God Loves You When You're Dancing – Vance Joy
NOTA: 1/10
Em 2013, foi lançado o 1º trabalho de Vance Joy, um EP intitulado God Loves You When You're Dancing. O cantor, nascido em Melbourne, capital da Austrália, começou sua trajetória muito antes, quando já escrevia suas letras no período em que atuava como jogador profissional (sim, o cara jogou futebol). Posteriormente, ele largou a carreira esportiva para focar na música, assinando com a Liberation Records. A produção, feita pelo próprio cantor em parceria com Edwin White e John Castle, é bastante simplista. Os violões acústicos ocupam o centro das composições, acompanhados por percussões discretas, ukulele e baixo suave, sendo bem centrado no Stomp and Holler e no Indie Pop. E, claro, os vocais do Vance são carregados daquela leveza comum a vários artistas dessa cena, fazendo com que tudo soe bastante previsível. O repertório é terrível, e as canções são absolutamente genéricas. Enfim, é um trabalho péssimo e era apenas o começo.
Melhores Faixas: (..............................................)
Piores Faixas: Snaggletooth, From Afar, Riptide
Dream Your Life Away – Vance Joy
NOTA: 1/10
Melhores Faixas: (........................EU MEREÇO...........................)
Piores Faixas: Best That I Can, Winds Of Change, Mess Is Mine, Georgia, From Afar, Riptide
Nation Of Two – Vance Joy
NOTA: 1/10
Quatro anos se passaram, e ele lançou seu 2º álbum, o também péssimo Nation Of Two. Após o Dream Your Life Away, havia uma expectativa considerável em torno do sucessor. O desafio não era apenas repetir o êxito comercial do disco anterior, mas também demonstrar evolução como artista. Para este disco, ele quis investigar diversas facetas de um relacionamento amoroso: paixão, companheirismo, vulnerabilidade, saudade, crescimento mútuo e os desafios inerentes à convivência. A produção, feita por Dave Bassett, Phil Ek, Simone Felice e Ryan Hadlock, adota uma abordagem mais ampla, com os violões sempre no centro, dialogando com guitarras suaves, sintetizadores discretos, pianos, percussões mais elaboradas e camadas vocais cuidadosamente trabalhadas. No entanto, é aquele mesmo som de sempre, completamente comprimido e previsível. O repertório é horroroso, e as canções são bastante insuportáveis e genéricas. Enfim, é mais um trabalho ridículo e sem graça.
Melhores Faixas: (....................................)
Piores Faixas: I'm With You, One Of These Days, Bonnie & Clyde, Saturday Sun, We're Going Home
In Our Own Sweet Time – Vance Joy
NOTA: 1/10
Então chegamos a 2022, quando foi lançado o 3º e mais recente álbum do Vance Joy, o In Our Own Sweet Time. Após o Nation Of Two, o cantor passou por um período de intensa atividade em turnês, seguido pela interrupção causada pela pandemia de COVID-19. Para este trabalho, em vez de retratar paixões turbulentas ou grandes conflitos emocionais, o álbum frequentemente encontra beleza em momentos simples, conexões duradouras e experiências cotidianas. A produção contou com Dan Wilson, Dave Bassett, James Earp, entre outros, e se mostra mais sofisticada, com arranjos atmosféricos que seguem o padrão comum do Folk Pop e do Stomp and Holler. Os violões dividem espaço com sintetizadores atmosféricos, guitarras processadas, baterias mais elaboradas e diversas camadas sonoras. Ainda assim, tudo soa bastante previsível e arrastado. O repertório, novamente, é péssimo, com canções chatíssimas. No fim, é um álbum horrível, assim como os anteriores.
Melhores Faixas: (...........zzzzz...........)
Piores Faixas: Clarity, Boardwalk, Solid Ground, Missing Piece, Catalonia
Então é isso, um abraço e flw!!!



