sexta-feira, 15 de novembro de 2024

Review: Made In Igrejinha, Vol. 1 do DJ Ws da Igrejinha

                  

Made In Igrejinha, Vol. 1 – DJ Ws da Igrejinha





















NOTA: 3,5/10


Fazendo alguns extras, vamos começar falando do 2º álbum de estúdio do DJ WS da Igrejinha, intitulado Made In Igrejinha, Vol. 1. Após o Caça Fantasmas, Vol. 1, esse projeto foi feito para tentar consertar os erros de seu antecessor e destacar a força do Funk de BH. Com apoio da gravadora Dalãma Records e distribuição pela Symphonic, WS reuniu mais de 30 artistas, entre DJs, MCs e produtores. A produção, novamente conduzida por ele mesmo, alterna entre vibes animadas para bailes e faixas recheadas de MTGs. Tudo isso busca trazer a energia dos bailes com narrativas que traduzem a vivência nas comunidades, mas a mixagem ficou esquisita e há uma evidente falta de coesão rítmica. Com isso, o repertório se torna muito ruim e mal ordenado. Apesar de começar com as visões do finado Mr. Catra, nada aqui chega à altura do que ele falou. No fim, é um trabalho muito ruim e totalmente cansativo. 

Melhores Faixas: Só Bebendo Heineken, Com Pressão, Mtg Pede No Ouvido, Mtg Fodi Fodi, Aquecimento Taca Tcheca, Mtg Pra Elas Tacar Bct 
Piores Faixas: Mtg Pof Pof Pof, Mtg Senta No Macete, Terminei Com a Namorada, Putaria Vai Rolar, Tu Quer Mil, Toma Mil
  

Analisando Discografias - O Terço: Parte 5

                  

O Terço (1990) – O Terço





















NOTA: 1,5/10


Depois de muito tempo, em 1990, O Terço lança mais um disco autointitulado, que é bastante problemático. Após o mediano Som Mais Puro, Sérgio Hinds reativou a banda, após aquele período em que estava em sua carreira solo. A banda carioca se reuniu no formato power trio, com Hinds como vocalista e guitarrista, Geraldo Vieira no baixo e Flávio Pimenta na bateria, e o que eles queriam era tentar modernizar sua sonoridade. A produção novamente foi centrada em sintetizadores e efeitos, só que eles estavam muito distantes daquele som progressivo, indo muito mais para um Hard Rock. Nem preciso dizer que isso trouxe uma sonoridade totalmente enjoativa, refletindo em um repertório pavoroso, com canções que fazem eles parecer uma banda gaúcha genérica. No fim, é um álbum horroroso e autoexplicativo sobre por que todo mundo ignorou esse lançamento. 

Melhores Faixas: ......... 
Piores Faixas: Rap (parecendo Red Hot), Metamorfose Ambulante (coitado do Raulzito), Girando Lâmpada, Última Geração, Sonho
  

quinta-feira, 14 de novembro de 2024

Analisando Discografias - O Terço: Parte 4

                  

Mudança De Tempo – O Terço





















NOTA: 8,7/10


Após mais um tempo, a banda lança o Mudança de Tempo, que traz algumas diferenças em relação aos trabalhos anteriores. Depois do Casa Encantada, O Terço passou por mudanças, já que Flávio Venturini saiu para trabalhar com Beto Guedes. Cezar de Mercês então retornou, trazendo consigo o tecladista Sérgio Kaffa. Neste álbum, eles decidiram fundir o Rock progressivo com elementos da MPB. A produção, a cargo do Paulo Rocco, trouxe uma energia especial aos teclados, com arranjos orquestrais do Rogério Duprat. Flauta e viola continuaram sendo usadas, criando um ambiente musical complexo e harmonioso, onde as harmonias se encaixam perfeitamente com cada linha instrumental. O repertório é muito bom, com canções ainda mais elaboradas. Enfim, é um ótimo disco, embora não seja uma continuação perfeita dos antecessores. 

Melhores Faixas: Minha Fé, Mudança de Tempo, Gente do Interior 
Vale a Pena Ouvir: Terças e Quintas, Pela Rua, Hoje é Domingo (Pé De Cachimbo)

Som Mais Puro – O Terço 





















NOTA: 5/10


Em 1982, entrando na década de 80, O Terço lança seu 6º álbum, intitulado Som Mais Puro, que traz uma outra banda. Após o Mudança de Tempo, eles passaram por uma grande reformulação: Sérgio Magrão saiu para se juntar ao 14 Bis (banda formada pelo Flávio Venturini), enquanto Luiz Moreno e Sérgio Kaffa seguiram para outros projetos, e Cezar de Mercês decidiu iniciar carreira solo. Assim, apenas Sérgio Hinds permaneceu e trouxe uma nova formação, com Ruriá Duprat nos teclados, Zé Português no baixo e Franklin Paolillo na bateria. A banda também assinou com a gravadora Elektra. A produção do Guti Carvalho mostrou a banda completamente pasteurizada, fazendo uso de sintetizadores e percussão eletrônica, tendências da época. Esse direcionamento para o Soft Rock, com poucos elementos progressivos, não funcionou bem. O repertório é mediano, com poucas canções interessantes. Sendo assim, um álbum fraquíssimo e mal concebido. 

Melhores Faixas: Viajante Relógio, Suíte, Tambores Da Mente 
Piores Faixas: Asa Delta, Coração Cantador
  

       Por hoje é só, então flw!!!     

quarta-feira, 13 de novembro de 2024

Analisando Discografias - O Terço: Parte 3

                  

Casa Encantada – O Terço





















NOTA: 9,3/10


No ano seguinte, O Terço lança seu 4º álbum, o Casa Encantada, que traz um pouco mais de experimentalismo. Após o clássico Criaturas da Noite, a banda foi morar em uma fazenda em São Paulo (autoexplicativo o título), ou seja, eles basicamente se isolaram para compor e explorar novas sonoridades, ainda seguindo a mesma fórmula do álbum anterior. A produção foi realizada, mais uma vez, pela própria banda, e, graças à gravação em um ambiente mais natural e inspirador, isso contribuiu para a sonoridade orgânica e fluida do álbum. Eles continuaram a trazer uma sonoridade de Rock progressivo, Folk, Rock rural e até Jazz Rock, tudo isso devido ao papel criativo que Flávio Venturini desempenhou. O repertório é maravilhoso, novamente com várias canções belíssimas. Em suma, é um disco sensacional, que não ficou na sombra de seu antecessor. 

Melhores Faixas: Foi Quando Eu Vi Aquela Lua Passar, Casa Encantada, Sentinela do Abismo, Pássaro 
Vale a Pena Ouvir: Flor De La Noche, Solaris, Guitarras
  

               Então um abraço e flw!!!      

terça-feira, 12 de novembro de 2024

Analisando Discografias - O Terço: Parte 2

                  

Terço (1973) – O Terço





















NOTA: 9,6/10


Três anos depois, O Terço lança seu 2º álbum de estúdio, que trazia algumas mudanças na sonoridade da banda. Após o lançamento de sua estreia, o trio precisou mudar de formação, já que Jorge Amiden saiu devido ao uso de drogas, e Sérgio Hinds saiu por pouco tempo para tocar com Ivan Lins. Logo depois, César de Mercês se tornou o novo baixista. Com um amadurecimento no cenário musical brasileiro, os integrantes começaram a incorporar elementos progressivos e poéticos, influenciados por bandas como Yes e Pink Floyd. A produção, feita por Ramalho Neto, foi realizada em condições modestas, mas, apesar das limitações técnicas, isso não impediu a banda de criar arranjos intrincados, resultando em belas instrumentações. O repertório é muito bom; apesar das poucas faixas, traz belíssimas canções, principalmente a suíte de 20 minutos Amanhecer Total. No final de tudo, é um trabalho excelente que mostra uma grande evolução da banda. 

Melhores Faixas: Deus, Estrada Vazia 
Vale a Pena Ouvir: Amanhecer Total, Rock Do Elvis

Criaturas Da Noite – O Terço 





















NOTA: 10/10


Dois anos se passam, a banda lança o clássico e estrondoso Criaturas da Noite, que basicamente adaptou tudo o que eles tinham feito antes. Após o último álbum, houve mais algumas mudanças: Vinicius Cantuária foi excursionar com Caetano Veloso, e César de Mercês tornou-se o compositor e letrista. Em seus lugares, entraram o baixista Sérgio Magrão, o baterista Luiz Moreno e, por uma indicação do Milton Nascimento, a pedido do Sérgio Hinds, o tecladista Flávio Venturini. A produção, feita pela própria banda junto com Santiago Malnati e Mário Buonfiglio, contou com arranjos do Rogério Duprat, proporcionando uma qualidade sonora superior e permitindo à banda explorar arranjos mais detalhados. Além disso, a colaboração com Sá, Rodrix & Guarabyra também ajudou a banda a explorar sons e temas brasileiros, criando uma fusão perfeita de Rock rural com Rock progressivo. O repertório é sensacional, parecendo uma coletânea. Sendo assim, uma obra-prima e um dos melhores discos da música brasileira. 

Melhores Faixas: Criaturas Da Noite, Hey Amigo, Queimada, 1974 (uma incrível suíte de 12 minutos) 
Vale a Pena Ouvir: Volte Na Próxima Semana, Jogo das Pedras
  

       Por hoje é só, então flw!!!     

segunda-feira, 11 de novembro de 2024

Analisando Discografias - O Terço: Parte 1

                  

O Terço – O Terço





















NOTA: 8,9/10


No começo dos anos 70, a banda carioca O Terço lançava seu álbum de estreia autointitulado. Formada quase no final dos anos 60 pelo vocalista e guitarrista Sérgio Hinds, junto com Jorge Amiden e Vinícius Cantuária, a banda buscava se distinguir de outros álbuns da época pelo experimentalismo e pela fusão entre ritmos brasileiros e estilos internacionais. A produção, feita por Paulinho Tapajós, foi marcada por limitações técnicas e financeiras, realizadas em um estúdio simples e com apenas quatro canais. Essa simplicidade de recursos, no entanto, foi compensada pela criatividade da banda, que utilizou arranjos inovadores para criar um som acessível, trazendo influências do Rock'n'roll, Folk e música psicodélica (quase progressiva). O repertório é muito legal, com canções bem cadenciadas. No fim, é um ótimo disco de estreia que fez a banda começar com o pé direito. 

Melhores Faixas: Longe Sem Direção, Antes de Você... Eu, Velhas Histórias 
Vale a Pena Ouvir: Plaxe Voador, Meia Noite, Saturday Dream, I Need You
  

            Então um abraço e flw!!!     

sexta-feira, 8 de novembro de 2024

Analisando Discografias - Ryu, The Runner: Parte 2

                    

SEMRÉH – Ryu, The Runner




NOTA: 9,3/10


Em maio deste ano, Ryu The Runner lançou seu álbum de estreia, intitulado Semréh, que desta vez trazia um conceito. Após o sucesso com as mixtapes EVDC, o Corredor passou por várias experiências, apareceu em músicas de outros rappers e até se envolveu em uma treta com Tchelo Rodrigues por uma besteira. Neste novo trabalho, ele se propôs a criar uma narrativa coesa, inspirando-se fortemente na figura de Hermes, o deus mensageiro da mitologia grega, além de abordar muito das suas vivências. A produção foi novamente diversificada, com 6ee, Iuri Rio Branco, entre outros, e foi cuidadosamente construída com batidas intensas e muita experimentação, desde Goofy até Plug. O repertório é maravilhoso, muito bem ordenado, com canções ótimas, algo que se repete nas 5 faixas inéditas do Final Sprint, além disso, tem as feats incríveis do BK, Yunk Vino, Teto, Ajuliacosta e outros. Em suma, é um álbum maravilhoso e certamente um dos melhores do ano. 

Melhores Faixas: SUV, Embalo, SEMRÉH; Final Sprint: MVP (diss pro Tchelo) 
Vale a Pena Ouvir: Ele Se Morde, Heureca; Final Sprint: Eles Me Odeiam

                                                         Então é isso e flw!!! 

quinta-feira, 7 de novembro de 2024

Analisando Discografias - Ryu, The Runner: Parte 1

                  

Essa é a Vida de um Corredor – Ryu, The Runner





















NOTA: 8,8/10


No ano passado, o Ryu, The Runner lançou seu primeiro trabalho, uma mixtape intitulada Essa é a Vida de um Corredor. O rapper baiano, que já estava no cenário há três anos, só começou a desenvolver seu estilo após pedir demissão de seu emprego, pegou seguro desemprego e FGTS, passou um ano em seu quarto estudando música até alcançar o padrão desejado. A produção da mixtape foi conduzida por um time diverso, incluindo 6ee, No Cutty, entre outros. O som combina batidas agressivas do Trap com uma sonoridade inspirada em Detroit, mas com muita influência do Goofy, resultando em um som totalmente envolvente, apesar de muitas das batidas serem similares. Com um repertório muito bom e várias canções interessantes e divertidas, além de ter ótimas feats do Derek e Emite Único, enquanto outras, como a de CJota, acabam sendo mais inexpressivas. No final de tudo, é uma ótima mixtape que destacou o talento do Ryu, se tornando a revelação da cena. 

Melhores Faixas: DAMN!, Mítico Jovem, Business, Corsa Freestyle 
Vale a Pena Ouvir: Março, Só Pau (sem brava), TWERK

EVDC Deluxe – Ryu, The Runner 





















NOTA: 9,2/10


Quatro meses depois, Ryu lança a versão deluxe do Essa é a Vida de um Corredor, também no formato de mixtape. Após a última mix ter feito um relativo sucesso, o rapper conseguiu assinar contrato com as gigantes, GR6 Explode e a Som Livre. Além disso, ele quis que essa versão deluxe aprofundasse ainda mais nas histórias e lutas pessoais que marcaram sua vida, traçando uma narrativa envolvente e autêntica. A produção foi praticamente a mesma, mas desta vez combina batidas intensas e atmosféricas que criam o ambiente perfeito para as letras. Ele colaborou com produtores que trouxeram influências que vão além do Goofy, incluindo Hard, Plug, Jersey, enfim, tudo aqui é mais experimental. Com isso, o repertório é excelente e cheio de canções sensacionais; além das colaborações serem ótimas, as que mais se destacam são Derek, MC Igu, Veigh e Jovem Dex. No fim, é um trabalho excelente e, certamente, superior à versão original. 

Melhores Faixas: Vandame, Diagnóstico, FYE, Beyoncé 2, Sua inveja eu não vejo, Hobby + Gestão Inteligente 
Vale a Pena Ouvir: 12 da Maça, Me Sinto Oruam (Credo), Protagonista
  

         Então é isso, um abraço e flw!!!    

quarta-feira, 6 de novembro de 2024

Review: The Sound of Regret do Amity Lane

                     

The Sound of Regret – Amity Lane





















NOTA: 2,2/10


Em 2005, Kevin Palmer, junto com Josh Moates, lançou o único disco do projeto paralelo Amity Lane, intitulado The Sound of Regret. Após o hiato do Trust Company, os dois integrantes fundadores formaram o Amity Lane como um projeto para explorar novas ideias, que incluíam Layla Palmer (esposa do Kevin) e Jason Rash. A produção é direta, sem grandes exageros ou experimentalismos. A sonoridade apesar de ser crua e desprovida de polimento, tentando combinar com os temas abordados, e que busca influências do Post-Grunge, mas com uma abordagem lírica mais íntima e pessoal, tudo aqui soa como um grande chororô. No entanto, o resultado final é genérico, dando a impressão de que eles tentam imitar Alter Bridge com uma fusão de Coldplay. O repertório é péssimo e recheado de canções simplesmente ridículas. Enfim, esse trabalho é muito ruim, e ainda bem que não durou por muito tempo. 

Melhores Faixas: (.............) 
Piores Faixas: Broken Wings, Edge of Your Heart, Waiting for Goodbye, Die For You, Million Miles Away

                                                    Por hoje é só, então flw!!!  

terça-feira, 5 de novembro de 2024

Analisando Discografias - Trust Company: Parte 2

                  

True Parallels – Trust Company





















NOTA: 5,2/10


Três anos depois, o Trust Company lança seu 2º álbum, o True Parallels, que trouxe algumas mudanças. Após o disco de estreia, a banda enfrentou problemas como a troca de seu baixista e pressões da gravadora Geffen Records para repetir o sucesso do hit Downfall. Além disso, eles estavam escalados para participar do Ozzfest 2003, mas acabaram desistindo para gravar o álbum, que, no fim, foi lançado apenas em 2005. A produção ficou novamente a cargo do Don Gilmore, com a ajuda do Howard Benson e da própria banda. O resultado é uma produção polida, com guitarras densas e nos vocais emocionais do Kevin Palmer, com uma sonoridade que mistura Nu Metal, Post-Grunge e Hardcore. No entanto, o álbum acaba sendo confuso, com arranjos arrastados, resultando em um repertório que começa bem, mas se torna cansativo e com canções chatissimas. Sendo assim, é um disco fraquíssimo, muito por ter sido apressado.

Melhores Faixas: The War Is Over, Surfacing, Stronger, Erased 
Piores Faixas: Without a Trace, The Reflection, Breaking Down, Silently

Dreaming In Black And White – Trust Company 





















NOTA: 8,4/10


Após um intervalo de seis anos, a banda lança seu terceiro e último disco até então, o Dreaming In Black And White. Depois do fraquíssimo True Parallels, o Trust Company deu uma pausa, e, nesse tempo, os membros fundadores Kevin Palmer e Josh Moates criaram um projeto paralelo (sobre o qual falarei depois). Depois disso, a banda retornou, buscando resgatar a essência de seu som, mas também atualizar sua música para um cenário que havia evoluído consideravelmente. Além disso, eles haviam assinado com uma gravadora independente para evitar os problemas que enfrentaram com a Geffen Records. A produção, feita por Chuck Alkazian, trouxe uma sonoridade mais crua, com menos efeitos eletrônicos e maior foco nos instrumentos orgânicos e na performance emocional dos músicos. O repertório é ótimo, com muitas canções interessantes. Em suma, é um trabalho bem legal, que deixa a sensação de que a banda precisa lançar algo novo. 

Melhores Faixas: Heart In My Hands, Reverse And Remember, Skies Will Burn, Dreaming In Black And White 
Vale a Pena Ouvir: We Are The Ones, Close Your Eyes (Til It's Over), Stumbling
  

            Então é isso, um abraço e flw!!!   

segunda-feira, 4 de novembro de 2024

Analisando Discografias - Trust Company: Parte 1

                   

The Lonely Position Of Neutral – Trust Company





















NOTA: 9/10


No meio do ano de 2002, a banda alabamiana Trust Company lançou seu disco de estreia, o The Lonely Position of Neutral. Formada em 1997 pelo vocalista e guitarrista Kevin Palmer, pelo outro guitarrista James Fukai, além do baixista Josh Moates e do baterista Jason Singleton, a banda inicialmente se chamava 41Down. Com um sucesso relativo no cenário underground, eles assinaram com a Geffen Records e, logo depois, mudaram para o nome que conhecemos para evitar confusões com o Sum 41. A produção, feita por Danny Lohner e Don Gilmore, é totalmente bem executada, com uma sonoridade que, mesmo com influências do Nu Metal, possui um certo polimento sem deixar de ser pesada, fazendo-os soar quase como o Linkin Park. Além disso, contém um repertório maravilhoso e com ótimas canções. No fim, é um baita disco, apesar de não ser muito lembrado pelos fãs desse subgênero.

Melhores Faixas: Downfall, Falling Apart, Running From Me, Slipping Away, Deeper Into You
Vale a Pena Ouvir: Hover, The Fear, Figure 8
 

                                                       Então é isso e flw!!!  

sexta-feira, 1 de novembro de 2024

Review: Point Blank do Nailbomb

                    

Point Blank – Nailbomb





















NOTA: 8,6/10


Após o lançamento do Chaos A.D., Max Cavalera e Alex Newport criaram um projeto paralelo chamado Nailbomb e lançaram seu único disco, o Point Blank. O projeto, desenvolvido pelos fundadores de suas respectivas bandas originais (Sepultura e Fudge Tunnel), tinha como objetivo criar algo mais cru, direto e agressivo. Abordando temas de revolta e ódio ao sistema, misturando influências sonoras de Metal Industrial, Hardcore e Punk. A produção, assinada por Max e Alex, é totalmente crua e traz uma sonoridade visceral, além de experimentar intensamente com elementos eletrônicos e samples, algo incomum para os gêneros de Metal na época. O repertório é excelente, composto por canções pesadíssimas, que consolidaram o álbum como uma obra marcante. Após esse lançamento, o projeto foi deixado de lado, com um retorno pontual para um show em 2017. Enfim, esse trabalho é muito interessante e influente, que impactou outros gêneros. 

Melhores Faixas: Wasting Away, Vai Toma No Cu, Cockroaches, Guerrillas, Religious Cancer Vale a pena ouvir: World of Shit, Blind and Lost, For Fuck’s Sake

                                                         Então é isso e flw!!!  

Review: Cursum Perficio do Anthrax

                   Cursum Perficio – Anthrax NOTA: 8,7/10 Dez anos depois, o Anthrax enfim retornou com um álbum novo, o Cursum Perficio. Ap...