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terça-feira, 4 de agosto de 2026

Analisando Discografias - Mat Zo

                  

Damage Control – Mat Zo





















NOTA: 2/10


No ano de 2013, Mat Zo lançava seu álbum de estreia, o Damage Control, que buscou ser variado. Sua carreira começou por volta de 2006, ainda adolescente, quando tentava dissecar as produções do Daft Punk e do The Chemical Brothers. Mas foi só na década seguinte que começou a lançar singles, aproveitando o auge do House progressivo de festival, caracterizado por estruturas previsíveis, grandes drops e músicas voltadas exclusivamente para as pistas. Com isso, ele assinou com a Astralwerks, ganhando a oportunidade de lançar seu álbum. A produção foi feita por ele próprio, resultando em um som extremamente limpo. Há uma presença constante de sintetizadores cheios de camadas; a bateria é extremamente confusa, já que, uma hora, parece House e, em outra, vira Breakbeat, enquanto os baixos sintetizados são muito simplistas. O repertório é horroroso, e as canções são bem ruins, com algumas exceções. No fim, é um álbum terrível e sem graça. 

Melhores Faixas: Easy (Porter Robinson levou esse som para ele), Only For You (essa Rachel salvou) 
Piores Faixas: Hurricane, EZ, Lucid Dreams, Little Damage (coitado do Chuck D), Caller ID

Self Assemble – Mat Zo





















NOTA: 1/10


Em 2016, foi lançado seu último álbum até então, o Self Assemble, que tentou ser mais detalhado. Após o Damage Control, Mat demonstrava cada vez mais interesse por uma abordagem menos voltada ao EDM tradicional e mais focada na experimentação sonora. Com isso, decidiu construir um disco voltado para a experiência completa de audição, em que cada faixa ocupa uma função específica dentro da sequência. A produção foi bem mais refinada, mas mantendo aquela abordagem limpa. Os sintetizadores possuem timbres quentes que dialogam com batidas mais quebradas, mudanças constantes de compasso e grooves elaborados. Além da presença de reverbs e delays para sustentar os baixos sintetizados, dialogando, assim, com o Electro House e com elementos do Future Garage, Dubstep e até da música ambiente, só que tudo muito arrastado. O repertório é tenebroso, e as canções são bastante genéricas. No fim, é um álbum horrível de um DJ limitado. 

Melhores Faixas: (..........................) 
Piores Faixas: Sinful, The Enemy, Lights Out, Stereo No Aware, Ruffneck Bad Boy (Vip)

                                                                                        É isso, então flw!!!          

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