Lonesome Crow – Scorpions
NOTA: 1/10
Em 1972, o Scorpions lançava seu álbum de estreia intitulado Lonesome Crow, que trazia uma abordagem diferente. Formado em 1965 na cidade de Hannover, na Alemanha, pelos adolescentes Rudolf Schenker (guitarra) e Wolfgang Dziony (bateria), que se reuniam com os amigos de banda para tocar covers de bandas de sucesso da época. Mas, à medida que veio a fase adulta, a banda ficou mais séria e passou por várias mudanças de integrantes até fechar a formação com Klaus Meine (vocais), Michael Schenker (guitarra) e Lothar Heimberg (baixo). A produção, feita pelo Conny Plank e lançada pelo selo da Brain, trouxe um som pesado e orgânico que juntava Hard Rock, Rock progressivo e elementos do Krautrock. As guitarras são variadas, o baixo e a bateria servem como sustento e os vocais do Klaus têm expressão, mas é tudo muito arrastado e cansativo. O repertório é ruim, tendo canções que são bem chatas. Enfim, é um álbum de estreia bem fraquinho.
Melhores Faixas: (..........................)
Piores Faixas: Action, Inheritance, It All Depends
Fly To The Rainbow – Scorpions
NOTA: 1/10
Melhores Faixas: (.........................)
Piores Faixas: Fly To The Rainbow, This Is My Song, Drifting Sun, Speedy's Coming
In Trance – Scorpions
NOTA: 1/10
Mais um ano se passou para o Scorpions lançar seu 3º álbum de estúdio, o In Trance. Após o Fly To The Rainbow, eles passaram a trabalhar com composições mais enxutas, riffs mais marcantes e uma relação muito mais equilibrada entre peso, melodia e atmosfera. Com isso, eles começaram a largar aquelas influências progressivas e da música psicodélica para poder fazer um som que seguia a vibe do Hard Rock mainstream, que passou a dominar a identidade da banda. A produção, feita agora por Dieter Dierks, seguiu um som mais organizado e definido. As guitarras são o centro absoluto da produção. Rudolf Schenker mantém uma base rítmica firme, enquanto Uli Roth ocupa o espaço dos solos e das linhas mais atmosféricas. A cozinha rítmica ficou mais presente e os vocais do Klaus são mais energéticos, mas, no geral, tudo continua bastante monótono. O repertório é chatinho, tendo canções bastante medíocres. Enfim, é outro álbum muito fraco da banda.
Melhores Faixas: (............................................)
Piores Faixas: Living And Dying, Robot Man, Night Lights, Longing For Fire
Virgin Killer – Scorpions
NOTA: 1/10
Se passou outro ano, e foi lançado o polêmico 4º álbum da banda, o Virgin Killer. Após o In Trance, o Scorpions decidiu pegar toda a evolução que tiveram e ir para um lado do Hard Rock pesado, sem abandonar completamente a personalidade experimental trazida principalmente por Uli Jon Roth, além de aproveitar que tinham aval de quem sabia entrar no mercado americano. Fora isso, essa capa originalmente era outra, que não foi escolhida pela banda, e sim pelos executivos da gravadora, que colocaram uma garota nua de dez anos (por favor, não vá atrás disso). A produção do Dieter Dierks seguiu um som bem mais agressivo e até mais cru. As guitarras ficaram muito mais constantes, alternando entre riffs cortantes e solos bluesísticos. Além da cozinha rítmica e teclados que preenchem espaços, só que tudo é bastante genérico e previsível. O repertório é chatíssimo, tendo canções ruins e pouco variadas. No final, é um álbum terrível e que foi um fiasco comercial.
Melhores Faixas: (.............)
Piores Faixas: Backstage Queen, Crying Days, In Your Park, Hell Cat
Então é isso, um abraço e flw!!!



