To Be Kind – Swans
NOTA: 1/10
Se passaram três anos até o Swans voltar com um novo disco, o agressivo To Be Kind. Após o The Seer, a banda quis dar continuidade à sua proposta, mas apresentou uma organização ainda mais concentrada em padrões rítmicos insistentes, riffs repetitivos e explosões de intensidade. A banda parece compreender cada vez melhor como utilizar a repetição para criar movimento, fazendo com que estruturas aparentemente simples adquiram dimensões enormes ao longo de vários minutos. A produção seguiu um som denso e sombrio, que juntou Rock Experimental com Post-Rock, além de elementos do Krautrock e do Noise Rock. As guitarras alternam entre crescendos, riffs repetitivos e distorções, a cozinha rítmica é bem consistente, criando a sensação de uma marcha interminável, e os vocais de Michael Gira continuam bastante variados, mesmo que tudo soe monótono. O repertório contém um monte de músicas insuportáveis. Enfim, é outro álbum cansativo da banda.
Melhores Faixas: (............................)
Piores Faixas: Nathalie Neal, Bring The Sun / Toussaint L'Ouverture, Screen Shot, Kirsten Supine, To Be Kind
The Glowing Man – Swans
NOTA: 1/10
Mais dois anos se passam até o Swans voltar com outro disco, o The Glowing Man. Após o To Be Kind, esse novo álbum procura explorar de maneira ainda mais profunda a relação entre repetição, atmosfera, transformação e transcendência. O som continua intenso, e várias passagens apresentam uma instrumentação capaz de produzir uma enorme pressão sonora. A diferença está na maneira como essa intensidade é organizada. A produção continua bem densa, só que agora foram colocados ainda mais detalhes nos arranjos. As guitarras continuam servindo como fontes de textura e distorção, o baixo e a bateria ficaram mais estáveis, e a percussão traz aquela sensação ritualística, assim como os vocais de Michael Gira. Além disso, há passagens que dialogam com a música ambiente e o totalismo, só que tudo aquilo é bastante arrastado. O repertório novamente é horrível, e as canções são medíocres. No geral, é outro álbum fraco e pretensioso.
Melhores Faixas: (.............................)
Piores Faixas: People Like Us, Finally, Peace, When Will I Return?, Cloud Of Unknowing, Cloud Of Forgetting
leaving meaning. – Swans
NOTA: 1/10
Melhores Faixas: (..........................)
Piores Faixas: Sunfucker, Amnesia, My Phantom Limb, Annaline, The Nub
The Beggar – Swans
NOTA: 1/10
Melhores Faixas: (................................)
Piores Faixas: The Beggar, Unforming, Paradise Is Mine, Los Angeles: City Of Death, The Beggar Lover (Three) (43 MINUTOS MANO)
Birthing – Swans
NOTA: 1/10
Então chegamos a 2025, quando o Swans lançou seu 17º e mais recente álbum, o Birthing. Após o The Beggar, Michael Gira descreveu esse novo trabalho como sua última incursão nesse universo sonoro expansivo, antecipando uma mudança de direção para a banda. Além disso, o título combina com a ideia de criação e transformação que atravessa o trabalho. As composições parecem surgir de estruturas rudimentares e ganhar corpo por meio da interação entre os músicos. A produção, feita pelo próprio Gira, apresenta bem mais variedade nas texturas e camadas, não ficando apenas no Post-Rock, já que incorpora várias influências anteriores. As guitarras possuem notas prolongadas e linhas flutuantes. A seção rítmica ficou mais tensa, e os teclados são mais atmosféricos, mas tudo continua muito pretensioso e excessivamente arrastado. O repertório é terrível, e as canções são muito exageradas. No geral, é um álbum carregado de monotonia.
Melhores Faixas: (..............................)
Piores Faixas: Birthing, The Merge, The Healers, Red Yellow




