terça-feira, 6 de janeiro de 2026

Analisando Discografias - Genesis: Parte 3

                   

...Calling All Stations... – Genesis





















NOTA: 1/10


Então chegamos ao fatídico ano de 1997, quando foi lançado o último álbum do Genesis, o Calling All Stations. Após o mediano We Can’t Dance, Phil Collins decidiu sair da banda, e Tony Banks e Mike Rutherford optaram por seguir adiante. Para isso, chamaram o vocalista Ray Wilson, que vinha de uma estética mais sombria, associada ao Rock alternativo e ao Post-Grunge dos anos 90. A produção, feita pela última vez em parceria com Nick Davis, apostou em uma sonoridade mais densa, fria e soturna, com forte ênfase em texturas de teclado, camadas atmosféricas e estruturas longas. A bateria, revezada entre Nick D’Virgilio e Nir Zidkyahu, até tenta ser sólida, mas o problema é que a banda tentou resgatar o lado progressivo de forma extremamente entediante, enquanto os vocais do Wilson são bastante sem graça. O repertório é péssimo, e as canções são muito chatas e medíocres. Com isso, a banda encerra sua trajetória com um trabalho simplesmente pavoroso. 

Melhores Faixas: (.............................................) 
Piores Faixas: Not About Us, Shipwrecked, The Dividing Line, There Must Be Some Other Way, Congo

  

Analisando Discografias - Guards

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