Look What The Cat Dragged In – Poison
NOTA: 1/10
Em 1986, o Poison lançava seu álbum de estreia, o Look What the Cat Dragged In (OH, CAPA HORROROSA!). Formado em 1983, lá em Mechanicsburg, na Pensilvânia, pelo vocalista Bret Michaels, pelo baixista Bobby Dall e pelo baterista Rikki Rockett, e após vários guitarristas, entrou CC DeVille, já no período em que eles haviam se adentrado naquela cena de Sunset Strip, em Los Angeles. Com eles se tornando mais uma daquelas bandas que surgiram no Metal farofa, onde assinaram com a Enigma Records. A produção feita por Ric Browde, que colocou até que um som pesado e cru, com eles fazendo aquele Glam Metal com pequenos elementos do Power Pop. As guitarras do CC possuem muitos riffs, a bateria tem um certo peso e o baixo serve mais como sustentação para os vocais do Bret, fazendo assim um trabalho bem monótono e previsível. O repertório é terrível, e as canções são ridículas e insuportáveis. Enfim, é um álbum horroroso e que envelheceu mal.
Melhores Faixas: (.............)
Piores Faixas: Cry Tough, # 1 Bad Boy, Play Dirty, I Want Action, Talk Dirty To Me
Open Up And Say ...Ahh! – Poison
NOTA: 1/10
Dois anos se passaram, e foi lançado o 2º álbum do Poison, o Open Up and Say... Ahh!. Após o Look What the Cat Dragged In, a banda sabia que precisava fazer um disco que mostrasse que não seria apenas mais uma sensação passageira da cena de Los Angeles. Com esse trabalho, decidiram abordar temas como festas, desejo, ambição, relacionamentos e a própria vida de uma banda de Rock. A produção feita agora por Tom Werman, colocou uma sonoridade muito mais limpa, poderosa e feita para tocar nas rádios. As guitarras ficaram mais impactantes, contando com uma maior variação de riffs e solos; o baixo ficou bem mais presente, sustentando tudo, assim como a bateria, e os vocais do Bret Michaels continuam melódicos, só que mais seguros. Só que, de novo, tudo soa previsível, fazendo aquele Glam Metal genérico. O repertório é péssimo, e as canções continuam beirando o ridículo. Enfim, assim como o anterior, é um álbum horroroso.
Melhores Faixas: (..................)
Piores Faixas: Good Love, Your Mama Don't Dance, Fallen Angel, Love On The Rocks, Every Rose Has Its Thorn
Flesh & Blood – Poison
NOTA: 1,2/10
Melhores Faixas: (..........)
Piores Faixas: Don't Give Up An Inch, Valley Of Lost Souls, Life Goes On, Life Loves A Tragedy, Unskinny Bop
Native Tongue – Poison
NOTA: 1/10
Três anos se passaram, e foi lançado um novo álbum do Poison, o Native Tongue. Após o Flesh & Blood, o cenário musical tinha mudado: o Hard Rock farofa tinha sido chutado pelo Grunge e Rock alternativo, e a banda tinha passado a ser ridicularizada. Para piorar, o guitarrista C.C. DeVille tinha saído da banda por conflitos com Bret Michaels; no seu lugar, entrou Richie Kotzen. E, para esse trabalho, eles decidiram fazer um som mais pesado e que dialogasse com o Hard Rock antigo. A produção feita por Richie Zito, que colocou um som orgânico, mas mantendo uma certa clareza, além de inserir elementos do Blues Rock e do Southern Rock. As guitarras ficaram bem mais encorpadas, com um timbre quente. A cozinha rítmica tentou ficar mais dinâmica, e os vocais do Bret têm mais expressão, mas tudo soa deslocado, com eles completamente perdidos. O repertório é terrível, e as canções são medíocres. No geral, é um álbum péssimo e que não funcionou.
Melhores Faixas: (.........oh coisa complicada..........)
Piores Faixas: Ain't That The Truth, Stand, Ride Child Ride, Theatre Of The Soul, Stay Alive, The Scream
Crack A Smile... And More! – Poison
NOTA: 1/10
Foi apenas em 2000 que o Poison retornou com seu 5º álbum, o Crack a Smile... and More!. Após o fracasso do Native Tongue, o guitarrista Richie Kotzen durou pouco, com ele sendo demitido por ter se relacionado com a noiva do baterista Rikki Rockett. Em seu lugar, entrou Blues Saraceno. Então, a banda gravou esse projeto entre 1994 e 1995, enfrentando problemas como o acidente que Bret Michaels sofreu com sua Ferrari e as limitações impostas pela gravadora Capitol a esse projeto. A produção feita por John Purdell e Duane Baron, que colocaram um som mais pesado e orgânico, com eles voltando a fazer aquele Hard Rock farofa pelo qual ficaram conhecidos. Ou seja, temos guitarras expressivas, a cozinha rítmica sustentando tudo e os vocais do Bret no centro, fazendo um trabalho extremamente mais do mesmo. O repertório é horrível, e as canções são absurdamente fracas e genéricas. Enfim, é um álbum terrível, que não tem nada demais.
Melhores Faixas: (.................)
Piores Faixas: Cover Of The Rolling Stone, Tragically Unhip, Shut Up, Make Love, Best Thing You Ever Had, Be The One, Sexual Thing
Hollyweird – Poison
NOTA: 1/10
Melhores Faixas: (.......................)
Piores Faixas: Stupid, Stoned And Dumb, Hollyweird, Devil Woman, Squeeze Box, Wishful Thinkin'
Poison'd! – Poison
NOTA: 1/10
Melhores Faixas: (....................................................)
Piores Faixas: Meia Metade, Logo Logo, Vizinho Chato, Novo Eu, Romântico, Amigo Da Minha Saudade, Vítima Da Vez, Saudade De Quem Eu Sou, Seja Ex, Última Saudade






