quinta-feira, 6 de agosto de 2026

Analisando Discografias - Imagine Dragons

                 

Night Visions – Imagine Dragons





















NOTA: 1/10


(É... partiu). No ano de 2012, o Imagine Dragons lançava seu álbum de estreia, o Night Visions. Formado em 2008, na cidade de Las Vegas, pelo vocalista Dan Reynolds, que se juntou aos seus colegas de universidade para montar uma banda, o grupo gravou algumas demos nesse meio-tempo. Só que, com o tempo, esses integrantes saíram, e entraram Wayne Sermon, na guitarra, Ben McKee, no baixo, e Daniel Platzman, na bateria. Depois de vencer alguns concursos locais, eles assinaram com a Interscope Records. A produção, feita por Alex da Kid e Brandon Darner junto com a banda, aposta em um som extremamente acessível, com as guitarras servindo como texturas e sustentando os sintetizadores e as enormes camadas vocais. A cozinha rítmica serve mais para sustentar e deixar os vocais do Dan no centro, resultando em um Pop Rock extremamente plastificado. O repertório é terrível, e as canções beiram o insuportável. No fim, é um álbum horrível e sem a menor coesão. 

Melhores Faixas: (......................) 
Piores Faixas: Every Night, Nothing Left To Say / Rocks, It’s Time, Demons, On Top Of The World, Radioactive

Smoke + Mirrors – Imagine Dragons





















NOTA: 1/10


Três anos se passaram, e o Imagine Dragons lançou seu 2º álbum, o Smoke + Mirrors. Após o Night Visions, depois de uma turnê extremamente desgastante, decidiram escrever um trabalho mais introspectivo. Dan Reynolds passou a abordar temas ligados à ansiedade, à insegurança, à fama, à pressão da indústria musical e aos conflitos internos. A produção, feita agora apenas junto com Alex da Kid, tentou seguir uma sonoridade bem mais cinematográfica, mas, claro, sem deixar de lado aquela clareza sonora. As guitarras passaram a ter mais presença, com riffs constantes, enquanto os sintetizadores e teclados passaram a servir mais como textura. A cozinha rítmica ficou um pouco mais variada, e os vocais do Dan continuam carregados de explosão. Mas, ainda assim, tudo soa extremamente bagunçado e cheio de repetições, querendo vender essa imagem mais alternativa. O repertório é horrível, e as canções são muito genéricas. Enfim, é um álbum horroroso e cansativo. 

Melhores Faixas: (........................) 
Piores Faixas: The Fall, Polaroid, Gold, Shots, Hopeless Opus, Friction, I'm So Sorry

Evolve – Imagine Dragons





















NOTA: 1/10


No ano de 2017, foi lançado mais um álbum novo do Imagine Dragons, o Evolve. Após o Smoke + Mirrors, Dan Reynolds passou por mudanças importantes em sua vida pessoal e enfrentou problemas relacionados à saúde, experiências que acabaram influenciando sua composição. Para esse trabalho, eles decidiram seguir as tendências, fazendo, assim, um álbum com canções mais diretas e estruturas mais enxutas. A produção, feita pela banda, contou com Mattman & Robin, Joel Little e vários outros, que entregaram um som polido e voltado para as rádios, tentando unir Pop Rock com Electropop, além de elementos do Trap e Synth-pop. As guitarras voltaram a ser comprimidas, os sintetizadores ganharam maior presença, a bateria é totalmente eletrônica e os vocais do Dan são cheios de efeitos, resultando em algo previsível. O repertório é péssimo, e as canções são tenebrosas. No final, é um álbum horroroso que, infelizmente, foi um sucesso. 

Melhores Faixas: (.........Complicado.........) 
Piores Faixas: Don't Know Why, Whatever It Takes, Dancing In The Dark, Thunder, Believer, Yesterday

Origins – Imagine Dragons





















NOTA: 1/10


No ano seguinte, eles voltaram lançando outro disco, o também horrível Origins. Após o Evolve, o Imagine Dragons se consolidou como uma das maiores bandas de música Pop do mundo. Nesse projeto, eles quiseram seguir o que havia dado certo, buscando capturar novamente a energia criativa daquele período, mas com mais liberdade para experimentar diferentes estilos. A produção contou com aqueles mesmos nomes, seguindo a mesma sonoridade polida e acessível, com bastante foco na bateria eletrônica e nos sintetizadores, em busca de um grande impacto. Com isso, as guitarras e o baixo servem muito mais como textura, enquanto os vocais do Dan Reynolds têm um uso frequente de camadas, harmonias, distorções e efeitos que ampliam o alcance emocional das músicas. O repertório é novamente terrível, contando com canções ridículas e previsíveis. Enfim, assim como seu álbum irmão, é um trabalho tenebroso. 

Melhores Faixas: (.........................) 
Piores Faixas: Natural, Love, Bad Liar, West Coast, Zero, Digital

Mercury - Acts 1 & 2 – Imagine Dragons





















NOTA: 1/10


Quatro anos se passaram, e o Imagine Dragons lançou o pretensioso Mercury – Acts 1 & 2. Após o Origins, a banda continuava no topo das paradas, só que, nesse meio-tempo, Dan Reynolds enfrentava um período extremamente delicado em sua vida pessoal, passando por mudanças familiares, crises emocionais e o luto pela morte de pessoas próximas. Com isso, decidiram dividir esse álbum em uma parte mais introspectiva e outra mais diversificada. A produção, feita pela banda junto com Rick Rubin, além de contar com nomes como Styalz Fuego, Mattman & Robin, entre outros, seguiu aquele som polido e radiofônico, orientado para o Pop Rock e o Alt-Pop. A cozinha rítmica voltou a ser um pouquinho mais orgânica, as guitarras continuam sendo usadas para sustentar os arranjos, e os vocais do Dan tem gritos imprecisos, mas tudo aqui é arrastado e sem imersão. O repertório é péssimo, e as canções são muito chatas. No geral, é um álbum sem coesão e medíocre. 

Melhores Faixas: (.........) 
Piores Faixas: Giants, Cutthroat, Tied, Waves, My Life, #1, Sharks, Crushed, Dull Knives, Easy Come Go

LOOM – Imagine Dragons





















NOTA: 1/10


Então chegamos a 2024, quando o Imagine Dragons lançou seu 6º álbum, o LOOM. Após o Mercury – Acts 1 & 2, o baterista Daniel Platzman acabou saindo. Em vez de outro projeto longo, eles optaram por um disco curto e direto. Segundo a própria banda, o álbum foi descrito como um novo começo, equilibrando suas características clássicas com uma abordagem mais leve e espontânea (virando quase um sub-Coldplay). Produção, feita por Mattman & Robin, manteve aquele som polido e acessível. Os sintetizadores têm uma presença moderada e convivem com aquelas guitarras extremamente comprimidas, enquanto as linhas de baixo passaram a ter um foco maior no groove, a bateria segue aquela variação e os vocais do Dan voltaram a receber bastante processamento, resultando em mais um trabalho genérico de Pop Rock com Alt-Pop. O repertório é horrível, e as canções são bastante insuportáveis. Em suma, é mais um álbum péssimo e previsível da banda. 

Melhores Faixas: (....zzzzz....) 
Piores Faixas: Don’t Forget Me, Wake Up, God’s Don’t Pray, Eyes Closed

                                                                         Então é isso, um abraço e flw!!!                

Analisando Discografias - Imagine Dragons

                  Night Visions – Imagine Dragons NOTA: 1/10 (É... partiu). No ano de 2012, o Imagine Dragons lançava seu álbum de estreia, ...