sábado, 31 de janeiro de 2026

Analisando Discografias - Bill Connors: Parte 2

                    

Return – Bill Connors



















NOTA: 6/10


Então chegamos a 2004, quando foi lançado o último álbum até então do Bill Connors, o Return. Após o Assembler, Connors reaparece aqui como um músico claramente reconciliado com sua própria linguagem. Não há tentativa de se reposicionar no mercado, nem de dialogar com tendências contemporâneas do Jazz moderno dos anos 2000. Connors surge menos preocupado em afirmar identidade ou romper paradigmas e mais interessado em tocar com clareza, maturidade e controle. A produção, feita por Pat Thrall e Kim Plainfield, opta por uma sonoridade discreta e limpa. A guitarra de Connors aparece com timbre controlado, geralmente limpo ou levemente aquecido, privilegiando articulação, ataque e dinâmica natural, além de uma seção rítmica sólida, porém bastante sem graça e arrastada. O repertório é mediano: há canções boas e outras genéricas. No fim, é um disco irregular e, após isso, ele preferiu se concentrar em outros projetos. 

Melhores Faixas: Nobody Yet To, On The Edge, Mind Over Matter 
Piores Faixas: It Be FM, Mr. Cool, Terrabill Blues

    

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