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quinta-feira, 10 de setembro de 2026

Analisando Discografias - Saxon: Parte 1

                  

Saxon – Saxon





NOTA: 8,2/10


No ano de 1979, o Saxon lançava seu álbum de estreia autointitulado, trazendo uma proposta promissora. Formado em 1975, na cidade de Barnsley, na Inglaterra, por Biff Byford nos vocais, Graham Oliver e Paul Quinn nas guitarras, Steve Dawson no baixo e Pete Gill na bateria. Anteriormente, eles se chamavam Son Of a Bitch e, nesse meio tempo, já se destacavam por suas apresentações ao vivo, que traziam performances agressivas, se tornando um dos principais nomes da recém-formada cena da New Wave Of British Heavy Metal. A produção, feita por John Verity e lançada pelo selo Carrere, trouxe um som pesado e veloz, com as guitarras possuindo bons riffs e uma presença importante, a cozinha rítmica sendo bem sustentada e os vocais de Biff sendo muito expressivos, dialogando tanto com o Heavy Metal quanto com o Hard Rock. O repertório é legalzinho, tendo canções que são bem divertidas. Enfim, é um ótimo álbum, mas eles ainda precisavam se desenvolver. 

Melhores Faixas: Stallions Of The Highway, Judgement Day 
Vale a Pena Ouvir: Backs To The Wall, Rainbow Theme

Wheels Of Steel – Saxon






NOTA: 10/10


Entrando nos anos 80, o Saxon conseguiu se encontrar lançando o sensacional Wheels Of Steel. Após o álbum de estreia, a banda já parecia muito mais consciente de que poderia transformar sua energia ao vivo em um Heavy Metal próprio. Só que, diferente de seus conterrâneos, que tinham uma certa sofisticação, eles tinham uma combinação de riffs simples e pesados, velocidade, refrões fáceis de cantar e uma postura extremamente ligada à vida nas estradas. A produção, feita por Pete Hinton junto com a banda, trouxe um som muito mais pesado e definido. As guitarras do Graham Oliver e Paul Quinn possuem mais presença, os riffs aparecem com maior clareza e a bateria do Pete Gill tem uma energia muito mais convincente. O baixo do Steve Dawson também cumpre um papel importante, e os vocais do Biff Byford são bastante expressivos e melódicos. O repertório é sensacional, parecendo uma completa coletânea. No fim, é um baita disco e uma verdadeira obra-prima. 

Melhores Faixas: Motorcycle Man, Wheels Of Steel, 747 (Strangers In The Night), Suzie Hold On, Stand Up And Be Counted 
Vale a Pena Ouvir: See The Light Shining, Street Fighting Gang

Strong Arm Of The Law – Saxon





NOTA: 10/10


No mesmo ano de 1980, o Saxon lançava seu clássico 3º álbum, o Strong Arm Of The Law. Após o atemporal Wheels Of Steel, eles decidiram fazer um projeto que mantivesse o Heavy Metal direto, veloz e baseado em riffs, mas demonstrasse mais confiança para explorar diferentes velocidades, atmosferas e estruturas. A experiência adquirida nos palcos também parece ter sido incorporada às composições: tudo soa feito para ser tocado diante de uma multidão, com refrões fortes, riffs fáceis de memorizar e uma energia quase física. A produção mantém a abordagem relativamente crua e orgânica, só que ficando ainda mais agressiva. As guitarras do Graham Oliver e Paul Quinn são bem encorpadas e fluidas, o baixo do Steve Dawson sustenta os riffs, a bateria do Pete Gill possui um ataque seco e os vocais do Biff são carregados de personalidade. O repertório é maravilhoso, também parecendo uma coletânea. Enfim, é um disco sensacional e uma completa obra-prima. 

Melhores Faixas: Heavy Metal Thunder, Strong Arm Of The Law, To Hell And Back Again, Taking Your Chances 
Vale a Pena Ouvir: Dallas 1 PM, 20,000 Ft

Denim And Leather – Saxon





NOTA: 9,8/10


No ano seguinte, o Saxon volta com seu 4º álbum de estúdio, o maravilhoso Denim And Leather. Após o Strong Arm Of The Law, a banda já havia deixado de ser apenas uma promessa da NWOBHM para se tornar um dos nomes mais importantes daquele movimento. Só que, em vez de tentar reinventar completamente sua fórmula, eles estavam mais seguros e conscientes de seu próprio estilo. A produção, feita agora por Nigel Thomas junto com a banda, trouxe um som mais refinado, só que não deixando toda aquela agressividade característica. As guitarras do Graham Oliver e Paul Quinn continuam sendo o grande centro do som, mas agora aparecem ainda mais confiantes, alternando riffs pesados, harmonias e solos. A bateria do Pete Gill é muito firme e dinâmica, o baixo o Steve Dawson é sólido e os vocais do Biff se mantêm seguros. O repertório é incrível, e as canções ficaram bem mais cadenciadas. No fim, é um baita disco e que é outro clássico deles. 

Melhores Faixas: Princess Of The Night, Play It Loud, Denim And Leather, And The Bands Played On, Never Surrender 
Vale a Pena Ouvir: Fire In The Sky, Out Of Control

Power & The Glory – Saxon





NOTA: 9,2/10


Dois anos se passaram, e o Saxon lançava seu 5º álbum, o robusto Power Of The Glory. Após o Denim And Leather, Nigel Glockler assumia a bateria, substituindo Pete Gill. Outro fator importante é que o Saxon estava começando a olhar mais para o mercado internacional. A banda já havia conquistado uma posição importante na Europa e começava a buscar uma projeção maior, especialmente nos Estados Unidos. A produção, feita por Jeff Glixman, deixou um som bem mais limpo, mas não tirando o peso característico da banda. As guitarras possuem riffs precisos e com uma ótima definição. A bateria do Glockler é mais pesada e possui uma agressividade consistente, o baixo é bastante presente e os vocais do Biff Byford são muito energéticos e articulados. O repertório é muito bom, e as canções são todas bem energéticas. No geral, é um baita disco e que é bem tematizado. 

Melhores Faixas: Power And The Glory, Watching The Sky, This Town Rocks, The Eagle Has Landed 
Vale a Pena Ouvir: Warrior, Nightmare

Crusader – Saxon





















NOTA: 8,7/10


Mais um ano se passou, e o Saxon lançava mais um trabalho novo, intitulado Crusader. Após o Power & The Glory, eles sabiam que continuar exatamente com a mesma fórmula não iria dar certo, então começaram a flertar com a tentativa de ampliar seu alcance. A resposta foi uma aproximação maior com o Hard Rock e com uma sonoridade mais acessível, especialmente voltada para o mercado norte-americano. A produção, feita por Kevin Beamish, deixou um som mais limpo e espaçoso, só que eles ainda tinham todo aquele peso característico do Heavy Metal. As guitarras do Graham e Quinn possuem bastante clareza, os solos recebem espaço e a bateria do Nigel Glockler ganha uma presença considerável, assim como o baixo do Steve Dawson. Biff Byford também está muito bem gravado, com sua voz aparecendo de maneira bastante nítida. O repertório é muito bom, e as canções ficaram bem mais sérias. Enfim, é um disco bacana e que envelheceu bem. 

Melhores Faixas: Crusader, Run For Your Lives, Just Let Me Rock 
Vale a Pena Ouvir: Set Me Free, Do It All For You, Bad Boys (Like To Rock 'N' Roll)

Innocence Is No Excuse – Saxon





















NOTA: 8/10


Indo para 1985, o Saxon lançava seu 7º álbum, o Innocence Is No Excuse, que foi mais amplo. Após o Crusader, apesar de a formação continuar extremamente forte, eles queriam encontrar um equilíbrio entre a identidade clássica e uma sonoridade que pudesse alcançar um público maior. O álbum é particularmente interessante porque, apesar de toda a preocupação comercial, a tematização é mais consistente do que a reputação do disco às vezes sugere. A produção, feita por Simon Hanhart, deixou o som mais limpo e comercial do que nos primeiros discos. As guitarras continuam presentes, mas já não possuem aquela aspereza, trabalhando mais com melodias e solos. A bateria do Nigel Glocker ficou bem mais definida, o baixo do Steve Dawson permanece importante e os vocais do Biff ficaram mais cadenciados e melódicos. O repertório é legalzinho, tendo canções divertidas e outras mais épicas. Enfim, é um disco bacana, mesmo que tenha fugido da temática deles. 

Melhores Faixas: Broken Heroes, Give It Everything You've 
Vale a Pena Ouvir: Rockin' Again, Back On The Streets, Everybody Up

Rock The Nations – Saxon





















NOTA: 4/10


Mais um ano se passou, para eles lançarem mais um disco, o Rock The Nations, e aqui as coisas começaram a degringolar. Após o Innocence Is No Excuse, Steve Dawson havia deixado o grupo, encerrando sua participação na formação clássica e, com isso, Biff Byford decidiu assumir o baixo, enquanto Paul Johnson posteriormente passou a integrar oficialmente a banda. E, para esse projeto, eles queriam tentar equilibrar acessibilidade com o peso do Heavy Metal. A produção, feita por Gary Lyons, seguiu um som polido. As guitarras têm presença suficiente, possuindo riffs mais tradicionais, mas eles são frequentemente acompanhados por arranjos mais simplificados. A bateria de Nigel tem muito peso e definição. Só que o problema é que o baixo não é bem sustentado e, apesar de Biff entregar uma performance ok nos vocais, muita coisa soa sem imersão. O repertório é ruim, tendo canções genéricas e poucas interessantes. No fim, é um álbum fraco e sem graça. 

Melhores Faixas: Rock The Nations, Northern Lady, We Came Here To Rock 
Piores Faixas: You Ain't No Angel, Waiting For The Night, Running Hot,

Destiny – Saxon





















NOTA: 4/10


Em 1988, o Saxon, completamente perdido, lança outro álbum, o fraquíssimo Destiny. Após o Rock The Nations, a banda tentava de todas as formas fazer um sucesso comercial, mas fracassou em todas. E agora eles decidiram abraçar de maneira ainda mais clara uma estética do Hard Rock farofento típico do período. Fora que eles trocaram de baterista com a entrada meteórica de Nigel Durham. A produção, feita dessa vez por Stephan Galfas, deixou um som polido e extremamente feito para tocar nas rádios, dialogando completamente com o Hard Rock farofa e o AOR, com pouquíssimos elementos do Heavy Metal. As guitarras continuam presentes, mas perderam boa parte da aspereza e do impacto que tinham antes. Já os teclados ganharam mais presença, mas é aquilo: tudo aqui é extremamente datado e genérico com todas as forças. O repertório é muito ruim, tendo poucas canções que são decentes. No fim, é um disco péssimo e que foi um fiasco. 

Melhores Faixas: For Whom The Bell Tolls, Ride Like The Wind, Where The Lightnings Strikes Piores Faixas: Red Alert, Song For Emma, I Can't Wait Anymore, We Are Strong

Solid Ball Of Rock – Saxon





















NOTA: 8,3/10


Em 1991, o Saxon lançava mais um álbum novo, o Solid Ball Of Rock, onde voltou para sua abordagem característica. Após o fraquíssimo Destiny, o Saxon decidiu olhar novamente para suas raízes. A entrada do baixista Nibbs Carter foi especialmente importante, porque ele trouxe uma energia mais agressiva e jovem para a composição. Nigel Glockler também continuava na bateria, enquanto Biff Byford, Paul Quinn e Graham Oliver permaneciam como o núcleo criativo da banda. A produção, feita por Kalle Trapp junto com a banda, trouxe bastante peso, voltando de cabeça no Heavy Metal. As guitarras do Graham Oliver e Paul Quinn voltam a ocupar uma posição central. Os riffs são mais encorpados, agressivos e diretos, e a dupla funciona novamente como uma unidade. A cozinha rítmica é bastante precisa, e os vocais de Biff Byford são bem expressivos. O repertório é muito bom, e as canções são bem divertidas. Enfim, é um ótimo disco e foi um acerto. 

Melhores Faixas: Solid Ball Of Rock, Requiem (We Will Remember), I’m On Fire, Baptism Of Fire 
Vale a Pena Ouvir: Crash Dive, Overture In B-Minor Refugee, Lights In The Sky

Forever Free – Saxon





















NOTA: 8/10


No ano seguinte, a banda voltava lançando mais um álbum, intitulado Forever Free. Após o Solid Ball Of Rock, o Saxon não estava se tornando uma banda que não conseguia sair da sua zona de conforto. A banda já havia percebido que não precisava seguir as tendências do mercado para continuar relevante. O Heavy Metal tradicional estava enfrentando uma mudança enorme naquele começo dos anos 90, mas o grupo decidiu permanecer fiel ao próprio estilo. A produção, feita pela banda junto com Herwig Ursin, deixou uma sonoridade um pouco mais encorpada e agressiva. As guitarras do Graham Oliver e Paul Quinn recebem bastante espaço e conseguem construir aquele tipo de parede de riffs clássica. A cozinha rítmica ficou mais pesada e presente, enquanto os vocais do Biff Byford estão bem articulados. O repertório é ótimo, e as canções são bem melódicas e robustas. Enfim, é um disco bacana e que foi injustamente menosprezado. 

Melhores Faixas: Get Down And Dirty, One Step Away 
Vale a Pena Ouvir: Forever Free, Hole In The Sky, Cloud Nine

Dogs Of War – Saxon





















NOTA: 8,3/10


Quatro anos depois, o Saxon volta com mais um trabalho novo, intitulado Dogs Of War. Após o Forever Free, a banda ainda queria misturar o Heavy Metal tradicional com uma abordagem mais pesada do Hard Rock e algumas características mais cadenciadas. Existe menos preocupação em soar como uma banda da NWOBHM e mais interesse em produzir um disco pesado para aquele momento. A produção, feita junto com Rainer Hänsel, trouxe uma sonoridade mais pesada e densa. As guitarras do Paul Quinn e Graham Oliver possuem bastante peso e riffs encorpados, enquanto a bateria de Glockler possui bastante impacto, principalmente nos momentos mais cadenciados. O baixo de Nibbs Carter também está bastante presente, e os vocais de Biff Byford são completamente melódicos. O repertório é muito bom, e as canções são bem profundas e energéticas. Enfim, é um ótimo disco e que foi mais sombrio. 

Melhores Faixas: Burning Wheels, Hold On, Demolition Alley 
Vale a Pena Ouvir: Don't Worry, The Great White Buffalo, Dogs Of War

Unleash The Beast – Saxon





NOTA: 8,5/10


Dois anos depois, o Saxon lançava seu 12º álbum de estúdio, o Unleash The Beast. Após o Dogs Of War, o guitarrista Graham Oliver acabou sendo demitido da banda e, no seu lugar, entrou Doug Scarratt, que assumiu a segunda guitarra ao lado de Paul Quinn. O momento também era interessante porque o Heavy Metal estava longe de ocupar o centro do mercado. O Grunge já havia transformado o rock nos anos 90, enquanto estilos alternativos e diferentes vertentes do Metal ganhavam espaço, mas o Saxon quis continuar fiel à sua estética. A produção, feita por Kalle Trapp junto com a banda, trouxe um som extremamente pesado, com as guitarras tendo bastante corpo e distorção, e a presença de Doug Scarratt ajudando a criar uma sonoridade mais agressiva. A cozinha rítmica possui bastante força e precisão, e os vocais de Biff são extremamente confiantes. O repertório é muito legal, e as canções são todas bem vibrantes. No fim, é um ótimo disco e que foi mais explosivo. 

Melhores Faixas: Circle Of Light, Terminal Velocity, Absent Friends, The Thin Red Line 
Vale a Pena Ouvir: Unleash The Beast, All Hell Breaking Loose, The Preacher

Metalhead – Saxon







NOTA: 8,2/10


No final dos anos 90, o Saxon lançava mais um trabalho novo, o agressivo Metalhead. Após o Unleash The Beast, aconteceu um certo imprevisto com o baterista Nigel Glockler, que teve uma grave lesão nervosa no pescoço, e no seu lugar entrou Fritz Randow. Com isso, a banda havia encontrado seu público e aproveitou essa liberdade para fazer um álbum bastante direto e tradicional. A produção, feita junto com Charlie Bauerfeind e Rainer Hänsel, trouxe um som pesado e moderno. As guitarras possuem bastante distorção. Paul Quinn e Doug Scarratt conseguem aparecer claramente, e a dupla produz uma parede de riffs que dá bastante personalidade ao álbum. A cozinha rítmica é bastante firme e tem bastante sustentação, e os vocais do Biff haviam adquirido uma característica mais grave e madura, ficando bem alternados. O repertório é muito legal, e as canções são bem divertidas e vibrantes. Enfim, é um disco bacana e bastante coeso. 

Melhores Faixas: Are We Travellers In Time, All Guns Blazing, Song Of Evil 
Vale a Pena Ouvir: Sea Of Life, Metalhead, Conquistador

Killing Ground – Saxon





















NOTA: 8/10


Indo para o ano de 2001, o Saxon lançava seu 15º álbum, intitulado Killing Ground. Após o Metalhead, a banda decidiu procurar aqui um equilíbrio um pouco maior entre o peso moderno e o espírito clássico. Eles não queriam abandonar a sonoridade pesada construída nos dois discos anteriores, mas passaram a trabalhar mais com melodias, atmosferas épicas e estruturas que lembram diferentes momentos de sua própria carreira. A produção, feita completamente pelo próprio vocalista Biff Byford, colocou um som pesado e encorpado. As guitarras continuam bastante encorpadas e distorcidas, porém existe um cuidado maior com as melodias e com as diferentes camadas do arranjo. O baixo do Nibbs Carter sustenta bem os riffs, a bateria do Fritz está bem precisa e os vocais do Biff são, como sempre, muito bem alternados. O repertório é muito legal, e as canções são todas muito pesadas e envolventes. Enfim, é um trabalho bacana e muito coeso. 

Melhores Faixas: Killing Ground, Dragon’s Lair 
Vale a Pena Ouvir: You Don't Know What You've Got, Shadows On The Wall, Coming Home

Lionheart – Saxon





















NOTA: 8,7/10


Se passaram três anos, e foi lançado mais um álbum novo da banda, o Lionheart. Após o Killing Ground, a banda ainda continuava desfalcada por conta da lesão de Nigel Glockler e, com isso, quem assumiu o posto foi Jörg Michael. Para esse trabalho, eles trazem uma temática histórica que remete à Inglaterra medieval, especialmente à figura de Ricardo Coração de Leão, mas o disco não fica preso exclusivamente a esse conceito. A banda alterna história, guerra, morte, aventura, identidade britânica e o próprio espírito tradicional do Heavy Metal. A produção, feita por Charlie Bauerfeind, colocou uma sonoridade pesada e grandiosa. As guitarras trabalham tanto com riffs pesados quanto com harmonizações e momentos mais melódicos. A cozinha rítmica é bastante firme e preenche muito bem os espaços, e os vocais de Biff são bastante expressivos. No final de tudo, é um ótimo disco e que é muito bem tematizado. 

Melhores Faixas: Lionheart, English Man 'O' War, Beyond The Grave, Flying On The Edge
Vale a Pena Ouvir: Lionheart, To Live By The Sword, Justice

                                                                                              Bom é isso e flw!!!           

Analisando Discografias - Saxon: Parte 1

                   Saxon – Saxon NOTA: 8,2/10 No ano de 1979, o Saxon lançava seu álbum de estreia autointitulado, trazendo uma proposta pro...