quinta-feira, 24 de setembro de 2026

Analisando Discografias - Whethan

                  

Fantasy – Whethan





















NOTA: 3/10


Voltando para o ano de 2020, o Whethan lançava seu álbum de estreia, intitulado Fantasy. A sua carreira começou por volta de 2015, quando já começou a fazer seus sons ainda estando no período de colegial, mas acabou abandonando os estudos, já que ganhou a chance de fazer uma turnê com o The Chainsmokers. Conseguiu retornar para sua formatura e, após isso, passou a lançar alguns EPs e assinou com a Atlantic Records. A produção, feita por ele próprio, seguiu uma paleta extremamente eletrônica, contendo sintetizadores brilhantes, baixos eletrônicos bastante presentes, baterias comprimidas, efeitos digitais, vocais tratados e uma quantidade considerável de camadas pequenas que aparecem e desaparecem ao longo das faixas. O problema é que tudo soa como uma bagunça de subgêneros da EDM dentro de um único álbum. O repertório é fraquíssimo, tendo canções medíocres e poucas interessantes. Enfim, é um álbum péssimo e muito limitado. 

Melhores Faixas: Sunshine (destaque pro The Knocks), Drumdown Mambo, Clouds, Wave 
Piores Faixas: So Good, Outta Here, All I Needed, Hurting On Purpose, Upside Down (o que o Gruplove tá fazendo aqui?)

Midnight – Whethan





















NOTA: 2,5/10


Dois anos depois, ele lançava seu 2º e último álbum até o momento, o Midnight. Após o Fantasy, o Whethan decidiu fazer um trabalho que não ficasse só no EDM, trazendo uma sensação noturna que percorre o trabalho, tanto pela escolha dos timbres quanto pela maneira como as músicas lidam com melancolia, intimidade, energia e escapismo. É um álbum que parece estar interessado naquele período entre o fim da noite e o começo da madrugada. A produção dele seguiu uma abordagem que junta os elementos da música eletrônica moderna com Rage e Digicore (sim, isso mesmo!), com ele colocando sintetizadores atmosféricos, baixos profundos, 808s graves, efeitos, vocais processados e diferentes camadas de textura. Mas tudo é tão sem graça que faz parecer a mesma música por 30 minutos. O repertório é terrível, contendo pequenas exceções. No geral, é outro álbum terrível, de alguém que não mostrou seu potencial. 

Melhores Faixas: Lock It Up (Yeat levou o som para ele), 2 Much
Piores Faixas: Mental, Complicated, Midnight, Thank You Right


Review: O Que Separa Os Homens dos Meninos, Vol. 2 do Sant

                   O Que Separa Os Homens dos Meninos, Vol. 2 – Sant NOTA: 10/10 Depois de dois anos, o Sant volta com o impecável O Que Sep...