sábado, 8 de agosto de 2026

Analisando Discografias - Poison

                 

Look What The Cat Dragged In – Poison





















NOTA: 1/10


Em 1986, o Poison lançava seu álbum de estreia, o Look What the Cat Dragged In (OH, CAPA HORROROSA!). Formado em 1983, lá em Mechanicsburg, na Pensilvânia, pelo vocalista Bret Michaels, pelo baixista Bobby Dall e pelo baterista Rikki Rockett, e após vários guitarristas, entrou CC DeVille, já no período em que eles haviam se adentrado naquela cena de Sunset Strip, em Los Angeles. Com eles se tornando mais uma daquelas bandas que surgiram no Metal farofa, onde assinaram com a Enigma Records. A produção feita por Ric Browde, que colocou até que um som pesado e cru, com eles fazendo aquele Glam Metal com pequenos elementos do Power Pop. As guitarras do CC possuem muitos riffs, a bateria tem um certo peso e o baixo serve mais como sustentação para os vocais do Bret, fazendo assim um trabalho bem monótono e previsível. O repertório é terrível, e as canções são ridículas e insuportáveis. Enfim, é um álbum horroroso e que envelheceu mal. 

Melhores Faixas: (.............) 
Piores Faixas: Cry Tough, # 1 Bad Boy, Play Dirty, I Want Action, Talk Dirty To Me

Open Up And Say ...Ahh! – Poison





















NOTA: 1/10


Dois anos se passaram, e foi lançado o 2º álbum do Poison, o Open Up and Say... Ahh!. Após o Look What the Cat Dragged In, a banda sabia que precisava fazer um disco que mostrasse que não seria apenas mais uma sensação passageira da cena de Los Angeles. Com esse trabalho, decidiram abordar temas como festas, desejo, ambição, relacionamentos e a própria vida de uma banda de Rock. A produção feita agora por Tom Werman, colocou uma sonoridade muito mais limpa, poderosa e feita para tocar nas rádios. As guitarras ficaram mais impactantes, contando com uma maior variação de riffs e solos; o baixo ficou bem mais presente, sustentando tudo, assim como a bateria, e os vocais do Bret Michaels continuam melódicos, só que mais seguros. Só que, de novo, tudo soa previsível, fazendo aquele Glam Metal genérico. O repertório é péssimo, e as canções continuam beirando o ridículo. Enfim, assim como o anterior, é um álbum horroroso. 

Melhores Faixas: (..................) 
Piores Faixas: Good Love, Your Mama Don't Dance, Fallen Angel, Love On The Rocks, Every Rose Has Its Thorn

Flesh & Blood – Poison





















NOTA: 1,2/10


Entrando nos anos 90, o Poison lançava mais um álbum novo, o ambicioso Flesh & Blood. Após o Open Up and Say... Ahh!, a banda tinha se tornado um dos principais nomes do Hard Rock farofa e, para esse projeto, decidiu partir para uma atmosfera mais madura. Ainda existem músicas de festa e de atitude, mas temas como passagem do tempo, dificuldades pessoais, perdas, espiritualidade e frustração passaram a ter mais evidência. Produção foi conduzida por Bruce Fairbairn e Mike Fraser, deixando aquele som limpo, só que com uma abordagem mais grandiosa. As guitarras passaram a ter mais riffs tradicionais do Hard Rock, o baixo continuou discreto, a bateria tem mais impacto e os vocais do Bret têm bem mais variação, mas, mesmo colocando elementos do Blues Rock, o álbum continua sendo um trabalho de Glam Metal bem inchado. O repertório é horrível, e as canções são medíocres e genéricas. No geral, é um álbum terrível e sem qualquer imersão. 

Melhores Faixas: (..........) 
Piores Faixas: Don't Give Up An Inch, Valley Of Lost Souls, Life Goes On, Life Loves A Tragedy, Unskinny Bop

Native Tongue – Poison





















NOTA: 1/10


Três anos se passaram, e foi lançado um novo álbum do Poison, o Native Tongue. Após o Flesh & Blood, o cenário musical tinha mudado: o Hard Rock farofa tinha sido chutado pelo Grunge e Rock alternativo, e a banda tinha passado a ser ridicularizada. Para piorar, o guitarrista C.C. DeVille tinha saído da banda por conflitos com Bret Michaels; no seu lugar, entrou Richie Kotzen. E, para esse trabalho, eles decidiram fazer um som mais pesado e que dialogasse com o Hard Rock antigo. A produção feita por Richie Zito, que colocou um som orgânico, mas mantendo uma certa clareza, além de inserir elementos do Blues Rock e do Southern Rock. As guitarras ficaram bem mais encorpadas, com um timbre quente. A cozinha rítmica tentou ficar mais dinâmica, e os vocais do Bret têm mais expressão, mas tudo soa deslocado, com eles completamente perdidos. O repertório é terrível, e as canções são medíocres. No geral, é um álbum péssimo e que não funcionou. 

Melhores Faixas: (.........oh coisa complicada..........) 
Piores Faixas: Ain't That The Truth, Stand, Ride Child Ride, Theatre Of The Soul, Stay Alive, The Scream

Crack A Smile... And More! – Poison





















NOTA: 1/10


Foi apenas em 2000 que o Poison retornou com seu 5º álbum, o Crack a Smile... and More!. Após o fracasso do Native Tongue, o guitarrista Richie Kotzen durou pouco, com ele sendo demitido por ter se relacionado com a noiva do baterista Rikki Rockett. Em seu lugar, entrou Blues Saraceno. Então, a banda gravou esse projeto entre 1994 e 1995, enfrentando problemas como o acidente que Bret Michaels sofreu com sua Ferrari e as limitações impostas pela gravadora Capitol a esse projeto. A produção feita por John Purdell e Duane Baron, que colocaram um som mais pesado e orgânico, com eles voltando a fazer aquele Hard Rock farofa pelo qual ficaram conhecidos. Ou seja, temos guitarras expressivas, a cozinha rítmica sustentando tudo e os vocais do Bret no centro, fazendo um trabalho extremamente mais do mesmo. O repertório é horrível, e as canções são absurdamente fracas e genéricas. Enfim, é um álbum terrível, que não tem nada demais. 

Melhores Faixas: (.................) 
Piores Faixas: Cover Of The Rolling Stone, Tragically Unhip, Shut Up, Make Love, Best Thing You Ever Had, Be The One, Sexual Thing

Hollyweird – Poison





















NOTA: 1/10


Em 2002, o Poison lançava um novo álbum, o Hollyweird, no qual tentaram fazer algo mais direto. Após o Crack a Smile... and More!, a banda saiu das garras da Capitol Records e, com isso, Bret Michaels e sua trupe, agora com o retorno do C.C. DeVille, optaram por fazer um álbum que relembrasse um pouco de suas origens, ou seja, voltando a abordar temas como sexo, festas e fama. A produção ficou por conta de Thom Panunzio, que colocou um som pesado, só que com traços de modernidade; ou seja, há uma junção do Hard Rock farofa com Power Pop. As guitarras possuem riffs sujos, a bateria ficou bem mais comprimida, o baixo é bastante discreto e os vocais do Bret até que conseguem ser bem variados, mas é aquilo: tudo soa completamente superficial e repetitivo. O repertório é péssimo, e as canções são bastante genéricas e sem graça. No fim, é um álbum ridículo de uma banda que tinha se tornado cover de si mesma. 

Melhores Faixas: (.......................) 
Piores Faixas: Stupid, Stoned And Dumb, Hollyweird, Devil Woman, Squeeze Box, Wishful Thinkin'

Poison'd! – Poison





















NOTA: 1/10


Em 2025, o Henrique & Juliano lançam seu mais recente álbum ao vivo, o Manifesto Musical 2. Após o Manifesto Musical 1, a dupla chegou a lançar um álbum ao vivo gravado na Times Square, que foi To Be, que foi um trabalho ao vivo tradicional. E, para essa continuação, eles decidiram fazer algo ainda mais extenso, beirando as 28 faixas, e tudo isso sendo gravado na Fazenda Terra Prometida, lar da dupla. A produção foi, como sempre, feita por Eduardo Pepato, que colocou aquele som limpo e extremamente sofisticado, contando com violões que ficaram mais centrais e sustentados por linhas de baixo definidas, baterias e guitarras comprimidas. Aqui, percebe-se que os vocais da dupla ficaram bem contidos, mas ainda continua tendo aquela gritaria desproporcional, além de algumas desafinações. O repertório é péssimo, e as canções são extremamente vazias e tenebrosas. Em suma, é outro álbum horrível de uma dupla que só faz mais do mesmo. 

Melhores Faixas: (....................................................) 
Piores Faixas: Meia Metade, Logo Logo, Vizinho Chato, Novo Eu, Romântico, Amigo Da Minha Saudade, Vítima Da Vez, Saudade De Quem Eu Sou, Seja Ex, Última Saudade


Analisando Discografias - Kasabian

                  Kasabian – Kasabian NOTA: 9/10 No ano de 2004, o Kasabian lançava seu álbum de estreia autointitulado, trazendo uma aborda...