Damage Control – Mat Zo
NOTA: 2/10
No ano de 2013, Mat Zo lançava seu álbum de estreia, o Damage Control, que buscou ser variado. Sua carreira começou por volta de 2006, ainda adolescente, quando tentava dissecar as produções do Daft Punk e do The Chemical Brothers. Mas foi só na década seguinte que começou a lançar singles, aproveitando o auge do House progressivo de festival, caracterizado por estruturas previsíveis, grandes drops e músicas voltadas exclusivamente para as pistas. Com isso, ele assinou com a Astralwerks, ganhando a oportunidade de lançar seu álbum. A produção foi feita por ele próprio, resultando em um som extremamente limpo. Há uma presença constante de sintetizadores cheios de camadas; a bateria é extremamente confusa, já que, uma hora, parece House e, em outra, vira Breakbeat, enquanto os baixos sintetizados são muito simplistas. O repertório é horroroso, e as canções são bem ruins, com algumas exceções. No fim, é um álbum terrível e sem graça.
Melhores Faixas: Easy (Porter Robinson levou esse som para ele), Only For You (essa Rachel salvou)
Piores Faixas: Hurricane, EZ, Lucid Dreams, Little Damage (coitado do Chuck D), Caller ID
Self Assemble – Mat Zo
NOTA: 1/10
Melhores Faixas: (..........................)
Piores Faixas: Sinful, The Enemy, Lights Out, Stereo No Aware, Ruffneck Bad Boy (Vip)
É isso, então flw!!!

