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sexta-feira, 5 de dezembro de 2025

Analisando Discografias - Kansas: Parte 4

                 

Always Never The Same – Kansas





















NOTA: 5,7/10


Três anos se passam, e o Kansas lança mais um álbum, o Always Never the Same, que foi mais ambicioso. Após o Freaks of Nature, o violinista Robby Steinhardt acabou retornando à banda, e com isso eles voltavam a ter mais confiança. Surge então a ideia de um projeto inusitado: regravar clássicos do grupo com arranjos sinfônicos completos, contando com a prestigiada London Symphony Orchestra, formada por músicos de renome universal e conhecida por sua precisão e densidade orquestral. A produção foi feita pela banda junto com Trammell Starks, que geriu essa junção de guitarras pesadas, violinos elétricos, sintetizadores e vocais fortes com os timbres da London Symphony. Os arranjos foram coordenados por Larry Baird, só que o grande erro é que muitos deles acabam prejudicando muito da cadência rítmica. O repertório é bem irregular: há reinterpretações decentes e outras que fogem da proposta original. No geral, é um trabalho mediano e desnecessário. 

Melhores Faixas: Dust In The Wind, The Sky Is Falling, Eleanor Rigby (cover dos Beatles) Vale a Pena Ouvir: Need To Know, Song For America, Cheyenne Anthem

Somewhere To Elsewhere – Kansas





















NOTA: 8/10


Passando para 2000, eles voltam lançando mais um disco, agora inteiramente de inéditas, o Somewhere to Elsewhere. Após o Always Never the Same, a banda acabou surpreendendo os fãs com o retorno de sua formação clássica, com Kerry Livgren de volta, e a ideia de um reencontro criativo amadureceu lentamente, movida tanto pelo desejo de fechar um ciclo quanto pela sensação de que havia algo ainda não dito musicalmente pelas mãos originais do Kansas. A produção, conduzida pela própria banda, foi feita de forma intimista, com Steve Walsh gravando suas partes vocais de forma remota, só que isso foi bem integrado às linhas de guitarra profundas de Livgren e Williams e ao violino de Robby Steinhardt, revivendo aquela estética do Rock progressivo sinfônico que os marcou. O repertório é muito bom, e as canções são todas bem cadenciadas. No fim, é um ótimo disco e que é injustamente subestimado pelos fãs. 

Melhores Faixas: Distant Vision, Icarus II, Grand Fun Alley 
Vale a Pena Ouvir: Look At The Time, When The World Was Young

The Prelude Implicit – Kansas





















NOTA: 8,5/10


Foi só em 2016 que o Kansas enfim retornou com um novo disco, o The Prelude Implicit, com várias mudanças. Após o Somewhere to Elsewhere, a banda viveu principalmente de turnês. Só que houve mudanças: Robby Steinhardt acabou saindo novamente, Dave Hope e Kerry Livgren estavam afastados, e Steve Walsh começou a apresentar sinais de desgaste vocal e emocional. Com isso, a formação ficou com Ronnie Platt (vocais), Rich Williams e Zak Rizvi (guitarras), Billy Greer (baixo), David Manion (piano), David Ragsdale (violino) e Phil Ehart (bateria). A produção, feita pela própria banda, enfatizou a clareza, o peso e a densidade, com guitarras robustas, linhas de baixo marcantes e teclados modernos que mesclavam timbres clássicos com texturas contemporâneas. O repertório é muito bom, e as canções são bem grandiosas e seguem para um lado mais imersivo. Enfim, é um ótimo disco e que se mostrou poderoso. 

Melhores Faixas: The Unsung Heroes, Summer, Refugee 
Vale a Pena Ouvir: With This Heart, The Voyage Of Eight Eighteen

The Absence Of Presence – Kansas





















NOTA: 8,6/10


Então chegamos em 2020, quando o Kansas lançou seu último álbum até o momento, o The Absence of Presence. Após o The Prelude Implicit, a banda ganhou confiança para criar não apenas uma continuação, mas um trabalho mais desafiador. No entanto, durante o processo de composição, uma mudança importante ocorreu: David Manion deixou o Kansas. Para assumir os teclados, entrou Tom Brislin, músico experiente conhecido por trabalhos em algumas bandas já estabelecidas na cena progressiva. A produção, feita em sua maioria por Zak Rizvi, seguiu basicamente a mesma linha, só que com mais refinamento técnico, mais clareza e mais espaço para a complexidade instrumental. A mixagem privilegia a separação entre elementos: guitarras com textura encorpada, violino cristalino, teclados amplos, baixo melódico e bateria precisa. O repertório é muito bom, e as canções têm um lado mais épico e grandioso. No fim, é um ótimo disco e bem consistente. 

Melhores Faixas: Throwing Mountains, The Song The River Sang, Memories Down The Line
Vale a Pena Ouvir: Never, The Absence Of Presence

 

quinta-feira, 4 de dezembro de 2025

Analisando Discografias - Kansas: Parte 3

                 

Vinyl Confessions – Kansas





















NOTA: 3/10


Dois anos depois, o Kansas retorna com mais um disco, o Vinyl Confessions, que trouxe algumas mudanças. Após o Audio-Visions, a banda havia chegado a um ponto de ruptura: a crescente orientação espiritual/religiosa de Kerry Livgren moldava cada vez mais as composições, enquanto Steve Walsh se sentia artisticamente deslocado. Ele deixou o grupo no final de 1981 para seguir carreira solo. Com isso, eles buscaram um novo vocalista, John Elefante, um jovem cantor desconhecido, mas com uma potência vocal surpreendente. A produção, feita pela banda junto com Ken Scott, apresenta um som limpo e nítido, com forte presença de teclados, principalmente os sintetizadores, para se adequar às tendências da época, incorporando influências do AOR. Só que tudo é bem genérico e com momentos bastante previsíveis. O repertório é muito ruim, e as canções são fraquíssimas, com poucas se salvando. Enfim, é um disco ruim e que demonstrava uma queda. 

Melhores Faixas: Fair Exchange, Borderline, Windows 
Piores Faixas: Face It, Diamonds And Pearls, Chasing Shadows, Play On

Drastic Measures – Kansas





















NOTA: 2,5/10


No ano seguinte, eles lançam mais um trabalho novo, intitulado Drastic Measures. Após o Vinyl Confessions, a banda começava a se desfazer de sua formação clássica com a saída do violinista Robby Steinhardt. Além disso, o grupo passou a ter mais composições de John Elefante e de seu irmão Dino, fazendo com que Kerry Livgren tivesse menos protagonismo. E, como eles não haviam conseguido até aquele período emplacar um hit gigantesco, decidiram deixar o som ainda mais calcado naquele estilo AOR, mas não reduzindo as influências cristãs. A produção, feita pela banda junto com Neil Kernon, é completamente polida, com os sintetizadores predominando e deixando o som mais seco, com baterias definidas, guitarras compactas e harmonias vocais trabalhadas, tornando tudo bem descaracterizado e bastante genérico. O repertório é terrível, e as canções são muito ruins, com poucas se salvando. No geral, é um trabalho péssimo e foi um tropeço feio. 

Melhores Faixas: Going Through The Motions, Incident On A Bridge 
Piores Faixas: Mainstream, Fight Fire With Fire, Andi, Get Rich

Power – Kansas





















NOTA: 4/10


Três anos depois, a banda retorna lançando mais um trabalho novo, intitulado Power. Após o Drastic Measures, o Kansas entrou em um pequeno hiato. Quando retornam, John Elefante, Dave Hope e Kerry Livgren acabam saindo, entrando em seus lugares Billy Greer e Steve Morse, que após um período em sua carreira solo e em outros projetos retorna à banda. Com isso, eles assinaram com a gravadora MCA e ganharam mais liberdade artística. A produção, conduzida por Andrew Powell junto com o baterista Phil Ehart, apresenta uma sonoridade clara, robusta e inteiramente alinhada à estética AOR e Hard Rock da década de 80. A produção adota um acabamento cristalino, com teclados atmosféricos, guitarras detalhadas e vocais cuidadosamente camadas, ou seja, novamente os mesmos erros se repetem com bastante previsibilidade. O repertório é ruim, com algumas canções boas e outras genéricas. No final, é um disco fraco e que faltou transparência. 

Melhores Faixas: Tomb 19, Power, All I Wanted 
Piores Faixas: Secret Service, Silhouettes In Disguise, Three Pretenders, Can't Cry Anymore

In The Spirit Of Things – Kansas





















NOTA: 3/10


Chegando em 1988, foi lançado o 11º álbum do Kansas, o In the Spirit of Things. Após o Power, a banda foi incentivada pela MCA Records a criar um álbum conceitual, inspirando-se em uma tragédia real: a enchente que devastou a pequena cidade de Neosho Falls, no Kansas, em 1951. A banda mergulha na história da cidade até sua destruição final, transformando esse material em um grande arco temático sobre esperança, fraqueza humana, fé, perda, solidão e renascimento. A produção, feita por Bob Ezrin junto com a banda, adota uma abordagem teatral, mas com uma sonoridade polida, usando corais, sintetizadores, efeitos ambientais (chuva, vento, ecos), guitarras expansivas e dinâmicas dramáticas que vão do intimista ao explosivo. Só que tudo é muito sem alma e não tem imersão, ficando excessivamente arrastado. O repertório é muito ruim, e as canções são insuportáveis, com poucas interessantes. No fim, é um trabalho terrível e que já precisava de renovação. 

Melhores Faixas: Bells Of Saint James, Once In A Lifetime, The Preacher 
Piores Faixas: Inside Of Me, I Counted On Love, Rainmaker, One Man, One Heart

Freaks Of Nature – Kansas





















NOTA: 8,4/10


Pulando para 1995, o Kansas lançava seu 12º álbum, intitulado Freaks of Nature, e aqui as coisas mudaram. Após o In the Spirit of Things, a banda acabou ficando inativa, principalmente naquele período em que o rock alternativo passou a dominar. Quando retornam, eles já não contam mais com Steve Morse e Robby Steinhardt; em seus lugares entra David Ragsdale, violinista virtuoso que não apenas resgatou a sonoridade clássica dos anos 70, mas também trouxe frescor, energia e uma abordagem diferente ao violino, com mais pegada de Rock e improvisação. A produção, feita novamente por Jeff Glixman, opta por um som mais seco, direto e vivo. O disco foi gravado quase como uma performance de banda, com forte foco na interação entre os músicos, guitarras precisas e o violino sendo praticamente a alma de tudo. O repertório é muito legal, e as canções são muito boas e têm um lado mais variado. Em suma, é um ótimo disco e foi um verdadeiro ressurgimento. 

Melhores Faixas: Cold Grey Morning, Black Fathom 4 
Vale a Pena Ouvir: I Can Fly, Need, Hope Once Again


    Por hoje é só, então flw!!!     

quarta-feira, 3 de dezembro de 2025

Analisando Discografias - Kansas: Parte 2

                 

Masque – Kansas





















NOTA: 8,9/10


Meses se passam, e foi lançado o 3º álbum do Kansas, intitulado Masque, que seguiu por um caminho mais amplo. Após o Song For America, a banda vivia um momento de amadurecimento acelerado: turnês intensas, crescimento de público, maior confiança em estúdio e, acima de tudo, uma necessidade de provar que era um grupo americano capaz de competir com os gigantes progressivos britânicos, mas sem imitá-los. A produção foi feita inteiramente por Jeff Glixman, que ajudou a banda a criar um disco em que o Rock é mais evidente do que nos dois trabalhos anteriores. Existe mais peso na guitarra de Rich Williams e mais espaço para o baixo de Dave Hope. O violino do Robby Steinhardt, por sua vez, não apenas colore, mas dialoga com as guitarras e órgãos de forma mais orgânica, criando texturas menos óbvias e mais integradas. O repertório é muito bom, e as canções têm uma pegada mais energética. Enfim, é um ótimo disco e mais ambicioso. 

Melhores Faixas: Icarus - Borne On Wings Of Steel, Child Of Innocence, It Takes A Woman's Love (To Make A Man) 
Vale a Pena Ouvir: The Pinnacle, Two Cents Worth

Leftoverture – Kansas





















NOTA: 10/10


Então chega 1976, quando foi lançado o maravilhoso 4º álbum do Kansas, o Leftoverture. Após o Masque, apesar de sua reputação crescente como banda ao vivo e de certa presença no circuito progressivo, eles ainda não tinham alcançado um grande sucesso comercial. A Kirshner Records começava a pressionar por resultados mais expressivos. Além disso, Steve Walsh passava por uma espécie de bloqueio criativo, e com isso Kerry Livgren assumiu um papel ainda maior na composição. A produção foi feita por Jeff Glixman junto com a banda, que partiu para um som mais robusto, tridimensional e refinado do que nos discos anteriores, equilibrando Rock progressivo sinfônico com Hard Rock, com arranjos vocais mais densos, camadas de teclado meticulosamente construídas e uma integração praticamente perfeita entre guitarra e violino. O repertório é maravilhoso, parecendo praticamente uma coletânea. Enfim, é um álbum espetacular e uma obra-prima. 

Melhores Faixas: Carry On Wayward Son, The Wall, Cheyenne Anthem, Miracles Out Of Nowhere 
Vale a Pena Ouvir: What's On My Mind, Magnum Opus (principalmente na 5ª parte: Release the Beavers)

Point Of Know Return – Kansas





















NOTA: 9,9/10


Ai, no ano seguinte, foi lançado mais um trabalho do Kansas, o também espetacular Point of Know Return. Após o Leftoverture, com o sucesso estrondoso do hit Carry On Wayward Son, eles se consolidaram como um dos principais nomes do rock progressivo nos Estados Unidos. Só que começava um desgaste por conta de turnês extensas, e Kerry Livgren estava cada vez mais mergulhado em reflexões filosóficas e espirituais que transbordavam para suas letras, enquanto Steve Walsh ainda sofria com seu bloqueio criativo. A produção, feita como sempre por Jeff Glixman, seguiu para um som ainda mais lapidado e grandioso, mantendo a densidade progressiva, mas com uma clareza impressionante, com guitarras mais definidas, teclados com camadas mais complexas e arranjos vocais e de violino que sustentam toda a base sonora. O repertório é maravilhoso, e as canções são épicas e energéticas. Enfim, é um baita disco e outro clássico da banda. 

Melhores Faixas: Dust In The Wind, Point Of Know Return, Closet Chronicles, Sparks Of The Tempest, Lightning's Hand 
Vale a Pena Ouvir: Portrait (He Knew), Paradox

Monolith – Kansas





















NOTA: 9/10


Dois anos se passam, e foi lançado mais um disco do Kansas, o Monolith, que trouxe muitas mudanças. Após o Point of Know Return, eles se tornaram uma das bandas mais populares dos Estados Unidos. Turnês massivas, vendas altas e uma presença forte nas rádios consolidavam o grupo como referência máxima do chamado “Prog americano”. Porém, esse sucesso vinha acompanhado de pressões intensas: expectativas comerciais crescentes, desgaste interno e uma mudança de época, já que o Rock progressivo começava a ser limado pela indústria. A produção, conduzida pela própria banda, seguiu uma abordagem mais compacta e densa, em vez da expansão sinfônica habitual. Há menos brilho “radiofônico” e mais densidade, resultando em um disco introspectivo, complexo e, em muitos momentos, enigmático. O repertório é muito bom, e as canções são bem variadas e com um lado mais melódico. No final, é um ótimo disco e bastante subestimado. 

Melhores Faixas: People Of The South Wind, Stay Out Of Trouble, On The Other Side 
Vale a Pena Ouvir: A Glimpse Of Home, Reason To Be

Audio-Visions – Kansas





















NOTA: 8,4/10


Então chegamos aos anos 80, quando o Kansas retorna com mais um disco, o Audio-Visions. Após o Monolith, ficou claro que o grupo estava numa encruzilhada: Steve Walsh e Kerry Livgren já não compartilhavam a mesma visão artística, pois Livgren havia se convertido recentemente ao cristianismo e passou a escrever letras de forte caráter religioso, o que começou a gerar desconforto em parte da banda, sobretudo em Walsh, que queria que a abordagem seguisse para o lado característico do Rock. Com isso, o clima interno estava completamente desagradável. A produção, feita pela banda junto com Brad Aaron e Davey Moiré, trouxe uma abordagem nítida e bem equilibrada, mostrando que o grupo tentava encontrar um ponto entre o estilo do Hard Rock e o AOR que começaria a dominar aquele período, ainda que mantivesse o caráter grandioso. O repertório é muito bom, e as canções são bem cadenciadas. Em suma, é um ótimo disco em um momento de ruptura. 

Melhores Faixas: Hold On, Go To Rock On 
Vale a Pena Ouvir: No Room For A Stranger, Don't Open Your Eyes, Relentless
  

                       Então é isso e flw!!!           

terça-feira, 2 de dezembro de 2025

Analisando Discografias - Kansas: Parte 1

                  

Kansas – Kansas





















NOTA: 9/10


Indo para 1974, o Kansas lançava seu álbum de estreia autointitulado, que trazia uma estética diferente. A banda havia sido formada um ano antes, na capital do estado do Kansas: Topeka, e era composta por Kerry Livgren (guitarra e teclados), Steve Walsh (teclados e vocalista principal), Rich Williams (guitarra), Robby Steinhardt (violino), Dave Hope (baixo) e Phil Ehart (bateria). Eles surgiram como uma aposta do Don Kirshner para ser uma banda de Rock progressivo bem mais variada, capaz de competir com nomes como Pink Floyd e Genesis. A produção, feita por Wally Gold, mantém o espírito cru, mas ao mesmo tempo exibe complexidade e ambição nas estruturas progressivas, com o violino do Robby sendo o centro enquanto o resto da instrumentação serve de sustentação para arranjos que mostram um lado bem cinematográfico. O repertório é incrível, e as canções são imersivas e energéticas. Enfim, é um belo disco de estreia e já mostrava um grande potencial. 

Melhores Faixas: Belexes, Apercu, Journey From Mariabronn 
Vale a Pena Ouvir: Can I Tell You, Death Of Mother Nature Suite, Lonely Wind

Song For America – Kansas





















NOTA: 9,4/10


No ano seguinte, foi lançado o 2º álbum do Kansas, o clássico Song for America. Após o álbum de estreia, Kerry Livgren já se mostrava, desde o início, como um compositor com inclinações filosóficas e espirituais, e, após esse primeiro trabalho, ampliou ainda mais sua ambição. O Kansas também passou a se entender melhor como unidade: Walsh se firmou como vocalista e tecladista expressivo, Steinhardt como uma força dramática com o violino, e a banda compreendeu que sua identidade real estava no equilíbrio entre o peso americano e o progressivo europeu. A produção, feita agora por Jeff Glixman e Wally Gold, é bem mais ampla: os instrumentos são melhor distribuídos no espaço sonoro, o violino ocupa um papel central com maior clareza, e as performances vocais recebem mais espaço para harmonia e contraponto. O repertório é maravilhoso, e as canções são profundas e dinâmicas. No final, é um baita disco e um dos melhores da banda. 

Melhores Faixas: Song For America, The Devil Game 
Vale a Pena Ouvir: Lamplight Symphony, Down The Road
  

                                                                           Então um abraço e flw!!!                

Analisando Discografias - Imagine Dragons

                  Night Visions – Imagine Dragons NOTA: 1/10 (É... partiu). No ano de 2012, o Imagine Dragons lançava seu álbum de estreia, ...