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segunda-feira, 22 de setembro de 2025

Review: Man Up do Ice Cube

                   

Man Up – Ice Cube





















NOTA: 7,9/10


Há duas semanas, Ice Cube retornou lançando mais um álbum, intitulado Man Up, continuação do seu último trabalho. Após o Man Down, não tivemos muitos momentos notáveis do Cube, e, para essa sequência, ele decidiu apresentar uma abordagem mais introspectiva e filosófica, abordando questões de envelhecimento, legado e a evolução do Hip-Hop/Rap. A produção foi, como sempre, bem diversificada, contando com Hallway Productionz, ProHoeZak, Bigg Von, entre outros, que mesclaram o estilo clássico da Costa Oeste com elementos contemporâneos. A sonoridade é caracterizada por beats pesados, grooves envolventes e uma mistura de sintetizadores modernos com momentos mais densos. O repertório é bem legal, e as canções são bem profundas, com outras que, de novo, davam também para descartar. Enfim, é um trabalho bacana, que é superior ao seu antecessor. 

Melhores Faixas: California Dreamin', Before Hip Hop, Act My Age (Scarface mandando bem), Man Power, What You Gonna Do About It? 
Piores Faixas: All Work No Play, Forget Me If You Ain't Wit Me, It's My Ego (remix desnecessário com Scarface e Quake Matthews), Respect My Space
  

quarta-feira, 25 de junho de 2025

Analisando Discografias - Ice Cube: Parte 3

                   

Man Down – Ice Cube





















NOTA: 7,8/10


Então, chegamos ao último álbum dele até o momento, lançado no ano passado, o Man Down. Após o Everythangs Corrupt, Cube continuou gerindo sua liga de basquete, a BIG3, se envolvendo em debates políticos e aparecendo em produções cinematográficas. Mesmo assim, nunca deixou de comentar sobre a cultura, a sociedade e a cena do Hip-Hop, especialmente em suas entrevistas e redes sociais. Além disso, manifestou descontentamento com os rumos da indústria, criticando a superficialidade lírica e o domínio de tendências Pop. A produção foi bastante diversificada, contando com nomes como Lil Jon, Hallway Productionz e outros, que mesclaram os pilares clássicos do Gangsta Rap com beats modernos, trazendo uma atmosfera densa e incorporando alguns elementos do G-Funk e do Trap. O repertório é bem interessante, com canções legais e profundas, mas também inclui algumas descartáveis. No geral, é um disco bom, apesar de repetir falhas anteriores. 

Melhores Faixas: Talkin' Bout These Rappers, It's My Ego, She's Sanctified (feats interessantes com Snoop Dogg, E-40 e Too $hort; assim, tudo mundo foi bem só Dogg que deixou a desejar), Ego Maniacs, Ghetto Story, Let's Get Money Together 
Piores Faixas: Not Like Them, Especially You, Scary Movie, 5150, No Cap (botou um monte de nego sem graça aí fica dificil)
  

terça-feira, 24 de junho de 2025

Analisando Discografias - Ice Cube: Parte 2

                 

War & Peace Vol. 1 (The War Disc) – Ice Cube





















NOTA: 8,2/10


Em 1998, Ice Cube retorna lançando mais um disco, este que faria parte de uma sequência: War & Peace Vol. 1 (The War Disc). Após o Lethal Injection, o rapper passou um longo período sem lançar um álbum solo. Durante esse intervalo, ele se envolveu em diversos projetos paralelos, incluindo os grupos Westside Connection e Da Lench Mob. Além disso, sua carreira como ator decolava, com participações em filmes como Friday (que também coescreveu), o que contribuiu para sua onipresença cultural mesmo longe dos estúdios de gravação, e só depois ele retornaria à música. A produção foi bastante diversificada, com nomes como Bud’da e N.O. Joe, misturando o som cru e agressivo do Gangsta Rap dos anos 90 com algumas experimentações mais modernas, ainda trazendo aquela atmosfera sombria com batidas densas. O repertório é bem interessante, e as canções são todas cheias de profundidade, com muita crítica social. Enfim, é um ótimo disco, que trouxe um bom conceito. 

Melhores Faixas: Ghetto Vet, The Curse Of Money (ótima feat do Mack 10) War & Peace, The Peckin' Order 
Vale a Pena Ouvir: Greed, Fuck Dying (participação interessante da banda Korn), Limos, X-Bitches, 3 Strikes You In, Demos & Bimbos

War & Peace Vol. 2 (The Peace Disc) – Ice Cube





















NOTA: 8,7/10


Dois anos se passaram, foi lançado War & Peace Vol. 2 (The Peace Disc), que foi a finalização dessa sequência. Após o War & Peace Vol. 1 (The War Disc), Cube continuou a expandir sua carreira cinematográfica, participando de filmes como Next Friday e consolidando sua imagem como um artista multifacetado, além de prometer que sua segunda parte tivesse um enfoque mais “calmo”. No entanto, não se trata de um álbum “pacífico”, mas sim de um projeto que busca abordar temas mais reflexivos, existenciais e, por vezes, até sentimentais, contrastando com a agressividade do War Disc. A produção foi praticamente a mesma, com a inclusão do Dr. Dre e até do P. Diddy (é...), e eles mantiveram o alto padrão técnico, com beats pesados e contemporâneos à virada do milênio, seguindo todas aquelas influências do Rap da Costa Oeste. O repertório é muito bom, e as canções são mais reflexivas e até mais dançantes. No fim, é um disco bacana, que faz valer a pena ouvir essa sequência. 

Melhores faixas: Hello (feat nostálgica do Dr. Dre e MC Ren), You Can Do It (faixa dançante com Mack 10 e Ms. Toi), Until We Rich (ótima feat com Krayzie Bone), Roll All Day, The Gutter Shit (Jayo Felony foi o melhor das outras duas feats) 
Vale a Pena Ouvir: Record Company Pimpin’, Supreme Hustle, Gotta Be Insanity, You Ain't Gotta Lie (Ta Kick It)

Laugh Now, Cry Later – Ice Cube





















NOTA: 8/10


Indo para 2006, foi lançado mais um trabalho novo intitulado Laugh Now, Cry Later. Após a sequência War & Peace, Ice Cube passou seis anos afastado, seguindo sua carreira cinematográfica, que atingiu novos patamares com franquias como Friday, Barbershop e Are We There Yet?, tornando-se uma figura popular fora do universo do Rap. Contudo, esse foco em Hollywood fez muitos se questionarem se ele ainda tinha relevância como MC. Então ele retorna lançando esse projeto sob seu próprio selo, Lench Mob Records, e sem muito apoio da Priority Records. A produção foi aquela de sempre, convocando nomes como Scott Storch, Swizz Beatz, DJ Green Lantern, Warren G e Emile. A sonoridade oscila entre o G-Funk digital moderno, batidas agressivas e momentos melódicos, mantendo seu estilo característico, porém com um lado mais diversificado. O repertório é ótimo, e as canções são reflexivas e até envolventes. No geral, é um disco legal, mas muito subestimado. 

Melhores Faixas: Why We Thugs, The Nigga Trap, Smoke Some Weed, Click, Clack - Get Back! 
Vale a Pena Ouvir: Laugh Now, Cry Later, Go To Church (feat doida do Snoop Dogg e Lil Jon), You Gotta Lotta That, Growin' Up, The Game Lord

Raw Footage – Ice Cube





















NOTA: 7,2/10


Mais dois anos se passaram, e o Cube retornava lançando seu 8º álbum, o Raw Footage. Após o Laugh Now, Cry Later, ele via um cenário musical dominado por novas gerações e estilos, como o Rap do Sul na era pré-Trap, o autotune e a ascensão de artistas como Lil Wayne. Ainda assim, Ice Cube se recusa a seguir tendências. O disco foca em temas sociais, políticos e existenciais, refletindo uma América pré-Obama em crise, com questões raciais e morais fervilhando. A produção foi, como sempre, bem diversificada, marcadamente sombria, seca e pesada, com elementos do G-Funk digital da Costa Oeste, além de traços de Boom Bap e toques modernos, sem soar radiofônico. O foco está nas letras e no impacto direto das batidas, só que há muita coisa falha, como flow repetitivo e uma ou outra beatzinha sem graça. O repertório, de certo modo, é muito bom, com canções profundas, mas há algumas faixas fraquinhas. No fim, é um disco bom, mas que tem seus erros. 

Melhores Faixas: Get Money, Spend Money, No Money, Gangsta Rap Made Me Do It, Stand Tall, It Takes A Nation, Tomorrow 
Piores Faixas: Jack N The Box, Here He Come (feat com filho dele, que foi até melhor, mas não salvou essa música fraquíssima)

I Am The West – Ice Cube





















NOTA: 5,9/10


Em 2010, ele volta lançando mais um trabalho novo, o I Am The West, que foi um pouco mais moderno. Após o Raw Footage, Ice Cube já havia demonstrado que sua prioridade era o discurso consciente e a crítica social. Contudo, com o avanço da idade e o crescimento de sua carreira fora da música, muitos questionavam se ele ainda manteria relevância em um cenário dominado por artistas como Drake, Rick Ross e Kanye West. O álbum foi lançado sob seu selo, já que a Priority havia se tornado EMI e o vínculo com o rapper foi encerrado. A produção é diversificada, com nomes como Sir Jinx e DJ Montay, misturando o som clássico do G-Funk com elementos contemporâneos, graves pesados e sintetizadores funkados, mas em alguns momentos a mixagem ficou bagunçada, com a batida entrando em cima das rimas do Cube. O repertório é irregular, com canções interessantes e outras genéricas. Em suma, é um trabalho mediano que parece ter sido lançado às pressas. 

Melhores Faixas: Y'all Know How I Am, Too West Coast (uma curiosidade nessas duas faixas tem a participação do Young Maylay que é o dublador do CJ, e ele foi muito bem), No Country For Young Men, Hood Robbin' 
Piores Faixas: Drink The Kool-Aid, It Is What It Is, Your Money Or Your Life, Urbanian

Everythangs Corrupt – Ice Cube





















NOTA: 3,4/10


Então se passaram oito anos até ele lançar seu 10º álbum de estúdio, o Everythangs Corrupt, que veio encarregado de temas mais politizados. Após o I Am The West, Cube esteve envolvido principalmente com cinema e televisão, e também lançou sua liga de basquete, a BIG3, consolidando-se como empresário e figura pública multifacetada. O álbum já era falado desde 2012 e, por anos, foi adiado, até que finalmente foi lançado durante o governo Trump. A produção foi praticamente a mesma de sempre, recheada de nomes que mantiveram uma linha sonora fiel à estética do gangsta rap, com um toque de modernidade nos timbres. Dá para notar que as batidas e os graves são mais sombrios e pesados, pegando elementos do trap, porém a mixagem novamente parece estar muito desalinhada e os flows não ajudam. O repertório ficou muito ruim, e as canções são muito chatas, com poucas que se salvam. Enfim, é um disco péssimo e que foi realmente um tropeço. 

Melhores Faixas: Ain't Got No Haters (Too $hort amassou demais), Good Cop, Bad Cop, Bad Dope 
Piores Faixas: Fire Water, On Them Pills, Still In The Kitchen, Don't Bring Me No Bag, Everythangs Corrupt


  Por hoje é só, então flw!!!  

segunda-feira, 23 de junho de 2025

Analisando Discografias - Ice Cube: Parte 1

                  

Death Certificate – Ice Cube





















NOTA: 10/10


Em 1991, foi lançado o 2º álbum do Ice Cube, o espetacular e clássico Death Certificate. Após o excepcional AmeriKKKa’s Most Wanted, que o consolidou como um dos letristas mais contundentes do Rap americano. Só que, nesse período, havia muita tensão racial nos EUA, com destaque para o caso Rodney King, a brutalidade policial em Los Angeles, que elevaram o clima nas ruas e também na música. Ice Cube mergulha nesse cenário inflamável com um álbum ainda mais agressivo, denso e controverso. A produção, conduzida por ele junto com Boogieman e Sir Jinx, segue por um lado mais sombrio e pesado, sendo menos exuberante e mais focada, com batidas mais lentas e tensas, samples escolhidos para provocar inquietação e uma forte base no Gangsta Rap. O repertório é simplesmente sensacional, dividido em The Death Side e The Life Side, com as faixas se encaixando bem em cada parte. No final, é um disco excepcional e uma obra-prima do Rap. 

Melhores Faixas: No Vaseline (famosa diss pro N.W.A.), My Summer Vacation, The Wrong Nigga To Fuck Wit, True To The Game, I Wanna Kill Sam, Color Blind, A Bird In The Hand 
Vale a Pena Ouvir: Doing Dumb Shit, Givin' Up The Nappy Dug Out, Alive On Arrival, Horny Lil' Devil

The Predator – Ice Cube





















NOTA: 9,8/10


No ano seguinte, foi lançado mais um disco fenomenal do Cube, o The Predator. Após o Death Certificate, ele partiu novamente para o estúdio para gravar mais um álbum, em meio a um momento de tensão social e racial intensificada nos EUA, poucos meses após os distúrbios de Los Angeles em 1992, provocados pela absolvição dos policiais envolvidos na agressão brutal contra Rodney King. Esse projeto reflete toda essa turbulência com uma abordagem mais focada em denúncias políticas, experiências pessoais e críticas ao sistema. A produção, conduzida pelo rapper junto com DJ Pooh, Sir Jinx, Torcha Chamba e DJ Muggs, mantém aquela pegada do G-Funk, com batidas pesadas, linhas de baixo marcantes e grooves contagiantes, mas também apresenta variações que incluem produções mais densas e atmosferas tensas. O repertório é incrível, e as canções são todas bem reflexivas e profundas. Em suma, é outro discaço e certamente um clássico. 

Melhores Faixas: It Was A Good Day, Now I Gotta Wet 'Cha, Check Yo Self (lembrando que a versão que ficou conhecida foi a Remix que também tinha Das EFX), When Will They Shoot?, We Had To Tear This Mothafucka Up, Don't Trust 'Em 
Vale a Pena Ouvir: Who Got The Camera?, Gangsta's Fairytale 2, The Predator, Dirty Mack

Lethal Injection – Ice Cube





















NOTA: 9,5/10


Se passa mais um ano, e o Ice Cube lança seu 4º álbum de estúdio, o Lethal Injection. Após o The Predator, que explorou temas sociais, raciais e políticos em meio a uma sonoridade que mesclava o hardcore com o Funk, ele decidiu aprofundar seu compromisso com o G-Funk, estilo que dominava o Hip-Hop da Costa Oeste naquele momento, buscando uma sonoridade mais acessível. Isso marcou uma leve mudança em sua abordagem sonora, mais voltada para batidas funkadas, grooves elaborados e refrões cativantes, mas mantendo suas letras críticas. A produção foi bem diversificada, como sempre, contando com Q.D.III (Quincy Jones III) e Sir Jinx, que colocaram batidas mais suaves e polidas, com grooves envolventes, baixo marcado, teclados e sintetizadores, deixando de lado aquele som agressivo e focando mais na cadência e numa vibezinha. O repertório, novamente, é incrível, e as canções são carregadas de profundidade. No final, é outro disco excepcional e muito ousado. 

Melhores Faixas: You Know How We Do It, Ghetto Bird, Bop Gun (One Nation) (faixa longuíssima com participação do lendário George Clinton), Down For Whatever, What Can I Do? 
Vale a Pena Ouvir: Enemy, When I Get To Heaven, Really Doe

              Então um abraço e flw!!!              

domingo, 4 de agosto de 2024

Reviews Antigas III

  

AmeriKKKa’s Most Wanted – Ice Cube





















NOTA: 9,1/10


O álbum de estreia do Ice Cube após sua saída do N.W.A poderia não ter sido bem recebido nas prévias. Mas, quando foi lançado, recebeu uma recepção tão positiva por ser inacreditavelmente bom. Foi um grande pontapé inicial em sua carreira solo.

Escolhas - L7NNON 





















NOTA: 7/10


Um EP conceitual muito bem produzido. As músicas são muito boas e as letras fazem muito sentido. Mostrou bastante que o L7NNON tinha muita lenha para queimar daqui para frente.

Kiss - Kiss 





















NOTA: 9/10


É um disco de estreia encantador, um Hard Rock cheio de energia. O arranjo é excelente, os riffs são espetaculares e, mesmo tendo sido desprezado pela mídia da época, não deixa de ser um clássico.

Hybrid Theory - Linkin Park





















NOTA: 10/10


Que álbum de estreia foi esse? Parece mentira o quanto os caras estavam à frente do seu tempo. Tudo é perfeito: letra, arranjo e produção. O disco é tão bom que parece uma coletânea; do início ao fim, o álbum é espetacular.

Slipknot - Slipknot 





















NOTA: 10/10


Realmente, o disco é uma pedrada do início ao fim, com a gritaria característica do vocalista Corey Taylor. O álbum de estreia deles é sensacional, mostrando o quanto os mascarados de Iowa já estavam superando o potencial esperado.

Pronounced ‘Leh – ‘Nerd ‘Skin – ‘Nerd – Lynyrd Skynyrd 





















NOTA: 9,7/10


O primeiro álbum do Lynyrd Skynyrd é algo muito glamuroso, e isso por várias razões, como as letras espetaculares em cada música e os solos, como em Free Bird, que são maravilhosos. Esse disco merece ser denominado como um dos melhores de todos os tempos.

O Sábio - MC Poze do Rodo  





















NOTA: 9,5/10


É um álbum de estreia sensacional, parecendo mentira o quanto ele é bom do início ao fim. Temos que concordar que qualquer música do Poze é chicletuda, e neste álbum não é diferente. Isso mostra como o Poze é talentoso e espetacular.

...Baby One More Time – Britney Spears 





















NOTA: 8,8/10


E pensar que aquela adolescente que havia feito aquele programa da Disney alguns anos antes, em tão pouco tempo, lançaria um disco de estreia muito bom, tornando-se a porta de entrada para a nova geração no Pop.

Ten - Pearl Jam 





















NOTA: 10/10


E pensar que alguns membros remanescentes de Mother Love Bone e Temple of the Dog, juntamente com um vocalista desconhecido, acabariam fazendo um dos melhores álbuns de estreia da história. Sério, não há o que falar: ele é espetacular do início ao fim.

Three Dollar Bill, Y’All – Limp Bizkit 





















NOTA: 9/10


Um álbum de estreia espetacular, no qual o Limp Bizkit não se inspirou apenas no Nu Metal, mas também no Rapcore e nos traços da Golden Era do Hip Hop. Mesmo sendo uma das bandas mais odiadas do mundo, o primeiro álbum deles é pesado, divertido e impactante.

Então é isso família e flw!!! 

Analisando Discografias - Imagine Dragons

                  Night Visions – Imagine Dragons NOTA: 1/10 (É... partiu). No ano de 2012, o Imagine Dragons lançava seu álbum de estreia, ...