Pure Instinct – Scorpions
NOTA: 1/10
Mais três anos se passaram para o Scorpions voltar com seu novo disco, o horrível Pure Instinct. Após o Face the Heat, a banda não queria ser deixada de lado pela grande mídia e, para esse disco, decidiu explorar muito mais o lado melódico e sentimental. O álbum é claramente mais contemplativo, com muitas composições lentas ou de andamento moderado, bastante espaço para violões e arranjos mais delicados. A produção, feita junto com Erwin Musper e Keith Olsen, segue uma abordagem limpa e espaçosa. As guitarras ficaram bem mais limpas e contam com riffs bem mais definidos. A cozinha rítmica ficou bastante controlada, e os vocais do Klaus estão muito mais claros do que o comum, deixando tudo excessivamente delicado e comprimido, parecendo tudo muito repetitivo. O repertório é terrível, e as canções são ridículas, com um excesso de baladas que você acha que eles viraram o Air Supply. Enfim, é um álbum tenebroso, e a queda era iminente.
Melhores Faixas: (......zzz.....)
Piores Faixas: Wild Child, When You Came Into My Life, Does Anyone Know, You And I, Time Will Call Your Name
Eye II Eye – Scorpions
NOTA: 1/10
Então chegamos ao ano de 1999, quando o Scorpions lança o tenebroso Eye II Eye. Após o Pure Instinct, o baterista Herman Rarebell praticamente saiu da banda e, com isso, eles decidiram substituí-lo por James Kottak. A banda, sentindo que estava sendo completamente esquecida pelo mainstream, ficou desesperada e começou a entrar de cabeça nas sonoridades que estavam muito presentes no final dos anos 90. Produzido inteiramente por Peter Wolf, o álbum foi extremamente polido e modernizado, com eles dialogando não só com o Pop Rock, como também com o Rock alternativo. Com as guitarras passando a ficar massivamente texturizadas, o baixo é mais discreto, e aqui o uso de bateria eletrônica e sintetizadores ficou muito presente, só que extremamente mal conduzido e parecendo que tudo ficou inacabado. O repertório é horroroso, e as canções beiram o ridículo. No final de tudo, é um álbum terrível e um dos piores de todos os tempos.
Melhores Faixas: (..............)
Piores Faixas: What U Give U Get Back, Eye To Eye, To Be No. 1, 10 Light Years Away, A Moment In A Million Years, Du Bist So Schmutzig (viraram um Biohazard magrelo)
Unbreakable – Scorpions
NOTA: 1/10
Melhores Faixas: (..................)
Piores Faixas: Blood To Hot, Deep And Dark, She Said, New Generation, Maybe I Maybe You
Humanity - Hour I – Scorpions
NOTA: 1,2/10
Se passaram então três anos para o Scorpions voltar com um novo álbum, o Humanity – Hour I. Após o Unbreakable, eles decidiram fazer um trabalho que procura transformar a modernidade em peso. É um disco mais dramático, mais grandioso e, em alguns momentos, mais sombrio. Também existe uma tentativa clara de recuperar o poder dos grandes refrãos. Só que agora eles são construídos com uma quantidade maior de camadas. Produzido por Desmond Child e James Michael, o álbum colocou uma sonoridade bem mais orgânica e moderna, que junta não só Hard Rock e Heavy Metal, mas também certos elementos do Metal alternativo. As guitarras ficaram carregadas de efeitos, camadas e até reverbs, com os riffs ficando mais encorpados. A cozinha rítmica ficou muito mais grossa, e os vocais do Klaus até que estão bem articulados, mas tudo é muito sem graça e monótono. O repertório é ruim, tendo canções bem cansativas. Enfim, é só mais um trabalho fraco da banda.
Melhores Faixas: (.............)
Piores Faixas: We Will Rise Again, Love Will Keep Us Alive, The Future Never Dies, Love Is War, Hour I
Sting In The Tail – Scorpions
NOTA: 1/10
Entrando na década passada, o Scorpions volta com mais um álbum, o Sting In The Tail. Após o Humanity – Hour I, eles decidiram fazer um trabalho que fosse um retorno às suas raízes. A ideia aqui não era simplesmente fazer um disco moderno de Hard Rock, mas recuperar aquela sensação de espontaneidade, energia e diversão que marcou principalmente a fase clássica. O álbum acabou sendo planejado como o último trabalho de estúdio da banda naquele momento, acompanhado pela decisão de realizar uma grande turnê de despedida. Produzido por Mikael Nord Andersson e Martin Hansen, o álbum apresenta um som bastante contemporâneo, com as guitarras alternando entre riffs precisos e solos menos constantes, o baixo variado e a bateria mais seca. Mas é aquilo: tudo parece praticamente uma repetição do que já fizeram antes, só com uma produção atual. O repertório é ruim, tendo canções que são bem sem graça. No final, é um álbum fraco e bem tedioso.
Melhores Faixas: (....................)
Piores Faixas: The Good Die Young, Sly, Slave Me, Rock Zone
Return To Forever – Scorpions
NOTA: 1/10
Melhores Faixas: (.....................)
Piores Faixas: All For One, We Built This House, Gypsy Life, Rollin’ Home, Eye Of The Storm, Rock My Car
Rock Believer – Scorpions
NOTA: 1/10
Então chegamos ao ano de 2022, quando o Scorpions lançou seu mais recente álbum, o Rock Believer. Após o Return To Forever, a banda trocou de baterista com a demissão de James Kottak e a entrada de Mikkey Dee (ex-Motörhead). Para esse projeto, eles decidiram fazer um trabalho bem mais direto, com menos preocupação em experimentar e mais vontade de fazer um disco pesado e energético. A produção, feita pela banda junto com Hans-Martin Buff, deixou um som bem mais agressivo e robusto. As guitarras ficaram mais sujas, tendo aquela alternância entre riffs fortes e solos definidos. O baixo ficou bem mais participativo, conseguindo preencher os riffs, e a bateria está mais dinâmica, enquanto os vocais do Klaus, mesmo envelhecidos, conseguem funcionar. Só que tudo é muito repetitivo e falta mais ousadia. O repertório é bem chatinho, tendo canções que são bem previsíveis. No final, é outro álbum ruim de uma banda que só vive de seu passado.
Melhores Faixas: (........................)
Piores Faixas: Hot And Cold, Peacemaker, When You Know (Where You Come From), Knock 'Em Dead, Shining Of Your Soul
Então é só e flw!!!






