Just Movement – Robert DeLong
NOTA: 1/10
No ano de 2013, o Robert DeLong lançava seu álbum de estreia, o Just Movement. O cantor, vindo de Bothell, em Washington, começou sua trajetória por volta de 2010, tendo anteriormente passado por algumas bandas Indie como baterista, até que começou a trabalhar de forma solo e a juntar elementos do Indietronica, além de fazer apresentações ao vivo extremamente performáticas, nas quais utilizava controles improvisados, Wii Remotes, joysticks e pads eletrônicos como instrumentos. A produção foi feita por ele próprio, é cheio de sintetizadores agressivos, batidas quebradas, glitches, loops repetitivos e camadas eletrônicas muito densas, mas tudo parece construído de maneira quase nervosa. Além disso, os vocais até são variados, só que tudo soa bem deslocado, além de adotar vários clichês do Electropop daquela época. O repertório é péssimo, e as canções são bem chatas e tediosas. Enfim, é um álbum horrível e sem precisão.
Melhores Faixas: (........................)
Piores Faixas: Complex By Degree, Happy, Here, Survival Of The Fittest
In The Cards – Robert DeLong
NOTA: 1/10
Melhores Faixas: (...........................)
Piores Faixas: Born To Break, Possessed, Long Way Down, Future's Right Here, Sellin' U Somethin'
See You In The Future – Robert DeLong
NOTA: 1/10
Em 2018, o Robert DeLong retornou, dessa vez lançando o EP See You In The Future. Após o In The Cards, ele decidiu sair um pouco daquela linha improvisada e focar em atmosferas melancólicas, texturas futuristas e composições emocionalmente contemplativas. Ainda existe energia e ritmo, mas o projeto transmite uma sensação mais madura e até mais solitária. A produção foi certamente a mais atmosférica dele, com sintetizadores mais amplos, texturas ambientais e batidas menos frenéticas. Muitas músicas utilizam reverberações longas, vocais mais etéreos e camadas eletrônicas suaves que criam uma atmosfera quase futurista, juntando assim elementos do Electropop e Indietronica, mas, novamente, tudo é bem comprimido e sem momentos cativantes. O repertório contém 4 faixas fraquíssimas e sem dinâmica. Enfim, é outro trabalho bastante sem graça.
Melhores Faixas: (..............)
Piores Faixas: Beginning Of The End, Favorite Color Is Blue, Revolutionary, First Person On Earth
Walk Like Me – Robert DeLong
NOTA: 1/10
E aí, no ano de 2021, foi lançado seu álbum mais recente intitulado Walk Like Me. Após o EP See You In The Future, esse trabalho nasceu em um período no qual o mundo atravessava isolamento social, desgaste coletivo, excesso de informação e um senso generalizado de desconexão humana. Isso influencia profundamente a atmosfera do projeto. A produção foi bem mais refinada, com DeLong colocando texturas eletrônicas com muito mais profundidade emocional e equilíbrio estrutural do que em seus trabalhos iniciais. Os sintetizadores agora aparecem menos agressivos e mais atmosféricos, enquanto as batidas eletrônicas ficaram mais controladas para dialogar um pouco mais com o Pop alternativo e até com o Synth-pop. Só que as linhas rítmicas são excessivamente soterradas, principalmente nos vocais, nos quais sempre acontece uma semitonação. O repertório é péssimo, e as canções são todas bem genéricas. No fim, é um disco horrível e nem um pouco divertido.
Melhores Faixas: (............................)
Piores Faixas: Don't Be Afraid (We're All Gonna Die), Rest Of My Life, This Life, Better In College, Walk Like Me



