quinta-feira, 16 de julho de 2026

Analisando Discografias - Coasts

                  

Coasts – Coasts





















NOTA: 1/10


Em 2016, a banda Coasts lançava seu álbum de estreia autointitulado, sendo mais uma aposta do indie britânico. Formada em 2011 na cidade de Bristol (lar do Trip Hop), a banda contava com Chris Caines (vocais), Liam Willford (guitarra), James Gamage (baixo), David Goulbourn (teclados) e Ben Street (bateria). Eles chamaram certa atenção por meio de uma sequência de singles e EPs que rapidamente conquistaram espaço entre o público do indie britânico e, com o tempo, assinaram com a Capitol Records. A produção contou com Dan Priddy, Duncan Mills, Eliot James, Fraser T. Smith, Mark Crew e Mike Spencer, que deram ao álbum uma sonoridade extremamente polida e voltada para um público amplo. As guitarras são limpas, a cozinha rítmica é bastante sólida, os sintetizadores são discretos e os vocais de Chris parecem uma imitação barata dos de Matty Healy, do The 1975. O repertório é péssimo, e as canções são bastante genéricas. No geral, é um álbum terrível e sem ousadia. 

Melhores Faixas: (........................................) 
Piores Faixas: Wash Away, You, A Rush Of Blood, Oceans, Tonight

This Life, Vol. 1 – Coasts





















NOTA: 1/10


Aí, no ano seguinte, eles lançaram seu 2º e último álbum, intitulado This Life, Vol. 1. Após o álbum de estreia, o Coasts viveu um período de intensa atividade, realizando turnês extensas e consolidando sua presença em festivais britânicos e europeus. Para esse novo trabalho, a banda decidiu seguir por um caminho mais voltado ao pop, supostamente por pressão da gravadora, já que o álbum anterior não teve tanto sucesso. A produção, feita por Mark Crew e Braque, manteve aquele lado polido e acessível. As guitarras continuam brilhantes, os sintetizadores ganham mais destaque e Chris Caines apresenta aqueles vocais limpos e emocionais, dialogando com o Pop Rock e o Synth-pop. Mas é aquilo: tudo soa bastante repetitivo, com a maioria dos momentos de explosão sendo extremamente previsível. O repertório é horrível, e as canções são bastante medíocres. No fim, é mais um álbum terrível da banda e, após isso, em 2019, eles encerraram as atividades. 

Melhores Faixas: (.........................................) 
Piores Faixas: Take Me Back Home, Born to Die, Make It Out Alive, Tomorrow, Come On Over


Review: Nova Nação do Caio Ocean

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