segunda-feira, 3 de agosto de 2026

Analisando Discografias - Foster The People

                 

Torches – Foster The People





















NOTA: 1/10


Em 2011, o Foster The People lançava seu álbum de estreia, intitulado Torches, em um período diferente. A banda, formada em 2009 na cidade de Los Angeles por Mark Foster, surgiu enquanto ele trabalhava compondo jingles publicitários na cidade e buscava uma oportunidade na indústria musical. A formação foi completada com Jacob Fink (baixo) e Mark Pontius (bateria). Após uma certa música viralizar em blogs, eles conseguiram assinar com uma gravadora, a Columbia. A produção, feita por Greg Kurstin, Rich Costey e Paul Epworth, além da própria banda, foi bastante polida e acessível, com linhas de baixo muito marcantes, baterias secas, guitarras limpas e uma enorme quantidade de sintetizadores analógicos e digitais. Além dos vocais suaves de Mark Foster, o álbum dialogava com o Dance Alternativo e o Indie Pop, mas de uma forma extremamente genérica. O repertório é péssimo, e as canções são muito chatas. Enfim, é um álbum horroroso e sem fundamento. 

Melhores Faixas: (.................................) 
Piores Faixas: Don't Stop (Color On The Walls), Miss You, Pumped Up Kicks (único hit dos cara), Houdini, I Would Do Anything For You

Supermodel – Foster The People





















NOTA: 1,3/10


Três anos se passaram, e o Foster The People lançava seu 2º álbum, o Supermodel. Após o Torches, Mark Foster decidiu ampliar os horizontes criativos do grupo. Depois de vários meses em turnê pelo mundo. Essa experiência influenciou diretamente a composição das novas músicas. O contato com diferentes culturas, cidades e problemas sociais levou o cantor a escrever letras menos pessoais e mais voltadas para críticas ao consumismo, à alienação, ao culto à imagem e às consequências da globalização. Produção conduzida por Paul Epworth junto com próprio Mark Foster, que foi para uma sonoridade detalhada e sofisticada com eles juntando Indie Pop com elementos psicodélicos. Os sintetizadores são bastante presentes assim como as guitarras que explora timbres limpos e efeitos variados, além de outros instrumentos orgânicos que dialoga com os vocais do Mark, mas tudo soa extremamente monótono. O repertório é péssimo, e as canções são bastante arrastadas. No fim, é um álbum terrível e com um conceito que não funciona. 

Melhores Faixas: (................................) 
Piores Faixas: Coming Of Age, Goats In Trees, Are You What You Want To Be?, Best Friend, Ask Yourself

Sacred Hearts Club – Foster The People





















NOTA: 1/10


Em 2017, eles voltaram com um novo disco, o Sacred Hearts Club, que tentou ser mais comercial. Após o Supermodel, Mark Foster decidiu abandonar parte da proposta mais psicodélica e conceitual do álbum anterior para construir um trabalho mais variado, que reunisse diferentes influências musicais desenvolvidas ao longo dos anos. A produção foi diversificada e contou com Josh Abraham, Rob Cohen, Lars Stalfors e vários outros, que foram para uma sonoridade extremamente polida e pasteurizada, contando com guitarras discretas, um baixo com groove bastante evidente, baterias que alternam entre batidas eletrônicas e performances acústicas, além de entupirem de sintetizadores, complementados por um vocal mais alternado do Mark, tudo isso em um caldeirão que dialoga com Electropop, Indie Pop e Alt-Pop, mas extremamente sem graça. O repertório é péssimo, e as canções são extremamente genéricas. No geral, é um álbum terrível e sem coesão. 

Melhores Faixas: (.....................É FODA..........................) 
Piores Faixas: I Love My Friends, Orange Dream, Pay The Man, Loyal Like Sid & Nancy, Harden The Paint

Paradise State Of Mind – Foster The People





















NOTA: 1/10


Então chegamos em 2024, quando o Foster The People lançou seu mais recente álbum, o Paradise State Of Mind. Após o Sacred Hearts Club, a banda passou por uma série de mudanças, com a saída do baterista Mark Pontius, além do tecladista Isom Innis se tornar integrante fixo, tentando ocupar o espaço deixado por Pontius e pelo ex-baixista Jacob Fink desde o álbum anterior. Além disso, a banda saiu da Columbia Records e assinou com a Atlantic, decidindo preparar um álbum que resgatasse a vibe dos anos 70 e 80. A produção, feita por Mark Foster junto com Chrome Sparks, Paul Epworth e Isom Innis, colocou aquela abordagem polida de sempre, com toques de sintetizadores brilhantes, guitarras funkeadas e uma cozinha rítmica orientada ao groove, juntando elementos do Synth-pop com Nu-Disco, mas totalmente sem forma. O repertório é péssimo, e as canções são bastante genéricas. No final de tudo, é apenas mais um álbum horrível da banda. 

Melhores Faixas: (................................................) 
Piores Faixas: A Diamond To Be Born, Lost In Space, Paradise State Of Mind, Let Go, Feed Me

 

Analisando Discografias - Apati

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