Solo in Soho – Philip Lynott
NOTA: 8/10
Entrando nos anos 80, Phil Lynott decidiu mergulhar em sua carreira solo com Solo in Soho. Após o Chinatown, com o Thin Lizzy, ele decidiu desenvolver esse trabalho enquanto ainda fazia parte da banda, e o disco funciona muito mais como um espaço para explorar ideias que talvez não coubessem tão naturalmente dentro da estrutura do Lizzy. Percebendo que a nova década trazia uma maior exploração de novas tecnologias, ele decidiu experimentar essa nova abordagem. A produção feita pelo cantor, junto com Kit Woolven, que buscaram uma sonoridade limpa. As guitarras não dominam tudo, e Lynott recebe espaço para explorar sua voz, seu baixo e suas ideias melódicas. Os sintetizadores e os instrumentos de cordas sintetizadas criam toda aquela ambientação, enquanto metais, percussão e arranjos orquestrais dão variedade, dialogando com o Pop Rock daquele período. O repertório é muito bom, e as canções são bem divertidas. Enfim, é um disco bem bacaninha.
Melhores Faixas: King's Call, Yellow Pearl
Vale a Pena Ouvir: Tattoo (Giving It All Up For Love), Dear Miss Lonely Hearts, Ode To A Black Man
The Philip Lynott Album – Philip Lynott
NOTA: 4/10
Melhores Faixas: Old Town, Growing Up, Ode To Liberty (The Protest Song), Gino
Piores Faixas: Fatalistic Attitude Police, Together, Yellow Pearl (não precisava regravá-la), Don't Talk About Me Baby

