul Lani, mas houve desentendimentos com Mustaine, e ele acabou sendo demitido. Foi substituído por Michael Wagener, que deixou o som irregular, principalmente no som de bateria. Ainda assim, o disco mantém a ferocidade e a crueza do Thrash, principalmente naqueles riffs cortantes. O repertório, pelo menos, é muito bom, com canções pesadas e mais velozes. No fim, mesmo com todos esses problemas, é um ótimo disco. 

Melhores Faixas: In My Darkest Hour, Hook In Mouth, Set The World Afire 
Vale a Pena Ouvir: 502, Anarchy In The U.K. (cover da música do Sex Pistols que tem até participação do guitarrista Steve Jones)

Rust In Peace – Megadeth





















NOTA: 10/10


Então, entra o ano de 1990, e é lançado o espetacular e atemporal Rust in Peace. Após o So Far, So Good... So What!, o Megadeth estava numa encruzilhada. A banda estava instável, afetada por vícios e brigas internas. Dave Mustaine sabia que, se quisesse alcançar o status definitivo dentro do Thrash Metal e superar o Metallica, sua obsessão pessoal, ele precisava de uma nova formação impecável. Assim, ele demitiu Jeff Young e Chuck Behler, e recrutou Nick Menza na bateria (antes roadie de Behler) e o virtuoso Marty Friedman na guitarra solo. A produção, conduzida por Mike Clink, marcou a primeira vez em que todos os membros estavam sóbrios durante a gravação. O resultado é um álbum de Thrash Metal que soa cristalino, pesado, limpo e incrivelmente bem executado. O repertório é sensacional, parecendo uma coletânea, com canções que são uma tijolada na cara. Em suma, é um álbum sensacional e uma verdadeira obra-prima do Heavy Metal. 

Melhores Faixas: Holy Wars...The Punishment Due, Tornado Of Souls, Hangar 18, Rust In Peace...Polaris 
Vale a Pena Ouvir: Five Magics, Poison Was The Cure

Countdown To Extinction – Megadeth





















NOTA: 9,6/10


Dois anos depois, foi lançado mais um disco do Megadeth, intitulado Countdown to Extinction. Após o Rust in Peace, a banda estava em seu auge técnico e criativo. Mas, no início dos anos 90, o cenário musical começou a mudar. O Grunge emergia com força, o Metal se diversificava, e até o Metallica havia lançado o Black Album, com uma sonoridade mais acessível. Dave Mustaine percebeu esse momento, e o objetivo agora era atingir o mainstream sem trair os princípios do Megadeth, mantendo o peso e a crítica social. A produção foi conduzida por Max Norman, que havia trabalhado no álbum anterior, e deixou tudo limpo e poderoso. A mixagem é cristalina: os riffs têm impacto, os vocais são nítidos, e a bateria do Nick Menza soa encorpada, quase industrial em alguns momentos. O repertório é maravilhoso, e as canções ficaram mais melódicas, mas bem agressividade. Enfim, é um belo disco, mas que teve aquela chatice dos fãs dizerem que eles se venderam. 

Melhores Faixas: Symphony Of Destruction, Foreclosure Of A Dream, Skin O' My Teeth, Psychotron, High Speed Dirt 
Vale a Pena Ouvir: Countdown To Extinction, Sweating Bullets, Ashes In Your Mouth

Youthanasia – Megadeth




















NOTA: 8,8/10


Mais dois anos se passaram, e a banda lança seu 6º álbum, o Youthanasia, que trouxe novidades. Após o Countdown to Extinction, a banda havia atingido um novo nível de popularidade, com o álbum anterior sendo um grande sucesso comercial e recebendo aclamação crítica. Dave Mustaine, sempre atento ao movimento da cena e vendo que o Thrash Metal já tinha decaído, sabia que o Megadeth precisava se adaptar. A produção, feita novamente por Max Norman, resultou em um som mais pesado e mais acessível, mantendo a essência do Megadeth, mas com uma sonoridade mais focada e com maior ênfase nos detalhes melódicos. As guitarras do Mustaine e Friedman têm um timbre mais grave e sujo. A bateria do Nick Menza é mais focada no groove, enquanto o baixo do David Ellefson aparece com mais destaque. O repertório é bem legal, com canções melódicas, mas que vão para um lado mais denso. Enfim, é um ótimo álbum e um dos mais maduros da banda. 

Melhores Faixas: A Tout Le Monde, I Thought I Knew It All, Blood Of Heroes 
Vale a Pena Ouvir: Train Of Consequences, Youthanasia, Victory

Cryptic Writings – Megadeth





















NOTA: 7,7/10


Três anos se passaram, e eles lançam mais um disco, o Cryptic Writings, que trouxe mudanças. Após o Youthanasia, o baterista Nick Menza foi substituído por Jimmy DeGrasso antes da gravação. Além disso, a sonoridade do Megadeth estava se afastando um pouco do Thrash mais técnico e rápido para abraçar influências mais acessíveis e variadas, refletindo uma mudança voltada para o Hard Rock e o Heavy Metal tradicional. A produção foi feita por Dann Huff, que moldou um som mais refinado, mantendo o peso, mas com uma sonoridade mais polida. Desta vez, a produção foi mais voltada para a clareza e definição dos instrumentos, com menos foco no Thrash frenético e mais em uma sonoridade sólida e coesa. Ainda assim, há momentos em que algumas faixas parecem sem andamento. O repertório é bem legal, com canções pesadas e cadenciadas, mas também com algumas mais fracas. No geral, é um disco legal, mas que poderia ter sido melhor lapidado. 

Melhores Faixas: Use The Man, I'll Get Even, Trust, The Disintegrators 
Piores Faixas: Vortex, She-Wolf, Sin

                                                 Então é isso, um abraço e flw!!!          

sexta-feira, 2 de agosto de 2024

Reviews Antigas II

 

London Calling - The Clash





















NOTA: 10/10


Um disco perfeito, com repertório bem produzido, uma boa junção de Punk-Rock, Ska, Reggae, Rockabilly e outros gêneros presentes nesse álbum. Este disco é simplesmente uma obra-prima e é essencial para qualquer um escutar.

2Paclypse Now - 2Pac 





















NOTA: 7,3/10


Foi um álbum de estreia muito interessante que o 2Pac acabou fazendo naquela época de ouro do Rap americano. O disco tem boas batidas, e algumas músicas têm letras coerentes, enquanto outras nem tanto. O primeiro disco é bom, mas o ''Pac'' ainda precisava amadurecer em seus futuros trabalhos.

Bleach - Nirvana 





















NOTA: 8,9/10


É um álbum de estreia muito bom, bem produzido, cru, e o repertório é coerente. O que faltava para a banda de Kurt Cobain emplacar era elevar ainda mais o som que já estava bom e melhorar a estrutura da banda.

KoЯn – KoЯn





















NOTA: 10/10


Um disco de estreia incrível que deu um pontapé inicial não só para a banda, mas também para esse novo estilo que foi batizado de Nu Metal (por conta da mistura de Rap, música eletrônica e Metal). Esse álbum é quase uma biografia da vida difícil do vocalista Jonathan Davis. É simplesmente um clássico e uma obra-prima, esse primeiro disco.

Off The Wall - Michael Jackson 





















NOTA: 10/10


Um álbum perfeito do início ao fim. O repertório é tão excelente que o álbum parece uma coletânea. Além disso, foi muito bem produzido, considerando que Michael, um garoto prodígio, havia recém-entrado na fase adulta. Não é à toa que é considerado um dos melhores álbuns de todos os tempos.

Holy Diver - Dio 





















NOTA: 10/10


Um baita disco de estreia. Do início ao fim, a sonoridade é pesada, com arranjos fortes e letras de cada música muito bem escritas. Esse álbum deu um bom pontapé inicial na carreira solo do Ronnie James Dio, ainda tendo influências do Rainbow e do Black Sabbath. Realmente, um disco espetacular.

Killing Is My Business... And Business Is Good! – Megadeth 




















NOTA: 8/10


É um disco bom, e mesmo com uma gravação pobre, mostrou o quanto Dave Mustaine conseguiria se virar após a demissão do Metallica. O veredito é que grande parte das músicas são boas, o som é totalmente pesado e cru, naquele estilo Thrash que começamos a nos acostumar.

Fotos de Ontem - Igão 




















NOTA: 2/10


Um EP sem graça, genérico, medíocre, ruim e muito mais. Apenas a música com a participação do Veigh salva, pois o resto é uma porcaria como a participação do Luccas Carlos que não acrescentou em nada e a última música com Dallass que ele parece que tá cantando com sono, simplesmente um EP terrível.

Facelift - Alice In Chains 




















NOTA: 9,1/10


Um disco de estreia excepcional, com uma potência espetacular. Uma coisa que se nota, comparado a outras bandas de ''Grunge'', é que o Alice in Chains flerta com o Heavy Metal, o que se tornou sua principal característica. Realmente, esse álbum mostrou o quanto de potencial a banda de Layne Staley e companhia tinha.

Appetite For Destruction - Guns N' Roses 





















NOTA: 10/10


É um disco espetacular do início ao fim, de tão bom que é. Faz com que pareça mais uma coletânea, de tão perfeito que é o repertório. O vocal de Axl Rose e os riffs de Slash são daqueles que ficam na cabeça e não saem. Simplesmente um dos álbuns mais importantes da história do rock e também um dos melhores de todos os tempos.

É isso família e flw!!! 

Analisando Discografias - Imagine Dragons

                  Night Visions – Imagine Dragons NOTA: 1/10 (É... partiu). No ano de 2012, o Imagine Dragons lançava seu álbum de estreia, ...